[Verso 1.0esquadrinhada, OCR iria e feitio-verificado de massa-mercado edio.]
[2.0 de 30 de agosto de 2003 de versorevisem e corrigido por The_Ghiti do primeiro imprimindo.]
[Verso 3.0corrigiu e formatou por braven.]


Nora Roberts - J. D.Robb
Imitao na Morte
Srie Mortal 19




"Nenhum homem sempre ainda ficou grande por imitao."
Samuel Johnson

"E o Diabo disse para Simon Legree: 'Eu gosto de seu estilo, to mau e livre.'"
Vachel Lindsay

      








Prlogo
      O vero de 2059 era uma cadela mdia e assassina que no mostraram a nenhum sinal de iluminar seu humor. Setembro arrastado em os saltos de sapatos suados de agosto e sufocou Nova York em um desmancha-prazeres de calor, umidade, e ar sujo.
      Vero, Jacie Wooton pensou, foi negcios de matana.
      Era apenas dois A. M., horrio nobre com os bares que cospem fora clientes, e aqueles clientes procurando por ao um pouco extra na frente de indo para a para casa. O corao da noite, como ela gostou de pensar sobre isto, quando aqueles com um iene e o preo para satisfazer isto veio para cantarolando para um companheiro.
      Ela era licenciada para rua trabalha, desde que ela se atarraxou em cima com um pouco ilegais vcio e uns bustos. Mas ela era limpa agora, e com inteno de trabalhar seu modo atrs em cima a escada de prostituio at que ela voltava no brao do rico e s.
      Mas no momento, ela teve que ganhar um goddamn vivendo, e ningum quis fazer sexo, e pague por isto, em tudo isso calor.
      O fato que ela viu s um par de associados no passeio nas ltimas duas horas ditas que ela no existiam muitos dispostos a fazer sexo e ser pagas por ele no clima atual qualquer um.
      Mas Jacie era um profissional, considerou se um profissional completo desde a noite, mais de vinte anos atrs, ela ps sua primeira licena para usar.
      Ela poderia suar no calor, mas ela no murchou. Da mesma maneira que ela rachou um pouco debaixo da licena de rua probatria, mas ele no a quebrou.
      Ela ficaria em seus psou seus joelhos ou ela atrs, dependendo da preferncia do clientee fazer o trabalho.
      Faa o trabalho, ela disse a se. Banco o pagamento, marque o tempo. E em alguns meses, ela voltaria em uma cobertura em Parque onde ela pertenceu.
      Se o pensamento passou por ela se importa que ela teve um pouco velho e suave para rua trabalha, ela bloqueou isto fora e enfocada em fazer mais uma pontuao. S mais uma pontuao.
      Alm disso, se ela no fizesse aquele mais marca hoje  noite, ela no iria ter nada remanescer acima de tratamentos de corpo depois do aluguel. E ela precisou de uma melodia-.
      No que ela no estava ainda escolha, ela disse a se como ela passeou por um lamppost na rea de trs quarteires que ela apostou como suas prprios nos intestinos da cidade. Ela manteve em forma. Talvez ela negociou o Empurro para uma garrafa de vodcae ela podia certo como inferno usa um bebida agora mesmomas ela ainda pareceu boa. Condene bom.
      E ela era exibir-se a mercadoria em um ir-glo cabresto e saia de virilha, ambos pulsar vermelho. At que ela bata o escultor de corpo, ela precisou do cabresto para impulsionar em cima seus simplrios. Mas suas pernas estavam quietas sua melhor caracterstica. Longa e bem formada, e dado um ertico toca nas sandlias de espiga de prata com lattice correias que cruzados para seus joelhos.
      Eles foram fucking matana ela como ela caminhou para as ruas procurando por mais um trabalho.
      Para dar seus ps uma fratura, ela apoiou-se no prximo lamppost, armado fora um quadril, e esquadrinhou o tudo menos-deserted rua fora de olhos marrons cansados. Ela devia ter ido para a peruca de prata longa, ela disse a se. Johns sempre foi para cabelo. Mas ela no podia enfrentar o peso de uma peruca hoje  noite, e simplesmente eriada em cima sua prpria tinta preta, e dado ele um spray descuidado de rede prateada.
      Um txi fludo por, e uns carros passado. Entretanto ela se debruou acima de, deu a eles cada o padro vamos, ningum tanto como pausou.
      Mais dez minutos e ela chamaria isto uma noite. E ela daria ao proprietrio um livre blowjob se ela fosse pequena no aluguel.
      Ela partiu o posto e comeou a caminhar, ps lentamente em diante doloridos, na direo do um quarto ela foi reduzida para. Ela lembrou de que ela uma vez teria um alto-afinado apartamento no Lado do Oeste Superior, um total de armrio de roupas bonitas, e um livro de apontamentos cheio.
      Ilegais, como seu conselheiro disse a ela, mandou a voc em um descendente espiral que terminou freqentemente na morte miservel.
      Ela viveu por isto, Jacie pensou, mas ela era centro de direito morto de misria.
      Mais seis meses, ela se prometeu. E ela voltaria em cima novamente.
      Ela viu ele caminhando em direo a ela. Rica, excntrico, e fora de lugarvoc no viu muitos sujeitos vagando ao redor esta rea amarrado em roupas da noite. Com uma capa e chapu superiores, no menos. Ele levou uma maleta preta.
      Jacie coloca seu rosto de jogo, e alisou um passar para baixo seu quadril. "Eh, beb. Desde que vocs todos so vestidos-se bem, por que ns no fazemos uma festa?"
      Ele sorriu nela, um sorriso rpido, apreciativo que a mostrou a um flash de branco, at dentes. "O que voc teve em mente?"
      Sua voz vestido de seu vestido. Classe alta, ela pensou, com ambos os prazer e nostalgia. Estilo, cultura. "Qualquer que voc quer. Voc  o chefe."
      "Uma festa privada ento, em algum lugar . . . feche." Ele olhou de relance ao redor, ento gesticulada em direo a uma ruela estreita. "Eu tenho medo que eu esteja um pouco apertado por tempo agora mesmo."
      A ruela significou um estrondo rpido, que era bom com ela. Eles podiam conseguir os negcios feitos, e se ela tocasse isto direito, ela se conseguiria a taxa e uma ponta boa. Mais que suficiente para o aluguel e o trabalho de simplrio, ela planejou como ela foi  frente.
      "Voc no  de ao redor aqui, certo?"
      "Por que voc diz isto?"
      "No soe como isto, no parea com isto." Ela encolheu os ombros, nenhum de seus negcios. "Diga a mim o que voc quer, beb, e ns conseguiremos o financials fora do modo."
      "Oh, eu quero isso tudo."
      Ela riu, ento alcanado para correr um dar sua virilha. "Mmm. Voc certamente faz. Voc pode ter isso tudo." Ento eu posso sair destes sapatos e em um bebida bom, frio. Ela chamado uma taxa, elevando isto tanto como ela pensou possvel. Quando ele movimentou a cabea, no piscou no preo inchado, ela se amaldioou para no adicionar mais.
      "Eu preciso ter isto em cima frente," ela disse a ele. "Uma vez que voc paga, ns comeamos a divertirmos-nos."
      "Certo. Pagamento primeiro."
      Ainda sorridente, ele girado seu ao redor para enfrentar a parede, empurrada ela voltar pelo cabelo. Ele racha sua garganta assim ela no podia gritar, fatiou isto com um golpe com a faca que ele segurou debaixo de seu capote. Sua boca abriu como ela bocejou nele, e ela fez um gorgolejar soar como ela deslizou abaixo a parede suja.
      "E agora a diverso," ele disse, e foi trabalhar nela.
      
Captulo 1
      Voc nunca viu isso tudo. No importa quantas vezes voc caminhou pelo sangue e o escornar, no importa com que freqncia voc olhou para o homem de horror infligido em homem, voc nunca viu isso tudo.
      Existia sempre algo pior, algo mais mdio, ou mais louco, mais maligno, mais cruel.
      Como Tenente Eve Dallas permaneceu acima de que uma vez tinha sido uma mulher, ela perguntou-se quando ela veria pior que isto.
      Dois do uniforme polis na cena estava ainda nsia de vmito na boca da ruela. O som de sua nusea ecoada atrs para ela. Ela permaneceu onde ela estava, mos e inicializava j fechado hermeticamente, e esperado por sua prprio estremecendo estmago para povoar.
      Ela viu este muito sangue antes? Era duro de lembrar. Era melhor no .
      Ela abaixou, aberto seu kit de campo, e a tirou ID acolchoa correr as impresses digitais da vtima. Ela no podia evitar o sangue, ento ela parou de pensar sobre isto. Erguendo a mo flcida, ela apertou o dedo polegar para seu bloco.
      "Vtima  fmea, Caucasiano. O corpo era descoberto em aproximadamente oh trs e trinta por oficiais respondendo para annimo nove e um-um, e est com isto identificado por impresso digital verifica como Wooton, Jacie, envelhea quarenta e um, companheiro licenciado, residindo 375 Doyers."
      Ela tomou uma respirao rasa, ento outro. "A garganta da vtima foi cortada. O padro de borrifadela indica ferimento era infligido enquanto vtima permanecida contra o norte-revestimento parede da ruela. O padro de sangue e trilha indicariam vtima caiu ou era deitada atravs de cho de ruela por atacante ou atacantes que ento . . ."
      Jesus. Oh Jesus.
      "Que ento mutilou a vtima removendo a rea plvica. Ambas a garganta e ferimentos plvicos indicam o uso de um afiado implementa e alguma preciso."
      Apesar do calor sua pele picada, fria e fria e mida que ela tirou medidas, dados registrados.
      "Eu sinto muito." Peabody, seu ajudante, falou por detrs ela. A Eve no teve que procurar conhecer rosto do Peabody ainda estaria plido e brilhante de choque e basca. "Eu sinto muito, Tenente; Eu no podia manter."
      "No se preocupe sobre isto. Voc certo agora?"
      "Eu . . . Sim, senhor."
      A Eve movimentou a cabea e continuou a trabalhar. Robusto, fixa, e to segura quanto a mar, Peabody levou olha se para o que prov a ruela, folha girado-branco, e tropeado atrs em direo  rua em ordem afiada da Eve para vomitar em outro lugar.
      "Eu tenho um ID nela. Jacie Wooton, Doyers. Um LC. Faa uma corrida para mim."
      "Eu nunca vi qualquer coisa como isto. S nunca visto . . ."
      "Consiga os dados. Engane isto l. Voc est em minha luz aqui."
      Ela no era, Peabody soube. Seu tenente estava a cortando uma fratura, e porque sua cabea quis girar novamente, ela tomou isto, movendo em direo  boca da ruela.
      Ela suou por sua camisa uniforme, e sua tigela escura de cabelo era mida nos templos debaixo de seu bon. Sua garganta era crua, ela verbaliza fraco, mas ela iniciou a corrida. E assistiu Eve trabalhar.
      Eficiente, completo, e alguns diriam frio. Mas Peabody viu o pulo de choque e horror, e de piedade em rosto da Eve antes de sua prpria vista obscurecer. Frio no estava a palavra, mas dirigida era.
      Ela era plido agora, Peabody notou, e no era apenas das luzes do trabalho que alvejaram a cor de seu rosto estreito. Seus olhos marrons eram enfocados e apartamento, e sem vacilar que eles examinaram a atrocidade. Suas mos eram fixas, e suas botas smeared com sangue.
      Existia uma linha de meio abaixo de suor da parte de trs de sua camisa, mas ela no tropearia longe. Ela ficaria at que era feito.
      Quando Eve endireitada, Peabody viu uma mulher alta, magras em botas manchadas, cala jeans vestida, e uma jaqueta de linho magnfico, um bom-boned rosto com uma boca larga, olhos largos de dourados marrons, e uns pequenos e disordered bon de cabelo quase a mesma cor.
      Mais: Ela viu um policial que nunca foi embora morte.
      "Dallas"
      "Peabody, eu no me importo se voc vomitar desde que voc no contamina a cena. D-me os dados."
      "Vivida da vtima em Nova York por vinte e dois anos. Residncia prvia no Oeste de Parque Central. Ela  residida abaixo aqui por dezoito meses."
      "Isto  bastante uma mudana de jurisdio. O que ela  estalada ?"
      "Ilegais. Trs greves. Perdida sua superior-gaveta licena, fez seis meses, rehab, aconselhando, e recebia uma licena de rua probatria sobre um ano atrs."
      "Ela vir logo seu negociante?"
      "No, senhor."
      "Ns veremos o que o tox tela diz a ns uma vez que ela est no morgue, mas eu no penso que Jack aqui  seu negociante." A Eve ergueu o envelope que tinha sido sadofechado hermeticamente para prevenir manchas de sangueno corpo.
      Tenente Eve Dallas, NYPSD
      Computador-gerado, ela achou, em um manancial de fantasia em jornal de nata de elegante colorido. Espesso, pesado, e caro. O tipo de coisa usada para alta-classe convida. Ela devia conhecer, ela meditou, como seu marido era grande em enviar e receber alta-classe convida.
      Ela tirou a segunda bolsa de evidncia e leu a nota novamente.
      
      Oi, Tenente Dallas:
      Quente suficiente para ya? Eu sei que voc teve um vero ocupado, e eu tenho admirado seu trabalho. Eu posso pensar sobre ningum na fora de polcia de nossa cidade de feira que eu prefiro ter juntar-se mim em que eu espero ser um nvel muito ntimo.
      Aqui  uma amostra de meu trabalho. O que voc pensa?
      Esperando ansiosamente nossa associao continuada.
      Jack
      
      "Eu direi a voc o que eu penso, Jack. Eu penso que voc  um muito doente fuck. Etiqueta e bolsa," ela ordenou com uma ltima ruela abaixo de olhar. "Homicdio."

      O apartamento do Wooton estava no quarto andar de uma das estruturas de moradia vomitadas como um abrigo temporrio para refugiados e vtimas das Guerras Urbanas. Vrios eles permanecidos nas sees mais pobres da cidade, e eram sempre slated para substituio.
      A cidade pechinchada de um lado para outro entre lanar fora o baixo-alugado LCs, chemi-cabeas, e negociantes junto com o funcionamento pobre e ceifando abaixo as estruturas trmulas ou revitalizando.
      Enquanto eles pechincharam, os edifcios decaram e nada era feito.
      A Eve no esperou nada seria feito at as tristeza desmoronaram dentro em seus residentes e os vereadores acharam eles mesmos na agonia de uma ao judicial coletiva.
      Mas at que aquele tempo, era o tipo de lugar que voc esperou achar uma abaixo-em-sua-prostituta de sorte.
      Seu quarto era uma quente pequena caixa com uma pancada parcimoniosa-fora para uma cozinha e uma lasca magra para um banheiro. Sua viso era a parede do edifcio idntico para o oeste.
      Pela de paredes magras Eve claramente podia ouvir o herico roncando do apartamento da casa ao lado.
      Apesar da circunstncia, Jacie manteve seu lugar limpo, e fez um pouco de tentativa em estilo. A moblia era barata, mas era colorido. Ela no podia dispor telas de isolamento, mas existiam frilly cortinas nas janelas. Ela deixou a cama retirada-se do sof conversvel, mas era feito, e as folhas eram boas algodo. Possivelmente salvos de tempos melhores, Pensou Eve.
      Ela teve um baixo-fim escrivaninha 'vnculo em uma mesa, e uma prefab cmoda coberta com as vrias ferramentas de seu comrcio: Encarecimentos, odores, perucas, espalhafatoso jia, tatuagens temporrias. A gaveta e armrio seguraram roupas do trabalho principalmente, mas misturada em com a prostituta-veste era um par de Eve de equipamentos mais conservadora imaginou que ela usou para fora de-horas.
      Ela achou uma proviso de no balco meds, inclusive uma metade garrafa de Sbria-Em cima e um total, garrafa sem abrira como auxlio. Que fez sentido com as duas garrafas de vodca e a garrafa de bebida fermentada de casa na cozinha.
      Ela no aumentou nenhum ilegal, que causou ela para assumir Jacie trocou de substncias qumicas at lcool.
      Ela abriu o vnculo de escrivaninha e jogou de novo as transmisses receberam e enviaram ao longo dos ltimos trs dias. Um para seu conselheiro para solicitar uma verso aperfeioada em sua licena, se recebeu e no respondeu ou ainda retornou para o proprietrio relativo a aluguel vencido e no pago, outro feito para um escultor de corpo de bairro residencial solicitando taxas.
      Nenhuma conversa com camaradas, Eve meditada.
      Ela rolou por, localizou o financials, e achou contabilidade sobressalente e eficiente do Jacie. Prestou ateno a seu dinheiro, Eve meditada, fez o trabalho, proibiu o pagamento, e pumped a maior parte atrs nos negcios. As despesas eram altas para guarda-roupa, tratamentos de corpo, cabelo e rosto trabalham.
      Usado a parecer bom, Eve decidida. Quis continuar parecendo bom. A auto-estima embrulhou ao redor aparecimento, que era embrulhado ao redor atrao sexual, que era embrulhada ao redor vende voc mesmo para suficiente dinheiro manter aparecimento.
      Um ciclo estranho e triste, em sua opinio.
      "Ela fez um ninho bom para ela mesma em uma rvore muito feia," Eve comentada. "Eu no tenho nenhuma transmisso ou qualquer correspondncia de ningum chamado Jack, ou qualquer um sujeito em particular no que diz respeito a esse assunto. Nenhum casamento ou coabitao em registro?"
      "No, senhor."
      "Ns conversaremos com seu conselheiro, veja se existe qualquer um que ela foi perto de, ou tinha sido perto de. Mas eu no penso que ns o acharemos l."
      "Dallas, parece mim, o que ele fez para seu . . . parece mim que era pessoal."
      "no faa isto?" Ela girou ao redor, olhou para o quarto novamente. Limpo, girlie, com uma tentativa desesperada em estilo. "Eu penso que era muito pessoal, mas no especfica para a vtima. Ele matou uma mulher, e uma mulher que fez ela vivendo de vende seu corpo. Isto  a parte pessoal. Voc no s a mata, mas voc corta fora a parte de sua que fez que vivendo. No  duro de achar uma rua LC nesta rea qualquer hora da noite. Voc s tem que escolher seu tempo e lugar. Uma amostra de seu trabalho," ela murmurou. "Isto  tudo que ela era."
      Ela caminhou para a janela e, estreitando seus olhos, visualizou a rua, a ruela, o edifcio s fora de viso. "Ele poderia ter a conhecido, ou a viu. Da mesma maneira que possvel era chance. Mas ele estava pronto se chance apresentou propriamente. Ele teve a arma, ele teve a nota escrita e fechado hermeticamente, e algoum caso, uma bolsa, uma maleta, algo para levar roupas frescas, ou armazenar qualquer que ele estava vestindo. Ele teria sido coberto com seu sangue."
      "Ela entra a ruela com ele," Eve continuou. " quente, est atrasado, negcios no podem ser muito bons. Mas aqui seja um trabalho, talvez um ltimo trabalho antes dela cabea para a para casa. Ela  experimentada, estado na vida por duas dcadas, mas ela no o faz como dificuldade. Talvez ela tem estado bebendo, ou talvez ele pareceu certo. E existe o fato que ela no est acostumada a rua trabalha, no teria os instintos para isto."
      Muito acostumado a vida alta, Pensou Eve, para a sexual torce do rico e discreto. Vindo at Bairro chins deve ter sido como aterrissagem em Vnus para ela.
      "Ela est contra a parede." A Eve podia ver isto, v isto perfeitamente. A escurido, cabelo eriado vislumbrando com prata, o aparecer-grande-menino vermelho do cabresto. "E ela est pensando que ela precisa da taxa para fazer o aluguel, ou ela espera que ele se apresse porque seus ps machucamJesus, eles tiveram que ser mortal ela naqueles sapatos. Ela est cansada, mas ela levar mais uma marca antes dela chamar isto uma noite."
      "Quando ele cortar sua garganta, ela fica surpreendida mais que qualquer coisa. Teve que ser rpido e limpo. Uma fatia rpida, remanescer para direito, diretamente atravs da jugular. O sangue pulverizado gosta de um filho de uma cadela. Morto do seu corpo antes de seu crebro computar isto. Mas isto  s o incio para ele."
      Ela voltou, esquadrinhou a cmoda. Barato jia, tintura de lbio caro. Perfumes, desenhista knockoffs, lembrar a voc que voc pode tomar banho na coisa real uma vez, e condene bem iria novamente.
      "Ele a organiza, deita ela, ento corta a mulher fora sua. Tido que ter uma bolsa em algum lugar para pr o que ele  tirado dela. Ele limpa suas mos."
      Ela podia o ver, tambm, a sombra dele abaixado na ruela imunda, mos lisas com sangue  medida que ele arrumou.
      "Eu aposto que ele limpou suas ferramentas, tambm, mas ele certamente limpa suas mos. Tome a nota que ele  escrito, deixa isto nitidamente em seus peitos. Ele teve que mudar sua camisa, ou coloque uma jaqueta. Algo, por causa do sangue. O que ento?"
      Peabody piscou. "Ah, vai embora, figurando trabalho bem feito. Ele vai para casa."
      "Como?"
      "Um, passeios se ele viver fecha suficiente." Ela tomou uma respirao, empurrando se fora da ruela e em mente do seu tenente. Na mente do assassino. "Ele est em cima do mundo, ento ele no est preocupado sobre ser discutido por um assaltante. Se ele no viver perto de, ele provavelmente conseguiu seu prprio passeio porque, at mudando, ou cobrir, existe sangue demais nele, e existiria um cheiro. Seria um risco estpido para tomar um txi ou o metr."
      "Bons. Ns verificaremos as companhias de txi para pickups em torno da cena de crime durante nossa perodo de tempo, mas eu no penso que ns acharemos qualquer coisa. Vamos lacrar este lugar, investigue o edifcio."

      Vizinhos, como era esperados de vizinhos em tais lugares, no souberam nada, ouvido nada, no viu nada. O proprietrio operado fora de um storefront em Bairro chins, entre um mercado que estava correndo um especial em ps dos patos e uma articulao de medicina alternativa que prometeu sade, bem-estar, e equilbrio espirituais ou seu dinheiro atrs.
      A Eve reconheceu tipo do Cais Chan, os braos corpulentos em shirtsleeves, o bigode de lpis acima de lbios magro. O ambiente e diamante humilde pinky anel.
      Ele era misturado-corrida, com suficiente asitica para ter ele instalar no alvoroo de negcios de Bairro chins, entretanto ela imaginou seu ltimo antepassado para ver Peking poderia ter estado em sua principal durante a Rebelio de Pugilista.
      Da mesma maneira que ela imaginou Chan manteve sua casa e famlia em um pouco de upscale subrbio em Nova Jersey enquanto ele tocou slumlord do Lado do Leste Mais baixo.
      "Wooton, Wooton." Enquanto dois balconistas mudo busied eles mesmos atrs, Chan sacudiu por seu inquilino registra. "Sim, ela pegou um de luxo nico em Doyers."
      "De luxo?" Eve repetida. "E o que faz isto de luxo?"
      "Conseguiu uma rea da cozinha com embutido friggie e AutoChef. Venha com o pacote. Ela est para trs. Alugado era esperado uma semana atrs. que Ela conseguiu a lembrana normal chamar uns dias do par atrs. que Ela conseguir outro hoje, ento uma automtica desaproprie anncio semana que vem."
      "Isso no ser necessrio como ela  mudada seu endereo para a cidade morgue. Ela era assassinada cedo esta manh."
      "Assassinou." Suas sobrancelhas abaixaram em uma Eve de expresso interpretou como irritao em lugar de condolncia ou choque. "Goddamn isto. Voc lacra o lugar?"
      A Eve armou sua cabea. "E voc pergunta porque?"
      "Olhe, eu possuo seis edifcios, conseguidas setenta e dois unidades. Voc conseguiu que muitos inquilinos, alguns deles vo coaxar de uma forma ou de outra. Voc consegue sua morte desacompanhada, sua morte suspeita, seu misadventure, e seu trmino prprio." Ele censurou eles em seus dedos gordos. "E seu homicdio." Para que ele usou seu dedo polegar. "Ento voc sujeitos vm junto, lacre o lugar, notifique prximo de famlia. Antes de eu poder piscar um pouco de tio ou outro  limpar o lugar antes de eu poder pr em uma reivindicao e consigo meu aluguel de costas."
      Ele espalha suas mos agora, e enviaram Eve um olhar entristecido. "Eu estou s tentando fazer um vivo aqui."
      "Ento era ela, quando algum decidiu a esculpir em cima."
      Ele inchado suas bochechas. "A pessoa est naquele tipo do trabalho, eles vo tomar alguns amontoa."
      "Sabe, este expanso de humanitarianism est me entupindo, ento deixa  vara para o ponto. Voc soube Jacie Wooton?"
      "Eu soube sua aplicao, suas referncias, e seu pagamento alugado. Nunca fixe olhos em seus eu mesmo. Eu no tenho tempo para fazer amigos com os inquilinos. Eu tenho muitos."
      "Uh-huh. E se algum ficar para trs no aluguel, meneia em torno do desapropriar, voc paga a eles um pouco visita, tente apelar para sua lealdade?"
      Ele esfregou uma ponta do dedo acima de seu bigode. "Eu administro pelo livro aqui. Os custos mim bastante no tribunal honorrios anualmente para mover o deadbeats, mas isto  parte das despesas operacionais. Isto  parte dos negcios. Eu no conheceria esta mulher de Wooton se ela parasse em dar a mim um handjob. E eu estava em casa, em Bloomfield, ontem  noite com minha esposa e crianas. Eu estava l para tomar caf da manh esta manh, e entrou na cidade na sete e quinze, s como eu fao todo dia. Voc precisa mais que isto, voc conversa com meus advogados."
      "Rasteje," Peabody declarou fora na calada.
      "Oh sim, e eu faria livro que ele toma um pouco de seu alugado em comrcio. Favores sexuais, pequenas bolsas de festa de ilegais, bens roubados. Ns podamos o apertar se ns tivssemos nada alm do tempo e retido." Ela angulada sua cabea como ela estudou a exibio de aves de enforcamento desnudo to que morte fraca deve ter sido um alvio, e os agrupamentos estranhos de ps palmados  venda. "Como voc come ps?" A Eve perguntou-se. "Voc comea nos dedes do p e fica exaltado, ou no tornozelo e trabalha abaixo? Os patos tm tornozelos?"
      "Eu gastei muitas noites acordadas ponderando s isto."
      Entretanto ponto de vista de Eve acima de um olhar fixo suave, ela estava contente por ver seu ajudante atrs afinado. "Eles algum do o assassinar aqui mesmo, no faa? Fatia e dados o merchandize nas cozinhas. Facas de Sharp, muitos sangue, um certo conhecimento de trabalho de anatomia."
      "Cortando em pedaos uma galinha  precisa ser muito mais simples que um humano."
      "Eu no sei." Considerando, Eve descansou suas mos em seus quadris. "Tecnicamente, certos. Existe mais massa, e ele vai levar mais tempo, e talvez mais habilidade que suas aves mdio plucker. Mas se voc no vir aquela massa como humano, no seria to diferente. Talvez voc pratica em animais, consiga o sentir pena disto. Ento novamente, talvez voc  um doutor, ou um veterinrio, que foi em torno da curva. Mas ele teve que saber o que ele estava fazendo. Um aougueiro, um doutor, um amador talentoso, mas algum que tem estado aperfeioando sua tcnica assim ele podia pagar homenagem para seu heri."
      "Seu heri?"
      "Jack," Eve disse como ela se virou caminhar de volta para seu veculo. "Jack o Estripador."
      "Jack o Estripador?" Com sua boca soltando aberto, Peabody trotou pegar em cima. "Voc quer dizer como acima de em Londres, atrs em . . . sempre que?"
      "Tarde 1800s. Whitechapel. Seo pobre da cidade durante a era vitoriana, freqentadas por prostitutas. Ele matou entre cinco e oito mulheres, talvez mais, todo dentro sobre um raio de uma milha acima de um perodo de um ano."
      Ela chegou atrs da roda, sacudiu um olhar acima de achar Peabody boquiaberto nela. "O que?" Eve exigida. "Eu no posso saber material?"
      "Sim, senhor. Voc sabe grandes pacotes de material, mas histria no  geralmente seu terno longo."
      O assassinato era, Eve pensou como ela puxou longe do meio-fio. E sempre tinha sido. "Enquanto outras pequenas meninas estavam lendo sobre fofo ainda-ungutted duckies, eu estava lendo sobre Jack, e outros assassinos consecutivos sortidos."
      "Voc l sobre . . . aquele tipo de coisa quando voc era uma criana?"
      "Sim. Ento?"
      "Bem . . ." Ela no soube quase como pr isto. Ela estava ciente aquela Eve tinha sido levantada no sistema, em nutra casas e estado casas. "Alguns dos adultos no fizeram em monitor de carga seus interesses? O que eu quero dizer  meus paise eles eram grandes em no restringir nossas escolhasdiminuiriam o martelo naquele tipo de rea quando ns ramos crianas. Sabe, anos formativos e todo, pesadelos, sentimental scarring."
      Ela tem sido cicatrizada, em todo modo possvel, longo antes dela poder ler mais que algumas palavras bsicas. Como para pesadelos, Eve no lembrou de um tempo que ela no teve eles.
      "Se eu estivesse rolando a Internet para dados no Estripador ou John Wayne Gacy, eu era ocupado e fora de dificuldade. Aqueles eram os critrios essenciais."
      "Eu acho. Ento, voc sempre conheceu que voc quis ser um policial."
      Ela conheceu que ela quis ser algo diferente de uma vtima. Ento ela conheceu que ela quis suportar a vtima. Isso significou policial para ela. "Mais ou menos. O Estripador enviou notas para a polcia, mas s depois de uma enquanto. Ele no comeou fora de, como nosso sujeito. Mas este aqui quer que ns saibamos o que ele  por volta de imediatamente. Ele quer o jogo."
      "Ele quer voc," Peabody disse e conseguiu um aceno com a cabea de reconhecimento.
      "Eu acabei de ocorrer para um caso altamente dado publicidade a. Muito tempo de tela. Muitos zumbidos. E o caso de Pureza, mais cedo este vero. Outro quente. Ele tem estado assistindo. Agora ele quer um pouco de zumbido de seu prprio. Jack conseguiu bastante ele atrs no dia."
      "Ele quer que voc envolveu, e a mdia enfocada nele. A cidade fascinada por ele."
      "Isto  meu toma."
      "Ento ele caar outro LCs, naquela mesma rea."
      "Isso seria o padro." A Eve pausou. "E o que ele quer que ns pensemos."

      Sua prxima parada era conselheira do Jacie, que descobriu de um apartamento de trs escritrios nas franjas mais baixas da Aldeia do Leste. Em sua escrivaninha grande, sobrecarregada era uma tigela de doces duros coloridos. Ela se sentou atrs deles em um terno cinza que deu seu um ar matronal.
      Eve a julgou para estar no lado obscuro de cinqenta, com um rosto amvel e, por contraste, um par de olhos castanhos astutos.
      "Tressa Palank." Ela levantou-se para oferecer Eve um aperto de mo firme antes de gesticular para uma cadeira. "Eu assumo esta preocupaes um de meus clientes. Eu tenho dez minutos antes de minha prxima sesso. O que eu posso fazer para voc?"
      "Diga a mim sobre Jacie Wooton."
      "Jacie?" Sobrancelhas erguidas da Tressa, um sorriso leve tocou em seus lbios, mas existia um olhar em seus olhos, um olhar fixo de medo. "Eu no posso acreditar em que ela daria a voc qualquer dificuldade. Ela est em um caminho direto, determinado ganhar de volta seu Grau A licena."
      "Jacie Wooton era assassinado cedo esta manh."
      Tressa fechou seus olhos, fez nada alm de aspirar e fora para vrios segundos. "Eu soube que teve que ser um meu." Ela abriu seus olhos novamente, e eles permaneceram direto. "Assim que eu ouvi o boletim sobre o assassinato em Bairro chins, eu soube. S um sentimento no intestino, se voc me entender. Jacie." Ela dobrou suas mos na escrivaninha, olhados fixamente abaixo neles. "O que aconteceu?"
      "Eu no estou livre para dar a voc os detalhes ainda. Eu posso s dizer a voc que ela era apunhalada."
      "Mutilou. O boletim disse que uma fmea licenciou companheiro tinha sido mutilado em uma ruela de Bairro chins cedo esta manh."
      Um dos uniformes, Pensou Eve, e existiria inferno para pagar pelo vazamento quando ela achou a fonte. "Eu no posso dizer a voc mais neste momento. Minha investigao est em suas fases mais antigas."
      "Eu sei a rotina. Eu estava no trabalho por cinco anos."
      "Voc era um policial?"
      "Cinco anos, crimes de sexo principalmente. Eu troquei a aconselhar. Eu no gostei das ruas, ou o que eu vi neles. Aqui, eu posso fazer algo para ajudar sem revestimento que dia aps dia. Isto no  um piquenique, de forma alguma, mas  o que eu fao melhor. Eu direi a voc o que eu posso; Eu espero isto ajudas."
      "Ela falou com voc recentemente, sobre sua verso aperfeioada."
      "Negou. Ela teveoutra provao de ano.  obrigatrio atrs de suas prises e vcio. Seu rehab foi bem, entretanto eu suspeito que ela achou um substituto para o Empurro que ela era enganchada."
      "Vodca. Duas reprime seu fracasso."
      "Bem.  legal, mas ele viola ela libertar sob palavras requisitos para verso aperfeioada. No que importa agora."
      Tressa esfregou ela d seus olhos e simplesmente suspiraram. "No que importa," ela repetiu. "Ela no podia pensar sobre qualquer coisa mas voltando bairro residencial. Odiado trabalhar as ruas, mas ao mesmo tempo nunca consideradas, no seriamente, qualquer profisso de alternativa."
      "Ela teve algum regulars que voc sabe de?"
      "No. Ela uma vez teve bastante uma lista de clientes extensa, homens e mulheres exclusivas. Ela era licenciada para ambas. Mas, para meu conhecimento, ningum seguido seu o centro da cidade. Eu acredito em que ela teria dito a mim, como teria impulsionado seu ego."
      "Seu provedor?"
      "Ela no daria um nome, nem mesmo mim. Mas ela jurou no existiu nenhum contato desde que ela lana. Eu acreditei a em."
      "Em sua opinio, ela conteve-se o nome porque ela tinha medo?"
      "Em meu, ela considerou isto um assunto de tica. Ela tem sido um LC quase metade sua vida. Um bom LC  discreto e considera isolamento sagrado dos seus clientes, muito como um doutor ou um padre. Ela considerou esta ao longo das mesmas linhas. Eu suspeito seu provedor tambm era um cliente, mas isto  s uma corcunda."
      "Ela no deu a nenhuma indicao para voc durante suas ltimas sesses que ela estava preocupada, preocupada, com medo de qualquer coisa ou qualquer um?"
      "No. S impaciente para conseguir sua vida velha atrs."
      "Com que freqncia ela entrou?"
      "A cada duas semanas, por ela libertam sob palavras requisitos. Ela nunca sentiu falta. Ela teve seu regular medicals, estava sempre disponvel para prova fortuita. Ela era cooperativa em todos os sentidos. Tenente, ela era uma mulher mdia, um pouco perdeu e fora de seu elemento. Ela no era compreenso de rua como ela foi acostumada para um mais seleciona clientela e rotina. Ela apreciou coisas boas, preocupado sobre seu aparecimento, reclamadas sobre as restries de taxa em seu nvel de licena. Ela no socializou mais porque ela estava envergonhada por suas circunstncias, e porque ela sentiu aqueles em seu crculo econmico atual era em baixo dela."
      Tressa apertou seus dedos para seus lbios um momento. "Eu sinto muito. Eu estou tentando para no estar chateado, no personalizar isto, mas eu no posso ajudar isto. Uma das razes eu era intil l fora. Eu gostei dela, e quis a ajudar. Eu no sei que podia ter feito este para ela. S outro ato fortuito, em um dos mais fracos. S uma prostituta, afinal."
      Ela verbaliza ameaada para quebrar, ento ela passou sem tocar sua garganta, desenhou ar por seu nariz. "Muitas pessoas ainda pensam que aquele modo, voc e eu ambos sabem isto. Eles vm para mim batido e abusado, humilhado e danificado. Alguns desista, um pouco de lida com eles mesmos, um pouco de subida para um nvel diferente e vive quase gosta de direito autoral. E alguns so lanados no canal.  uma profisso perigosa. Polis, emergncia e trabalhadores de sade, prostitutas. Profisses perigosas com uma taxa de mortalidade alta. Ela quis sua vida velha atrs," Tressa disse. "E ele a matou."
      
Captulo 2
      Ela parou pelo morgue. Era outra chance, Pensou Eve, para a vtima dizer a ela algo. Sem quaisquer amigos reais, inimigos conhecidos, associados, famlia, Jacie Wooton estava apresentando um retrato de uma mulher solitria em um fsica-contato ocupao. Um que considerou seu corpo seu maior recurso e escolheu usar ele para atingir a boa vida.
      A Eve precisada descobrir o que aquele corpo diria a ela sobre o assassino.
      A meio caminho corredor abaixo da casa morta, Eve pausou. "Ache uma cadeira," ela disse a Peabody. "Eu quero que voc contacte e hostilizar o lab sujeitos. Pleiteie, lamento, ameace, qualquer trabalhos, mas empurrem eles em acompanhamento o papel."
      "Eu posso lidar com isto. Entrando. Eu no vou perder isto novamente."
      Ela j era empalidecia, Eve notada. J vendo isto mais uma veza ruela, o sangue, o escornar. Ela levantaria-se, Eve estava certa disto, mas em um preo. O preo no teve que ser pago, no aqui e agora.
      "Eu no estou dizendo que voc no pode lidar com isto; Eu estou dizendo que eu preciso da fonte do papel. O assassino deixa algo para trs, ns seguimos nisto. Ache uma cadeira, faa o trabalho."
      Sem dar a Peabody uma chance de debater, Eve andou a passos largos corredor abaixo e pelas portas duplas onde o corpo estava esperando.
      Ela esperou que Morris, o examinador de chefe mdico, tomar este aqui, e no estava desapontado. Ele trabalhou s, como ele freqentemente fez, vestido de em cima em equipamento protetor claro acima de uma tnica e calas de pele azuis.
      Seu cabelo longo era corded de volta em um rabo-de-cavalo brilhante e coberto com um bon para prevenir contaminao do corpo. Existia um medallion, algo em prata com uma pedra vermelha funda ao redor seu pescoo. Suas mos eram sangrentas, e seu rosto bonito, um pouco extico aparecer pedra.
      Ele freqentemente tocou msica enquanto ele trabalhou, mas hoje o quarto era mudo mas para o quieto zumbe de mquinas e o redemoinho fantasmagrico de seu escalpelo de laser.
      "De vez em quando," ele disse sem olhar em cima, "eu vejo algo aqui que vou alm. Alm do humano. E ns sabemos, no , Dallas, que o humano tem uma capacidade surpreendente para crueldade para sua prpria espcie? Mas de vez em quando, eu vejo algo que toma at aquele alm de passo horroroso."
      "O ferimento de garganta a matou."
      "Clemncia pequena." Entendendo, ele ergueu sua cabea. Seus olhos atrs de seus culos de proteo no sorriram, como eles normalmente fizeram, nem fizeram eles mostrar a qualquer fasca de fascinao com seu trabalho. "Ela no teria sentido o resto que era feito para ela, no teria sabido. Ela estava confortavelmente morta antes dele a assassinar."
      "Era chacina?"
      "Como voc definiria isto?" Ele lanou o escalpelo em uma bandeja, gesticulada com uma sangrenta d o corpo mutilado. "Como o inferno voc definiria isto?"
      "Eu no tenho as palavras. Eu no penso que existir algum. Maligno no  suficiente. Do mal no cobre isto, para falar a verdade no. Eu no posso ficar filosfico agora, Morris. Isso no a ajudar. Eu preciso conhecer, ele soube o que ele estava fazendo, ou ele um ser cortar trabalho?"
      Ele estava respirando muito rpido. Para afianar ele mesmo, Morris arrancou fora de seus culos de proteo, seu bon, ento andou a passos largos acima de lavar o selante e sangue de suas mos.
      "Ele soube. Os cortes eram precisos. Nenhuma vacilao, nenhum movimento perdido." Ele andou para um friggie, tirou duas garrafas da gua. Depois de lanar uma para Eve, ele bebeu profundamente. "Nosso assassino sabe como colorir dentro das linhas."
      "Desculpe?"
      "Sua infncia destituda continua a me fascinar. Eu preciso me sentar um minuto." Ele muito, esfregou o salto de sapato de uma mo entre suas sobrancelhas, at seu hairline. "Este aqui chegou a mim. Voc no pode predizer quando ou como poderia acontecer. Com tudo que  bem sucedido aqui, dia aps dia, esta mulher de quarenta e um anos de idade com seu de casa-trabalho pedicure e o joanete em seu p deixado chegou a mim."
      Ela no estava certa como o lidar neste humor. Indo com instinto, Eve arrastada acima de uma cadeira, sentado ao lado dele, sorveu gua. Ele no desligou o registrador, ela pensou. Seria at ele se ele editou isto ou no.
      "Voc precisa de umas frias, Morris."
      "Eu ouo isto." Ele riu um pouco. "Eu era devido a sair amanh. Duas semanas na Aruba. Domingo, mar, mulheres desnudaso tipo que esto ainda respirandoe muito lcool consumido fora de conchas de coco."
      "V."
      Ele agitou sua cabea. "Eu adiei. Eu quero ver este aqui." Ele examinou nela agora. "Existem algum que voc tem que ver por. Eu soube assim que eu a vi, o que tive sido feito para ela, eu no estaria sentando em uma praia amanh."
      "Eu podia dizer a voc que voc tem boas pessoas que trabalham para voc aqui. As pessoas que tomariam bom ao cuidado dela, e quem outro entra ao longo do prximo par de semanas."
      Ela sorveu a gua como ela estudou o esquim de Jacie Wooton, revelada em uma placa em um quarto frio. "Eu podia dizer a voc que eu vou achar o filho de uma cadela que fez este para ela, e construa um caso que assegura que ele pagar por isto. Eu podia dizer a voc tudo aquilo, e todo seria verdade. Mas eu no iria qualquer um." Ela descansou ela voltar contra a parede. "Eu no iria."
      Ele refletiu sua posio, cabea que descansa na parede, pernas excludas. Com corpo assassinado do Jacie Wooton na mesa alguns ps na frente deles.
      E seu silncio, depois de um momento, ficou socivel.
      "Que diabo est errado conosco, Dallas?"
      "Batidas me."
      Ele fechou seus olhos para um momento, sabendo que ele era acomodava-se novamente. "Ns amamos os mortos." Quando ela bufou, ele sorriu abertamente, fim de olhos quietos. "E no em uns doentes, boink-o-maneira de cadver, gutterbrain. Apesar de quem eles eram quando eles eram vivos, ns amamos eles porque eles eram enganados e abusados. Os ltimos prejudicados."
      "Eu acho que ns estejamos ficando filosficos de qualquer maneira."
      "Achemos que ns sejamos." Ele fez algo ele raramente fez. Ele a tocou. S um bater levemente de seu dar o de volta sua. Mas era, Eve percebida, uma espcie de intimidade. Um contato afetuoso entre camaradas, e mais pessoais que qualquer age a vtima j permutou com um cliente.
      "Eles vm para ns," Morris continuou, "de bebs at o tremer velho, e tudo entre. No importa que amaram eles em vida, ns somos seus companheiros mais ntima na morte. E s vezes, aquela intimidade passa dentro de ns e tranas nossos intestinos como cornrows. Ah, bem."
      "Ela no pareceu ter qualquer um, para falar a verdade no, em vida. Do olhar eu consegui em seu lugar, a falta deeu acho que voc podia dizer que sentimentoque ela no quis qualquer um em vida. Ento . . ."
      "Certo." Ele tomou outra bebida, ergueu-se. "Certa." Economizando a garrafa, ele lacrou suas mos novamente, substituiu seus culos de proteo. "Eu ponho uma pressa no tox, para que vale a pena. O fgado mostra alguns vestirem, abuso de lcool. Mas at com isto, eu no achei nenhum dano ou doena importante. ltima comida de macarro mais ou menos seis horas pr-mortem. Ela  tido aumento de peito e uma dobra de olho, elevador de alvo e um pouco de mandbula esculpindo. Todo bom trabalho."
      "Recente?"
      "No. Par de anos, pelo menos no trabalho de traseiro, e eu julgaria aquele como a ltima manuteno."
      "Monte. Sua sorte tomou uma virada, e ela no teria tido o preo de bom corpo trabalha no ltimo pequeno enquanto."
      "Movendo para o trabalho mais recentemente feito nela: O assassino usou uma faca magra, lisa-com lmina, provavelmente um escalpelo para a garganta corta, indo partiu para direito, golpe descendente. Do ngulo, seu queixo estava em cima, volte. Ele entrou por detrs, provvel puxada ela voltar por seu cabelo com sua mo esquerda, fatiado com seu direito." Morris demonstrou, usando ambas as mos em uma forma invisvel. "Um golpe, dividindo a jugular."
      "Muito sangue." A Eve continuada a estudar o corpo, mas imaginou Jacie Wooton vivo e em seus ps, enfrente contra a parede suja da ruela. Ento o puxo da cabea, o choque rpido do puxar, a dor e confuso brilhantes. "Muita erupo e salpico."
      "Um grande negcio. Ele ficou sujo, at vindo por detrs. Para o resto,  uma inciso longa." Este Morris desenhou com um dedo no ar. "Depressa, at economicamente feito, eu diria. Voc no pode chamar isto limpa, ou cirrgica, mas isto no era sua primeira vez. Ele  cortado em carne antes. Mais que sims, em minha opinio. Ele teve que ter lidado com carne e sangue antes desta pobre mulher."
      "No cirrgico. No um doutor ento?"
      "Eu no eliminaria isto. Ele estaria com pressa, a luz era pobre, sua prpria excitao, medo, estimulao." O rosto extico do Morris refletiu seu desgosto interno. "Qualquer dirige este tipo de . . . bem, palavras me falham por uma vez. Qualquer dirigiu ele poderia muito bem embaraou sua habilidade. Ele removeu as rgos, ns diremos, despacho. No  possvel dizer se existia contato sexual antes da remoo. Mas do tempo da morte, a mutilao, no existiria tempo para jogos como eles eram feitos minutos separadamente."
      "Voc iria cavilha ele como um mdico? MT, veterinrio, enfermeira?" Ela pausou, deliberadamente, armada sua cabea. "Patologista?"
      Ele deu Eve um sorriso pequeno. "Possvel, certamente. Levou alguma habilidade considervel dada as circunstncias. Entretanto novamente, ele no teve que concernir ele mesmo sobre as chances do paciente de sobrevivncia. Ele precisou de um pouco de conhecimento de anatomia, um pouco de conhecimento das ferramentas ele usou nela. Eu diria que ele certamente estudou, certamente praticou, mas ele pode no ter sido com uma licena mdica, e novamente pode no ter sido com a meta de manter o paciente vivo. Eu ouo existia uma nota."
      "Sim. Tratado para mim, que assegurei que eu apareci to primrio."
      "Ento ele  feito ele pessoal."
      "Voc podia at dizer ntimo."
      "Eu terei os resultados de teste e relatrio para voc assim que eu posso. Eu quero correr mais alguns, ver se eu posso conseguir uma manivela mais ntima nas facas."
      "Bom. Calma, Morris."
      "Oh, eu s tomo isto," ele disse como ela comeou para a porta. "Dallas? Obrigado."
      Ela olhou de relance atrs. "Certo."
      Ela gesticulou para Peabody como ela encabeou corredor abaixo. "Diga a mim o que eu quero conhecer."
      "O lab, depois de considervel brownnosing por seu verdadeiramente, era capaz de discernir que o material usado na nota e envelope  de um grau particular de lao. No  nem reciclado, que no s choca meu corao de Free-Ager, mas significa teve que ser vendido e fabricou fora dos Estados Unidos e seus territrios. Ns temos leis aqui."
      A Eve ergueu suas sobrancelhas como ela caminhou de volta fora no calor. "Eu pensei Free-Agers no acreditassem em manmade leis de interferncia do governo em sociedade."
      "Ns fazemos quando ele ternos nossos propsitos." Peabody deslizou no carro. " ingls. O jornal era fabricado na Inglaterra, e est disponvel em s um punhado de sadas ao redor a Europa."
      "No disponvel em Nova York."
      "No, senhor. De fato,  difcil de comprar isto pela Internet ou pedido pelo correio que ns temos no reciclado jornal produtos em nossa lista proibida neste pas."
      "Mmm-hmm." O crebro da Eve clicou vrios passos adiante, mas quando Peabody estava estudando para exame do seu detetive, ela pensou que era um bem estala-pergunta de problema. "Ento como conseguiu da Europa at uma ruela em Bairro chins?"
      "Bem, pessoas contrabandeiam todos os tipos de produtos proibidos nos Estados. Ou use o mercado negro. Ou se voc estiver viajando em outro passaporte, viajando ou visitando os Estados Unidos, voc tem permisso para certo nmero de possesses pessoais que no so estritamente limpas. Voc podia at ser um diplomata ou algo. Mas qualquer, voc teria que pagar o preo, e  alto. Aquele jornal particular vai para vinte um estalar de dlares de Euro. Uma folha. O doze do envelope."
      "Meninos de Lab dizem a voc isto?"
      "No, senhor. Desde que eu estava sentando l fora, eu verifiquei isto fora eu mesmo."
      "Bom trabalho. Voc conseguiu as sadas?"
      "Todo o . Entretanto o fabricado do jornal exclusivamente na Inglaterra, existem dezesseis varejistas conhecidos e dois atacadistas conhecidos que levam este estilo e peso particular. Dois esto em Londres."
      "Isto  isso?"
      "Eu pensei, desde que ele est copiando Jack o Estripador, o ngulo Londres era o melhor."
      "Comece l. Ns procuraremos todas as sadas, mas Londres ser prioridade. Veja se voc pode conseguir uma lista para compras daquele jornal."
      "Sim, senhor. Tenente, sobre esta manh. Eu sei que eu no fiz o trabalho"
      "Peabody," Eve interrompida. "Eu disse que voc no fez o trabalho?"
      "No, mas"
      "Existe qualquer hora desde que voc caiu sob meu comando que eu hesitei em dizer a voc quando eu senti que voc no fez o trabalho para meus requisitos, ou que eu estava insatisfeito com sua apresentao, ou que voc atarraxou em cima de qualquer forma, forme, ou forma?"
      "Ah, bem, no, senhor." Peabody inchado suas bochechas, ar expelido audivelmente. "Agora que voc menciona isto."
      "Ento coloque no lugar isto, e me consiga aquelas listas de clientes."
      Em Central, ela era waylaid no bullpen dos detetives com perguntas, rumores, especulao sobre o homicdio de Wooton. Se polis estavam zumbindo sobre um caso, ela conheceu que o pblico estaria gritando.
      Ela escapou para seu escritrio, bata o AutoChef para caf primeiro, ento pedidas suas mensagens e faltaram transmisses.
      Ela parou de contar o bater de reprteres quando ela alcanou vinte. Mas seis daqueles eram de Nadine Furst em Canal 75.
      Com caf na mo, Eve sentada em sua escrivaninha. Tamborilou seus dedos nisto. Ela teria que lidar com a mdia mais cedo ou mais tarde.
      Mais tarde seria melhor. De fato, algum dia no prximo milnio adaptaria sua multa justa. Mas ela teria que fazer uma declarao. Mantenha isto pequeno e oficial, ela decidiu. Recuse e evite quaisquer bytes de som e um-em-uns.
       disso que ele procurado. Ele quis que ela saindo, conversando sobre ele, conseguindo tempo no ar e impresso, dando a ele um pouco de glria.
      Muitos deles fizeram, ela refletiu. A maior parte deles fizeram. Mas este aqui quis ser sensacional. Ele quis que a mdia gritando:
      ESTRIPADOR de DIA MODERNO
      GOLPES POR Nova York
      Sim, isso era seu estilo. Grande, corajoso, splashy.
      Jack o Estripador, ela pensou, e girado para seu computador para fazer notas.
      Av do assassino consecutivo moderno.
      Nunca pego, nunca positivamente identificado.
      Figura central em estudos mltiplos, histrias, especulaes por quase dois sculos.
      Assunto de fascinao e revulso. E medo.
      A mdia exagera abasteceu pnico e interesse durante seu divertimento.
      Copycat espera escapar descoberta. Os desejos instilassem medo e fascinao, e cova ele mesmo contra polcia. Teria estudado o prottipo. Teria estudado medicina, formalmente ou a informalmente fim de cometer crime inicial. De primeira papel, smbolo possvel de riqueza ou gosto.
      Alguns dos suspeitos principais no caso de Estripador tinha sido classe alta, Eve meditada. At direito autoral. Acima da lei. Considerando eles mesmos acima da lei.
      Outra especulao correu para O Estripador sendo um Americano em Londres. Ela sempre pensaria que to falso, mas . . . era possvel seu assassino era um Brit na Amrica?
      Ou talvez umo que voc chamou istoum Anglophile? Algum que admirou coisas britnicas. Ele viajou l, caminhou para as ruas de Whitechapel? Reviveu isto? Imaginou ele mesmo como O Estripador?
      Ela comeou a digitar em cima um relatrio, parou, ento ponha em um telefonema para escritrio da Dra. Mira e disputou um compromisso.

      Dra. Charlotte Mira vestiu um de seus ternos de elegante, uma glacial azul ela combinou com um trio de cadeias de ouro longo, magro. Seu cabelo marrom suave teve alguns ensolarados destaca ao redor seu bonito rosto. Eles eram novos, Eve notada, e perguntou-se se isso era o tipo de coisa que ela deveria comentar em ou fingir que ela no notou.
      Ela nunca era completamente  vontade em territrio de menina.
      "Eu aprecio voc fazendo tempo," Eve comeou.
      "Eu perguntei-me se voc contactaria-me hoje." Mira gesticulou para uma de suas cadeiras de concha. "Todo mundo est conversando sobre seu caso, seu caso particularmente horrvel."
      "A mais horrvel, quanto mais conversa."
      "Sim, voc  certo." Porque ela imaginou Eve subsistiu em caf o dia todo, Mira programou seu AutoChef para ch. "Eu no sei quanto do que eu ouvi  preciso."
      "Eu estou no meio de escrever meu relatrio. Eu sei que  cedo perguntar voc por um perfil, mas eu no quero servir  mesa este aqui. Se eu for certo, ele est s comeando. Jacie Wooton no era seu objetivo, no especificamente. Eu no penso que ele a soube, ou ela ele."
      "Voc acredita em que era fortuito."
      "No exatamente. Ele quis um tipo particular de mulher, um LC. Uma prostituta. Uma prostituta de rua em uma rea pobre da cidade. Ele teve requisitos muito especficos; Morto do Wooton porque ela encontrou eles. Nada mais ou menos que isto. Eu darei a voc tudo que eu tenho oralmente, ento uma vez que eu fiquei exaltado isto, eu mandarei a voc tudo em um arquivo. Mas eu quero, eu preciso," ela corrigiu, "um pouco de sensao que eu estou afundando a estrada certa."
      "Diga a mim o que voc sabe." Mira a deu uma xcara de porcelana delicada, ento sentada e equilibrada sua prpria em seu joelho.
      Ela comeou com a vtima, dando Mira um esboo de Jacie Wooton, como ela tinha sido, como ela foi achada. Ela descreveu a nota, seu fieldwork deste modo longe, preliminar do e Morris .
      "Jack," Mira murmurou. "Jack o Estripador."
      Eve debruada adiante. "Voc sabe sobre ele?"
      "Qualquer criminoso profiler no valor de seu sal estudou Jack Insolente. Voc pensa que ns estamos lidando com um copycat?"
      "No ?"
      Povoando de volta, Mira sorveu seu ch. "Ele est certamente deitado a base para aquela concluso. Ele seria educado, egocntrico. Ele detesta mulheres. O fato que ele escolheu aquele estilo particular de mortal est dizendo. Seu prottipo para este crime assaltou e mutilou mulheres em modos diferentes. Ele  eleito para imitar os aqueles ataques e remover que faz a fmea de vtima."
      Ela viu por aceno com a cabea lento da tenente Eve que o j alcanou aquela mesma concluso.
      "Ele tem, essencialmente, desexed ela. O sexo  comparado para ele com luxria, violncia, controle, humilhao. Suas relaes com mulheres so nenhum saudveis nem tradicionais. Ele v ele mesmo como elite, sagaz, at brilhante. Ento s voc faria, Eve."
      "Para que?"
      "Para seu adversrio. O maior e a maioria de assassino enganoso de tempo moderno no podia conformar-se s qualquer policial para o procurar. Ele no soube Jacie Wooton, eu concordo. Ou se ele fez, seu conhecendo dela era s selecionar a vtima certa. Mas ele sabe voc. Voc  tanto um objetivo como ela. Mais. Ela era um penhor, uma excitao momentnea. Voc  o jogo."
      Ela pensou sobre isto, tambm, e estava ainda circulando ao redor como fazer isto til. "Ele no me quer morto."
      "No, pelo menos no ainda." Uma prega de lnguido de preocupao arruinou sobrancelha da Mira. "Ele quer voc vivo de forma que ele pode assistir voc o persegue. Assista o relatrio de mdia suas aes e sua perseguio. O estilo de nota era taunting, e ele quereria continuar a insulto voc. Voc, no s um policial, mas um policial de perfil alto, e uma fmea. Ele nunca perder para uma mulher, e sua certeza que ele esmagar voc, serve para voc sua maior derrota,  uma parte grande da excitao para ele."
      "Ento ele vai ser seriamente bummed quando eu o tirar."
      "Ele podia ligar voc se ele sentir que voc est conseguindo muito fechar, arruinando sua fantasia. A princpio  um desafio, mas eu no acredito em que ele tolerar a humilhao de ser parado por uma mulher." Ela agitou sua cabea. "Muito deste depende de quanta da personalidade de Estripador ele  empreendido, e que persona atribudo pelas vrias teorias para O Estripador ele, ele mesmo, acredita.  problemtico, Eve. Quando ele disse, 'amostra de meu trabalho,' que significou seu primeiro, ou ele matou na frente de e ido undetected?"
      " seu primeiro aqui, em Nova York, mas eu vou fazer um cheque por IRCCA. Um pouco de psicsico tenta emular Jack o Estripador de vez em quando, mas eu no sei de qualquer lugar que ele no era pego."
      "Mantenha-me atualizado, e eu ficarei exaltado um perfil mais significativo."
      "Eu aprecio isto." Ela levantou-se, hesitou. "Escute, Peabody teve um pouco dificuldade esta manh. O vtima estava em forma ruim bonita, e . . . bem, ela ficou doente. Ela est chocando sobre isto. Como ela  o primeiro policial para vomitar em seus sapatos," Eve murmurou. "De qualquer maneira, ela est debaixo de alguma tenso prepping para o exame dos detetives, e ento ela est caando para um lugar para cohab com McNabque eu realmente no quero pensar sobre, mas ela faz. Ento, talvez voc podia achar um minuto para bater a levemente na cabea sobre ele ou algo. Qualquer. Merda."
      Mira alarga um rpido, borbulhando risada. " muito doce para voc ser preocupado sobre ela."
      "Eu no quero ser muito doce," Eve disse com alguma paixo. "Ou se preocupar sobre ela. Isto no  o tempo para sua cabea estar em cima seu traseiro."
      "Eu conversarei com ela." Mira armou sua cabea. "E como voc est?"
      " Eu? Multa. Boa. Nenhuma reclamao. Bem de coisas de Um com voc?"
      "Sim, eles so. Minha filha e sua famlia esto visitando por alguns dias.  sempre bom para mim ter eles, e a chance de tocar Vov."
      "Uh-huh." Mira com seu terno glacial e bonitas pernas no era retrato da Eve de vov de qualquer um.
      "Eu adoraria para voc encontrar eles."
      "Oh, bem"
      "Ns estamos tendo um churrasco informal no domingo. Eu iria muito apreciar isto se voc e Roarke pudessem vir. Mais ou menos dois," ela disse na frente de Eve poder pensar sobre uma resposta.
      "Domingo." Um pouco bolha de pnico hospedado em sua garganta. "Eu no sei se ele for pego qualquer coisa indo ou no. Eu"
      "Eu conferirei o com." Existia uma risada em olhos da Mira como ela economizar sua xcara. " famlia justa. Nada fantasia. Agora, seria melhor eu deixar voc voltar trabalhar."
      Ela caminhou para a porta, abriu isto, e tudo menos fugiu Eve. Ento ela se debruou de volta na porta e riu. A encantou, absolutamente, ver que ligeiramente horrorizou e completamente confundiu expresso em rosto da Eve quando confrontada com a idia de um churrasco de famlia.
      Ela verificou o tempo, ento apressado para seu vnculo de escrivaninha. Ela s contactaria Roarke imediatamente e Eve de caixa em antes dela poder achar uma fuga planejar.

      A Eve estava ainda horrorizada, ainda confundida quando ela alcanou a Diviso de Homicdio novamente. Peabody chamou ateno de seu cubo e hotfooted depois dela. "Senhor. Tenente. Dallas."
      "O que voc faz em um churrasco?" Eve murmurou. "Por que voc est cozinhando mesmo, muito menos fora?  quente. Existem percevejos. Eu no pego isto."
      "Dallas!"
      "O que?" Sobrancelhas abaixadas, Eve girada ao redor. "O que  isto?"
      "Eu tenho o cliente lista. Levou algum rapidamente conversando, mas eu seguro as duas sadas para dar a mim os nomes de compras, aqueles em registro, para o papel achado com Jacie Wooton."
      "Voc correu os nomes?"
      "No ainda. Eu acabei de conseguir eles."
      "Deixe-me ter eles. Eu preciso fazer algo para conseguir meu crebro atrs em equipamento."
      Ela pegou o disco fora da mo do Peabody e tampou isto em sua unidade de escrivaninha. "Eu no tenho uma xcara de caf em minha mo," Eve comentou como os nomes comearam a rolo de papel. "E eu estou certo que eu preciso disto, imediatamente."
      "Sim, senhor, voc certamente faz. Voc viu? Existe uma duquesa e um conde, e Liva Holdreak, a atriz, e"
      "O caf no est em minha mo. Como isto pode ser?"
      "E Carmichael Smith, a estrela de gravao internacional, tem uma ordem de p para uma caixa de cem folhas e envelopes, a cada seis meses." Como ela falou, Peabody pe o assaltar na mo estendida da Eve. "Muito wanky da sua msica para mim, mas ele, ele mesmo? Totalmente gelou."
      "Eu estou contente por saber isto, Peabody.  importante para mim saber que ele  ambos os wanky e gelou devia eu o prender para o assassinato deste LC muito desgraado. Ns precisamos manter estas coisas na vanguarda."
      "S dizendo," Peabody murmurou.
      Ela esquadrinhou os nomes, embaralhando aquelas com residncias s europias em registro para a parte inferior. Ela bateu aquelas com residncias secundrias nos Estados primeiros.
      "Carmichael Smith mantm um apartamento no Lado do Oeste Superior. Holdreak tem um U. Residncia de S., mas est em que New Los Angeles Ns s a soltaremos abaixo um entalhar ou dois."
      Ela comeou um padro correr, estudando os nomes. "Sr. e Sra. Elliot PG. Hawthorne, Escudeiro. Idades setenta e oito e trinta e um, respectivamente. Voc no pensaria que Elliot estaria fora cortar em pedaos LCs em sua idade. Casados dois anos, terceira vez ao redor. Elliot gosta deles jovens, e eu s aposto que ele gosta deles estpidos, tambm."
      "No parece estpido para casar-se com um sujeito velho rico," Peabody respondeu. "Calculando."
      "Voc pode ser estpido e calculando ao mesmo tempo. Mantenha casas em Londres, Pode, Nova York, e Bimini. Feito seu dinheiro o modo antiquado. Herdou isto de seu pai. Nenhum antecedente penal, no nada muito. Ainda, ns veremos se ele estiver em Nova York no momento. Podia ter empregados, pessoal, assistentes, parentes loucos o rondar com acesso a seu jornal de fantasia."
      Ela continuou em abaixo. "Tome os nomes, Peabody. Veja se voc pode descobrir se alguns deles esto em Nova York."
      Seria to fcil? Ela perguntou-se. Ele seria aquele arrogante para deixar algo muito facilmente localizado atrs para ele? Talvez, talvez. Ela ainda teria que provar isto, ainda que ela almejada ele por seu papel de fantasia para escrever.
      "Niles Renquist," ela declarou. "Trinta e oito. Casou, uma criana. Cidado de Brit com residncias em Londres e Nova York. Atualmente principal de pessoal para o delegado de UNITED NATIONS da Inglaterra, Marshall Evans. Conseguidas voc mesmo escavaes em Lugar de Sutton, no faam voc, Niles. Imagine material. Nenhum criminoso em voc qualquer um, mas voc vale a pena um olhar-ver."
      Ela sorveu caf, pensou vagamente sobre comida.
      " Pepper Franklin. Que diabo tipo de nome  Pepper? Atriz? Claro que voc . Atriz de Brit atualmente estrelando em revivificao de Broadway de Senhora de Bairro residencial. Nenhum criminoso. Nada alm de rechinante-limpe nesta lista."
      Estava um pouco deprimente.
      Mas ela bate com companheiro de coabitao do Pepper Franklin, Leo Fortney.
      Sexual assalte, exposio indecente, bateria sexual. "Menino ruim," Eve repreendida. "Menino ruim e ocupado." Quando Peabody voltou, Eve j teve sua lista em ordem de prioridade e estava encolhendo os ombros de volta em sua jaqueta. "Carmichael Smith, Elliot Hawthorne, Niles Renquist, e Pepper Franklin so toda em Nova York, ou reputada para estar em Nova York neste momento."
      "Adapte em cima. Ns vamos ir pagar a um pouco de nossos amigos ingleses uma visita." Ela comeou. "O UNITED NATIONS est em sesso?"
      "UNITED NATIONS? Como nas Naes Unidas?"
      "No, UNITED NATIONS como em Numbskulls No identificado."
      "Eu reconheo sarcasmo quando eu ouvir isto," Peabody disse com alguma dignidade. "Eu verificarei nisto."
      
Captulo 3
      Irritou ela para saltar por aros. Toda vez ela passou sem tocar um, existia outra pilha para obstculo. Nenhuma quantia de razo, exija, ou ameaa a conseguiu pelo labirinto de assistentes, staffers, coordenadores, e assistentes pessoais para Carmichael Smith ou Niles Renquist.
      Ela era forada a conformar-se compromissos o dia seguinte.
      Que poderia ter feito seu ligeiramente menos que diplomtico com o loira elogiando se em demasia como secretrio social do Sr. Fortney.
      "Isto no  um telefonema social. Veja isto?" A Eve tudo menos apertou seu distintivo para o nariz da mulher. "Este significa que eu estou provavelmente no parecendo particularmente socivel. Isto  o que ns pessoas de NYPSD gostam de chamar uma investigao oficial."
      A loira deixa seu rosto nas linhas duras e tido sucesso em parecer com um beb torcido embonecar. "Sr. Fortney est muito ocupado," ela disse em um indignado balbucia Eve s aposta algum sujeito desmiolado achou sensual. "Ele no pode ser transtornado."
      "Se voc no disser seu chefe que Tenente Dallas do NYPSD est fora aqui esperando falar com ele, todo mundo neste edifcio vai ser transtornado."
      "Ele  indisponvel."
      A Eve tomou aquela linha em Smith, que poderia muito bem tem estado em seu centro mdico tendo um completo fsico workup. E ela competiu com ele Renquist, que bastante tinha possivelmente estado em atrs-para-atrs reunies com vrias cabeas do estado.
      Mas ela no esteve tomando isto de um pouco de bimbo companheiro da atriz.
      "Peabody," ela disse sem tomar seus olhos fora do loira, "pea um Ilegais varrer. Eu acredito em que eu cheire Zoner."
      "Sobre o que voc est conversando? Isto  s tolo." Obviamente enraivecido, a loira danou em suas plataformas de quatro polegadas que tiveram seus peitos impressionantes indo para cima e para baixo como bolas de futebol. "Voc no enlata algo assim."
      "Oh, eu aposto que eu posso. E voc sabe o que acontece s vezes, em um Ilegais varre? Ele vazamentos para a mdia. Especialmente quando existir uma celebridade digitar envolvido. Eu aposto Sra. Franklin vai estar um pouco aborrecido sobre isto."
      "Se voc pensar que voc pode me intimidar em"
      "Time de Ilegais estar aqui dentro trinta, Tenente." Peabody tentou seu policial frio verbaliza. Ela tem praticado. "Voc  autorizado para fechar edifcio abaixo."
      "Obrigado, Oficial. Isso era trabalho rpido. Comigo."
      "O que?" A loira movido atrs dela como Eve andou a passos largos fora do escritrio. "Onde voc est indo? O que voc est fazendo?"
      "Eu vou fechar abaixo. Uma vez que um varrer tem sido autorizado, ningum tem permisso para entrar ou deixar as premissas."
      "Voc no pode No fazer." Ela agarrou brao da Eve.
      "Oh-oh?" A Eve pausada suficiente para olhar para a mo branca-lrio com suas unhas de beb rosa que embrearam sua manga. "Isso poderia ser interpretado como assaltando um oficial, e uma tentativa para obstruir uma investigao de polcia. Desde que voc parece um pouco escurece para mim, eu lego punho de manga justo voc em vez de bater voc em seu traseiro, ento cuffing voc."
      "Eu no era!" A loira soltou brao da Eve como se entrou repentinamente em chama, e subiu de volta. "Eu no fiz! Oh, condene isto, certo, certo, o-kay! Eu direi a Leo."
      "Hmm. Sabe, Peabody." A Eve tomou outra prova cheirar de ar. "Eu no penso que isto  Zoner afinal."
      "Eu penso que voc  certo, Tenente. Eu penso que  gardnia." Peabody deixa o sorriso espalhar como a loira apressado atrs no escritrio. "Ela deve ser escura se ela pensar que voc pode pedir um varrer aquele modo."
      "Escurea ou culpado. A aposta ela pegou uma pequena gaveta de delcias esconde aqui. Quem voc chamou?" Eve perguntada.
      "Tempo.  quente, e ele vai ficar quente. No caso de voc perguntar-se."
      Queixo em cima, a loira sado novamente, e anunciado em seu melhor balbucia, "Sr. Fortney ver voc agora."
      Eve seguida aps a antipatia intensa da mulher.
      Fortney era instalado em um dos cinco apartamentos de escritrio. A rea parecida ter sido decorada pela daltnica ou a loucapossivelmente amboscomo sensao casual da at Eve de estilo era bombardeada com o clashing cores e padres que dominaram paredes, chos, teto.
      O espao do Fortney tomou isto um passo adicional adicionando animal imprime que correu excessivo acima das paredes em uma loucura de selva de leopardo localiza, faixas de tigre, e splotches da vida selvagem desconhecida. As mesas claras adaptado de pratos brilhantes sobre colunas esquisitamente flicas foram usadas como acentos.
      Sua escrivaninha era uma verso maior das mesas, com as colunas como pnis pintaram um virulento vermelho. Ele estava compassando atrs dele  medida que eles entraram, conversando rapidamente em um headset.
      "Ns precisamos partir este dentro vinte e quatro. Em cima ou abaixo, no entre. Eu tenho o esboo, as projees, e o Q-fator. Vamos embrulhar isto."
      Ele deu um vir-adiante gesticula com uma mo que reluz com ouro e faixas de prata.
      Enquanto ele continuou a conversar e compassar, Eve sentada em uma das cadeiras de tigre listado e o estudou. Ele estava posando para ela, ela no teve nenhuma dvida disto. Ento, ela o acomodaria.
      Ele estava ardilosamente vestido de uma tnica-jaqueta e calas, ambas a cor de uvas verdes. Seu cabelo era uma magenta escura, vestida longa e macia e lustroso ao redor uma estreita, profundamente rosto esculpido. Seus olhos muito prximo combinaram a sombra de seu terno para ser natural.
      Como seus dedos, suas orelhas reluzidas com ouro e faixas de prata.
      Mais ou menos seis duas, Eve julgadacom o heeled sandliase bem girado fora para seu tipo. Tomou seu corpo seriamente, ela imaginou, e apreciou mostrar a isto fora em imaginar duds.
      Desde que ele estava trabalhando duro de a mostrar a que homem ocupado e importante ele era, ela assumiu que ele era nenhum.
      Ele removeu o headset, sorrida nela. "Eu sinto tanto, Tenente Dennis. Eu estou s inundado hoje."
      "Dallas."
      "Dallas, claro, Dallas." Ele fez um pouco ha-ha som e caminhado para um contador longo, curvado at o minifriggie abaixo. Ele continuou a falar em seu rpido-estilo de fogo, em um accentless tom que disse Costa do Oeste para Eve. " loucura justa ao redor aqui, meu se importa de est indo mil direes de uma vez. Tostou. Acabou de tostar. Bebida?"
      "No, obrigado."
      Ele tirou uma garrafa de algo laranja e espumoso e despejou isto em um vidro. "Suelee diz a mim que voc era muito insistente sobre me ver."
      "Suelee era muito insistente que eu no veria voc."
      "Bem, ha-ha, s fazendo seu trabalho. No conhea o que eu passaria sem meu Suelee guardando o Porto."
      Ele irradiou, sentado em um eu estou-um-ocupado-mas-filho atraente-de-cadela A estilo na extremidade de sua escrivaninha vermelha horrvel. "Voc estaria pasmo quantas pessoas tentam entrar me ver em qualquer dia dado. Venha com o territrio, claro. Atores, escritores, diretores." Ele vomitou uma mo, acenou isto dramaticamente. "Mas eu no freqentemente tenho um atraente policewoman procurando por uma reunio."
      Seu sorriso reluzido, branco e perfeitamente at. "Ento, diga a mim, o que voc tem? Toque, vdeo, livro de disco? Acalmado-se do drama de policial recentemente, mas existe sempre quarto para uma boa histria. O bom do ngulo de policial de menina. O que seu  lanar?"
      "Seu paradeiro entre meia-noite e trs A. M. esta manh."
      "Eu no entendo."
      "Eu sou primrio em uma investigao de homicdio. Surto do seu nome. Eu gostaria de saber que seu paradeiro durante a perodo de tempo que eu acabei de dar a voc."
      "Assassinato? Eu no faoOooh!" Com outro risada, ele agitou sua cabea muito seu cabelo agitou elegantemente. "Interessante lance. Vamos ver, minha primeira reao seria o que? Choque, insulto, medo?"
      "Um companheiro licenciado estava brutalmente assassinado cedo esta manh em Bairro chins. Voc pode acelerar este processo, Sr. Fortney, dizendo mim onde voc estava entre meia-noite e trs."
      Ele abaixou seu vidro. "Voc  srio?"
      "Meia-noite e trs, Sr. Fortney."
      "Bem, meu Deus. Meu Deus." Ele deitou sua mo livre em seu corao, bateu levemente isto l. "Eu estava em casa, claro. A Pepper vem para direta casa depois do show. Ns tendemos a ir para a cama cedo durante uma corrida.  ambos fisicamente e emocionalmente que esvazia para ela. As pessoas no entendem que a tenso de apresentar, noite aps a noite, e como poucas reservas se partiu depois"
      "Eu no estou interessado em onde o Sra. Franklin estava," Eve interrompida. Ou em seu protelando ttica, ela pensou. "Onde estava voc?"
      "Bem, casa, como eu disse." Seu tom estava um pouco irritvel agora. "A Pepper teria chegado por meia-noite, e ela precisa um pouco da companhia e se importa depois de um show, ento eu sempre espero acordado para estar l para ela. Ns tivemos um nightcap enquanto ela parou, ento ns ramos dobrados em antes de um, ento ela podia conseguir sua beleza dormir. Eu no posso entender por que voc possivelmente me questionaria. Um LC, em Bairro chins? O que isso podia ter que fazer comigo?"
      "Algum pode verificar que voc estava em casa durante o timeframe?"
      "Pepper, claro. Pepper. Eu estava a mesmo de a saudar quando ela chegou em casa, logo antes de meia-noite. E ns estvamos na cama, como eu disse, por um. Ela  um muito dormente de luz. Vem de ser to criativo e sensvel. Ela dir a voc que ela teria sabido se eu tanto como mexida da cama na noite."
      Ele tomou outro bebida, um mais longo. "Quem era esta mulher que foi morta? Eu a sei? Eu no uso os servios de companheiros. Eu fao, naturalmente, conhea muitas pessoas, de vrios passeios. Certamente alguns atores e hopefuls poderiam luar como LCs."
      "Jacie Wooton."
      "No Quer dizer nada para mim. Nada." A cor que entrou em seu rosto durante seu vagueando libi comeou a diminuir. Ele encolheu os ombros, negligentemente agora. "Eu no acredito em que eu j estive em Bairro chins."
      "Voc comprou papel em Londres vrias meses atrs. Cinqenta folhas e envelopes, plancie, nata-colorida, no reciclado linhagem."
      "No ?  certamente possvel. Eu compro bastante muitas coisas. Por eu mesmo, para Pepper, como presentes. O que no mundial papel tem que fazer com qualquer coisa?"
      " muito caro, linhagem muito distintiva. Seria til se voc pudesse produzir isto."
      "Jornal, meses comprados atrs, em Londres?" Ele fez seu ha-ha soar novamente, mas este tempo levou aborrecimento. "Para tudo que eu sei que est ainda em Londres. Eu penso que eu devia chamar meu advogado."
      "Isto  sua escolha. Voc pode perguntar a seu representante para nos encontrar o centro da cidade, em Central, discutir seus priores. Assalte e crimes de sexo."
      Seu rosto girou quase a mesma sombra que seu cabelo. "Aqueles incidentes esto em meu passado. Se voc deve saber o sexual assaltar carga ws completamente no comprovado. Um argumento com uma mulher eu tenho datado to escalado, e sua vingana quando eu cessei bruscamente coisas com ela. Eu no lutei a carga como eu senti s geraria publicidade mais feia e prolongaria coisas."
      "Exposio indecente."
      "Um engano. Eu tive um pouco demais para beber depois de uma festa e, prejudicou, estava aliviando minha bexiga quando um grupo de mulheres jovens aconteceu passar. Era tolo e mal-aconselhado, mas dificilmente criminoso."
      "E a bateria?"
      "Partida de um empurrar com minha ex-esposa. Que comeou o incidente, a propsito. S uma exibio desgraada de temperamento, que ela costumava me esfolar no divrcio. Eu no aprecio tendo tudo isso associado-se meu rosto, ou sendo acusado de assassinato. Eu estava em casa e na cama ontem  noite. Na noite toda. E isto  tudo que eu tenho que dizer sem meu advogado."

      "Engraada," Eve comentou como ela foi para o bairro residencial. "Um sujeito pode ser preso e carregou trs vezes, mas nenhum de era sua culpa. Todos os enganos."
      "Sim, a lei  uma cadela."
      "O que ns temos aqui, Peabody,  um weasely pequenos homem que gosta de colocar um grande show. Olhe para mim. Eu sou importante, eu sou poderoso. Eu sou algum. E ele tem uma histria de bater mulheres ao redor, exibindo-se seu dick e perdendo seu temperamento. Cerque ele mesmo com smbolos flicos e tenha um grande-breasted loira tocando guardio do Porto."
      "Eu no gostei dele. Mas ele  um bonito grande pulo de agitar seu wang a fatiar em cima um LC."
      "Passos e fases," Eve declarada. "Vamos ver se de casa da Pepper, e como ela dormiu ontem  noite."

      O brownstone era adorvel, velho e elegante. E querido dizer, Eve calculou como ela caminhou em direo  porta, segurana privada. O tipo o dono podia ligar em capricho.
      Ela tocou o sino, considerou a entrada, o fluxo de flores em panelas hasteando o conjunto pequeno de passos, a proximidade das casas vizinhas.
      Quando a porta aberta, ela teve um flash imediato, e no muito agradvel, de mordomo do Roarke, e a runa de sua existncia, Summerset.
      O mordomo era vestido de negro totalmente, como era hbito do Summerset. Ele era longo e magro com pewter cabelo sobre um rosto estreito.
      Ela realmente sentiu seu desfiladeiro subir.
      "Eu posso ajudar voc?"
      "Tenente Dallas, Oficial Peabody." Se preparou para arado por ele se necessrio, ela sacudiu fora seu distintivo. "Eu preciso falar com Sra. Franklin."
      "Sra. Franklin  tomar parte em seu yoga/meditation hora. Eu posso ser de um pouco de ajuda?"
      "Voc pode me ajudar saindo do modo, dizendo Sra. Franklin ela pegou um policial na porta que quer a questionar relativo a uma investigao oficial."
      "Claro," ele disse to genially, ela realmente piscou. "Por favor entre. Se voc ficaria confortvel na rea viva, eu informarei Sra. Franklin. Voc gostaria de algum refresco enquanto voc espera?"
      "No." Ela de olhos ele suspeitosamente. "Obrigado."
      "Eu s serei um momento." Depois de gesticular eles em um quarto grande, ensolarados com sofs brancos longos, ele girou em direo a uma escadaria.
      "Talvez ns podemos negociar Summerset para ele."
      "Eh, Dallas, verifica isto."
      A Eve girou e estudou o que Peabody era atualmente boquiaberto em. O retrato de vida de tamanha de Pepper Franklin subiu acima do mar verde mantel de um forno branco. Nisto, ela pareceu ser vestida de nada alm de nvoas. Eles enrolaram e drapejaram ao redor ela, vislumbrando e magro de forma que seu corpo impressionante era exibido. Seus braos eram esticados como se dando boas-vindas um abrao.
      Ela estava sorrindo, dreamily, seus lbios pintou rosa funda. Seu cabelo era um tombo de ouro ao redor um corao-que formado rosto partir por olhos largos, fundo azul.
      Notvel, Eve meditada. Sensual. Poderoso.
      S o que, ela perguntou-se, uma mulher era com tanto estilo e fora que fazem com um perdedor gosta de Fortney?
      "Eu vi seu na tela e em mags e material, mas isto  quevoc sabeuau. Ela parece com, eu no sei, uma rainha de fada."
      "Obrigado." A voz era prata embrulhada na nvoa. "Isso era a meta," Pepper disse como ela caminhou no quarto. " tomado, mais ou menos, de meu papel de Titania."
      Ela vestiu uma pele-adaptar agora, em prpura escura, e teve um gancho de toalha pequena ao redor seu pescoo. Seu rosto, ainda notvel, era sheened com transpirao, e seu cabelo era empacotado em cima negligentemente.
      "Tenente Dallas?" Ela ofereceu uma mo. "Desculpe-meu aparecimento. Eu estou no meio de ioga. Ajuda me manter em corpo de forma, mente, esprito. Tambm me faz suor gostar de um porco."
      "Eu sinto muito interromper."
      "Eu assumo  importante." Ela se sentou, soltando abaixo no sof branco, alargando um suspiro longo. "Por favor, sente-se. Oh Deus, Turney, obrigado." Ela tomou a garrafa grande de regou o mordomo a trouxe em uma bandeja de prata.
      "Sr. Fortney est no 'vnculo. Ele  chamado trs vezes nos ltimos trinta minutos."
      "Ele devia saber melhor que chamar durante a hora de ioga. Diga a ele que eu voltarei para ele."
      Ela tomou um bebida longo, angulada sua cabea. "Bem, sobre o que isto ?"
      "Eu gostaria de voc para verificar paradeiro do Sr. Fortney esta manh entre meia-noite e trs."
      O sorriso fcil desapareceu. "Leo? Por que?"
      "Seu nome surgiu no curso de uma investigao. Se eu posso verificar seu paradeiro durante aquele perodo, ns podemos eliminar isto e partir."
      "Ele estava aqui, comigo. Eu cheguei em casa mais ou menos onze quarenta e cinco. Talvez alguns minutos mais tarde. Ns tivemos um bebida. Eu permito eu mesmo uma taa de vinho na frente da cama depois de uma apresentao. Ns conversamos sobre vrias coisas, ento eu fui de cima. Eu suponho que eu estava na cama e adormecida por doze e trinta."
      "S?"
      "Inicialmente. Eu sou sempre bato depois de um show, e Leo  uma coruja da noite. Ele iria assistir um pouco de tela, faa alguns telefonemas. Algo." Ela ergueu um ombro de elegante.
      "Voc um dormente leve, Sra. Franklin?"
      "Inferno, eu durmo gosto dos mortos." Ela comeou a rir, ento pegou a implicao. "Tenente, Leo estava aqui. Honestamente, eu no posso imaginar o que tipo da investigao voc poderia estar procurando onde o nome do Leo surgiu de qualquer forma."
      "Voc est ciente que no  a primeira vez que surto do seu nome em uma investigao de polcia."
      "Aqueles incidentes esto no passado. Ele teve alguma m sorte com mulheres, at que me. Ele estava aqui quando eu cheguei em casa, e ns tivemos caf junto esta manh em aproximadamente oito. Sobre o que isto ?"
      "ltima queda Sr. Fortney comprou, em Londres, um pouco de papel."
      "Oh pelo amor de Deus." Pepper tipped a garrafa atrs para outro bebida. "Eu estou ainda bravo com ele sobre isto. Ridculo, e descuidado. No reciclado. Eu no sei o que ele estava pensando. No diga a mim que ele trouxe isto com ele nos Estados Unidos?" Ela rolou seus olhos, ento olhado fixamente para o teto. "Realmente, eu sei que  contra a lei, tecnicamente. Eu sou muito ativo em grupos ambientais, que  por que eu podia ter o esfolado para comprar aquele papel. De fato, ns tivemos uma fila sobre isto, e eu fiz ele prometer livrar-se disto. Eu estou certo existe uma multa, e eu verei que ele paga isto."
      "Eu no sou um Policial Verde. Eu sou Homicdio."
      Aqueles olhos azuis brilhantes foram em branco. "Homicdio?"
      "Cedo esta manh, um companheiro licenciado identificou como Jacie Wooton era assassinado em Bairro chins."
      "Eu sei." Mo rastejada da Pepper at sua garganta. "Eu ouvi o relatrio esta manh. Voc no possivelmente pode acreditar . . . Leo? Ele nunca faria tal coisa."
      "Papel, do tipo Sr. Fortney comprou em Londres, foi usado para uma nota partiu com o corpo."
      "Ele . . . ele certamente no  o nico idiota que comprou aquele papel. Leo estava em casa ontem  noite." Ela mordeu fora das palavras de forma que cada um era destacado. "Tenente, ele  ocasionalmente tolo, tende a ser um pouco de uma exibio, mas ele no  maligno ou violento. E ele estava em casa."

      Ela estava indo se para casa, insatisfeita. Ela fez tudo que ela podia para Jacie Wooton em um dia, mas no era suficiente.
      Ela precisou passar sem tocar sua mente. Tome tempo de manuteno de horas do par, ento voltem, leia do incio ao fim os relatrios, as notas, prestidigita isto ao redor em seu escritrio de casa.
      Fortney e Franklin no acabaram de no combinar para ela. O sujeito era um putz, um fanfarro, uma fraude com um rosto bonito. Sua impresso de Franklin era que a mulher era o negcio real. Esperto, forte, estvel.
      Ento novamente, voc nunca podia dizer por que pessoas acabadas juntas.
      Ela desistiu de tentar compreender como ela e Roarke se tornaram uma unidade.
      Ele era rico, magnfico, furtivo, s um pouco perigoso. Ele tem estado em todos lugares e comprou a maior parte. Ele fez tudo, e muito o que ele fez no atacou seu lado da lei.
      E ela era um policial. Solitria, nervosa, e insocivel.
      Ele a amou de qualquer maneira, ela meditou, como ela dirigiu pelo ferro Porto de casa.
      Porque ele fez, ela acabou aqui, vivendo no palcio de pedra enorme drapejado em rvores e flores, cercado pelo material de fantasia. Era ridculo, realmente, ela pensou, que algum que viveu em realidade, freqentemente o Wells mais severo disto, devia acabar em um pouco de tipo de dreamscape.
      Ela estacionou na frente da casa. Ela deixaria sua ervilha-que policial verde emite l, como tipo de uma homenagem para Summerset, o gnomo em seu pessoal dreamscape.
      Ele poderia ter ainda estado de friascanta aleluiamas desde que ele menosprezou seu hbito de estacionamento fora frente da entrada espetacular, ela no viu nenhuma razo para parar.
      Ela andou do lado de dentro, na fresca e rarefez ar da casa que Roarke construiu, e estava imediatamente saudado pelo gato. O pudgy e Galahad obviamente irritado cabriolou em cima, rebatida sua cabea contra seu tornozelo, e miou shrilly.
      "Eh, eu preciso trabalhar para viver. Eu no posso ajudar isto se voc estiver s o dia todo com Ele Que No deve Ser Chamado fora do pas." Mas ela curvou abaixo, escavou o gato em cima. "Voc precisa de um passatempo. Ou eh, talvez eles fazem VR para acaricia. Se no, Roarke saltar direito nisto."
      Ela arranhou o gato como ela encabeou fora do vestbulo e no andar de baixo para o ginsio. "Pequenos culos de proteo de VR para gatos, com programas sobre guerra com ratos, chutando traseiro do Doberman, aquele tipo de coisa."
      Ela o esvaziou no cho do ginsio, e sabendo o caminho verdadeiro para seu corao, conseguiu uma tigela de atum do AutoChef.
      Com o gato ocupado, ela desnudou-se abaixo, mudado em equipamento de treinamento, e se deixe uma corrida de vinte minutos no caminho de vdeo. Ela optou para uma praia corre, e partir em uma corrida leve, sentindo sua areia batendo de ps.
      Quando ela estava em passo cheio, ela ficou exaltada um suor bom e estava apreciando a brisa salgado do mar, o som da rebentao.
      Voc podia manter sua ioga, Pensou Eve. D seu um bem, cheio-fora corre, ento talvez uns crculos do par com um treinamento andride, seguem isto com um bom forte nada, e voc teria sua mente, corpo, e esprito afinou direito.
      Quando a mquina piscou fim-de-programa, ela agarrou uma toalha, esfregou isto acima de seu rosto suado. Com a inteno de desafiar o andride para um pouco mo para-dar, ela girou.
      E existia Roarke, sentando em um banco de peso com um gato em seu colo, e seus olhos em sua esposa.
      Olhos espetaculares, ela pensou. Violentamente azul em um rosto esculpido por anjos inteligentes. O poeta perigoso, o perigo potico, qualquer que modo que voc olhou para istoneleque ele estava espantando.
      "Eh." Ela tunneled seus dedos por seu cabelo mido. "Quanto tempo voc tem estado aqui?"
      "Longo suficiente para ver voc quis uma corrida dura. Voc teve um dia longo, Tenente."
      Existia a Irlanda em sua voz, sonhador wisps dele que podia, inesperadamente, vente ao redor seu corao. Ele economizar o gato, e subjugado para levantar seu queixo. Esfregado seu dedo polegar no entalhe raso em seu centro.
      "Eu ouvi sobre que aconteceu em Bairro chins.  disso que puxou voc fora da cama to cedo esta manh."
      "Sim. Ela  minha. A justificao justa minha cabea antes de eu voltar para isto novamente."
      "Certo." Ele tocou em seus lbios para sua. "Voc quer uma natao, ento?"
      "Eventualmente." Ela rolou seus ombros para soltar eles. "A mo-dar est prxima. Eu iria usar o andride, mas desde que voc est aqui . . ."
      "Queira lutar comigo, no ?"
      "Voc  melhor que o andride." Ela andou de volta, comeou a o circular. "Marginalmente."
      "E pensar alguns homens voltarem para casa depois de um dia de trabalhar e so saudados por sua mulher." Ele fechou seus dedes do p, e atrs, contentes ele mudou com a idia de um treinamento. "Um sorriso, um beijo, talvez um bebida frio." Seu sorriso relampejou. "O quo tediosos para eles."
      Ela lunged, ele countered.
      Ela excluiu, seu p que vem dentro de uma metade-polegada de seu rosto. Ele slapped ele longe, ento varrido ela permanecendo perna fora de debaixo dela. Ela afundou, rolou, e estava em cima novamente em segundos.
      "No ruim," ela reconheceu, e marcou um golpe meio-corpo antes de seus antebraos slapped junto em um quarteiro. "Mas eu estava contendo-me."
      "No pode ter isto."
      Ela entrou em um girodeixou gancho, cruz certaque teria batido seu voltar se ela conectasse. Seu desajeitado parou um hairbreadth de seu nariz.
      Com o andride, ela teria batido e sido batida em retorno. Mas istoa demanda por controleera mais desafiadora. E um inferno de muito mais diverso.
      Ela conseguiu debaixo de seu guarda, sacudiu ele, mas quando ela saltou no tapete para o alfinetar, ele j estava em cima novamente. Ela teve que cambalhota de lado, e surgiu s suficiente fora de equilibrou dar a ele a abertura.
      Sua respirao whooshed fora como ela bate o tapete, apartamento nela atrs, com seu peso a alfinetando.
      Ela olhou fixamente em cima em seus olhos como ela conseguiu seu vento atrs, erguendo uma mo assim ela podia arrastar seus dedos pela juba maravilhosa de cabelo preto que quase bate seus ombros.
      "Roarke," ela murmurou, e com um pouco suspiro, arrastado seu cabelo para trazer seus lbios para sua.
      E quando ele relaxou, comeou a afundar nela, ela scissored suas pernas, curvadas, e o sacudiram.
      Ela estava olhando em seus olhos novamente, e sorrindo amplamente que ela apertou o ponto de seu cotovelo ligeiramente para sua garganta. "Otrio."
      "Eu tendo a apaixonar-se por aquele, no ? Bem ento, parece que voc tomou isto" Ele cessou bruscamente, estremeceu.
      "O que? Voc machuca?"
      "No. S deve ter emperrado meu ombro um pouco." Ele girou isto, estremeceu novamente.
      "Deixe-me dar uma olhada." Ela aliviou de volta, trocando seu peso.
      E se achou apartamento em suas costas debaixo dele novamente.
      "Otria," ele disse e riu quando seus olhos foram para rachas.
      "Infrao."
      "No mais infrao que o murmrio sedutor de meu nome. Voc desce, querida." Ele tocou em seus lbios para a ponta de seu nariz. "Bem alfinetado." Seus dedos ligados com suas como ele segurou ela passar para baixo. "Agora eu vou ter voc."
      "Voc pensa?"
      "Eu fao. Vencedor, pilhagem, tudo aquilo. No ir ser um perdedor dolorido, no voc?" Ele perguntou a sua roadura de boca sua.
      "Quem digo que eu perdi?" Ela arqueou seus quadris. "Como eu disse, voc  melhor que o andride." Ela arqueou novamente. "Toque em-me."
      "Eu irei. Vamos comear com este."
      Sua boca desceu em sua, morna e suave, corredia ela no beijo, afundando isto at, uma vez mais, ela perdeu sua respirao.
      "Nunca  bastante," ele sussurrou, arrastando seus lbios acima de seu rosto, abaixo sua garganta. "Nunca ser."
      "Existe sempre mais."
      Ento ele tomou mais, lendo rapidamente aqueles lbios, desprezando seus dentes acima da inchao de seus peitos em baixo da Camiseta de algodo solto.
      Seu corao comeou a pancada, antecipao. Seus dedos enrolaram mais apertado contra aqueles que segurou seu prisioneiro das mos. Ela no tentou livre se, no ainda. Aqui, tambm, era controle. Seu e sua. E confiana. Absoluto.
      Quando ele desenhou ela passar para baixo para sua cintura, vagada com aquela boca ocupada acima de seu torso, ela se braceou para o onslaught de prazer.
      Sua pele j era umedecia, seus msculos tensos. Ele amou o sentir deles, duros e fortes, debaixo de tudo aquela pele lisa. Ele amou as linhas sua, e as curvas sutis, quase delicadas.
      Ele lanou suas mos, ento desenharam o calo. Com uma carranca leve, ele localizou uma ponta do dedo acima de sua coxa. "Voc tem uma contuso aqui. Voc est sempre apresentando contuses."
      "Perigo do trabalho."
      Ela enfrentou perigos piores, eles dois conheceram. Ele abaixou sua cabea, tocado seus lbios ligeiramente para o lnguido discolorao.
      Divertiu, ela acariciou seu cabelo. "No se preocupe, Me. No machuca."
      O risada pego em sua garganta como sua boca precisa trabalhar.
      Sua mo fisted em seu cabelo agora, e sua outra mo cavada no tapete como seu tiro de sistema de resto para acelerar. Um Shockwave de calor, uma dor atordoante que juntado em um punho de presso, ento implodida dentro dela.
      "Ensine voc para me chamar Me," ele disse, e beliscado ligeiramente em sua coxa enquanto ela estremeceu.
      Ela conseguiu sua respirao atrs, assobiou isto fora novame nte. "Me," ela repetiu, e o fez risada.
      Ele embrulhou seus braos ao redor suas assim eles rolaram, playfully agora. Mos corredias acima de carne, arrastando fora de roupas, lbios que encontra para mordiscar ou gostos mais longos.
      Ela se sentiu livre e descuidada, e tolamente apaixonada como ela o segurou contra ela. Fcil suficiente para rir at como seu corpo tremeu, esfregar sua bochecha contra seu em afeto inocente at como ele deslizou nela.
      "Parea com que eu alfinetei voc novamente."
      "Quanto tempo voc pensa que voc pode me oprimir?"
      "Outro desafio, ?" Sua respirao era voltada em cima em seus pulmes, mas ele moveu devagar, assistindo ela assiste ele.
      Com golpes longos, lisos, quase preguioso ele a persuadiu em cima novamente at que ele viu seus olhos comearem a obscurecer, e o rubor afunda em suas bochechas. E ento ouviu seu som baixo, aquele som impotente, de prazer.
      "Existe sempre mais," ele disse e capturou seus lbios com seu novamente e deixa ele mesmo voar com ela.
      
Captulo 4
      Eles comeram no jantar em sugesto do Roarke que eles fazem uma refeio como as pessoas que tm vive do lado de fora suas profisses. A observao era apontada suficiente para ter Eve verificando sua inteno de agarrar um hambrguer em sua escrivaninha em seu escritrio de casa. Mas seu prazer inicial da salada de caranguejo era deteriorado por sua lembrana que eles tiveram planeja a noite seguinte.
      "Dana de jantar de caridade," ele iniciou quando ela inexpressivamente olhou fixamente. "Filadlfia. Ns precisamos fazer um aparecimento." Ele sorveu seu vinho e sorrida nela. "No se preocupar, querida. No machucar muito, e ns no teremos que partir at depois de sete. Se voc estiver correndo tarde, voc pode mudar na lanadeira."
      Ela cutucou sulkily em caranguejo gelado. "Eu soube sobre este?"
      "Voc fez. E se voc sempre espiasse em seu calendrio pessoal, voc muito no freqentemente ficaria surpreendido e intimidado por estas pequenas obrigaes."
      "Eu no sou intimidado." Jantar, danando. Imagine equipamento, imagine pessoas. Deus. " s aquele se algo fraturas no trabalho"
      "Compreendido."
      Ela mordeu de volta um suspiro porque era verdade. Ele compreendido. Ela ouviu suficiente comentrios de outro polis sobre cnjuges ou amantes que no fizeram, ou no podiam, ou no iria, apreciar isto.
      E ela conheceu que ela no era quase como flexvel e compreenso sobre o papel ela teve que tocar como a esposa de um dos mais ricos e a maioria de homens influentes em ou fora de planeta.
      Ela apunhalou mais caranguejo e fez um esforo para puxar seu peso matrimonial. "No devia ser um problema."
      "Realmente Poderia ser divertido. As promessas do domingo para ser."
      "Domingo?"
      "Mmm." Ele topped fora de seu vinho, figurando que ela tem precisa disto. "O churrasco em da Dra Mira. Tem sido um tempo muito longo desde que eu freqentei algo que eu suponho seria chamado uma espcie de piquenique de famlia. Eu espero que existir salada de batata."
      Ela levantou seu vinho, bebeu fundo. "Ela conversou com voc. Voc disse sim."
      "Claro. Ns devamos tomar uma garrafa de vinho ou eu pergunto-me se mais apropriada da cerveja." Se divertindo, ele ergueu uma sobrancelha. "O que voc pensa?"
      "Eu no posso pensar. Eu no sei sobre este material. Eu nunca estive em um churrasco. Eu no entendo a cerimnia. Se ns formos ambos fora de no domingo, ns podamos s ficar para casa, na cama. Tenha sexo suado o dia todo."
      "Hmm. Sexo ou salada de batata. Voc me bateu s dois nveis bsicos." Ento ele riu dela, e passou por seu metade de um pozinho que ele iria j buttered. "Eve,  um ajuntamento de famlia simples. Ela quer voc l porque voc  importante ela. Ns nos sentaremos ao redor e conversa sobre, eu no sei, beisebol ou algum tal coisa. Ns comeremos demais e nos divertiremos. E voc ter a chance de encontrar sua famlia. Ento ns voltaremos para casa e teremos sexo suado."
      Ela carranqueou no pozinho. "S me faz nervoso, isto  todo. Voc gosta de ter conversaes com estranhos. Eu no consigo aquele sobre voc."
      "Voc tem conversaes com estranhos o tempo todo," ele assinalou. "Voc s chama eles suspeitos."
      Derrotou, ela encheu sua boca com po.
      "Agora, por que ns no conversamos sobre algo que no far voc nervosa? Diga a mim sobre o caso."
      Existia um crepsculo adorvel fora das janelas, e velas chamejando lindamente na mesa. O vinho faiscado em cristal e prata cintilaram. E sua mente, ela percebeu, continuado deslizando de volta para um corpo cortado em uma gaveta fria no morgue. "No  exatamente conversao de jantar."
      "No para as pessoas normais. Mas ele trabalhos para ns. Os relatrios de mdia eram delineados."
      "Eu no vou poder manter eles aquele modo se e quando ele bater novamente. Eu ducked reprteres o dia todo, mas eu vou ter que dar a eles algo amanh para originar o apetite. Ela era um LC, batido at nvel de rua por causa de um pouco de ilegais bustos. Ela pareceu ser limpa agora, entretanto eu ainda gostaria de achar seu provedor s para amarrar aquela linha."
      "Uma abaixo-em-sua-sorte LC no devia ter a mdia slathering muito longo."
      "No, no ser que, ser como isso consegue eles babando. Ele a levou em uma ruela. O modo que pareceu, ela entrou fazer o trabalho. Ele a enfrentou para a parede, racha sua garganta. At por detrs, ele no podia ter evitado todo o borrifadela de sangue."
      Ela levantou seu vinho novamente, olhando fixamente nele em lugar de beber. "Ento ele a deitou fora, atravs do cho de ruela. Morris pensa que um escalpelo de laser. Ele corta sua plvis, tomou os trabalhos inteiros. Voc podia tudo menos nada no sangue."
      Ela bebeu agora, alargue uma respirao. Existia algo sobre sangue, ela pensou, o odor de sangue da morte. Uma vez que voc cheirou isto, voc nunca completamente conseguiu isto fora de seu sistema.
      "Trabalho limpo, entretanto, quase cirrgico. Tido que ter uma bolsa para levar isto, tido que trabalhar bastante depressa, tido que limpar ele mesmo antes dele caminhar de volta fora novamente. At abaixo l, aquele tempo da noite, algum vai notar um sujeito coberto em sangue."
      "E ningum fez."
      "No." Eles verificariam novamente, ela pensou. E novamente. Mas chances eram que eles surgiram para zero. "No veja nenhum do mal, no oua nenhum do mal, fale tudo que voc quer desde que no pe voc na mistura. Ele no a soube, eu estou quase certo. Caso contrrio, ele teria ido para o rosto algum.  disso que eles fazem. Excite crime, luxria dirigida. Mulher hater. Peabody conseguiu cachorro-doente, e gastou uma boa parte do dia que se chuta sobre isto."
      Ele pensou do que a vtima, o que a ruela deve ter parecido com e esfregou da Eve de um dar. "Voc tem j? Ficado doente?"
      "No na cena.  como dizendo que voc fez mais que eu posso tomar, mais que eu posso lidar, e eu no posso permanecer acima deste corpo e olhar para o que voc fez. Mas s vezes, mais tarde, volta em voc. Meio da noite principalmente. Ento voc fica doente."
      Ela bebeu agora. "De qualquer maneira . . . ele deixou uma nota, tratada para mim. No faa monstruosidade," ela disse quando ela sentiu seus dedos apertarem acima de sua mo. " profissional em lugar de pessoal. Ele  admirado meu trabalho, quis dar a mim uma chance de ver seu. Ele me quis em este aqui, uma coisa de ego. Eu tive dois casos muito quentes este vero, com parede-para-a ateno de mdia de parede. Ele quer aquele tipo de zumbido."
      Seus dedos ficados acima de suas. "O que ele disse?"
      "S toconvencido. Ele assinou isto Jack."
      "Emulando O Estripador ento."
      "Voc me salva muitos passos quando voc pegar isto. Sim, a escolha de vtima, o local, o mtodo, at a nota para um policial. Demais de j est vazado para a mdia, e se eles conseguirem seus dentes nisto, vo ser um frenesi. Eu quero o fechar abaixo rpido, antes do pnico. Estado trabalhando com a notao jornal."
      "O que  sem igual sobre isto?"
      "No reciclado, muito caro, fabricada na Inglaterra, vendeu exclusivamente na Europa. Voc fabrica no reciclado jornal produtos?"
      "Indstrias de Roarke  verde. S nossa pequena contribuio para responsabilidade ambiental, que tambm ganha uma fratura de imposto saudveis na maioria dos mercados." Ele ignorou o servidor andride que veio para passar sem tocar os pratos e destacar sobremesa pequeno parfaits e caf.
      "Onde o jornal est tomando voc?"
      "Eu estou enfocando em sadas de Londres primeiro, tocando O Estripador angular. Eu tenho um celebs, um poltico digita, um financeiro aposentado, e o otrio amante de um pouco de atriz chamado Pepper."
      Pepper Franklin?"
      "Sim, ela me atinge como diretamente para cima, mas o sujeito . . ." Ela diminuiu, estreitando seus olhos como Roarke escavou em cima uma colherada de parfait. "Voc a sabe."
      "Mmm. Isto  muito bom, refrescando."
      "Voc a bateu."
      Entretanto seus lbios estremeceram ele conseguiu manter uma expresso sbria como ele provou mais parfait. "Isto  um termo muito sem atrativo. Eu prefiro dizer que ns tivemos um sumrio e relao madura, que incluram o ocasional batendo."
      "Eu devia ter conhecido. Ela  s seu tipo."
      "No ela?" Ele queried.
      "Magnfico, elegante, sexo sofisticado."
      "Querida." Ele se sentou de volta para gole seu caf. "O quo convencido de voc. No que voc no  todas aquelas coisas, e mais."
      "Eu no estou conversando sobre mim." Ela carranqueou nele um momento, ento foi trabalhar no parfait. "Eu devia ter a figurado para um de seu formers o minuto que eu vi o retrato."
      "Ah, ela ainda tem isto, no ? A Titania retrata?"
      Ela empurrou parfait em sua boca. "Voc vai dizer a mim que voc deu isto para ela."
      "Como o que voc poderia chamar um presente de diviso."
      "O que, como em um programa de competio?"
      Seu riso era rico e cheio de graa. "Se voc gostar. Como  ela? Eu no a vi em, Cristo, sete ou oito anos, eu suponho."
      "Ela  elegante." Assistindo ele, ela lambeu sua colher. "Mas seu gosto em homens seriamente recusou."
      "Por que, obrigado." Ele agarrou sua mo, beijou isto. "Enquanto meu, em mulheres, seriamente melhorou."
      Ela no se teria importado de trabalho uma boa cabea de vapor de cime, ver o que sentiu como. Mas ele no acabou de no trabalhar para ela. "Sim, sim, sim. Ela  enganchada em cima com um sujeito chamado Leo Fortney. Operador. Ele  operador recuperado-se ele, e um par de estalar, inclusive sexual assalte."
      "No soa como tarifa habitual da Pepper. Ele seu principal  suspeito?"
      "Ele  nmero um agora mesmo, entretanto ele estava em casa na cama durante o tempo envolvido. Ela est confirmando, mas desde que ela estava dormindo, eu no estou pondo muito peso l. Mais, ele mentiu, disse que eles foram nighty-noite junta, e ela disse diferente antes dela perceber que ela estaria soprando isto para ele. Ainda, ela me atingiu como um atirador direto." Ela pausou, esperou.
      "Ela , sim."
      "Ento se ou no ele estava l, ela pensa que ele era. Ns veremos onde vai. Enquanto isso, eu tenho informals instalar amanh com Carmichael Smith comear."
      "Rei de msica pop. Letra de sacarina de Irritatingly, acima de-melodias orquestradas."
      "Ento eu sou informado."
      "Voc pode no ter sido informado, como eu tenho sido, que Smith aprecia mulheres jovens, de preferncia mais de uma de cada vez. E faa uso considervel de grupos, como tambm profissionais, ajudar ele . . . relaxar entre sesses de gravao e gigs."
      "Minors?"
      "Existe rumblings que l poderia ter sido um f de menor idade de vez em quando, entretanto ele  normalmente mais cuidadoso. Nenhuma violncia que eu ouvi falar de. Entretanto ele gosta de jogos de escravido, ele prefere ser o saltado."
      "Ele um seu?"
      "No, ele est ainda com sua etiqueta original. Eu podia provavelmente o furtar, mas sua msica s me incomoda."
      "Certo, partindo. Existe Niles Renquist, trabalhos para UNITED NATIONS Delega Marshall Evans."
      "Eu sei Renquist, ligeiramente. Ento faa voc."
      "Eu?"
      "Voc o encontrou, eu penso que era ltimo fonte, em outra obrigao apavorante." Ele assistiu suas sobrancelhas desenharem junto como ela tentou colocar eleo lugar, o encontrar, o homem. "Mais uma introduo rpida que um encontrar, realmente. Um leilo mudo beneficiando, querida, l voc me tem," ele murmurou. "Eu tenho necessidade meu livro isto. Mas ele era alguns meses atrs, aqui em Nova York. Voc teria sido introduzido para ele e sua esposa em um certo ponto."
      Porque ela no podia trazer para dentro isto, ela deixa ir. "Eu tive uma impresso?"
      "Aparentemente no. Ele , vamos ver . . . conservador, debruando em direo a sufocante. Finais de anos trinta, eu diria, bem falado, bem educado. O que voc poderia chamar um pouco afetado. Bastante bonita da sua esposa no ch britnico-festa estilo. Eles tm casas aqui e na Inglaterra, eu sei, como eu recordo sua esposa dizendo a mim que ela apreciou Nova York, mas muito preferiu sua casa fora de Londres onde ela podia jardim corretamente."
      "Voc teve uma impresso?"
      "No pode dizer que eu gostei de qualquer um deles overmuch." Ele ergueu um ombro em um vago encolhe os ombros. "Um pouco no lado pomposo, e muito ciente de distines de classe e nveis de sociedade. O tipo eu acharia tedioso se no completamente aborrecedor com exposio regular."
      "Voc conhece muitas pessoas que ajustam aquela caixa."
      Seu lbio estremeceram. "Eu fao. Sim, eu fao."
      "PG. de Elliot Hawthorne?"
      "Sim, eu tive procedimentos com ele. Anos setenta, afiados, vidas para golfe. Gosta aparentemente profundamente seu terceiro, esposa consideravelmente mais jovem, e viaja bastante muito agora que ele  aposentado. Eu gosto dele bastante. Isto  til mesmo?"
      "Qualquer um que voc no sabe?"
      "No no valor de mencionando."

       A noite em casa com Roarke ajudou clara sua mente, Eve decidiu como ela montou em cima no elevador emperrado para a Diviso de Homicdio. No s ela se sentir descansada, bem alimentada, e afinada em cima, mas seus informais informes de alguns dos nomes em sua lista deram sua uma perspiccia diferente. Era mais pessoal e certamente mais informativos que os fatos secos de um padro ID correm.
      Ela podia embaralhar seus dados ao redor em sua cabea como ela questionou cada festa, e angular aquelas perguntas em torno das informaes mais pessoais. Mas primeiras, ela precisou de cheque para quaisquer atualizaes em lab e MIM relatrios, reunir Peabody, e enfrente a msica de mdia.
      Ela acotovelou sua sada do elevador e girado em direo a seu setor.
      E tudo menos chocou-se com Nadine Furst.
      O em-reprter de ar teve um novo pequeno e macio e lustroso hairdo. Qual era isto, Pensou Eve, com novo cabelo em todo mundo? Era mais loiro, swingier, e varreu de volta de perfeito do Nadine, rosto angular.
      Ela estava vestindo uma jaqueta pequena, ajustadas acima de calas esbeltas, ajustadas, ambos no poder vermelho, que disse Eve que ela era mquina fotogrfica-pronta.
      E ela levou uma caixa de padaria branca enorme que cheirou gloriously de gordura e acar.
      "Rosquinhas." No existia no entendendo mal aquele odor, e Eve homed em gosta de um co de caa em uma raposa. "Voc tem rosquinhas l." Ela bateu um dedo para a caixa. "Isto  como voc consegue pelo bullpen, evite o civil e mdia vadia, e acabar em meu escritrio. Voc suborna meus homens."
      Nadine tremulou suas pestanas. "E seu ponto ?"
      "Meu ponto  como vem para que eu nunca consigo uma rosquinha de maldio?"
      "Porque geralmente eu tempo ele melhor, esvazie meu oferecimento no bullpen, s vezes ele  bolos de chocolate, e enquanto todo policial em Homicdio desce gosta de um pacote de coiotes, eu acomodar-me em seu escritrio e esperar por sua chegada."
      A Eve esperou uma batida. "Traga as rosquinhas, deixe a mquina fotogrfica."
      "Eu preciso de minha mquina fotogrfica," Nadine disse, gesticulando para a mulher ao lado dela.
      "Eu preciso de um domingo ensolarado na praia onde eu posso foliar desnudo como um filhote de cachorro na rebentao, mas eu no vou pegar isto qualquer hora logo qualquer um. Rosquinhas em, mquina fotogrfica fora."
      Para assegurar obedincia, e prevenir seus homens de rioting, ela pegou a padaria se encaixota antes de andar a passos largos no bullpen.
      Vrias cabeas erguidas, narizes cheiraram o ar. "At no pense sobre isto," Eve ordenou e manteve direito em caminhar por coros de protestos e reclamaes.
      "Existem trs dzia l," Nadine disse a ela como ela Eve seguida em seu escritrio. "Voc possivelmente no pode comer eles todos."
      "Eu podia, s para ensinar aqueles porcos avaros uma lio. Porm, isto  uma lio em disciplina e autoridade." Ela abriu a caixa, suspirada funda como ela leu suas escolhas, todo brilhante, todo sua. "Eu deixarei eles pensar que eu estou mantendo eles todos, e tenham meu encherem, ento tenha eles lamentando com gratido quando eu tirar o leftovers para compartilhar."
      Ela arrancou um, caf educado no AutoChef, ento pedao em. "Abastecimento de nata. Yum." Mastigao, ela verificou sua unidade de pulso, ento contado de volta de dez como ela cruzou para a porta. Peabody apressou para a entrada como Eve bate um.
      "Dallas! Eh! Eu somente era"
      Tomada outra mordida enorme, Eve fechou a porta em rosto doloroso do seu ajudante.
      "Isso estava realmente frio," Nadine comentou e fez o que ela podia tragar o risada.
      "Sim, mas diverso."
      "Agora que ns tivemos nossa diverso, eu preciso de uma atualizao no Wooton assassina, e um um-em-um. Teria sido mais fcil instalar isto se voc aborrecesse retornar para alguns de meus telefonemas."
      Eve sentada no canto da escrivaninha. "No pode fazer isto, Nadine."
      "Eu preciso verificar se existia, to espalhado, um pouco de tipo de comunicao partiu na cena de crime, e o contedo nisso. Tambm que progresso tem ou no foi feito desde"
      "Nadine, eu no posso."
      Destemido, Nadine se ajudou a caf, sentada em visita danificada da cadeira da Eve, cruzadas suas pernas. "O pblico tem um direito de conhecer, e eu, como representante de mdia, tenha uma responsabilidade "
      "Salve isto. Ns podemos ir pela dana, mas voc me trouxe estas rosquinhas boas e eu no querer desperdiar seu tempo." Dando Nadine um momento para guisado, Eve lambeu acar fora de seu dedo polegar. "Eu vou emitir uma divulgao da imprensa, d uma declarao, e voc ter isto junto com a outro mdia reps dentro da hora. Mas eu no posso dar a voc uma vantagem, ou concorde em um um-em-um. Eu preciso puxar de volta um pouco"
      Nadine estava acabado stewing e pronto para cortar para o caroo. "O que faz este caso diferente? Se existe ser um pouco de tipo de paralisao de mdia"
      "Pare. Troque fora de modo de reprter para um goddamn minuto. Voc  um amigo meu. Eu como voc, e alm de que eu penso que voc faz um bom trabalho, um responsvel."
      "Grande, multa, e direito atrs em voc, mas"
      "Eu no estou fechando voc. O fato , eu estou tratando voc como eu iria qualquer outro mdia rep."
      Exceto, Pensou Eve, para a rosquinha engolindo e conversa privada. "Minha propenso para mostrar o favoritismo em direo a que voc  uma das razes que voc era puxado no caso de Stevenson no ltimo ms."
      "Isso era"
      "Nadine." Estava a pacincia quieta em tom da Eveque algo raramente ouviuque teve Nadine baixando novamente. "Existiam reclamaes. E existe especulao do tipo que podia nos trazer ambos os pesar se eu no estrangular de volta no policial/reporter relao um pouco. Ento eu no posso alimentar voc este tempo. Eu preciso dos estrondos para acalmar antes de eu comear a ser conhecido como Furst  acariciar, ou voc que meu. Suficiente reprteres renem-se e comeam a chorarem infrao e favoritismo, no vai servir para qualquer um de ns."
      Nadine silvou por seus dentes. Ela ouviu as reclamaes, e a especulao, e teve j weathered algum ressentimento entre sua prprio grau e arquivo. "Voc  certo, e isto  um pisser. No significa que eu no perseguirei voc, Dallas."
      "Fique sem dizer."
      A luz da batalha brilhada em seus olhos novamente, e combinou o afiado pequeno sorriso. "Ou suborno seus homens."
      "Eu gosto de bolos de chocolate, especialmente aqueles com aqueles pedaos de chocolate neles."
      Nadine anotar o caf, levantou. "Escute, se voc precisar vazar algo, d a Quinton Postar um tentar. Ele  jovem ainda, mas ele  bom, e o trabalho importa para ele tanto, talvez at um pouco mais, que as avaliaes. Isso no durar," ela adicionou alegremente. "Mas voc poderia tambm o conseguir enquanto ele  fresco."
      "Eu manterei isto em mente."

       S, Eve refinada sua declarao oficial, ento correu isto por canais. Carting a padaria encaixota de volta no bullpen, ela soltou isto no AutoChef comunal.
      Todo movimento parou. O silncio caiu.
      "Peabody," ela disse no silncio profundo, "comigo."
      Ela apenas bateria a entrada quando a revolta de apressar ps e brado de vozes estouradas atrs dela.
      Polis e rosquinhas, ela pensou. Uma tradio bem honrado que quase trouxe uma lgrima sentimental para o olho.
      "Eu aposto existiam gelia-abastecimento. Eu aposto existiam," Peabody murmurou como eles muscled sobre um elevador.
      "Alguns deles tiveram aquelas coisas de chuvisco colorido pequeno em cima. Como confete de comestvel."
      Praa e mandbula robustas cambaleada do Peabody com emoo. "Tudo que eu tive tempo para esta manh era fatias de banana reconstitudo em um passado bagel."
      "Voc  quebrar meu corao." Em nvel de garagem, Eve passeada fora do elevador. "Primeiro do Carmichael pra. Ns estamos o pegando entre seu matutino aqua terapia e diariamente tratamento de pele."
      "Voc podia ter economizado mim um. Uma pequena rosquinha."
      "Eu podia ter," Eve concordou como eles subiram em seu veculo. "Eu podia ter feito isto. De fato . . ." Ela revolveu ao redor em seu bolso, retirou-se uma bolsa de evidncia. Dentro de era uma rosquinha de gelia. "Eu acredito em que eu fiz."
      "Para mim?" Jubiloso, Peabody pegou isto, cheirada pela bolsa. "Voc me salvou uma rosquinha. Voc  to bom para mim. Eu aceito em devoluo tudo que eu estava pensando quevoc sabe, como voc  um resfriado, egosta, rosquinha-hogging cadela e tudo aquilo. Obrigado, Dallas."
      "No mencione isto."
      "Eu realmente no devia comer isto entretanto." Peabody pegou seu lbio de parte inferior entre seus dentes, stroking a bolsa como Eve voltada fora da fenda. "Eu realmente no devia. Eu sou de regime. Eu acabei de precisar perder alguma da metragem de praa de meu traseiro, ento eu"
      "Oh, para causa do Cristo. Devolva isto."
      Mas quando Eve alcanada, Peabody bajulou de volta, bolsa de rosquinha embreada em seus peitos, rosto atarraxado nas linhas perigosas. "Meu."
      "Peabody, voc continua a ser uma fascinao para mim."
      "Obrigado." Lentamente, saboreando o momento, Peabody no lacrado a bolsa. "De qualquer maneira, eu mereo isto. Eu estou consumindo muita calorias que estudo para o exame dos detetives, e destacando sobre isto. A tenso absorve calorias gostarem de um vazio.  por isso que voc  to magra."
      "Eu no sou magra, eu no sou estressada."
      "Se voc conseguisse uma ona de excesso de gordura de corpo, eu comerei isto. Respeitosamente, senhor," Peabody adicionou com um bocado de rosquinha de gelia. "Mas eu realmente tenho batido os discos e os simuladores. McNab est me ajudando. Ele  dificilmente at sendo um otrio agora mesmo."
      Maravilhas de maravilhas."
      "Est surgindo realmente logo. Eu estava perguntando-se se voc pudesse dizer a mim onde voc pensa que minhas reas fracas so assim eu podia trabalhar neles."
      "Voc questiona voc mesmo. At quando seu intestino disser a voc que voc  certo, voc no confia isto suficiente. Voc tem bons instintos, mas voc tende a ter medo de ir com eles sem confirmao de um superior. Voc freqentemente questiona sua prpria competncia, e quando voc questionar seu, voc  interrogatrio meu."
      Ela olhou de relance acima de, unsurprised ver Peabody keying seus comentrios em seu caderno entre mordidas de rosquinha. "Voc est anotando isto."
      "Ajuda a ver isto, sabe. Ento fazer estas afirmaes no espelho. Eu sou um oficial confiante, competente da lei, e assim." Ela esvaziou um pouco. " s um mtodo."
      "Qualquer."
      Eve nosed em um espao estreito no meio-fio. "Deixe seja confiantemente e competentemente veja onde o Carmichael Smith era noite na frente de ltima."
      "Sim, senhor, mas eu tambm tenho que destacar e obcecar sobre ter comido aquela rosquinha de gelia. Isso livrar-se das calorias e at ele fora. Ser como eu nunca comi isto mesmo."
      "Ento voc poderia querer enxugar a gelia fora de seu lbio."
      Eve sada do carro, estudou o edifcio. Tinha sido, ela suposto, um edifcio de apartamentos de trs nveis pequeno uma vez. Agora ele era uma residncia nica em uma rua de Tony. Segurana privada novamente, duas entradas na frente. Pelo menos uma atrs, ela assumiu.
      No at agora de uma ruela em Bairro chins geograficamente, mas mundos longe em toda outra forma. Nenhum Lcs no passeio aqui, nenhum carros de deslizamento nos cantos. Manuteno alta e crime baixos.
      Ela circulou em torno do passeio e at a entrada principal no segundo nvel.
      Painel de segurana, palme prato, e um retnico esquadrinhe. Um homem muito cuidadoso. Ela se empenhou o painel e carranca na msica que subida rapidamente fora. Muitas cordas e teclam ao redor um macho cremoso verbaliza.
      "'Amor Ilumina o Mundo,'" Peabody identificou. " tipo de sua cano de assinatura."
      " pego mais calorias que sua rosquinha."
      BEM-VINDO, o computador disse em corts, fmea afina. NS ESPERAMOS que VOC esteja TER Um DIA MARAVILHOSO. POR FAVOR ESTADO SEU NOME E SEUS NEGCIOS.
      "Dallas, Tenente Eve." Ela ergueu seu distintivo para um esquadrinhar. "Policie negcios. Eu tenho um compromisso com Sr. Smith esta manh."
      UM MOMENTO, POR FAVOR . . . OBRIGADO, TENENTE. SR. Smith EST ESPERAR QUE VOC. VOC  PASSADO SEM TOCAR.
      Quase imediatamente a porta era aberta por uma escura-esfolada mulher em branco nevado. Existia mais msica aqui, quietamente gotejando sua doura no ar.
      "Bom dia. Obrigado por ser lembrete. Por favor entre, fique  vontade na rea viva. Carmichael ser direito com voc."
      Ela deslizou, Pensou Eve, como uma mulher em cilindros em vez de ps, como ela conduziu eles em um quarto grande com paredes loiras. Existia uma tela de humor comeando a estudar uma daquelas paredes, com uma imagem de um barco branco movendo em um mar azul to tranqilo quanto um prato de vidro. As almofadas de gel espesso eram espalhadas acima do cho em vez de moblia real, e todos estavam em pastis. As mesas eram longas e baixas, naquele tom loiro mesmo.
      Um gatinho branco penugento enrolado em uma das mesas, e piscou olhos de esmeralda em Eve.
      "Por favor relaxe. Eu deixarei Carmichael sabe que voc esteja aqui."
      Peabody subjugou e cutucou  uma das almofadas de cho. "Eu acho que voc afunde direito em e ele moldes para seu alvo." Experimentalmente, ela voltou atrs e bateu levemente um dar seu traseiro. "Isso podia estar envergonhando."
      "Aquela msica est fazendo minha dor de dentes." A Eve correu sua lngua ao redor eles, ento girados que Carmichael Smith fez sua entrada.
      Ele era alto, mais ou menos seis trs com um corpo bem afinado ele atualmente era exibir-se em um colete de fluido branco que deixou seu pecs e abs em exibio. Suas calas eram pretas e aquecidas, ento ele podia exibir seus outros atributos. Seu cabelo era dramaticamente listrado preto e branco, e vestido atrs em uma fila para deixar seu rostolargo, alto-boned, e estreitado para um queixo afiado, apontadounframed.
      Seus olhos eram chocolate fundo, derretidos marrom, sua pele a cor de luz de caf.
      "Ah, Tenente Dallas. Ou eu chamo voc Sra. Roarke?"
      A Eve ouviu sufocado do Peabody bufa, ignorou isto. "Voc me chama Tenente Dallas."
      "Claro, claro." Ele andou a passos largos em, colete fluindo, e tomou a mo que ela iria ainda para oferecer a ambos seus. " s que eu s fiz a conexo esta manh." Ele deu sua mo uma ntima apertar, ento girado seu charme em Peabody. "E quem voc poderia ser?"
      "Meu ajudante, Oficial Peabody. Eu tenho algumas perguntas, Sr. Smith."
      "Mais que feliz para responder eles." Ele tomou mo do Peabody como ele teve da Eve. "Por favor, por favor, se sente. Li est nos trazendo algum ch. Eu tenho uma mistura matutina especial para energia.  simplesmente fantstico. Chame-me Carmichael."
      Ele abaixou suavemente para uma almofada de pssego colorido e tomou o pequeno gato em seu colo. "L agora, Galanto, voc pensou que Papai esqueceu voc?"
      Ela no quis se sentar em uma das almofadas, nem fizeram ela querer permanecer permanecendo e acima dele. Ento ela se sentou na mesa.
      "Voc pode dizer a mim onde voc estava, cedo ontem de manh, entre meia-noite e trs A. M.?"
      Como o gato, ele piscou. "Bem, aqueles sons muito oficiais. Existe um pouco de problema?"
      "Sim, o assassinato de uma mulher em Bairro chins."
      "Eu no entendo. Tal energia negativa." Ele respirou fundo. "Ns tentamos manter um fluxo positivo nesta casa."
      "Sim, eu estou Jacie Wooton certo achou sendo fatiado em cima uma experincia negativa bonita. Voc pode verificar seu paradeiro, Sr. Smith?"
      "Li," ele disse como a mulher preta em corrente branca afluda. "Eu conheo qualquer um chamado Jacie Wooton?"
      "No."
      "Ns sabemos onde eu estava noite na frente de ltima, entre meia-noite e trs?"
      "Sim, claro." Ela despejou ch de ouro de plido de uma panela de plido azul em xcaras de plido azul. "Voc estava freqentando a festa de jantar hospedado pelo Rislings at dez. Voc escoltou Sra. Hubble casa, teve um nightcap com ela em seu apartamento, e retornado aqui por volta de meia-noite. Voc gastou vinte minutos em seu tanque de isolamento para eliminar qualquer negativity na frente de que se aposenta. Voc estava na cama por uma e trinta, e teve seu habitual acordou telefonema s oito a manh seguinte."
      "Obrigado." Ele levantou a chvena que ela fixou na mesa. " difcil para mim manter todos aqueles detalhes em minha cabea. Eu seria perdido sem Li."
      "Eu gostaria dos nomes e endereos das pessoas com que voc era, verificar esta informaes."
      "Eu estou me sentindo muito instabilizado sobre este."
      " rotineiro, Sr. Smith. Quando eu confirmar seu libi, eu posso partir."
      "Li fornecer voc com qualquer coisa que voc precisa." Ele fez um gesto com sua mo. " importante meu bem-estar, para meu trabalho, manter meus sentidos estimulados pelo positivo, por amor e por beleza."
      "Certo. Voc tem uma ordem de p de Whittier est em Londres para um certo tipo de papel. Sua ltima compra de era quatro meses atrs."
      "No. Eu nunca compra qualquer coisa. Eu no posso entrar em fazer compras, voc v. Meus fs so to entusisticos. Eu tenho coisas trazidas para dentro para mim, ou Li, ou um de meu pessoal entra nas lojas. Eu aprecio bom papel. Eu sinto  importante enviar notas pessoais, em bom jornal, para amigos ou aquela que fizeram um pouco de contribuio."
      "Nata-colorida, pesado-oito lao. No reciclado."
      "No reciclado?" Ele ducked sua cabea, sorrindo em sua xcara gosta de um menino pequeno pego com seu entregar o jarro de biscoito. "Eu tenho vergonha de dizer que eu ter usado algo assim. No muito verde de mim, mas seja jornal magnfico. Li, meu papel para escrever vem de Londres?"
      "Eu posso verificar."
      "Ela verificar."
      "Multa. Eu gostaria de uma amostra disto, tambm, se voc no se importar, e os nomes de quaisquer membros de pessoal que eram autorizados para fazer compras para voc em Londres."
      "Eu cuidarei disto." Li deslizou fora novamente.
      "Eu no entendo quase como meu papel para escrever podia interessar voc."
      "Existia uma nota, escrito naquele estilo de jornal, remanescer com o corpo."
      "Por favor." Ele ergueu ambas as mos, desenhando eles em cima seu prprio corpo como ele respirou em, empurrando eles externos  medida que ele exalou. "Eu no quero aquele tipo de imagem corrompendo meus sentidos.  por isso que eu escuto s para minha prpria msica. Eu nunca assisto os relatrios de mdia, com exceo de caractersticas especialmente selecionada em entretenimento ou sociedade. Existe escurido demais no mundo. Desespero demais."
      "Diga a mim sobre isto."
      Quando Eve partiu, ela teve uma amostra de seu papel para escrever, e os nomes de seu staffers em Londres.
      "Ele  misterioso," Peabody comentou. "Mas ele  construdo. E ele s no parece como o tipo que iria caa LCs."
      "Ele gosta de ter sexo de companheiro mltiplo, ocasionalmente com minors."
      "Oh." Peabody enrugou seu nariz como ela olhou de relance atrs em direo  casa. "Tantos para meus instintos em este aqui."
      "Talvez ele figura grupos de menor idade terem menos negativity, sexualmente falando, que qualquer cresceu mulher que podia escutar aquele defeca que ele toca e no corre gritando depois de cinco minutos."
      Ela entrou no carro, bateu a porta. "Se isso fedendo 'Amor Ilumina as varas do Mundo em minha cabea, eu estou voltando aqui e o batendo com um clube."
      "Agora isto  positivo," Peabody decidiu.
      
Captulo 5
      Sabendo a segurana no UNITED NATIONS era apertado, Eve decidiu evitar um possvel urinando partida com guardas e estacionados em uma segunda-rampa de rua de nvel em Primeira Avenida.
      O pequena transversal-quarteiro caminhada ajudaria livrar-se das rosquinhas.
      Eles ainda permitiram excursesque ela verificoumas eles eram stringently regulados com a ameaa de terrorismo sempre um thunderhead pronto para a tempestade. Mas naes ao longo do mundo, e o reconhecido fora de-faces de planeta, tido suas reunies e assemblias, seus votos e seus programas de trabalho, dentro do edifcio branco enorme que dominaram sua extenso de seis quarteires.
      As bandeiras quietas acenadas, um smbolo colorido, Eve suposta, de vontade do homem para reunir-se e conversar sobre os problemas de humanidade. E ocasionalmente faa algo sobre eles.
      At com seus nomes na lista das visitas, ela e Peabody foram por uma srie de postos de fiscalizao. Nos primeiros, eles renderam suas armas, um requisito que sempre fez Eve twitchy.
      Seus distintivos eram esquadrinhados, suas impresses digitais verificadas. A bolsa do Peabody era esquadrinhada, ento mo-procurada. Toda eletrnica, inclusive 'vnculos, PPCs, e communicators, foi tomado por anlise.
      Eles passaram por um detector de metal, um detector do dispositivo de incendirio, uma arma identifier, e um scanner de corpo, todos antes de ser passado sem tocars por nvel de entrada.
      "Certa," Eve declarada. "Talvez eles precisam ser cuidadosos, mas eu estou desenhando a linha em uma procura de cavidade."
      "Alguns destes nveis de segurana eram adicionados depois do incidente de Cassandra." Peabody andou com Eve e um uniformed guarda em um elevador  prova de bombas.
      "Da prxima vez ns precisamos conversar com Renquist, ele vem para ns."
      Eles eram escoltados fora do elevador e diretamente para outro posto de fiscalizao onde eles eram esquadrinhados, analisou, e verificaram novamente.
      Eles eram passados do guarda at uma ajudante que era exrcito de igualmente em porte. A retina do ajudante esquadrinha e verbaliza comando destrancado uma porta de bomba. Por isto, eles moveram de segurana paranicos at diariamente negcios.
      Era uma colmia de escritrios, mas uma muito grande colmia com muito cmaras de eficiente. Aqui, os zanges de nvel alto vestiram ternos conservadores e headsets, com saltos de sapatos que clicados vivamente em chos ladrilhados. As janelas eram triplo-fechado hermeticamente e equipado com areos-trfico detectores que iria estrondo abaixo protees de choque em qualquer ameaa. Mas eles admitem a luz e uma viso decente do rio.
      Um homem alto, magro em no aliviado cinza movimentado a cabea no ajudante, sorrida em Eve.
      "Tenente Dallas, eu sou Thomas Newkirk, assistente pessoal para Sr. Renquist. Eu escoltarei voc daqui."
      "Alguma segurana voc tem aqui, Sr. Newkirk." Ela mquinas fotogrficas e sensores de movimento manchados ao longo do corredor. Olhos e orelhas em todos lugares, ela pensou. Quem podia trabalhar aquele modo?
      Ele seguido o caminho dela olha. "Voc pra de notar. S um preo para ser pago por segurana e liberdade."
      "Uh-huh." Ele teve um rosto de praa, uma mandbula to afiada e diretamente poderia ter sido fatiado fora com uma espada. Muito plido, olhos muito frescos azuis e uma aparncia corada debaixo de cabelo pequeno, cerdoso arenoso.
      Ele caminhou muito ergue, com um passo largo propositado, seus braos diretamente em seus lados.
      "Voc antigo exrcito?"
      "Capito, RAF. Sr. Renquist tem vrios antigo exrcito em pessoal." Ele usou um carto chave para acessar outra porta, apartamento do e Renquist de escritrios.
      "S um momento, por favor."
      Enquanto ela esperou, Eve estudou a rea. Outra coutada de quartos, mais separados por painis de vidro de forma que o staffers era exposto para um ao outro, e as mquinas fotogrficas. No pareceu aborrecer eles como eles trabalharam longe em teclados ou headsets.
      Ela olhou de relance na direo Newkirk tomou e viu que terminou em uma porta fechada com nome do Renquist nisto.
      Abriu, e Newkirk saiu novamente. "Sr. Renquist ver voc agora, Tenente."
      Era muita formao para um homem ordinrio, que foi sua primeira impresso de Renquist. Ele permaneceu atrs de uma escrivaninha longa, escura que poderia ter sido madeira, poderia ter sido velha, com uma viso de Rio do Leste em suas costas.
      Ele era alto, com o tipo de construo que disse a ela que ele usou uma sade centrar regularmente ou pagou bom dinheiro para um escultor de corpo. Ela tambm figurou sua construo era perdida no terno cinza enfadonho, entretanto o terno provavelmente o custou um grande negcio.
      Ele era atraente suficiente, se voc fosse para o tipo polido e distinto. Ele era justo-esfolado, feira-cabeluda com um nariz proeminente e uma fronte larga.
      Seus olhos, uma espcie de fuliginosos cinzas, eram sua melhor caracterstica, e encontrou sua diretamente.
      Sua voz era cortada, e oh-to-britnica ela esperou bolosqualquer que seja o inferno eles erampara vir para estalando fora de sua boca junto com as palavras.
      "Tenente Dallas, eu estou muito contente para encontrar voc. Eu li e ouvi bastante sobre voc j." Ele resistiu uma mo, e ela era oferecida a uma firma, seca, sacudida do poltico. "Eu acredito em que ns nos encontramos uma vez, algum tempo atrs, em uma funo de caridade."
      "Ento eu sou informado."
      "Por favor sente-se." Ele gesticulou, e sentado atrs de sua escrivaninha. "Diga a mim o que eu posso fazer para voc."
      Ela se sentou em uma cadeira de pano robusto. Nem um confortvel, ela notou. Homem ocupado, no pode ter pessoas sentando ao redor em seu escritrio comeando a estudar demais de seu tempo.
      Sua escrivaninha era outra colmia de indstria. Os dados e sistema de comunicao com a tela maldita em ala, uma pilha pequena de discos, outra pilha de jornal, o segundo 'vnculo. Entre o trabalho era um dueto de fotografias emolduradas. Ela podia ver uma fatia de rosto e cabelo ondulado da menina jovemambas as feira como do seu paie assumiu o outro tiro seria de sua esposa.
      Ela soube suficiente sobre a poltica e protocolo para pelo menos comeou tocando o jogo. "Eu gostaria de obrigado, por eu mesmo e em nome do NYPSD para sua cooperao. Eu sei que voc esteja extremamente ocupado e aprecie voc tomando o tempo para falar comigo."
      "Eu acredito fortemente em ajudar os citaes locais, onde quer que eu sou. O UNITED NATIONS , em um nvel elementar, a polcia do mundo fora. De um modo, ns em somos a mesma profisso, voc e eu. Como poder eu ajudar voc?"
      "Uma mulher chamado Jacie Wooton era assassinado a noite na frente de ltima. Eu sou o investigador primrio."
      "Sim, eu ouvi falar da matana." Ele se debruou de volta, mas suas sobrancelhas abaixadas. "Um companheiro licenciado, no distrito de Bairro chins."
      "Sim, senhor. No curso de minha investigao, eu tive razo para pesquisa e localizei uma certa marca de papel. Voc comprou esta marca de papel para escrever seis semanas atrs em Londres."
      "Eu estava em Londres este vero por alguns dias, e fizeram, realmente, compre papel. Vrios tipos diferentes, como eu recordo. Algum para uso pessoal, alguns para presentes. Eu sou para entender que esta compra me faa um suspeito nesta morte da mulher?"
      Ele era fresco, ela pensou. Mais intrigado que se preocupou ou aborrecido. E, se ela no estivesse entendendo mal aquela curva de lnguido de boca, ele estava um pouco divertia. "Em ordem para expedito minha investigao, eu preciso verificar todos os nomes de compradores, e verifiquem seu paradeiro na noite em questo."
      "Entendo. Tenente, eu posso assumir esta linha da investigao  segura e discreta? Tendo meu nome ligado, porm livremente, com um companheiro licenciado e um assassinato gerariam ateno de mdia no desejada considervel em eu mesmo, em Delegado Evans."
      "O nome no ser tornado pblico."
      "Certo. Noite na frente de ltima?"
      "Entre meia-noite e trs."
      Ele no agarrou seu livro, mas ao invs steepled seus dedos, Eve Assistida acima das pontas. "Minha esposa e eu freqentamos o teatro. Uma produo de Seis Semanas por Canteiro de William, um dramaturgo britnico. Em Lincoln Centra. Ns estvamos na companhia de dois outros pares, deixou o teatro em aproximadamente onze, ento teve um bebida ps-teatro em do Renoir. Eu acredito em que ns deixamos l, minha esposa e eu, ao redor meia-noite. Ns estaramos em casa por doze e trinta. Minha esposa foi para a cama, e eu trabalhei em meu escritrio de casa para talvez uma hora. Poderia ter estado um pouco mais longo. Hbito seguinte, eu teria assistido mais ou menos trinta minutos de notcias, ento aposentada pela noite."
      "Voc viu ou falou com qualquer um depois que sua esposa foi para a cama?"
      "Eu tenho medo que eu no fiz. Eu posso s dizer a voc que eu estava em casa, tendendo a meu trabalho quando este assassinato aconteceu. Eu sou confuso como comprando este jornal me conecta a esta mulher, ou sua morte."
      "Seu assassino escreveu uma nota naquele papel."
      "Uma nota." Sobrancelhas erguidas do agora Renquist. "Bem. Isso era bastante arrogante dele, no era?"
      "Ele no  realmente coberto pelo tempo do assassinato qualquer um," Peabody assinalou como eles caminharam de volta para o carro.
      "Isto  o problema quando algum comprar isto s dois de manh. A maior parte dos suspeitos vo reivindicar que eles estavam em casa, por ingenuidade dobradas em suas prprias camas. Eles conseguiram sua prpria segurana, ou um modo ao redor hotel ou segurana de apartamento,  duro para chamar eles mentiroso de um feder."
      "Voc pensa que ele est mentiroso de um feder?"
      " cedo ainda."

       Ela perseguir Elliot Hawthorne no dcimo primeiro buraco de um clube privado em Ilha Longa. Ele era um homem robusto, duro, com um choque de cabelo branco tremulando ao redor debaixo de um bon bronzeado, combinou pelo bigode branco luxuoso que partir seu rosto bronzeado. Existiam linhas marcadas ao redor sua boca, abanou fora de seus olhos, mas os olhos eles mesmos eram afiados e claros que ele dirigiu a bola fora da baliza.
      Ele passou pelo motorista de volta para seu caddy, pulado em um carro branco pequeno, ento sinalizada para Eve juntar-se ele. "Converse rpido" era tudo que ele disse como ele enviou o carro fechando com fecho adiante.
      Ela fez, dando a ele os detalhes como Peabody e o caddy seguido a p.
      "Prostituta morta, imagine papel para escrever." Ele deu um pouco grunhido como ele parou o carro. "Caminho de prostitutas usadas de vez em quando, nunca mantidos de seus nomes." Ele saltou fora, circulada sua bola, estudou a cano. "Conseguiu uma esposa jovem, no precise de prostitutas agora. No lembre do jornal. Voc conseguiu uma esposa jovem, voc compra todos os tipos de inteis cagam. Londres?"
      "Sim."
      "Agosto. Londres, Paris, Milan. Eu ainda consegui meus dedos em alguns negcios, e ela gosta de fazer compras. Se voc disser que eu comprei o jornal, eu comprei o jornal. Ento o que?"
      " amarrado ao assassinato. Se voc pudesse dizer a mim onde voc estava entre meia-noite e trs, noite na frente de ltima"
      Ele alarga um latido de riso, permanecido de onde ele abaixou pela bola e deu sua sua ateno cheia. "Senhora jovem, eu sou mais de setenta. Eu sou ajustado, mas eu preciso de meu sono. Eu toco dezoito buracos toda manh, e antes de eu fazer, eu tenho um bom caf da manh, leia o jornal, e verifique a linhagem reporta. Eu estou em cima toda manh s sete. Eu estou na cama toda noite por onze a menos que minha esposa me prolonga para um pouco de shindig. A noite na frente de ltima eu estar na cama por onze, e depois de fazer amor para minha esposaum processo que no toma desde que uma vez fezeu estar adormecido. No pode provar isto, claro."
      Ele a escovou de volta, girado para o caddy. "Gimme o sete ferro, Tony."
      Ela assistiu ele fixar, viso, ento beijoca a bola em um bonito arco. Saltou no verde e rolado para dentro mais ou menos cinco ps da xcara.
      De sorriso largo do Hawthorne, ela assumiu era um bom tiro.
      "Eu gostaria de falar com sua esposa."
      Ele encolheu os ombros, deu o clube de volta para o caddy. "V em frente. Ela  acima de nos tribunais. Conseguiu uma lio de tnis hoje."

       Darla Hawthorne estava danando ao redor em um tribunal sombreado em um doce-rosa romper com um flippy saia. Ela estava fazendo mais danando que real conectando com a bola, mas ela olhou condenou bom fazendo isso. Ela era construda como sonho molhado do adolescente, muitos suave, jiggling peito apenas contido, e pernas longas, longa exibida-se pela pequena saia e sapatos de comparao rosas.
      Ela era to bronzeado de uniformemente, ela poderia ter sido pintada.
      Seu cabelo, que deve ter batido sua cintura quando desenfreada, era amarrada de volta em um cor-de-rosa de tira, natche escavou pelo buraco em sua pequena viseira rosa. Balanou felizmente de um lado para outro como ela cabriolou acima do tribunal e faltou a bola amarelo claro.
      Quando ela curvou acima de recuperar isto, Eve era oferecida  viso de seu alvo em forma de corao em apertado, alta-cortada calcinha debaixo da saia.
      Seu instrutor, um hunky sujeito com muitos cabelo listrado e dentes brancos, gritada direo e encorajamento.
       um ponto, ele veio depois de permanecer atrs dela, aninhando suas costas contra ele como ele ajustou seu balano. Ela mandou a ele um grande, pestana-tremulando sorriso acima de seu ombro.
      "Sra. Hawthorne?" Antes das bolas poderem comear a voar novamente, Eve andada sobre o tribunal.
      Sujeito de tnis imediatamente apressado adiante. "Botas! Voc no pode caminhar nesta superfcie sem o traje de p adequado."
      "Eu no estou aqui para bolas de golpe." Ela levantou seu distintivo. "Eu preciso de um momento com Sra. Hawthorne."
      "Bem, voc tem que tomar aqueles, ou insistam nas linhas secundrias. Ns temos regras."
      "O que  o problema, Meada?"
      "Existe um policewoman aqui, Sra. H."
      "Oh." Darla mordeu seu lbio, e batendo levemente seu corao subjugado para o fim do lquido. "Se isto  sobre aquele ingresso de velocidade, eu vou pagar isto. Eu somente"
      "Eu no sou Trfico. Eu posso ter um minuto?"
      "Oh, certo. Meada, eu podia usar uma fratura de qualquer maneira. Conseguindo todo suado." Ela caminhou, com muito quadril de balano, para um banco, abriu uma bolsa rosa e tirou uma garrafa de desenhista rega.
      "Voc podia dizer a mim onde voc estava noite na frente de ltima? Entre meia-noite e trs."
      "O que?" Em baixo do brilho em seu rosto oval perfeito, Darla empalideceu. "Por que?"
      " s uma rotina pra em um assunto que eu estou investigando."
      "Doura sabe que eu estava em casa." Seus olhos, sereia-verde, comearam a nadar. "Eu no sei por que ele teria voc me investigando."
      "Eu no estou investigando voc, Sra. Hawthorne."
      A meada subjugou, dada ela uma toalha pequena. "Algum problema, Sra. H?"
      "Nenhum problema aqui, v dobrar seus msculos em algum lugar outro." Despedindo ele, Eve sentada ao lado de Darla. "Meia-noite e trs, noite na frente de ltima."
      "Eu estava em casa na cama." Ela atirou Eve um olhar desafiante agora. "Com Doura. Onde outro que eu estaria?"
      Boa pergunta, Pensou Eve.
      Ela perguntou sobre o papel para escrever, mas Darla encolheu os ombros isto. Sim, eles tm estado na Europa em agosto, e ela comprou muitas coisas. Por que no devia ela? Como ela deveria lembrar tudo que ela comprou ou aquela Doura comprou para ela?
      Dallas circulou ao redor para outros poucos minutos, ento permaneceram assim Darla podia caminhar de volta, e  confortada por Meada. Ele atirou Eve um olhar srdido na frente de principal seu aluno em direo a que Eve assumiu era a sede.
      "Interessante," Eve declarada em voz alta. "Parea com nossa Darla estava fora, praticando em bolas da Meada durante a pelo menos parte do tempo em questo."
      "Definitivamente conseguindo mais que instruo em seu backswing," Peabody concordou. "Doura pobre."
      "Se Doura conhece sua esposa est tocando jogo com seu tnis profissional, ele podia ter usado o tempo que ela estava fora puxar sua raquete para chegar o centro da cidade, faa Wooton. Voc conseguiu uma esposa est correndo transversal-tribunal em voc, urina voc. Ento voc no s mata uma prostitutae o que  sua esposa jovem, infiel mas uma prostitutamas voc usa o enganar cadela como seu libi. Jogo, fixe, partida. Muito limpo."
      "Sim, e eu gostei de suas metforas de tnis, tambm."
      "Ns fazemos o que ns podemos. De qualquer maneira,  uma teoria. Vamos ir ver o que mais ns podemos descobrir em Hawthorne."

       Ele foi casado trs vezes, como Roarke declarou, com cada cnjuge sucessivo mais jovem que o preceder um. Ele tem divorciado ambos antigo Sra. Hawthornes, e beliscou eles fora com o pacote financeiro possvel mais baixo, como organizado por um acordo pr-marital. Um ferro-vestido dos resultados, Eve meditada.
      O homem no era nenhum bobo.
      Um homem to cuidadoso e sagaz seria inconsciente para atividades da sua esposa atuais?
      Ele no teve nenhum antecedente penal, entretanto ele foi processado vrios tempos em tribunal civil para negcios financeiros vrios. Uns rpidos esquadrinhe disse seu a maior parte deles eram ternos de incmodo, trazidos por investidores infelizes e azarados.
      Ele possuiu quatro casas, e seis veculos, inclusive um iate, e era associados com caridades numerosas. Suas reportadas no valor de estava s abaixo de um bilho.
      Golfe, de acordo com os vrios artigos de mdia e caractersticas ela esquadrinhou por, parecido ser seu deus.
      Todo nome em sua lista teve um libi confirmado por um cnjuge ou companheiro ou empregado. Que significou nenhum deles segurou muito peso.
      Sentando de volta, Eve escorou seus ps em sua escrivaninha, fechados seus olhos, e aceitaram se em devoluo na ruela de Bairro chins.
      Ela entra  frente dele. Ela leva o John. Seus ps machucam. Ela pegou um joanete. Os sapatos so matana ela. Duas de manh. Quentes, abafados. No muitos negcios hoje  noite. S duzentos em sua bolsa de dinheiro.
      D seu quatro, talvez cinco Johns neste circuito, dependendo o que eles procurados.
      Estado no jogo muito tempo, sabe conseguir o pagamento em cima-frente. Ele aceitou em devoluo isto, ou ele no deu sua uma chance de tomar isto? Nenhuma chance, ela decidiu. Ele quereria mover rpido. Giros ela ao redor. Queira seu revestimento a parede.
      Ele a toca? Corra seu d seu peito, seu traseiro, slide isto acima de sua virilha?
      No, nenhum tempo isto. No interessado nisto. Especialmente depois das erupes de sangue fora em suas mos.
      Sangue morno.  disso que o conseguiu fora de.
      Contra a parede. Arraste ela voltar pelo cabelo. Mo esquerda. Fatie o escalpelo acima de sua garganta com o direito. Remanescer para direito, caminho descendente leve.
      Erupes de sangue, salpicos na parede, salpicos atrs em seu rosto, seu corpo, suas mos.
      Ela  viva por alguns segundos, s alguns, segundos chocados quando ela no puder gritar, e seu corpo empurra um pouco  medida que morre.
      Cano ela abaixo, encabece em direo  parede oposta. Saia suas ferramentas.
      Uma luz, um pouco de tipo de luz. No pode fazer aquele tipo de preciso trabalha na escurido. Escalpelo de laser, use a luz do escalpelo de laser para guiar o modo.
      Ponha o que voc veio por em uma bolsa de prova de vazamento, limpe suas mos. Mude sua camisa ou tire que voc estava vestindo acima disto. Tudo em uma bolsa ou caso agora. Verifique voc mesmo, tenha certeza que voc legar pela rua.
      Tire a nota. Sorria nisto, divirta voc mesmo. Coloque ele cuidadosamente no corpo.
      Saia da ruela. Quinze minutos, talvez. No mais do que quinze, e voc est indo embora. Levando seu prmio atrs para seu carro. Excitado, mas controlado. Precise dirigir cuidadosamente. No pode arriscar uma rotina parar quando voc cheirar da morte e ter aquela parte dela com voc.
      Atrs casa. Reajuste segurana. Chuveiro. D fim a suas roupas.
      Voc fez isto. Voc imitou um dos grandes assassinos da idade moderna, e ningum  o mais sbio.
      Ela abriu seus olhos, olhado fixamente no teto. Se ele fosse um de seus cinco candidatos atuais, ele teria que dar fim  parte do corpo tambm, ou tenha um lugar muito seguro para manter isto como uma recordao.
      Um regular domstico recycler lidaria com aquele tipo de coisa, ou voc precisaria de algo que lidou com desperdcio mdico? Ela tem precisa verificar nisto.
      Educando um mapa na tela, ela calculou tempo e distncia do local de assassinato at cada um das residncias dos suspeitos. Dando quinze minutos na ruela, o tempo para caar a vtimaprovvel scoped fora em um certo ponto anteriormentelimpar, dirija para casa. Alguns deles podiam ter feitos o trabalho em abaixo de duas horas.
      Endireitando em cima, ela comeou a digitar em cima um relatrio, pulando inspirao atingiria. Quando ele no fez, ela l do incio ao fim os fatos, terminou isto, e arquivou isto.
      Ela gastou outro saber de hora sobre recyclers e a disponibilidade de escalpelos de laser. E decidiu voltar para a cena.
      A rua fez uns negcios decentes durante o dia. Uns tribunais, um storefront eatery, um mercado, e uma troca de dinheiro era os negcios mais ntimos para a ruela.
      S os bares tinham estado abertos depois de meia-noite, e eles dois estavam nos fins longes do quarteiro. Entretanto o bairro j tinha sido investigado, ela balanou por cada lugar novamente, correndo a rotina, fazendo as perguntas, saindo vazio.
      Ela acabou de p na boca da ruela novamente com o policial de batida, a segurana de bairro andride, e Peabody.
      "Como eu disse," o policial chamado Henley disse a ela, "eu a soube, o modo que voc sabe o LCs local. Ela nunca causou qualquer dificuldade. Tecnicamente, eles no deveriam usar a ruela ou qualquer acesso pblico para trabalhar, mas a maior parte deles fazem. Ns roust eles de vez em quando para isto."
      "Ela j reclama sobre algum John ficando spero ou a discutindo?"
      "No teria." Henley agitou sua cabea. "Ela me evitou, e o andride. D-me um pouco aceno com a cabea se ns passssemos por um ao outro em patrulha, mas ela no era o amigvel tipo. Ns temos algum material spero neste setorjohns e janeiros slapping um LC ao redor. Voc conseguiu alguns lastima sendo bem sucedido assalto eles, e s vezes eles acenam um adesivo ao redor. Tido um pouco de usa eles, mas no gostem disto. Nunca tido qualquer coisa como isto."
      "Eu quero uma cpia de quaisquer relatrios onde eles usaram um adesivo, qualquer tipo de lmina."
      "Eu posso conseguir aquele para voc, Tenente," o andride disse a ela. "A que distncia cobre que voc quer ir?"
      "D-me um ano cheio. Mantenha isto para ataques em mulheres, com LCs a prioridade. Talvez ele praticou primeiro."
      "Sim, senhor. Onde eu devia transmitir?"
      "Envie isto para mim em Central. Henley, onde est o lugar mais seguro para estacionar nesta rea? Rua ou subterrneo, no um lote de superfcie ou porto."
      "Bem, voc quer crime quieto, mais baixo, provavelmente voc iria para oeste, talvez Lafayette. Voc quer ocupado, ento existe demais continuando para qualquer um para baguna com seu passeio, voc podia caminhar isto em cima o outro lado de Canal, em Pequena Itlia. Os restaurantes ficam aberto tarde."
      "Certos, ns vamos tentar isto. Um de voc tira daqui para Lafayette, o outro cabea para o norte. Pea a residentes, comerciantes que poderiam ter estados ao redor naquele tempo da noite, se eles notassem um sujeito s levando uma bolsa. Algum tipo de bolsa, boa-de tamanha. Ele teria movido junto bonito rpido, nenhum meandering, e indo para um carro. Converse com o LCs," ela adicionou. "Um deles podem ter tentado o apressar e foi rejeitado sumariamente."
      "Tiro longo, senhor," Peabody disse quando eles dividiram fora de novamente.
      "Algum o viu. Eles no sabem isto, mas eles o viram. Ns ficamos sortudos, corrida algumas memrias." Ela insistiu na calada, assando no calor como ela esquadrinhou a rua.
      "Ns vamos ter que ver quanto ns podemos estirar o fazer previso para segurana e vigilncia adicionada para uma milha de praa ao redor esta cena. Ele pegar para a milha, pegue para a escritura. E ele tocou muito bem para ele a primeira vezque ele no vai querer esperar muito tempo antes de ato dois."
      
Captulo 6
      Era uma reunio difcil para ele tomar. Teve que ser feito, e Roarke podia s esperar que algum do peso ele estava levando no bsico de seu crnio ergueria uma vez que estava terminado.
      Ele adiou isto muito tempo j, e isso no era como ele. Ento novamente, ele no sentiu completamente como ele mesmo desde que ele encontrou Moira O 'Bannion, e ela disse a ele seu conto.
      Histria da sua me.
      Vida, ele pensou, como ele desviou a vista da parede de janela larga de seu midtown escritrio, podia tirar um grande pedao de seu traseiro quando voc estava menos preparado para isto.
      Era depois de cinco j, e sua contagem de tempo tinha sido deliberada. Ele quis se enfrentar com Moira no fim do dia, de forma que no existia nenhum negcios para ser posteriormente feito. De forma que ele podia ir para casa e tentar trocar isso tudo de lado com uma noite fora com sua esposa.
      Seu interoffice 'vnculo buzinado, e o condene, ele quase sacudiu.
      "Sim, Caro."
      "Sra. O 'Bannion est aqui."
      "Obrigado. Traga ela de volta."
      Ele assistiu o trfico, ar e cu, e pensaram  toa que a viagem para casa seria um pouco de uma cadela agora mesmo. Os bondes de comutador j eram carregados, e de seu poleiro altos ele podia ver dzias de rostos cansados, irritveis empacotados juntos como remadores em um navio negreiro para a jornada quente casa.
      Na rua abaixo, nibus eram chugging, txis permanecendo como um rio entupido, e os passeios e deslizamentos das pessoas eram mobbed.
      A Eve descia l em algum lugar, ele esperou. Nenhuma dvida tendo um aborrecido pensado no prospecto de ter vestir-se bem e socializar depois de um dia de perseguir um assassino.
      Mais que provvel, ela apressaria em, agitou, com minutos de sobra e lutar fazer aquela transio estranha de policial at esposa. Ele duvidou que ela teve qualquer idia como excitou e encantou ele para ver ela fazer aquela mudana escorregadia.
      No golpe em sua porta, ele girou. "Sim."
      Seu admin a trouxe , de forma que ele achou que ele mesmo divertiu, para um momento,  vista de dois limpo, apare, mulheres bem vestido de uma certa idade que anda em seu escritrio.
      "Obrigado, Caro. Sra. O 'Bannion, obrigado por vir. Voc no sentar-se? Voc gostaria de qualquer coisa? Caf? Ch?"
      "No. Obrigado."
      Ele tomou sua mo, sentida sua treme ligeiramente como ele agitou isto. Ele gesticulou para uma cadeira, sabendo que sua maneira era lisa, praticou, fresca. Ele no podia ajudar bastante isto.
      "Eu aprecio voc fazendo o tempo para mim," ele comeou, "especialmente to tarde no dia."
      "No  um problema."
      Ele podia ver ela assistindo seu escritrioo espao disto, o estilo. A arte, a moblia, o equipamento, as coisas ele podia cercar ele mesmo.
      Precisado cercar ele mesmo.
      "Eu pensei vir para Dochas, mas ele aconteceu para mim que tendo um homem em torno do abrigo muito freqentemente pode fazer algumas das mulheres, as crianas, nervoso."
      "Serve para que eles esteja ao redor homens. Os homens que tratam eles como as pessoas e desejam eles nenhum dano." Ela dobrou ela entrega seu colo, e entretanto ela encontrou seus olhos levelly, ele podia quase ouvir a batida rpida de seu corao. "A parte de quebrar o ciclo de abuso est superando medo, e restabelecendo auto-estima e relaes normais."
      "Eu no discutiria isto, mas eu pergunto-mese Siobhan Brody teve mais medo, ela teria sobrevivido? Eu no sei justamente o que dizer para voc," ele continuou antes dela poder falar. "Ou justamente como dizer isto. Eu pensei que eu fiz. Primeiro, eu quero me desculpar por tomar to longo para encontrar com voc novamente."
      "Eu tenho esperado para ser despedido." Como seu, sua voz levou a Irlanda nisto, em wisps e sussurros. " por isso que voc me trouxe aqui hoje?"
      "No , no. Eu sinto muito, eu devia ter percebido voc estaria preocupado depois que o modo que eu deixei coisas. Eu estava bravo e . . . distrado." Ele deu um risada pequeno e teve que parar ele mesmo de ajuntar uma mo por seu cabelo. Nervos, ele pensou. Bem, ela no era a nica lidando com eles. "Isto  uma maneira para pr isto."
      "Voc estava furioso, e pronto para inicializar mim fora em meu traseiro."
      "Eu era. Eu disse a eu mesmo que voc estava deitando." Seus olhos ficados em suas, nvel e srio. "Tido que ser. Tido que ser um pouco de ngulo l para que voc dizendo a mim esta menina que voc conheceu de volta em Dublin era minha me. Era contador para tudo que eu soube, acreditou, minha vida inteira, voc v."
      "Sim. Eu vejo isto."
      "Existe outros, de vez em quando, que tenham wormed seu caminho para mim com um pouco de histria de uma relao. Tio, irmo, irm, o que tem voc. Facilmente refutou, ignorou, lidado com."
      "O que eu disse que voc no era uma histria, Roarke, mas verdade do Deus."
      "Aye, bem." Ele olhou abaixo em suas mos e soube em sua formaa largura da palma, o comprimento de dedoseles eram mos do seu pai. "Eu soube isto, em algum lugar na barriga, eu soube isto. Fez isto pior. Quase insuportvel realmente."
      Ele olhou em cima novamente, encontrados seus olhos novamente. "Voc tem um direito de saber que eu verifiquei em voc, profundamente."
      "Eu esperei que voc iria."
      "E eu verifiquei nela. Em eu mesmo. Eu nunca faria muito antes de, no cuidadosamente."
      "Eu no entendo isto. Eu no teria dito a voc o modo que eu fiz se eu no pensasse que voc saberia algum disto. Um homem como voc saberia qualquer que ele precisou conhecer."
      "Era um ponto de orgulho para mim que no importei. No importaria, particularmente quando eu acreditei em que minha me era Meg Roarke e eu ramos como contente por ver o de volta dela como ela era de mim."
      Moira alarga uma respirao longa. "Eu no disse no para caf na frente de porque minhas mos estavam agitando. Eu pergunto-me se eu poderia aborrecer voc para algum afinal."
      "Claro." Ele ergueu-se e subjugou abrir um painel na parede. Dentro de era um completamente equipado minikitchen. Quando ela riu, ele girou no ato de caf de programao.
      "Eu nunca vi o gostar deste escritrio. To elegante. Meus ps quase afundaram para os tornozelos no tapete. Voc  jovem para ter tanto."
      O sorriso ele mandou a ela era mais horrenda que divertida. "Eu comecei cedo."
      "Ento voc fez. Meu estmago est ainda saltando." Ela apertou uma mo para isto. "Eu estava certo que voc esteve trazendo para dentro-me para me despedir, talvez para ameaar ao legal de um pouco de tipo. Eu no conheci como eu iria dizer minha famlia, ou os convidados em Dochas. Eu odiei pensar que eu teria que partir. Eu fui preso."
      "Como eu disse, eu verifiquei em voc. Eles so sortudos para ter voc no abrigo. Como voc gostaria de seu caf?"
      "Bastante nata, se voc no se importar. Isto inteiro est construindo seu, ento?"
      "."
      " como uma grande lana preta, poderosa e elegante. Obrigado." Ela aceitou o caf e tomou o primeiro gole. Seus olhos alargados, ento estreitados que ela cheirou o contedo da xcara. "Isto  caf real?"
      E aquele peso no bsico de seu crnio desaparecido com um risada rpido, apreciativo. Ido, afinal. ", sim. Eu mandarei a voc algum. A primeira vez que eu encontrei minha esposa, eu dei seu caf e ela teve uma reao semelhante. Eu mandei a ela alguma tambm. Poderia ser por que ela casou-se comigo."
      "Eu duvido isto muito." Ela manteve ela olhar afiana em seu agora. "Sua me est morta, e ele a matou, no ? Patrick Roarke a assassinou, como eu sempre acreditei."
      "Sim. Eu fui para Dublin e verifiquei isto."
      "Voc dir a mim como?"
      Bata ela para a morte, ele pensou. Bata seu sangrento e morto, com as mos tantas como minhas prprias. Ento lanou seu longe no rio. Jogou fora a menina morta pobre que o amou suficiente para dar a ele um filho.
      "No, eu no irei. S que eu perseguir um homem que tem sido com ele naqueles dias, e quem souberam disto. Soube ela e o que aconteceu."
      "Se s eu tive mais experincia e menos arrogncia . . ." Moira comeou.
      "No teria importado. Se ela ficasse no abrigo em Dublin, ou voltar para sua famlia em Clare, ou corra. Desde que ela me levasse, no teria importado. Por qualquer razo, orgulho, meanness, sangrento-mindedness, ele me quis."
      O conhecimento de que o assombraria para todos os seus dias. Talvez era significado. "E ele teria a achado."
      "Isto  a coisa mais amvel que voc podia dizer para mim," ela murmurou.
      " verdade justa." E ele precisou ficar passado ele como melhor ele podia. "Eu fui para Clare. Eu vi sua famlia. Minha famlia."
      "No ?" Ela alcanou, deitou uma mo em seu brao. "Oh, eu estou to contente. Eu estou to contente isto."
      "Eles eram . . . extraordinrios. Gmeo da minha me, Sinead, ela abriu sua casa para mim. S assim."
      "Bem, Povos de Municpio do oeste, eles so sabidos para sua hospitalidade, no ?"
      "Eu estou ainda confundido, e agradecido. Eu sou agradecido para voc, Sra. O 'Bannion, para dizer a mim. Eu quis que voc soubesse isto."
      "Ela teria estado contente, voc no pensa? No s que voc sabe, mas que voc tomou estes passos. Eu penso que ela estaria muito contente." Ela economizar seu caf, aberta sua bolsa. "Voc no tomou isto quando voc estava em meu escritrio antes. Voc ter isto agora?"
      Ele tomou a fotografia de uma mulher jovem com cabelo e olhos vermelhos verdes bonitos segurando o escuro-cabeludo pequeno menino. "Obrigado. Eu iria muito gostar de ter isto."

       Um sujeito em um terno branco cantou sobre amor estando quieto e enganador. A Eve sorveu champanha e teve que concordar. Pelo menos sobre a parte enganadora. Por que outra que ela estava lutando levar sua mente fora de assassinato e fingindo fazer algo mais que ocupando espao em um salo de baile de Filadlfia?
      Deus conheceu amore ela chutaria traseiro mais tarde do Roarke para deserting que elaera a nica razo que ela estava de p aqui enquanto um pouco de mulher em seda de lavanda vagueou sem parar e em aproximadamente desenhistas de moda.
      Sim, sim, sim, ela conheceu Leonardo pessoalmente. Jesus, ele era casado com seu amigo mais velho. E ela podia ter usado uma boa dose de Mavis no momento. Sim, pelo amor de Deus, ele projetou o vestido que ela estava vestindo.
      Ento o fuck o que? Era roupas. Voc pe eles e voc no era desnudo ou frio.
      O amor obrigou que ela editasse seus pensamentos muito sua parte da conversaoquando ela podia empurrar uma palavra pela parede de barulho a mulher construiu ao redor elafoi algo como: Sim.
      "Ah, existe a mulher mais notvel no quarto. Desculpe ns, no ?" Charles Monroe, liso e bonito, irradiou um sorriso em atormentador da Eve. "Eu simplesmente tenho que a roubar."
      "Mate-me," Eve murmurou como Charles desenhou seu claro. "Tire minha arma de minha bolsa, aperta isto para a pulsao em minha garganta, e fogo. Fim meu tormento."
      Ele s riu e a balanou para o cho de dana. "Quando eu manchado voc eu pensei que voc poderia estar a ponto de desenhar que arma e arranhada a mulher entre os olhos."
      "Eu imaginei ramming ele em sua boca. Nunca Estava fechado de qualquer maneira." Ela deu um tremor rpido. "De qualquer maneira, obrigado pelo salvamento. Eu no soube que voc estava aqui."
      "Correndo um pouco tarde, s acabou de chegar."
      "Trabalhando?" Charles era um LC nvel superior.
      "Eu sou com Louise."
      "Oh." E porque ele era um homem que fez sua venda viva ele mesmo, Eve no podia bastante figura como ele e o dedicado Dr. Louise Dimatto desenvolveram, e mantido, uma relao.
      Tomou todos os tipos, ela lembrou a se.
      "Eu iria conseguir em contato com voc," ele continuou. "Sobre Jacie Wooton."
      O policial trocado atrs para a vanguarda. "Voc a soube?"
      "Eu costumava. No bem, realmente. Eu no penso ningum soube Jacie bem. Mas ns corremos em crculos semelhantes, ento ns daramos com um ao outro de vez em quando. Ou fez, antes dela conseguir busted."
      "Vamos achar um canto em algum lugar."
      "Eu no sei que isto  o tempo"
      "Trabalhos para mim." A tomada carrega, ela o puxou do cho de dana, esquadrinhando os pequenos pacotes das pessoas, as mesas, e decidiram tomar isto.
      Existia um terrao festooned com flores, dispersas com mais mesas, mais pessoas. Mas estava mais quieto.
      "Diga a mim o que voc sabe."
      "Quase nada." Ele vagou para a extremidade do terrao, olhadas acima das luzes da cidade. "Ela estava bem estabelecido antes de eu entrar na vida. Ela gostou de tudo gaveta de topo. As melhores roupas, as melhores jurisdies, os melhores clientes." 
      "O melhor negociante, ento?"
      "Eu no sei sobre seu negociante. Eu no fao," ele insistiu. "Eu no vou reivindicar que eu no sei nada sobre aquele fim dos negcios, mas eu fico limpo. Imaculado agora que eu estou datando um doutor," ele adicionou com um sorriso. "Os bustos do Jacie tomaram todo mundo por surpresa. Se ela fosse um viciado, ela escondeu isto bem. Se eu soubesse qualquer coisa, Dallas, eu diria a voc. Nenhuma vacilao, nenhum bullshit. At onde eu conheo que ela no teve amigos. Amigos no reais. Ou inimigos. Ela era o trabalho."
      "Certa." Ela comeou a deslizar suas mos em seus bolsos, lembrou do nmero acobreado pequeno no teve algum. "Se algo acontecer para voc, porm pequeno ou distante, eu quero ouvir sobre isto."
      "Isto  uma promessa.  me agitado, o modo que aconteceu, os rumores eu estou ouvindo. Louise est preocupada." Ele olhou de relance atrs em direo s portas de terrao. "Ela no disse nada, especificamente, mas ela est preocupada. Quando voc amar algum que voc pode dizer quando eles estiverem levando tenso."
      "Sim, acho que sim. Voc vai querer ser cuidadoso, Charles. Voc no ajusta o vtima perfil neste, mas voc vai querer ser cuidadoso."
      "Sempre," ele respondeu.

       Ela no disse nada para Roarke sobre a conversao no passeio de lanadeira casa. Mas ela virou isto em sua mente, jogou de novo isto, considerou isto.
      Quando eles voltavam em seu quarto e ela estava danando fora do vestido minsculo, ela correu isto por ele.
      "No soa como ele ser muita de uma fonte neste," Roarke comentou.
      "No, mas no  disso que eu estou pensando sobre. Depois que ns voltamos em, eu assisti ele e Louise junta. Eles so gostar de turtledoves ou algo. Voc sabe que eles vo rolar ao redor desnudo hoje  noite."
      "Desnudo turtledoves. No, nem um atraente visual. Deixe-me pensar de outro."
      "Ha-ha. O que eu estou dizer  como poder ela rolar desnudo com ele hoje  noite conhecendo que ele vai estar fazendo o mesmo lida com porm muitos clientes esto em seu livro amanh?"
      "Porque ele no  o mesmo." Ele sacudiu colcha abaixo. "Se seja pessoal, se seja profissional.  seu trabalho."
      "Oh, isto  justo bullshit. Isto  s um bullshit racionalizao. E se no for voc pode estar l e diz a mim se eu fosse um sexo profissional, voc seria perfeitamente multa, s gelada comigo montando alguma outra vara do sujeito?"
      "Voc tem tal modo com palavras." Ele olhou para ela, de p com o glittery vestido em uma mo. Ela vestiu nada alm de um tringulo de comparao acima de sua virilha, muito pequena para ser chamado calcinha, uma cadeia tripla de pedras multicores ela iria ainda para remover, e saltos de sapatos altos, sem encostos.
      E uma carranca aborrecida.
      "No, eu no seria bom com isto, ou gelado, ou qualquer coisa remotamente como isto. Entretanto eu no compartilho. Cristo, voc parece sensual. Por que voc no vem aqui e ns rolaremos ao redor, desnudos como turtledoves?"
      "Ns estamos tendo uma conversao."
      "Voc ," ele corrigiu, como ele andou fora da plataforma da cama e em direo a ela.
      "E falando de conversaes . . ." Ela evadiu, beliscando nitidamente atrs do sof. "Eu ainda tenho que bater voc para me deixar com aquela mulher desmiolado, a pessoa que pareceu com uma rvore purprea fraca."
      "Eu era unavoidably detido."
      "Meu traseiro."
      "Oh, querida Eve, eu estou pensando muito ternamente de seu traseiro." Ele feinted, ela countered. E eles circularam o sof. "Melhor correr," ele suavemente disse.
      E com um grito rpido, ela fez. Quando eles eram ambos ofegantes, ela deixa ele a pegar.

       Ela no teve nada. Nenhuma fratura, nenhum fresco leva, nenhum velho que pareceu promissor. Ela prestidigitou sua lista de suspeitos e possibles, procuradas por aberturas. Ela recanvassed a rea em torno da cena de crime, estudados lab relatrios.
      Ela correu os elementos por IRCCA, procurando por crimes semelhantes, e acharam um em Londres mais que um ano antes disso poder ajustar. Ainda aberto. No era exato, ela meditou. Mais sujo, mais malfeito.
      Pratique sesso?
      No existia nenhuma nota em elegante papel, apenas do corpo mutilado de um LC jovem. No o mesmo tipo que Wooton, Eve reconhecida, e perguntou-se se ela estivesse pegando em palhas.
      Existiam bastante fatia-e-dados, vrios LCs, especialmente em nvel de rua, que foi assaltada, at matou, por clientes ou clientes que pretende ser. Mas nada que combinou a elegncia selvagem de Jack.
      Ela falou com vizinhos, colegas de trabalho, associados daquela em sua lista possvel, mantendo as entrevistas informais e discretas. Empurrando, cutucando para aquela rachadura. Mas nada sem dinheiro.
      Ela enfrentou seu domingo fora com aborrecimento e irritabilidade. Dificilmente um piquenique de um humor. Seu s espere de conseguir por isto, Eve decidida, era para conseguir Mira em algum lugar quieto e escolher seu crebro.
      "Talvez voc devia dar seu crebro, e seu prprio, um dia fora de."
      Ela carranca acima de em Roarke como eles cruzaram a calada para bonita casa da Mira, aparea seu bonito bairro. "O que?"
      "Voc  murmurando fora alto." Ele bateu levemente seu ombro supportively. "Eu no sei como conversando com voc mesmo quando batendo na porta de um encolher  o melhor de comportamentos."
      "Ns estamos s ficando umas horas. Lembre? Ns concordamos nisto."
      "Mmm." Com este som sem compromisso, ele apertou seus lbios para sua fronte. E a porta aberta.
      "Oi. Voc deve ser Eve e Roarke. Eu sou Gillian, Filha do Charlotte e Dennis."
      Levou sua uma batida como ela raramente pensamento de Mira por seu nome dado. Mas Mira era estampada, claramente, em rosto da sua filha.
      Entretanto seu cabelo era mais longo, bem passados seus ombros e enrolando, era a zibelina rica mesma. Seus olhos eram os mesmos aprazveis e pacientes azuis, mas eles eram homed em da Eve, olhando fundo. Sua armao era mais longa, mais desengonado como do seu pai, e ela drapejou isto em algum topo solto, areo e calas que pararam polegadas com falta de seus tornozelos.
      Um daqueles tornozelos levaram uma tatuagem, um trio de conectar chaveires. Pulseiras chiadas em seus pulsos, anis jingled em seus dedos. Seus ps eram nus com os dedes do p pintaram um cor-de-rosa plido.
      Ela era Wiccan, Eve recordada, e responsvel por uma Mira  netos.
      " adorvel para encontrar voc." Roarke j esteve tomando mo do Gillian, e suavemente andando entre duas mulheres que obviamente estiveram tomando um ao outro  medida. "Voc favorece sua me, que eu sempre considerei um do mais adorvel do mundo de mulheres."
      "Obrigado. A me disse que voc era muito encantador. Por favor entre. Ns somos estendidos"ela olhou de relance atrs para onde os gemidos fortes despejados degraus abaixo do beb"como voc pode ouvir, mas a maior parte de ns estamos atrs. Ns consertaremos voc um bebida, ento voc ser braceado para o onslaught de um dia no Miras."
      Existiam um nmero considervel deles l j, juntado no kitchen/activity quarto que era to grande quanto um celeiro, e quase que ruidoso. Pela parede de vidro de duas histrias da parte de trs, outros podiam ser vistos em um ptio largo enfeitado com cadeiras e mesas e um pouco de tipo do dispositivo de arte culinria grande, ao ar livre que j estava fumando.
      Ela podia ver Dennis, Marido delicioso e distrado da Mira, manning ele com um garfo longo de algum tipo. Ele teve um Bon acima de sua exploso de cabelo cinza, e calo folgado quase at um par de Eve de joelhos nodosa achou secretamente adorvel.
      Outro homem era com ele, seu filho talvez, e eles pareceram estar segurando um debate intenso e vivo com muito riso e cerveja-swilling de garrafas.
      Existiam crianas de vrias moenda de idades ou correndo ao redor. E uma menina de cerca de dez que se sentou em um tamborete no grande contador de trabalho, amuando.
      A comida era estendida por toda parte, e persuadiu neles enquanto introdues eram feitas. Algum empurrou um margarita em sua mo.
      Quando ele optou para a cerveja, Roarke era informado que ele acharia eles fora de em um refrigerador. Uma Eve de menino jovem j estava perdendo os nomes como eles vieram nela gosta de metralharecebia a tarefa de escoltar Roarke fora e o apresentando para o resto.
      Com a mo apertada do menino em seu, Roarke examinou seu ombro, atirou um sorriso mau em Eve, e passeada fora de.
      "Parece catico agora, mas . . . ele ficar pior." Com um risada, Mira tomou uma tigela de ainda mais comida fora de uma geladeira enorme. "Eu estou to contente que voc veio. Lana, pare de fazer beicinho e correr de cima. Veja se sua tia Callie precisa de qualquer ajuda com o beb."
      "Eu no vejo por que eu tenho que fazer tudo." Mas a criana fugida abaixo e longe.
      "Ela  irritvel porque ela quebrou as regras e no pde ter tela ou comp privilgios por uma semana," Gillian comentou.
      "Oh."
      "Sua vida, como ela sabe isto," Gillian disse como ela curvou levantar um criana de sexo indeterminada para Evedo cho, "est terminado."
      "Uma semana  uma extenso infinita de tempo quando voc tem nove anos. Gilly, saboreie este coleslaw. Eu penso que podia usar um pouco de endro."
      Obedientemente, Gillian abriu sua boca, aceitou a mordida que sua me ocultou fatos sobre um garfo. "Mordeu mais pimenta, tambm."
      "Ento, um . . ." Eve j sentiu como se ela entrasse em um universo paralelo. "Voc est esperando muitas pessoas."
      "Ns somos muitas pessoas," Mira disse, rindo.
      "Me ainda pensa que todos ns temos os apetites de adolescentes." Gillian esfregou uma mo absently acima de Mira volta. "Ela sempre faz comida demais."
      "Faa isto? Voc fez tudo isso?"
      "Hmm. Eu gosto de cozinhar, quando eu puder. Especialmente quando for para famlia." Suas bochechas eram rosas com prazer, seus olhos rindo como ela piscou em sua filha. "E eu arrasto as meninas em ajudar.  vergonhosamente machista, claro, mas nenhum de meus homens valem a pena duas maldies na cozinha." Ela olhou de relance fora a parede de janela. "D a eles uns grandes, complicados fumando grelhem, porm, e eles so direito em casa."
      "Todos os nossos homens grelham." Gillian deu  criana um pouco salto em seu quadril. "Faa Roarke?"
      "Voc quer dizer, goste, comida?" A Eve olhada para onde ele permaneceu, se aparentemente divertindo, piquenique casual em cala jeans e uma Camiseta de enfraquecido azul. "No. Eu no penso que ele tem um daqueles."

       Existiam cachorros de soja e hambrgueres, a salada de batata de fantasia do Roarke, macarro frio, grandes pedaos de natao de fruta em alguns adocicaram suco, fatias gordas de tomates, o slaw, e deviled ovos. Tigelas, lminas, bandejas daqueles e mais eram embaralhadas ao redor. A cerveja estava fria e o margaritas mantida vinda.
      Ela se achou em uma conversao com um de filhos da Mira sobre beisebol, e para seu choque congelado teve uma criana pequena, loira sobe sua perna e em seu colo.
      "Queira algum," ele burbled nela e sorriu abertamente com seu catchup-smeared boca.
      "O que?" Ela procurou em pnico aprazvel. "O que ele quer algum de?"
      "Qualquer que voc tem." Mira bateu levemente a cabea do menino como ela passou por tomar o beb de sua nora e abraar isto.
      "Certa, aqui." A Eve ofereceu a seu prato com a esperana o menino tomaria isto e voltaria sobre seus negcios. Mas ele acabou de imergir seus dedos mindinhos gordos em sua salada de fruta e terminou com uma fatia de pssego.
      "Como isto." Ele tomou uma mordida, ento generosamente oferecida ela o resto.
      "No, voc vai em frente."
      "Fora de voc vai, Bryce." Gillian hefted ele fora de colo da Eve e imediatamente se tornou seu novo melhor amigo. "Veja o que pego do Granddad para voc."
      Ento ela se estatelou abaixo ao lado de Eve, curvadas suas sobrancelhas em seu irmo. "V embora," ela disse a ele. "A menina conversa."
      Ele andou relaxadamente longe, bom-naturedly. Amabilidade, Pensou Eve, parecida ser uma caracterstica comum para os homens nesta famlia. "Voc est sentindo subjugou e s um pouco fora de lugar," Gillian comeou.
      A Eve levantou o que era remanescente de seu hambrguer, mordeu em. "Isto  uma observao ou o resultado de um psquico esquadrinham?"
      "Um pouco de ambos. E um pouco de ser a filha de duas pessoas observantes e sensveis. Os ajuntamentos de famlia grandes podem ser estranhos para aqueles que no tm um de seu prprio. Seu Roarke ajusta mais seamlessly." Ela olhou de relance ao redor para onde ele se sentou com Dennis e Bryce. "Ele  mais um animal social que voc, e parte de  do trabalho ele faz, parte  s sua natureza."
      Gillian tomou um forkful de salada de macarro. "Existem umas coisas que eu me sinto compelido para dizer para voc. Eu espero que voc no ser ofendido. Eu no me importo de ofender pessoas, mas eu prefiro fazer isto deliberadamente, e isto no seria deliberado."
      "Eu no contundo fcil."
      "No, eu no suponho que voc faz." Ela trocou sua comida para seu margarita. "Bem, primeiro, eu tenho que dizer que seu marido , sem pergunta, o pedao mais magnfico do trabalho eu j vi em vida real."
      "Eu no sou ofendido por isto, desde que voc lembra da mina parte."
      "Eu no furto, e se eu fize existia qualquer coisa remanescer de mim depois de que voc estaria feito, ele at no notaria. Adicionado a aquele, eu sou muito apaixonado por meu marido. Ns temos sido juntos uma dcada agora. Ns ramos jovens, e concerniu meus pais. Mas ele era direito para ns." Ela mordiscou em uma fatia de cenoura. "Ns temos um bem e satisfazendo vida, trs crianas bonitas. Eu gostaria de ter outro."
      "Outro o que?"
      Gillian riu, voltou. "Outra criana. Eu estou pular ser santificado com mais um. Mas eu vaguei de meu propsito, e eu duvido que este grupo dar a mim muito mais tempo s com voc. Eu tenho cimes de voc."
      Olhos estreitados da Eve, sacudida atrs na direo onde o Roarke se sentou, ento atrs quando Gillian alargar um baixo, quase ronronando risada. "No, no por causa dele, entretanto se podia ser dificilmente culpado l. Ciumenta de voc e minha me."
      "Voc me perdeu."
      "Ela ama voc," Gillian disse, e assistiu algo como embarao ignorar rosto da Eve. "Ela respeita voc, preocupaes sobre voc, admira voc, pensa de voc. Todas as coisas ela faz para e sobre mim. E esta relao, bem, aborrecido mim em algum nvel primitivo."
      "No est em todo o mesmo," Eve comeou a dizer, e Gillian agitou sua cabea.
      " muito quase o mesmo. Eu sou a filha de seu corpo, seu corao e esprito. Voc no  de seu corpo, mas voc , sem pergunta, de seu corao e seu esprito. Eu era de duas mentes quando ela disse a mim que voc era convidado hoje."
      Ela lambeu sal da beira de seu vidro como ela estudou Eve. "A primeira era puramente egostapor que ela est vindo? Voc  minha me. O outro era excessivo curiosity. Afinal, eu conseguirei um bem olhar para ela."
      "Eu no estou em competio com voc para da Mira . . ."
      "Afetos?" Gillian terminou com um pouco sorriso. "No, voc no . E era minha falha, minha absoro prpria que causou aqueles sem atrativos e destrutivos em mim. Ela  a mulher mais extraordinria que eu j conheci. Sbio, compassivo, forte, esperto, dando. Eu sempre no apreciei isto, voc no faz quando for seu. Mas como eu fiquei mais velho, tido crianas de minhas prprias, eu vim para entesourar tudo sobre ela."
      Ela olha varreu o ptio, ento parou, esperada sua prpria filha. "Eu espero, um dia, Lana sentir aquele modo sobre mim. Em todo caso, eu senti que voc estava roubando pequeno pedaos de minha me de mim. Eu era preparado para repugnar voc  primeira vistauma atitude que est em oposio direta para o que eu acredito, para o que eu sou, mas voc est a." Ela ergueu seu vidro em um pouco brinde, sorveu. "Eu no acabava de no poder tirar isto."
      Gillian levantou o lanador de margaritas, despejados mais em cada de seus culos. "Voc veio aqui hoje para ela. Provavelmente com um pouco persuaso de seu marido magnfico, mas principalmente voc est aqui por ela. Ela importa para voc, em um nvel pessoal. E eu notei o modo que voc olha para meu pai, com uma espcie de afeto encantado. Diz a mim que voc  um bom juiz de carter, e eu conheo de minha meque  um tambmque voc  um bom policial, uma boa mulher. Faz isto mais fcil para mim a compartilhar com voc."
      Antes de Eve poder pensar sobre uma resposta, Mira subjugou, levando o beb agora dormente em seu ombro. "Todo mundo conseguiu suficiente?"
      "Mais que," Gillian seguro ela. "Por que voc no d a ele para mim? Eu o levarei de cima."
      "No, ele  bom. Eu no chego a o segurar quase freqentemente suficiente." Agilely, ela se sentou, batendo ligeiramente levemente o beb volta. "Eve, eu devia advertir voc, Dennis tem Roarke seguro que ele no pode viver sem um grelhar."
      "Bem, ele tem tudo outro." Ela terminar rapidamente seu hambrguer. "E ele trabalhos grandes."
      "Dennis diria a voc que  todo no cozinheiro, no o fogo. Que eu reivindicarei quando voc saboreou meu morango shortcake e torta de pssego."
      "Torta? Voc fez torta?" Obviamente, Eve percebida, existia um grande negcio para ser dita para churrascos de famlia afinal. "Eu podia provavelmente"
      A Eve  Communicator buzinou. Seu rosto fechado; O sorriso alegre da Mira desapareceu.
      "Eu sinto muito. Com licena um minuto."
      Ela levantou-se, puxando isto fora de seu bolso como ela caminhou de volta dentro da cozinha, atrs na quieta.
      "O que  isto?" Gillian exigiu. "O que  o assunto?"
      "Ela trabalha," Mira murmurou, pensando sobre como olhos da Eve foram esfriar e apartamento. "Morte. Tome o beb, Gilly."
      Ela estava subindo quando Eve andada atrs fora. "Eu tenho que ir," Eve comeou, ento abaixada ela verbaliza como Mira subjugou, tomou seu brao. "Eu sinto muito. Eu tenho que ir."
      " o mesmo?"
      "No.  ele, mas ele no  o mesmo. Eu conseguirei voc os detalhes assim que eu posso. Maldio, crebro est um pouco sloshy. Muitos margaritas."
      "Eu conseguirei para voc algum Sbrio-."
      "Aprecie isto." Ela movimentou a cabea para Roarke quando ele juntou-se ela. "Voc pode ficar. Isto vai levar um tempo."
      "Eu tomarei voc, e se for necessrio eu conseguirei eu mesmo casa e deixarei voc o carro. Outro LC?"
      Ela agitou sua cabea. "Mais tarde." Ela tomou uma respirao, estudando o ptio, com sua famlia espreguia, suas flores e comida. "A vida no  sempre um goddamn piquenique, ?"
      
Captulo 7
      "Gota mim fora no canto. Voc no tem que afundar o quarteiro."
      Roarke a ignorou e breezed pela luz. "Mas seus associados faltariam a oportunidade para testemunhar sua chegada neste veculo particular."
      O veculo era uma jia de prata brilhante com um vidro fumado topo revocvel e uma snarling pantera de um motor. A mortificou, eles dois conheceram, para outro polis assobiar e piar sobre sua conexo com brinquedos de fantasia do Roarke.
      Ela absorveu isto, arrancados fora de seus guarda-sis. Eles eram novos, um dos artigos que habitualmente, e misteriosamente, apareceram entre suas coisas. Ela suspeitou que eles eram elegantes, soube que eles eram ridiculamente caros. Para salvar se um pouco pesar, ela pegou eles em seu bolso.
      "No existe nenhuma razo para voc pendurar. Eu no sei quanto tempo eu serei."
      "Eu esperar um enquanto e ficar fora de seu modo." Ele aliviou em atrs de um branco e preto e um veculo de servios de emergncia.
      "Isto  um pouco de passeio, Tenente," um dos uniformes disseram at como ela subiu fora. "Aposte isto queimaduras em umas imediatamente."
      "Abotoe isto, Frohickie. O que ns temos aqui?"
      "Doce," ele murmurou, um dar corredio o cintilar capuz. "Vtima, estrangulado em seu apartamento. Viveu s. Nenhum sinal de entrada forada. O nome  Lois Gregg, envelhea sessenta e um. O filho ficou preocupado quando ela no apareceu a um evento de famlia ou respondeu seus 'vnculos. Veio depois de, admite ele mesmo, achada ela."
      Ele vivamente falou, entretanto ele atirou mais examina se seu ombro no carro como eles trooped em um edifcio de apartamentos.
      "Estrangulou?"
      "Sim, senhor. Os sinais definidos de sexuais assaltam com objeto. Quarto andar," ele disse quando eles estavam no elevador. "Parea com que ele usou um cabo de vassoura nela.  bonito ruim."
      Ela no disse nada, deixando o novo filtro de dados por.
      "Ele deixou uma nota," Frohickie disse. "Tratado para voc. Bastardo pegou o envelope entre seus dedes do p."
      "DeSalvo," ela murmurou. "Bom Cristo."
      Ento ela branqueou isto, branqueado isso tudo fora assim ela caminharia na cena sem fixaria imagens ou preconceptions em sua cabea.
      "Eu preciso de um kit de campo e um registrador."
      "Educou eles quando ns conseguimos palavra que voc era etiquetou longe de casa."
      Ela o perdoou por seus comentrios sobre o carro. "Assegurada da cena?" Ela questionou.
      "Sim, senhor. Ns temos o filho na cozinha, com um uniforme e uma MT. Ele est em forma ruim. Ele diz que ele no a tocou."
      "Meu ajudante est a caminho. Mande a ela em quando ela chegar aqui. Voc tem que ficar fora de casa," ela disse para Roarke.
      "Compreendido." Mas ele sentiu um arranco rpido que ele permaneceria liquidou enquanto ela caminhou em que iria ser outro pesadelo.
      Ela marchou ao ar livre porta, notada no existia nenhum sinal de entrada foradas nem de luta na rea limpa, simples viva. Existiam cortinas de plancie azuis na janela, empinada suficiente para admitir a luz. Nenhuma telas de isolamento estavam comprometidas.
      Ela se agachou at examinar algumas gotas de sangue na extremidade de um tapete de rea.
      Ela podia ouvir choro de outro quarto. O filho na cozinha, ela pensou, ento bloqueou isto. Subindo, ela gesticulou o outro polis de volta, fechado hermeticamente em cima, fixo em seu registrador, ento entrou no quarto.
      Lois Gregg deita na cama, desnuda, ainda saltou, com a faixa que estrangulou seu ao redor seu pescoo amarrado s debaixo de seu queixo em um arco festivo.
      O envelope cremoso com nome impresso da Eve na frente era preso entre os dedes do p de seu p deixado.
      Existia mais sangueno tanto como Wootonnas folhas de plancie branca, em suas coxas, no cabo de vassoura ele saiu no cho.
      Ela era uma mulher pequena, provavelmente no mais do que cem e dez libras, com a aparncia de caramelo que indicaram misturada-corrida herana.
      Vasos capilares quebrados em seu rosto, em seus olhos, a lngua expandida e inchada, era sinais da estrangulao. O corpo lutado atrs, Pensou Eve. At depois do importar de foi escuro, o corpo lutado por ar. Por toda vida.
      Eve manchada a bata verde longa ao lado da cama. Ele usou a faixa de bata para a estrangular.
      Ele teria querido voc consciente quando ele machucar voc. Ele quereria ver seu rosto, a dor, o horror, o terror. Sim, ele quereria que este tempo. Ele quereria ouvir voc gritar. O edifcio bom como isto devia ter isolamento acstico decente. Ele verificou isto, verificou voc fora antes de hoje.
      Ele disse a voc o que ele iria fazer para voc? Ou ele trabalhou em silncio enquanto voc implorou?
      Ela registrou a cena, documentando a posio do corpo, a colocao da bata, o cabo de vassoura, as cortinas cuidadosamente desenhadas.
      Ento ela tomou o envelope, abriu isto, e leia.
      
      Oi novamente, Tenente Dallas. No  um dia magnfico? Um dia que s implora por cabealho at a orla ou passeando pelo parque. Eu odeio interromper seu domingo, mas voc parece apreciar seu trabalho tantocomo eu minoque eu no pensei que voc se importaria.
      Eu estou um pouco desapontei em voc, porm, para umas razes. Primeiro, tsk, tsk, em stonewalling os relatrios de mdia em mim. Eu estava realmente esperando ansiosamente o zumbido. Ento novamente, voc no vai poder manter uma tampa no barril demais mais longo. Segundo, eu pensei que voc estaria dando a mim s um pouco mais de um desafio por este ponto.
      Espero que, minha oferta mais recente inspirar voc.
      Melhor de sorte!
      Al
      
      "Auto-importante bastardo, no ?" Ela declarou em voz alta, ento fechado hermeticamente a nota e envelope antes de abrir o kit de campo.
      Ela completou o exame preliminar quando Peabody entrou. "Tenente, eu sinto muito. Ns estvamos no Bronx."
      "Que diabo era voc . . ." Ela cessou bruscamente. "O que  isto? O que voc est vestindo?"
      " um, um, ah,  um sundress." Esvaziando um pouco, Peabody escovou um dar o poppy-saia rosa. "Nos levou to longo para voltar, eu pensei que eu devia vir diretamente aqui em vez de encabear para a para casa mudar em uniforme."
      "Huh." O vestido tambm teve fracas pequenas correias de ombro e um justilho muito baixo. Demonstrou o que McNab gostava de dizer: Peabody certamente era construdo.
      O regente-direto cabelo do Peabody era coberto por um largo-cheio at a borda chapu de palha, e ela estava vestindo tintura de lbio que combinou o sundress. "Como voc  suposto trabalho naquele arranjo?"
      "Bem, eu"
      "Voc disse ns? Voc trouxe McNab?"
      "Sim. Sim, senhor. Ns estvamos no jardim zoolgico. No Bronx."
      "Isto  algo de qualquer maneira. Diga a ele para ir verificar a fora de segurana, e os discos para o nvel de salo de entrada e elevadores. Este edifcio devia ter eles."
      "Sim, senhor."
      Ela saiu para revezamento a ordem como Eve caminhada no juntar banho.
      Ele podia ter lavado-se, ela figurou, mas no existia nenhum sinal disto. O banho era limpo, as toalhas pareceram frescas. Lois no gostou de exagerar, Eve meditada, ou desordem.
      Deve ter trazido seu prprio sabo e toalha, tambm, ou tomaram algum longe com ele.
      "Ns quereremos os varredores para verificar os drenos. Poderia ficar sortudo," ela disse como Peabody voltou em.
      "Eu no pego isto. Isto no  como Wooton. Nada como Wooton. Tipo diferente de vtima, mtodo diferente. L outra nota era?"
      "Sim. Est fechado hermeticamente."
      Peabody estudou a cena, tentada cometer isto para memria como o registrador fez. Ela notou, como Eve tido, o pequeno vaso de flores no nightstand, a praa catchall caixa na cmoda que disse que eu AMO VOV em rosas swirly cartas no topo, e as fotografias emolduradas e holos que insistiram na cmoda, o nightstand, a escrivaninha pequena pela janela.
      Era triste, ela pensou. Era sempre triste para ver aqueles pedaos pequenos de uma vida quando a vida estava terminada.
      Mas ela tentou escapar disto. Dallas escaparia disto, ela soube. Ou enterre isto, ou usa isto. Mas ela no deixaria se ser distrado pela piedade.
      Peabody olhou novamente, fazendo o turno deliberado de mulher at policial. "Voc pensa que existir mais de um assassino? Um time?"
      "No, existe s um." A Eve ergueu uma das mos da vtima. No pole, ela notou. Unhas pequenas. Nenhum anel, mas um crculo de plido de lnguido onde estava se, e habitualmente. Quarto dedo, mo esquerda. "Ele  exibio justa ns o quo verstil ele ."
      "Eu no entendo."
      "Eu fao. Veja se voc pode achar onde ela manteve suas jias. Eu estou procurando por um anel, estilo de faixa."
      Peabody comeou nas gavetas de cmoda. "Talvez voc podia explicar o que voc entende, ento eu posso."
      "Vtima  uma mulher mais velha. Nenhum sinal de entrada forada ou luta. Ela o admite porque ela pensou que ele era certo. Ele estava provavelmente vestido de em cima como manuteno ou conserto. Ela gira ela de volta, e ele a bate acima da cabea. Ela pegou um dilacerao atrs do crnio, e existe algum sangue no tapete de sala de estar."
      "Ela era um LC?"
      "Duvidoso."
      "Conseguido suas jias." Peabody ergueu fora uma clara-de lada caixa com insets de tamanhos variados. "Ela gostou de brincos. Conseguidos alguns anis, tambm."
      Ela trouxe o caso, segurando isto enquanto Eve cutucada por. Exposio a Roarke, e sua propenso para esvaziar resplendores nela ensinou que ela localizasse o material real da fantasia. Os adornos de corpo do Lois eram principalmente fantasia, mas existiam alguns bons pedaos tambm.
      Ele no aborreceu com aqueles. Improvvel ele at olharia. "No, eu no acho. Eu penso que ela estava vestindo um anel, uma espcie de anel de casamento, e ele tomou isto fora de seu dedo. Um smbolo, uma recordao."
      "Eu pensei que ela viveu s."
      "Ela fez. Outra razo ele a escolheu." Ela foi embora a caixa de bonitas pedras e metal, olhado atrs em Lois Gregg. "Ele a leva aqui. Ele pegou seu equipamento novamente, provvel em um caixa de ferramentas este tempo. Restries para suas mos e ps. Tiras fora de sua bata, amarra ela. Ache o que ele quer costumar a estuprar. Ele vai a despertar em cima ento. Ele no chegou a tocar com o outro, mas diferente de este aqui."
      "Por que?" Peabody custar o jia caixa na cmoda. "Por que ela  diferente?"
      "Porque  disso que ele est procurando por. Variedade. Ela grita quando ela vier a si e perceberquando entrar nela gostar de uma inundao o que  acontecida, e o que acontecer. Embora parte dela rejeita isto, recusa acreditar, ela grita e luta, e implora. Eles como ele quando voc implorar. Quando ele comear nela, quando os jactos de dor nela, quente, fria, impossvel, ela grita mais. Ele sairia de nisto."
      A Eve ergueu uma das mos do Lois novamente, ento movidos at seus ps. "Ela sangrou seus pulsos e tornozelos tentando ficar livre, puxando e torcendo contra as restries. Ela no desistiu. Ele teria apreciado isto, tambm. Esteja excitando para eles quando voc lutar, faz sua respirao vir para rpido em seu rosto, faz eles duros. D a eles poder quando voc lutar e no poder ganhar."
      "Dallas." Peabody manteve ela verbalizar baixo, deitou uma mo em ombro da Eve como seu tenente foi plido e frio e mido.
      Eve encolhida os ombros, cuidadosamente aceitou em devoluo um passo. Ela soube tudo Lois Gregg sentiu. Mas no a levaria abaixo, no agora, na memria, no pesadelo. O sangue e o frio e a dor.
      Sua voz era nvel e esfriava quando ela continuou. "Quando ele fez a estuprando, ele toma a faixa de sua bata. Ela  incoerente agora, da dor e o choque. Ele embarca na cama, escarrancha ela, examina seus olhos quando ele a estrangular, escuta ela luta respirar, sente seu corpo que convulsiona debaixo de sua naquela pardia doente de sexo. Isto  quando ele vier, quando seus coros de corpo debaixo de seu e sua protuberncia de olhos. Isto  quando ele conseguir seu lanar.
      "Quando ele voltar para ele mesmo, ele amarra a faixa em um arco, calos a nota entre seus dedes do p. Ele toma o anel fora de seu dedo, divertido por isto. Uma coisa to fmea, vestir o smbolo quando no existir nenhum homem para ir com isto. Ele desliza o anel em seu bolso, ou pe isto em seu caixa de ferramentas, ento verifica como isso tudo olha, e ele est contente. Da mesma maneira que  suposto. Uma imitao excelente."
      "Do que?"
      "Quem," Eve corrigida. "Albert DeSalvo. O Estrangulador de Boston."

      Ela saiu no corredor, onde polis era moenda ao redor, fazendo o que eles podiam manter pessoas dos apartamentos vizinhos do lado de dentro.
      E existia Roarke, ela pensou. Existia um homem com mais dinheiro que Deus sentando cruz-provida de pernas no cho de corredor, suas costas sustentadas pela parede como ele trabalhou com seu PPC.
      E provavelmente seria contedo para fazer isso, por razes ela podia nunca entender, por horas.
      Ela moveu para ele, agachados abaixo muito seus olhos eram nvel. "Eu vou estar aqui um enquanto. Voc devia ir em casa. Eu posso pegar um passeio em Central."
      "Ruim, ?"
      "Muito. Eu preciso conversar com o filho, e ele  . . ." Ela alarga uma respirao longa. "Eles dizem a mim a MT deu a ele algo, mas ele est ainda bonito messed em cima."
      "Se , quando assassinada da sua me."
      Apesar da presena de outro polis, ela deitou um dar seu. "Roarke"
      "Demnios no morrem, Eve, ns s aprendemos a viver com eles. Ns dois soubemos isto desde o princpio. Eu lidarei com meu, em meu modo."
      Ela comeou a falar novamente, ento olhado em cima quando McNab ocorreu para o elevador.
      "Tenente, nenhum disco corre desde oito esta manh. Nada da fora da unidade, elevador, ou o corredor neste cho. Melhor eu posso dizer, ele emperrou isto por distante de fora de antes de entrar no edifcio. Eu podia verificar, mas eu no tenho quaisquer ferramentas em mim."
      Ele resistiu suas mos, um metade-sorriso de traseiro em seu rosto, indicar seu calo vermelho folgado, colete de cilha azul, e toeless airsneaks.
      "Ento v ter algum," ela comeou.
      "Eu aconteo ter algumas coisas no carro que poderia ajudar com isto," Roarke interrompeu. "Por que eu no dou a voc uma mo, Ian?"
      "Isso seria mag.  segurana decente bonita, ento eu figuro se ele fosse distante, teve que ser polcia-emite nvel ou acima de. No pode dizer a menos que eu possa entrar no painel e verificar a diretoria."
      Eve endireitada, ento resistiu uma mo. Roarke pegou seu antebrao, e ela sua, ajudar ele a seus ps. "V em frente. Consiga-me melhor suposio em que ele usado."
      Oh oitocentas para entrada, ela pensou. Com o tempo da morte ela estabeleceu, ele gastou no mais do que uma hora em diante Lois Gregg. Mais tempo que Wooton, mais tempo para tocar, mas quieto rpido.
      Ela voltou em, caminhada para a cozinha.
      Jeffrey Gregg no estava lamentando agora, mas as lgrimas j derramam tiveram wrecked seu rosto. Estava vermelho e inchado, muito como da sua me.
      Ele se sentou em uma mesa laminada pequena, suas mos emas forma de xcara ao redor um copo de gua. Seu cabelo marrom levantado-se em topetes de onde ela imaginou que ele puxou nisto, ajuntados seus dedos por isto, em seu pesar.
      Ela julgou ele para estar em algum lugar em seus primeiros anos trinta, e vestidos de calo marrom e uma Camiseta branca para um vero domingo casual.
      Ela se sentou em frente a ele, esperado at que aqueles danificou olhos erguidos para sua.
      "Sr. Gregg, eu sou Tenente Dallas. Eu preciso conversar com voc."
      "Eles disseram que eu no podia entrar e a ver. Eu devia entrar. Quando euquando eu a achei, eu no entrei. Eu acabei de correr fora novamente, e chamei a polcia. Eu devia ter entradoalgo. Coberta ela em cima?"
      "No. Voc fez exatamente a coisa certa. Voc ajudou seu mais fazendo s exatamente o que voc fez. Eu sinto muito, Sr. Gregg. Eu muito sinto muito para sua perda."
      Palavras inteis, ela soube. Palavras de Goddamn intil. Ela odiou dizer eles. No odiado ser capaz de contar o nmero de tempos que eles foraram eles mesmos fora de sua boca.
      "Ela nunca machuca qualquer um." Ele conseguiu erguer o vidro para seus lbios. "Eu penso que voc devia saber isto. Ela nunca machuca qualquer um em sua vida. Eu no entendo como algum podia fazer este para ela."
      "Que hora voc veio aqui hoje?" Ela soube j, mas o levaria pelos detalhes, a repetio.
      "Eu, ah, vim depois de mais ou menos trs, eu penso. Talvez mais ntimo para quatro. No, mais prximo para trs. Eu sou to misturado. Ns deveramos ter este churrasco da tarde em minha irm est em Ridgewood. Minha me deveria vir por nosso lugar. Ns somos acima de em 39. Ns ramos toda ida para assumir o comando do trem para Nova Jersey. Ela deveria estar em nosso lugar por um."
      Ele tragou alguma gua. "Ela corre tarde muito. Ns a arreliamos sobre isto, mas quando precisar ser como dois, eu comecei a chamar a mover junto. Ela no respondeu, ento eu figurei que ela estava a caminho. Mas ela no mostrou. Eu chamei seu nmero de bolso, mas isso no respondeu qualquer um. Minha esposa e criana estavam ficando inquietas e aborrecidas. Me, tambm. Eu estava sendo urinado."
      Lembrando disto, ele comeou a chorar novamente. "Eu estava realmente emitido fumaa que eu tive que vir aqui e a consegue. Eu no estava preocupado tanto, para falar a verdade no. Eu nunca pensei qualquer coisa aconteceu para ela, e o tempo toda que ela era . . ."
      "Quando voc chegou aqui," Eve iniciada, "voc admite voc mesmo. Voc tem uma chave?"
      "Sim, eu consegui acesso a fora de porta e seu apartamento. Eu estava pensando, algo errados com seus 'vnculos, isto  todo. Ela esquece de bater eles s vezes e eles saem. Algo est errado com seus 'vnculos e ela  caminho perdido de tempo.  disso que eu estava pensando quando eu admitir eu mesmo. Eu gritei para ela, goste: 'Me! Condene isto, Me, ns deveramos deixar para duas horas do Mizzy atrs.' E quando ela no respondeu, eu pensei, Oh defeque, ela est a caminho de meu lugar e eu estou aqui, e isto  to irritante. Mas eu caminhei para a porta do quarto de qualquer maneira. Eu at no sei por que. E ela era . . . Deus. Deus. Me."
      Ele quebrou novamente, e Eve agitou sua cabea na MT antes dele poder mover em com um tranq. "Sr. Gregg. Jeff, voc tem que segurar isto junto. Voc tem que me ajudar. Voc viu qualquer um prximo ao apartamento, qualquer um fora de?"
      "Eu no sei." Ele esfregou em seu fluindo rosto. "Eu era irritado e em uma pressa. Eu no vi nada especial."
      "Sua me mencionou ser intranqilo sobre qualquer coisa, notando algo, algum que a se preocupou?"
      "No. Ela viveu aqui por anos de uma dzia de.  um edifcio bom. Assegure." Ele tomou respiraes fundas para afianar sua voz. "Ela conhece seus vizinhos. Leah e me, ns somos s dez quarteires longe. Ns vemos um ao outro toda semana. Ela teria dito a mim se algo estivesse errado."
      "Que tal seu pai?"
      "Eles dividem, Deus, vinte e cinco anos atrs. Ele vive fora em Pedregulho. Eles no vem um ao outro muito, mas eles se do bem certo. Jesus, Jesus, meu pai no teria feito isto." O puxo voltou em sua voz, e ele comeou a balanar ele mesmo. "Voc teria que ser louco para fazer este para algum."
      " rotina justa. Ela era envolvida com qualquer um?"
      "Ningum especial agora. Ela teve Sam. Eles eram juntos para mais ou menos dez anos. Ele foi morto em um naufrgio de bonde mais ou menos seis anos atrs. que Ele era o para ela, eu acho. No existe qualquer outra pessoa especial."
      "Ela vestiu um anel?"
      "Um anel?" Ele olhou para Eve inexpressivamente, como se a pergunta tinha sido posada em algum idioma estrangeiro estranho. "Sim. Sam deu seu um anel quando eles moveram em junto. Ela sempre vestiu isto."
      "Voc pode descrever isto para mim?"
      "Um . . . ele era ouro, eu penso. Talvez com pedras nisto? Deus. Eu no posso lembrar."
      " certo." Ele teve suficiente, ela julgou. E esta linha era um beco sem sada. "Um dos oficiais vo levar para casa voc agora."
      "Mas . . . no est l algo? Eu no devia fazer algo?" Ele olhou fixamente beseechingly em Eve. "Voc pode dizer a mim o que eu deveria fazer?"
      "S v para casa para sua famlia, Jeff. Isto  a melhor coisa que voc pode fazer no momento. Eu vou cuidar de sua me."
      Ela saiu com ele, virando ele para um uniforme para escoltar para casa.
      "Diga a mim algo," ela exigiu de McNab.
      "Definitivamente um distante atire. Ele tem que ter uma habilidade superior com eletrnica e segurana, ou suficiente dinheiro para comprar um jammer, e ns estamos conversando mucho mercado negro buckaroos para uma unidade como isto."
      "Por que?" Ela quis conhecer. "Um edifcio como isto, boa da segurana, mas ele no  nvel de topo."
      "Certo, no  que emperrou segurana,  como emperrou." Ele puxou um pacote de gengiva de um de seus muitos bolsos, Eve Oferecida algum, ento dobrou um cubo em sua boca quando ela agitou sua cabea.
      "Fecha tudo abaixosegurana-modosem messing com outro ops. Luzes, controle de clima, eletrnica de casa e pessoal no era tocada. Exceto" Busily mastigando, ele apontou para as luminrias de sala de estar. "Aqui. Esta unidade de apartamento, e este quarto especfico. Luzes em," ele ordenou, e Eve movimentou a cabea quando as luminrias ficaram escuro.
      "Sim, isso monta. 'Desculpe aborrecer voc, Madame, mas ns tivemos relatrios de mau funcionamento eletrnico no edifcio.' Ele  vestido como um trabalhador. Eu faria livro ele pegou um caixa de ferramentas. Um sorriso til grande. Talvez ele at diz que ela tente as luzes, e quando eles no trabalharem, ela abre a porta."
      McNab soprou uma bolha purprea impressionante, estalou isto. "Jogos para mim."
      "Verifique os 'vnculos, vamos ser completo. Voc acha qualquer coisa, eu estou em Central. Peabody!"
      "Com voc, senhor."
      "No enquanto voc est vestindo aquele chapu estpido. Perca isto," Eve ordenou e andou a passos largos fora.
      "Eu gosto do chapu." McNab manteve sua voz baixa. "Sensual."
      "McNab, voc pensa sensual do tijolo," Peabody respondeu. Mas com um cheque rpido para ver se a costa era clara, ela deu seu traseiro um rapidamente aperta. "Talvez eu vestirei isto mais tarde. Sabe, apenas do chapu."
      "She-Body, voc  matana me."
      Ele tomou uma olhada rpida, Eve de Serra era ido, ento Peabody arrastado fecha para um beijo malfeito.
      "Espcie de mirtilo." Divertiu, ela soprou uma prpura borbulha com a gengiva que ele passou para ela. Ento apressando depois de Eve, ela puxou o chapu fora de sua cabea.
      Ela achou Eve fora de p ao lado do veculo totalmente gelado com o Roarke totalmente gelado.
      "Nenhum ponto nisto," Eve estava dizendo. "Ns engataremos em um branco e preto. Se eu vou estar realmente atrasado, eu informarei."
      "Deixe-me indiferentemente saber, e eu terei transpo organizado para trazer voc casa."
      "Eu posso organizar meu prprio transpo."
      "Isto no  transpo." Peabody deu um felino ronronar como ela acariciou o carro. "Isto  um passeio total."
      "Ns podamos facilmente apertar em."
      "No." A Eve corta Roarke. "Ns no estamos apertando em qualquer lugar."
      "Adapte voc mesmo. Peabody, voc parece delicioso." Ele tomou o chapu de sua mo, organizou isto atrs em sua cabea. "Absolutamente comestvel."
      "Oh. Bem. Caramba." Debaixo do chapu, sua cabea foi maravilhosamente luz.
      "Enxugue aquele ridculo olhar fora de seu rosto, perca o chapu, e nos consiga um passeio para Central," Eve estalada.
      "Huh?" Ela alarga um suspiro longo. "Oh, sim, senhor. Fazendo tudo aquilo."
      "Voc tem que fazer isto?" A Eve exigida de Roarke quando Peabody caminhou para dreamily longe.
      "Sim. Quando ela fizer detetive, eu vou sentir falta de ver nossa menina em uniforme, mas devia estar interessando ver como ela adapta em cima caso contrrio. Eu verei voc em casa, Tenente." E no atencioso se a incomodasse, ele pegou seu queixo em sua mo, apertado seus lbios firmemente para sua. "Voc , como sempre, delicioso."
      "Sim, sim, sim." Emperrando ela entrega seus bolsos, ela stalked longe.

      Era escuro quando ela chegou em casa. Se ele era bullheadedness ou no, ela no teve etiquetou Roarke para transpo at depois de perceber ela no teve tarifa de txi nela. Mas ela descobriu fichas de metr, e acharam o passeio subterrneo emperrado com as pessoas que vo para casa depois de um domingo fora na cidade.
      Ela optou permanecer, balanando com o ritmo do trem como foi para o bairro residencial.
      Ela no montou o metr suficiente mais, Pensou Eve. No que ela faltou isto. Metades dos anncios estavam em idiomas no suas prprios, metades dos passageiros eram zoned ou irritado. E sempre existiria um ou dois que cheirou como se eles tivessem uma objeo religiosa para ensaboar e regar.
      Como o mendigo seco, desdentado com sua licena ao redor seu pescoo sujo que deu seu um sorriso pastoso. Ainda, s levou um olhar fixo de ao para ter ele olhando em outro lugar.
      Ela sups que ela faltou isto, s um pouco.
      Ela trocou, whiling longe a viagem estudando os outros passageiros. Alunos, enterrados em seus livros de disco. As crianas que encabeam fora para o vids. Um homem velho roncando alto suficiente para fazer sua maravilha se ele dormisse por sua parada j. Algum cansado-olhando mulheres com crianas, um par de sujeitos duros parecendo chateado.
      E o fraco, geeky sujeito no unseasonable trincheira atualmente cobre masturbando na outra extremidade do carro.
      "Oh, para causa do Cristo." Ela comeou acima de, mas um dos duros sujeitos manchados o geek, e desaprovando obviamente a atividade quebrou um punho no rosto do whacker.
      Sangue esporeado. Vrias pessoas gritadas. Entretanto seu nariz era agora um manancial, o geek manteve ele mesmo na mo.
      "Quebre isto." A Eve surgiu, passado agarrar sujeito duro numerar um quando um passageiro da mesma categoria apavorou, pulou para seus ps, e bateram Eve no punho de sujeito duro numera dois.
      "Goddamn ele para inferno!" Ela viu um tiroteio estrelas, agitou sua cabea clara. "Eu sou o frigging polcia." Com sua bochecha pulsando, ela embriagada seu cotovelo em sujeito duro numera se o parar de bater no dar uma risadinha pervertido sova quieta fora de no cho do carro, ento pisado seu p no dorso do p de sujeito duro dois.
      Quando ela arrastou em cima o geek, snarled, todo mundo outro andado atrs. Algo sobre o refletir em seu olho fez o que o punho no tido do sujeito duro. O geek foi mancar.
      Ela olhou de relance abaixo  medida que ele esvaziou, e alargue um suspiro. "Coloque no lugar aquela coisa," ela ordenou.

      Atarraxe o metr, ela murmurou como ela andou a passos largos em cima o passeio longo em direo a casa. O passeio deu a ela uma mandbula dolorida e uma enxaqueca, e custo seu o tempo levou para sair de do carro de maldio e virar o idiota para a autoridade de trnsito.
      Ela no fez muito cuidado que existia uma brisa boa ativa, uma quase balsmica. Ou que levou sugestes de algo doce e floral no ar. Ela no se importou que o cu era to claro que ela podia ver um enforcamento de lua de trs quartos em que gosta de uma luminria.
      Certo, pareceu bom, mas inferno.
      Ela pisou do lado de dentro, e depois de uma investigao concisa, era informada pelo sistema da casa que Roarke estava no quarto de mdia de famlia.
      Que era oposto para o quarto de mdia principal, ela pensou. Onde o inferno era novamente? Porque ela no estava completamente certa e a caminhada do metr pra da porta da frente tinha sido considervel, ela entrou no elevador.
      "Quarto de mdia de famlia," ela ordenou, e era whisked, e leste.
      O quarto de mdia principal era para festas e eventos, ela lembrou. Podia ajustar mais de cem pessoas em cadeiras de pelcias, e ofereceram uma tela de parede to larga quanto de teatro.
      Mas o quarto de mdia de famlia era queela sups que ele diriamais ntimo. Cores fundas, ela recordou, cushy cadeiras. Duas telasum para vids, um para jogos. E o sistema de som complexo e complicado que podia tocar qualquer coisa do antiquados clunky vinil registros que Roarke gostou de violino com em ocasio para as varas de som minucioso.
      Ela andou no quarto para uma exploso de som que pareceu vir de em todos lugares. Seus olhos alargados em reao para a rpida-mudana espao batalha sendo sacudido acima da tela de parede.
      Roarke era dado em cadeira de um vadiar, o gato em seu colo, uma taa de vinho em sua mo.
      Ela devia ir trabalhar, ela disse a se. Faa mais pesquisa no Estrangulador de Boston, continue cavando para uma conexo entre Wooton e Gregg. Entretanto ela estava morta certamente no existiria nenhuma conexo.
      Ela devia perseguir os varredores, o ME, o lab. Nenhum de quem, ela soube, pagaria a muita ateno para ela em quase dez em um domingo  noite. Mas ela podia hostilizar eles de qualquer maneira.
      Ela podia correr probabilidades, examine cuidadosamente suas notas, ela suspeita listas, olhe fixamente para sua tbua de assassinato.
      Ao invs, ela subjugou, arrancou o gato fora de colo do Roarke. "Voc est em minha cadeira," ela disse a ele, e o deixe em outra cadeira.
      Ela deslizou em colo do Roarke, tomou seu vinho. "O que isto  um sobre?"
      "Parece gua  o artigo na moda. Este planeta particular no Zero quadrante"
      "No existe qualquer Zero quadrante."
      " imaginrio, meu bem, literal-importada Eve." Ele a se aconchegou em, apertando um beijo ausente para sua cabea como ele assistiu a ao. "De qualquer maneira, este de planeta tudo menos fora da gua. Potable rega. E existe uma tentativa de salvamento sendo feito para conseguir a colnia l uma proviso, e o querer limpar o que eles tm. Mas existe esta outra faco que quer a gua por eles mesmos. Existe um par das batalhas sangrentas acima disto j."
      Algo explodido na tela, um chuveiro de cor, um estrondo de orelha intensa de som.
      "Bem feito," Roarke comentou. "E existe uma mulher, cabea da polcia ambientalos bons sujeitosque  relutantemente apaixonado pela carga de velhaco capitanear que est ajudando entrega os benspara um preo.  mais ou menos trinta minutos em. Eu posso comear isto."
      "No, eu pegarei em cima."
      Ela com inteno de se sentar com ele por alguns minutos somente, deixe ela se importar resto. Mas ela foi pego em cima na histria, e era to bom, to simples para ficar, esticada na cadeira com ele enquanto batalhas imaginrio raged.
      E bom superaram do mal.
      "No ruim," ela disse quando os crditos comearam a rolar. "Eu vou conseguir outra hora ou dois do trabalho em."
      "Voc vai dizer a mim sobre isto?"
      "Provavelmente." Ela subiu fora da cadeira, estirou, ento piscado como uma coruja quando ele ligou a luz.
      "Bem, condene isto, Eve, o que voc fez para seu rosto agora?"
      "No era minha culpa." Amuando um pouco, ela tocou dedos cuidadosamente para sua mandbula. "Algum me bateu neste punho do sujeito quando eu estava tentando o parar de bater este outro sujeito que era sova fora no metr para uma polpa sangrenta. Eu no podia culpar o sujeito, o sujeito com o punho, porque ele no estava apontando isto em mim. Mas quieto."
      "Minha vida," Roarke disse depois de um momento, "era cinza antes de voc caminhar nisto."
      "Sim, eu sou uns arco-ris." Ela meneou sua mandbula. "Meu rosto de qualquer maneira. Voc em cima para um pouco de zango trabalha?"
      "Eu poderia ser persuadido. Depois de ns pr algo naquela contuso."
      "No  to ruim. Sabe, o policial de trnsito disse a mim que aquele sujeito  um regular naquela linha. Eles o chamam Willy o Mais plido."
      "Isto  um pedao fascinante de trivialidades de Nova York." Ele a puxou em direo ao elevador. "Faz-me anelar montar o metr."
      
Captulo 8
      Em apartamento espasmdico do Peabody, McNab a correu por uma srie de simulaes de computador intenso. Ele provaria ele mesmo, Peabody descobriu nas ltimas semanas, um instrutor rgido e bastante irritante.
      Com seus ombros curvados, ela cuidadosamente escolheu sua passagem uma cena de assassinato, selecionando suas escolhas e opes em uma investigao de campo de um homicdio duplo.
      E amaldioou quando sua seleo resultou em pessoal adio do zumbido arranhadoMcNab para o sime uma dura-enfrentada figura de um juiz roubado agitando seu dedo nela.
      Ah-ah-ahprocedimento imprprio, contaminao da cena. Comprove suprimido. O suspeito consegue um passeio livre devido a parafuso do investigador de detetive-em cima.
      "Ele tem que dizer isto?"
      "Cortes pelo legal mumbo," McNab assinalou, e encheu batata fazeres uma vaquinha seu rosto. "Escavaes at o ponto."
      "Eu no quero fazer mais sims." Seu rosto caiu em um fazer beicinho que teve libido jiggling do McNab. "Meu crebro vai vazar de minhas orelhas em um minuto."
      Ele a amou, suficiente principalmente para ignorar a imagem de a descascar fora de suas roupas e a fazendo no tapete. "Olhe, voc  ases nos escritos. Voc tem uma memria para detalhes e pontos de lei, blah blah. Voc consegue dedos polegares-em cima nos orais, uma vez que sua voz acomodar-se de um chio."
      "No grita."
      "Tipo de gosta como faz quando eu morder seus dedes do p." Ele sorriu abertamente toothily quando ela carranqueou nele. "E enquanto eu gosto como soa eu mesmo, o time de teste vai ser menos de modo romntico propenso. Ento voc vai querer lubrificar os chios."
      Ela continuou a fazer beicinho, ento sua boca soltou abre em choque quando ele slapped sua mo longe da bolsa de chips. "Nenhum para voc at que voc consiga por um sim."
      "Jesus, McNab, eu no sou um filhote de cachorro que apresento para um biscoito."
      "No, voc  um policial que quer fazer detetive." Ele moveu a bolsa fora de que ela alcana. "E voc  assustado."
      "Eu no sou assustado; Eu estou compreensivelmente ansioso sobre o processo de prova e provando eu mesmo pronto  . . ."Ela silvou fora uma respirao como ele meramente a estudou com olhos verdes pacientes. "Eu sou apavorado." Porque seu brao veio a a si, ela se aconchegou em seu ombro sseo. "Eu sou apavorado que eu soprarei isto, e eu desapontarei Dallas. E voc, e Feeney, o chefe, minha famlia. Jesus."
      "Voc no vai soprar isto, e voc no desapontar ningum. Isto no  sobre Dallas, ou qualquer outra pessoa.  tudo sobre voc."
      "Ela me treinou, ela me pe em cima para isto."
      "Ento ela deve figurar voc estar pronto. No no  nenhum estalo, She-Body." Ele deu sua bochecha uma rpida aninhar. "No deveria ser. Mas voc tem o treinamento, voc tem o tempo de campo, os instintos, os crebros. E, mel, voc tem os intestinos e corao, tambm."
      Ela girou sua cabea para olhar nele. "Isto  muito condena doce."
      " um fato, e aqui  um outro, aqui  o que voc no tem agora mesmo. Voc no tem as bolas."
      Seu afeto gosmento em direo a ele transformado em insulto frgil. "Eh."
      "E porque voc no tem as bolas," ele calmamente continuou, "voc no est confiando seu intestino, ou seu treinamento. Voc  segundo-achando voc mesmo. Em vez de ir com que voc sabe, voc continua perguntando-se o que voc no sabe, e  por isso que voc mantm messing em cima no sims."
      Ela puxou longe dele. Sua respirao silvada fora. "Eu odeio voc por ser certo."
      "Nah. Voc me ama porque eu sou muito condeno bonito."
      "Otrio."
      "'Gato de Fraidy."
      "'Gato de Fraidy." Seus lbios estremeceram em um sorriso relutante. "Jeez. Certo, instale um outro. Faa isto duro. E quando eu pregar isto, eu no s consigo os chips, mas . . ." Seu sorriso alargado. "Voc veste o chapu."
      "Voc est ligado."
      Ela levantou-se para compassar e limpar sua cabea enquanto ele programado o sim. Ela tem medo, ela admitiu. Com medo ela quis isto demais. Ento ela no usou a fome, mas deixou corroer em sua confiana. Isso teve que parar. Ainda que suas palmas eram midas e seu estmago em amarra teve que stop.z
      Dallas nunca deixa nervos entrarem o modo, ela pensou. E ela teve eles, nervos e algo mais fundo, mais escuro. Espiou por na cena de Gregg, para s um momento que tarde. De vez em quando em um homicdio sexual, espiou por. Girou plido de bochechas do seu tenente. Levou ela de volta, Peabody estava certo, para algo horrvel. Algo pessoal.
      Estupro, Peabody estava certo, da mesma maneira que ela estava certa que teve que ter sido brutal. E ela teria sido jovem. Antes do trabalho. Peabody estudou carreira da Eve com o NYPSD gosta de um modelo, mas no existe nenhum relatrio de um sexual assaltar em Dallas.
      Ento ele tinha sido antes, antes da Academia. Quando ela era um adolescente, ou possivelmente mais jovem. Em condolncia automticas, Estmago roiled do Peabody. Levaria intestinos, e bolas, enfrentar isto, revisitar qualquer aconteceu toda vez que voc caminhou em uma cena que reverberada com violncia sexual.
      Mas usar isto, em vez de ser usado por isto, isso tomou mais, Peabody determinado. Levou o que ela podia s definir como valor.
      "Pronto aqui," McNab disse a ela. "E ele  um doozy."
      Ela chupou em uma respirao, quadrados seus ombros. "Eu estou pronto, tambm. Entre o quarto ou algo, certo? Eu quero fazer isto sozinho."
      Ele olhou para seu rosto, viu o que ele esperou ver, e movimentado a cabea. "Certo. Pregue o sujeito ruim, She-Body."
      "Condene direito."
      Ela suou por isto, mas ficou enfocado. Ela parou de perguntar a se que Dallas quereria que ela fizesse, at depois de um ponto que Dallas faria, e s concentrado em que precisou ser feito. Preserve e observe, colecione e identifique. Pergunta, relatrio, investigue. Comeou a clicar para ela, o padro emergindo. Ela vadeou suas declaraes de testemunha de passagem contraditria, memrias trmulas, fatos e mentiras, forensics e procedimento.
      Ela construiu, ela percebeu com excitao nascente, um caso.
      Entretanto ela quis hesitar na fase final, a priso, ela chateia abaixo e selecionado. E era recompensado com o grfico de advogado de um processar.
      Levante ele. Assassine Um.
      "Sim!" Ela apareceu da cadeira, fez sua pequena dana de vitria. "Eu consegui uma priso. Pregou o assassinar bastardo. Eh, McNab, traga-me aqueles chips de batata de maldio."
      "Certo." Ele saiu, sorrindo amplamente. Ele levou a bolsa em uma mo, e era desnuda mas para seu chapu de palha do vero. Desde que ele era perched alegremente em sua virilha, ela assumiu seu sucesso o fez to feliz quanto a fez.
      Ela riu at que ela pensou que suas costelas rachariam. "Voc  tal retardado," ela administrou, e o saltou.

      Para Eve era um assunto de fundir fatos nus com especulao educada. "Ele teve que saber suas rotinas, que significa que ele soube eles. No significa que eles o souberam, no conecta eles, mas ele soube. Ele  muito convencido para eles ter sido fortuito. Ele cantarolou primeiro."
      "Isto  o padro habitual, no ?" Roarke armou sua cabea em que ela olha. "Se meu um amor verdadeiro era um dentista, eu estudaria em cima um pouco nos pensamentos mais recente em higiene e tratamentos dentais."
      "No diga dentista," Eve advertida, automaticamente correndo sua lngua cautelosamente acima de seus dentes.
      "Certamente deixar seja vara com assassinato sangrento." E sabendo que no existia no a conversando fora de outra xcara de caf  meia-noite, tido outro ele mesmo. "O cantarolar, o selecionar, o stalking, o planejamento. Eles so todas as partes essenciais das inteiras para as tpicas, se a palavra pode ser usada, assassino consecutivo."
      "Existe uma pressa nisto, o controle, o poder, os detalhes. Ela  viva agora porque eu permito isto, ela estar morta porque eu quero isto.  claro que ele admira os assassinos consecutivos que fizeram nomes por eles mesmos. Jack o Estripador, o Estrangulador de Boston, ento ele emula eles. Mas ele  muito seu prprio homem. Melhores que eles eram, porque ele  verstil."
      "E ele quer que voc o procurando porque ele admira voc."
      "Em seu prprio modo doente. Ele quer o zumbido. No  suficiente matar. Isso no aquece o sangue suficiente. A caa, sendo ambos os caador e presa, isso faz isto para ele. Ele caou estas mulheres."
      Ela girou para a diretoria que ela instalar em seu escritrio de casa, com retratos de Jacie Wooton e Lois Gregg, vivo e morto. "Ele assistiu eles, aprendidas suas rotinas e padres. Ele precisou de uma prostituta para a imitao de Estripador, e um certo tipo de LC. Ela ajusta o molde. Ele esperou que ela caminhar junto aquela rua naquele tempo. No era chance. Da mesma maneira que Lois Gregg ajusta sua necessidade para um Estrangulador vtima, da mesma maneira que ele soube que ela estaria em casa s em um domingo de manh."
      "E conheceu algum a acharia antes do fim do dia?"
      "Sim." Caf de Sipping, ela movimentou a cabea. "Satisfao mais rpida que modo. Cada vez mais provvel ele chamou no annimo nove e um-um. Wooton procurado achou assim que possvel muito a adulao e horror podiam comear."
      "Que digo a mim que ele se sente muito seguro."
      "Muito segura," Eve concordou. "Muito superior. Se Gregg no teve famlia ou amigos que estavam destinados a verificar nela em algumas horas, ele teria que esperar para conseguir o prximo pontap, ou risco outro nove e um-um. Ento ele almejado estas mulheres especificamente, da mesma maneira que ele  almejado o prximo."
      Ela se sentou, esfregados seus olhos. "Ele imitar outra pessoa. Mas ele ser algum que um mexer criado, e que deixou corpos onde eles podiam e seriam achados. Ns eliminamos assassinos consecutivos histricos que enterraram, destruiu, ou consumiram suas vtimas."
      "Um grupo to divertido, tambm."
      "Oh sim. Ele no vai copiar algum como Chefe de cozinha Jourard, aquele sujeito francs nos anos vinte, este sculo."
      "Mantidas suas vtimas em um congelador grande, no ?"
      "Onde ele esculpiu eles, forjou eles, e serviram para eles para protetores que no desconfia de sua fantasia bistro em Paris. Levou eles quase dois anos para o pegar."
      "E ele era afamado para seu sweetbreads."
      Ela deu um tremor rpido. "Qualquer um que come rgos internos de qualquer espcie me confunde. E eu sou fora do caminho."
      Ele arrastou um passar para baixo seu brao. "Porque voc est cansado."
      "Talvez. Ele ficar mais direto, no ir para um jogo em algum gosta de Jourard, ou Dahmer, ou aquele russos manacos Ivan o Aougueiro. Mas as pessoas sendo o que eles so, ele pegou bastante outros para trabalhar. Ele pegar com mulheres."
      Ela caminhou de volta para a diretoria. "Quando voc matar mulheres o modo que ele fez estes dois, voc tem um problema com eles. Mas ele no  conectado s vtimas reais. Eu voltarei e empurrarei o jornala nota. Veja se ningum na lista tem um interesse particular em assassinos de celebridade."
      "Existe outro com que voc poderia querer falar," Roarke sugeriu. "Thomas A. Breen. Ele  escrito o que alguns consideram o livro definitivo em vigsimos-assassinos de sculo consecutivo, outros em assassinos de massa ao longo de histria. Eu realmente li um pouco de seu trabalho, como o assunto de assunto  de algum interesse para minha esposa."
      "Breen, Thomas A. eu poderia ter lido um pouco de seu material. Sons vagamente familiares."
      "Ele vive aqui na cidade. Eu olhei em cima os pormenores quando voc estava em Central, como eu pensei que voc poderia querer uma palavra com ele."
      "Sujeito esperto."
      Este tempo quando ela agarrou a cafeteira, ele deitou um dar sua para a parar. "Esperto suficiente para saber que voc teve acima de sua cota de caf pelo dia, e apesar dele voc est comeando a inclinar."
      "Eu s quero correr umas probabilidades."
      "Instale eles ento, e eles podem correr enquanto voc est dormindo. Voc ter os resultados de manh."
      Ela teria discutido, mas ela era muito condenava cansado. Ao invs, ela fez como ele sugeriu, e ainda ela olha era recuava para a diretoria. Atrs para Lois Gregg.
      Ela podia ouvir o modo que o filho da mulher, um homem crescido, soluou. Ela podia ver a devastao absoluta em seu rosto quando ele pleiteou com ela dizer a ele o que ele devia fazer.
      "Me," ele disse, o modo que ela imaginou uma criana iria. Entretanto mais de trinta ele disse "Me" com perda impotente do um pouco menino.
      Ela soube que Roarke sentiu algum daquele mesmo helplessness, aquele pesar perdido do menino jovem, quando ele aprendeu a me que ele nunca conhecido tinha sido assassinado. Mortas por trs dcadas. Ainda ele lamentou.
      E s aquela tarde, uma mulher crescida a estudou com suspeita e ressentimento acima de uma relao com sua me.
      O que era que saltou a criana, ento inexoravelmente, com a me? Era sangue, ela perguntou-se, como ela desnudou-se abaixo para a cama? Era impresso no tero ou algo aprendeu e desenvolveu depois de nascimento?
      Assassinos de mulheres, assassinos de luxria, estavam freqentemente criados devido a seus insalubres ou relaes com uma me figura. Da mesma maneira que ela sups santos eram criados de saudveis. Ou todo o normality da raa humana entre os extremos.
      Este assassino odiou sua me? Abusada ou sido abusada por ela? Ele foi matana ela agora?
      E pensando sobre mes, ela deslizou em dormiu sonhar com sua prprio.

      Era o cabelo, cabelo dourado, to brilhante e bonito, to longo e ondulado. Ela gostou de tocar isto, entretanto ela soube que ela no era suposta. Ela gostou de acariciar isto, como ela viu um menino acariciar um cachorro de filhote de cachorro uma vez.
      Ningum estava em casa, e ele estava todos quieto, o modo que ela gostou disto melhor. Quando eles se foram, a mame e o papai, ningum gritou ou fez barulhos assustadores ou disse seu no fazer tudo que ela quis fazer.
      Ningum slapped ou golpe.
      Ela no deveria entrar no quarto onde a mame e papai dormiram, ou onde a mame s vezes trouxe outros papais para tocar na cama sem suas roupas.
      Mas existiam tantas coisas l. Como o cabelo dourado longo, ou o cabelo vermelho claro, e as garrafas que cheiraram gostam de flores.
      Ela andou nas pontas dos ps em direo  cmoda, uma menina magra em cala jeans que ensacou e uma Camiseta amarela que era manchada com suco de uva. Suas orelhas eram agudas, como as orelhas de presa freqentemente eram, e ela escutou cuidadosamente, se preparou para arremessar fora do quarto em qualquer momento.
      Seus dedos alcanados e acariciou os cachos de amarelo da peruca. A seringa de presso lanada negligentemente ao lado de no a interessou. Ela conheceu que a mame tomou medicina todo dia, s vezes mais de uma vez um dia. s vezes a medicina fez seu sonolento, s vezes ele fez ela querer danar e danar. Ela era boa quando ela quis danar; Embora seu rir era assustador, era melhor que o gritar ou o slapping.
      Existia um espelho acima da cmoda e ela podia s ver o topo metade de sua prprio rosto se ela puxasse em cima altos em seus dedes do p. Seu cabelo era feio marrom e diretamente e pequeno. No era bonito como o cabelo de jogo da mame.
      Incapaz de resistir, ela pe a peruca acima de sua prprio cabelo. Caiu a distncia toda para sua cintura e fez ela parecer bonita, feita ela parece feliz.
      Existiam todos os tipos de brinquedos na cmoda, para rostos de pintura com cor. Uma vez quando a mame tinha sido de bom humor, ela pintou seus lbios e bochechas e disse que ela pareceu com um pouco boneca.
      Se ela parecesse com uma boneca, talvez a mame e papai gostariam de seu melhor. Eles no gritariam e golpe, e ela podia ir do lado de fora e toca.
      Zumbindo para ela mesma, ela pintou em tintura de lbio, roadura seus lbios junto como ela viu a mame fazer. Ela escovou em cor de bochecha e desajeitadamente ajustou seus ps dentro do altos-heeled sapatos que eram na frente da cmoda. Ela balanou neles, mas podia ver at mais de seu rosto.
      "Como um pouco boneca," ela disse, contentes com os cachos dourados e as sujeiras de cor.
      Ela comeou a usar mais, com entusiasmo, e era to intento no jogo, na diverso, ela falhou em escutar.
      "Voc estpido pequena cadela!"
      O grito teve ela tropeando de volta, tropeando fora dos sapatos. Ela j estava caindo quando a mo slapped atravs de seu rosto. Machuca onde ela bateu seu cotovelo, mas at que as lgrimas esporeadas fora em resposta, a mame estava a agarrando por seu brao dolorido e a arrancando para seus ps.
      "Eu disse a voc nunca para entrar aqui. Eu disse a voc nunca para tocar em minhas coisas."
      As mos da mame eram brancas, to brancas, e pintou vermelho nas unhas como eles estavam sangrando. Ela usou um para bofeto, e ele o pequeno pintou bochecha.
      A menina abriu sua boca para lamentar como a mo levantada at atingir novamente.
      "Goddamn isto, Stel." O papai estoura em, agarrando a mame, empurrando seu longe e sobre a cama. "O isolamento acstico aqui quase nada. Voc quer diminuir o fucking assistentes sociais em ns novamente?"
      "O pequeno Merda tem sido em minhas coisas." A mame saltada fora da cama, enrolando aquelas pontas do dedo sangrentas em garras. "Olhe para a baguna que ela fez! Eu estou doente e cansado de ter que limpar atrs dela e escutando seu lamento."
      No cho, enrolados-se apertados com seus braos acima de sua cabea, a criana lutada para no fazer um som. Nem todo som nada que eles esqueceriam que ela estavam l, ento ela seria invisvel.
      "Eu nunca quis o pirralho no primeiro lugar." Existia uma mordida na voz da mame, como dentes afiados estalando. A criana imaginou eles estalando abaixo em seus dedos, seus dedes do p. O terror fez ela choramingar gosta de um gatinho encurralado e aperta suas mos para suas orelhas para bloquear o som.
      "Tendo ela era sua idia. Voc lida com ela."
      "Eu lidarei com ela." Ele escavou a criana em cima, e entretanto ela o temeu, temeu ele em um nvel fundo e instintivo, no momento ela temeu a mame mais com suas palavras que pedao e suas mos brancos que slapped.
      Ento ela se enrolou nele, e estremeceu quando ele acariciou um dar a peruca que caiu seus olhos, e abaixo ela atrs, acima de sua anca.
      "Tenha um golpe, Stella," ele disse. "Voc se sentir melhor. Eu consigo este negcio, ns compraremos um andride para cuidar da criana."
      "Sim, certo. Sobre o mesmo tempo ns teremos aquela grande casa e a frota de imaginaremos carros e todo o outro cagar que voc me prometeu. A nica coisa eu sa de voc at agora, Rick,  aquele whiny pirralho."
      "Um investimento no futuro. Ela vai saldar a ns um dia. No , pequena menina? Tenha um golpe, Stella," ele disse novamente como ele comeou do quarto com a criana em seu quadril. "Eu limparei a criana."
      A ltima coisa a criana viu como ele deixou o quarto com que ela era o rosto da mame. E os olhos, olhos marrom ouro pintados nas tampas que era, como as palavras, cheios de dentes e dio.
      A Eve despertou, no com o pnico estrangulado dos pesadelos que plagued ela, mas com uma um tanto quanto choque frio, enfadonho. O quarto era escuro, e ela percebeu que ela se rolou para a extremidade longe da cama, como se ela precisasse de isolamento para o sonho.
      Agitado, vagamente mal, ela forou o recuo de, enrolou se contra Roarke. Seu brao veio a a si, desenhando ela. Circulado em seu calor, ela fingiu dormir novamente.

      Ela no disse nada para Roarke do sonho a prxima manh. No soube se ela devia, ou podia. Ela quis fechar isto longe, mas ela sentiu isto empurrando nela como ela foi por sua rotina matutina.
      Era um alvio que Roarke teve um total da manh de reunies e ela podia deslizar ao redor ele e fora da casa com pequena conversao.
      Ele l seu muito bem e muito facilmenteum talento que era ambas uma maravilha e uma irritao para elae ela no estava pronta para explorar o que ela lembrou.
      Sua me era uma prostituta e um viciado, e nunca quiseram que a criana que ela fez. Mais que no querido. Menosprezou e detestou.
      Que diferena fez? A Eve perguntou a se como ela dirigiu o centro da cidade. Seu pai tinha sido um monstro. Ele algum era pior para conhecer sua me tinha sido a mesma? No Mudou nada.
      Ela estacionou em Central, composto seu caminho para seu escritrio. Com todo passo dentro da colmia ocupada de Central, ela sentiu mais se. O peso de sua arma a confortou, como fez o conhecimento que seu distintivo estava em seu bolso.
      Roarke chamou eles seus smbolos uma vez, e ento eles eram. Os smbolos que e o que ela era.
      Ela caminhou pelo bullpen onde o turno da manh era adaptar-se. Ela detoured por cubo do Peabody da mesma maneira que seu ajudante estava batendo de volta o ltimo de um caf de carro de deslizamento.
      "Thomas A. Breen," Eve comeou, e rattled fora de um endereo de Aldeia do Leste. "Contacte ele, instale uma reunio O MAIS RPIDO POSSVEL. Ns iremos para ele."
      "Sim, senhor. Noite spera?" Em olhar fixo mudo da Eve que Peabody encolheu os ombros. "No parea com que voc conseguiu muito sono, isto  todo. Nem fez eu. Que enche para o exame. Est surgindo logo."
      "Voc quer regular oito straights, voc no levanta o distintivo. Instale a entrevista. Ento ns estamos fazendo manutenes de contato na lista, comeando com Fortney." Ela comeou a ir embora, ento voltou. "Voc pode acima de-estudo, sabe."
      "Eu sei, mas eu estive realmente soprando o sims. Eu preguei dois ontem  noite. Isto  a primeira vez que eu senti como eu tive uma manivela."
      "Boa." A Eve pegou seus dedos polegares em seus bolsos, tamborilou seus dedos. "Bons," ela repetiu e encabeou para seu escritrio para importunar o lab para atualizaes em Gregg.
      A briga com Dickhead a pe em um humor mais alegre como ela l do incio ao fim o MIM sou relatrios. Morris estava indo com grau cirrgico nas armas usadas em Wooton. Seu tox tela confirmada que seu sistema era claro de substncias qumicas.
      Desde que ela no esteve usando, gastando tempo tentando achar seu antigo negociante no era prioridade.
      O investigar de Bairro chins e os arredores surgiram para zero, mais um tempo.

      "Nenhum rastro de smen com Gregg," Eve disse a Peabody como eles encabearam para a Aldeia. "MIM indico que ela era estuprada e sodomized, com o cabo de vassoura somente. Nenhuma impresso na cena diferente de sua, membros de famlia, e dois vizinhos que so claros. Fibras de cabelo, manmade. Dickhead pensa peruca e bigode, mas no est pronto para cometer."
      "Ento ns pensamos que ele vestiu um disfarce."
      "No caso dele ser visto em torno do bairro. Ele teve que manter abas nela, algumas semanas, eu diria. Solidifique sua rotina do domingo. Como ele a escolheria, entretanto? Fora de um fucking chapu? Como ele objetivo este LC particular, esta mulher particular?"
      "Talvez existe um pouco de conexo. Um lugar eles fizeram compras, comeu, fez negcios. Um doutor, um banco."
      "Possvel, e ele  uma boa linha para voc arrastar. Eu sou mais propenso para pensar que era a rea primeira. Bairro. Selecione a colocao, ento o carter, ento coloque seu jogo."
      "Falando de bairros, isto  realmente bom." Peabody olhou fora em caladas sombrias, casas velhas grandes, jardins urbanos bonitos plantados em caixas de janela ou panelas. "Eu podia ir para este aqui dia. Sabe, quando eu acomodar-me, comece a pensar famlia e material. Voc j pensa sobre isto? Crianas e todo."
      Pensou Eve dos olhos de dio cheio, olhando fixamente para ela fora de um sonho. "No."
      "Toneladas de tempo e todo. Eu figuro talvez para pensar sobre ele em seis, oito anos de qualquer maneira. Definitivamente ir estar tomando McNab em um teste longo dirigir antes de eu cometer para mais que cohabbing. Eh, seu olho no fez estremeo."
      "Porque eu no estou escutando voc."
      "So, tambm," Peabody murmurou quando Eve puxada para o meio-fio. "Ele tem sido realmente grande trabalhando comigo para o exame. Faz uma diferena tendo algum rooting para mim. Ele realmente quer isto para mim porque eu quero isto. Isto est . . . bem, isto  s slido."
      "McNab  um retardado a maioria do tempo, mas ele  apaixonado por voc."
      "Dallas!" Peabody trocou em sua cadeira muito nitidamente seu bon tipped mais de um olho. "Voc disse a palavra com 'A ' e 'McNab ' na mesma orao. Voluntariamente."
      "S feche."
      "Feliz para." Com um sorriso feliz, ela quadrou seu bon. "Eu s vou saborear em silncio."

      Eles caminharam para trs casas at uma de trs histrias casa que Eve imaginou uma vez tinha sido um multifamily habitao. Escrevendo sobre assassinos eram obviamente lucrativos se Breen podia dispor algo este em cima-mercado.
      Ela subiu um vo pequeno de flagstoned passos para a entrada principal, notou o sistema de segurana cheia que deve ter feito o homem confiante suficiente para manter as placas de vidro cauterizado em um ou outro lado da porta da frente.
      Existia uma esposa tambm, ela soube de seu cheque de fundo rpido, e um menino de dois anos de idade. Breen colecionou parcial profissional-pai pagar ao governo como primrio em-pai de casa enquanto sua esposa ganhou um salrio significativo como um VP e administrando editor de um trapo de moda chamou Outr.
      Uma instalao boa, limpa, Eve meditada, como ela tocou o sino e levantou seu distintivo para esquadrinhou.
      Breen respondeu a porta ele mesmo com seu filho que se senta montado seus ombros. O menino estava esperando por cabelo loiro do Breen gosta das rdeas em um cavalo.
      "V, passeio!" O menino gritou e chutou seus ps.
      "S este longe, companheiro." Breen enganchou suas mos em torno dos tornozelos do menino, qualquer um o ancorar, Pensou Eve, ou parar os ocupados pequenos saltos de sapatos de cavar buracos em suas axilas. "Tenente Dallas?"
      "Est certo. Eu aprecio voc tomando o tempo para conversar comigo, Sr. Breen."
      "Nenhum problema. Sempre feliz para conversar com o polis, e eu tenho seguido seu trabalho. Eu estou pulando fazer um livro em Nova York assassina eventualmente, e figura que voc ser uma de minhas fontes principais."
      "Voc ter que conversar com relaes pblicas em Centrais sobre isto. Ns podemos entrar?"
      "Oh sim, certo. Desculpe."
      Ele andou de volta. Ele estava em seus anos trinta, de fortes, mdio constri. Da definio em seus braos, Eve duvidou que ele se sentou em um computador o dia todo. Ele teve um bom rosto, bonito sem estar suave.
      "Jateador!" O menino gritou como ele arma da Eve manchada debaixo de sua jaqueta. "Zappit!"
      Breen riu, sacudiu a criana fora de seus ombros em um movimento rpido e liso que teve a criana que guincha em encanto. "Jed aqui est um pouco sanguinrio. Corridas na famlia. Eu s vou o instalar com o andride, ento ns podemos conversar."
      "Nenhum andride!" O rosto da criana foi de angelical at amotinada em uma batida do corao. "Fique com Papai!"
      "S para um pouco enquanto, campeo; Ento ns sairemos para o parque." Ele conferiu o menino em risadinhas como ele carregou em cima os passos com ele.
      "Agradvel ver um sujeito lidar com uma criana que modo, e aprecia isto," Peabody comentou.
      "Sim. Wonder que sujeito, um sujeito bem sucedido, pensa sobre prender um profissional-pai estipndio, lidando com uma descendncia, enquanto a me est estando um ocupado exec em uma firma importante todo dia. Alguns sujeitos se ressentiriam disto. Alguns poderiam pensar que o insistente da pequena senhora, dominando. Talvez sua me era a me do mesmoBreen  um neurologista e seu pai foram a profissional-rota de pai. Sabe," Eve adicionada, olhando em cima os degraus, "alguns sujeitos construiriam um srdido pouco ressentimento de mulheres acima daquele tipo de instalao."
      "Isto  realmente machista."
      "Sim, . Algumas pessoas so."
      Carranca de Peabody em cima os passos. " um pouco de crebro que podia tomar um bom, homey cena como ns acabamos de testemunhar e tornamos isto em sua cabea em um motivo para assassinato."
      "S um de meus naturais-nascidos talentos, Peabody."
      
Captulo 9
      Breen instalar eles em um escritrio espaoso s fora da cozinha. Duas janelas grandes enfrentaram o traseiro, onde eles podiam ver um um tanto quanto ptio limpo rodeado por uma parede baixa. Atrs da parede era rvores copadas. Com a viso, eles poderiam ter estados em algum subrbio quieto em lugar da cidade.
      Algum ps panelas de flores no ptio, junto com um loungers. Existia uma mesa pequena sombreada por um guarda-chuva animado azul-e-branco-listado.
      Um par de grandes caminhes de plstico deitam em seus lados, junto com seus ocupantes de plstico colorido, como se existiu um acidente veicular terrvel.
      Por que, Eve perguntou-se, era brincava sempre batendo brinquedos juntos? Talvez ele era um pouco de tipo de primitivo caverna-morador instinto isto, se coisas foram bem, a criana superou ou pelo menos contida em maioridade.
      O pai do Jed pareceu civilizado suficiente, sentando em seu roily cadeira que ele fugiu ao redor de sua estao de trabalho. Ento novamente, ele fez o tamanho de sua escrita viva sobre as pessoas que contidas nada, e em lugar de superar quaisquer instintos destrutivos, bateu isto em cima de brinquedos de plstico at carne e sangue.
      Levou, Eve estava muito ciente, todos os tipos.
      "Ento, como eu posso ajudar?"
      "Voc fez pesquisa considervel em assassinos consecutivos," Eve comeou.
      "Figuras histricas, principalmente. Entretanto eu entrevistei alguns assuntos contemporneos."
      "Por que  isto, Sr. Breen?"
      "Tom. Por que?" Ele pareceu surpreendido para um momento. " fascinante. Voc tem estado em cima fecha e pessoal com a raa. Voc no acha eles fascinantes?"
      "Eu no sei se isto  a palavra que eu usaria."
      Ele se debruou adiante. "Mas voc para perguntar-se tem o que faz eles quem eles so, no ? O que separa eles do resto de ns?  algo mais ou algo menos? Eles nascem matar, ou isso precisa evoluir neles?  uma instncia nica que gira eles, ou uma srie de eventos? E realmente, a resposta no  sempre a mesma, e isto  fascinante. Um sujeito gasta sua infncia em pobreza e abuso"ele bateu seus dedos de ndice junto"e se torna um membro produtivo de sociedade. Um presidente de banco, marido fiel, bom pai, amigo leal. Jogue golfe no fim de semana e caminhe para seu acaricia schnauzer toda noite. Ele usa seu fundo para trampolim ele mesmo em algo melhor, mais alto, certo?"
      "E outro usa isto como uma desculpa para mergulhar na sujeira. Sim, eu pego isto. Por que voc escreve sobre a sujeira?"
      Ele se sentou de volta novamente. "Bem, eu podia dar a voc muito danava swing sobre como estudando o assassino e a sujeira ele vadeia em d perspiccia de sociedade em como e por que. E compreenso, informaes,  poder contra medo. Seria verdade," ele adicionou com seu sorriso rpido e juvenil. "Mas em outro nvel completamente,  diverso justa. Eu tenho sido nele desde que eu era uma criana. Jack o Estripador era o grande para mim. Eu leio tudo sobre ele, assistiu todo vdeo sempre produzido, surfou o sites da Web, compostas histrias onde eu estava um policial ento e o perseguir. No caminho eu expandido, estudado em cima em perfilar e digitar, os passos e as fasesvoc sabe, cantarolando, caando, a pressa e a matana."
      Ele encolheu os ombros agora. "Eu fui por uma fase onde eu pensei que eu seria um policial, persiga os sujeitos ruins. Mas eu recuperei-me aquele. Considerado entrar em psicologia, mas ele no acabou de no me adaptar. O que eu realmente quis fazer era escrever, e  disso que eu era bom em. Ento eu escrevo sobre meu interesse vitalcio."
      "Eu ouo alguns escritores precisarem experimentar o assunto que eles esto escrevendo sobre. A necessidade que abordagem prtico antes deles poder derrubar isto em palavras."
      Diverso florescida em seu rosto. "Ento, voc est perguntando se eu sasse e esculpi em cima uma rua LCs no nome de pesquisa?" Seu riso desenrolado, ento parou, como uma onda batendo uma parede como Eve s continuada a assistir ele.
      Ele piscou, vrios tempos, ento tragaram audivelmente. "Santo Merda, voc realmente . Eu suspeito de um ser?" A cor saudvel em seu rosto drenou longe para deixar isto plido e brilhante. "Para real?"
      "Eu gostaria de saber onde voc estava em segundo de setembro, entre meia-noite e trs A. M."
      "Eu estava em casa, provavelmente. Eu no fao . . ." Ele ergueu ambas as mos, esfregou os lados de sua cabea. "Homem, meu crebro foi penugento. Eu figurei que voc quis que eu consultasse. Era bonito juiced sobre isto. Ah . . . eu estava aqui. JuleJulietta, minha esposateve uma final de reunio, e no chegou em casa at mais ou menos dez. Ela era chicoteada e foi diretamente at a cama. Eu ponho em alguns escrevendo tempo. Com Jed, o nico tempo a casa est realmente quieta est o meio da noite. Eu trabalhei at um, talvez um pouco depois. Eu posso verificar meu tronco de disco."
      Ele abriu gavetas em sua estao de trabalho, comeou a raiz ao redor. "Eu, ah, Jesus, fez o homem-da-rotina da casa. Eu vou por ele toda noite antes de eu girar em. Verifique a segurana, tenha certeza bloqueado de tudo em cima. Faa breve visita a Jed. Isto  isto."
      "Que tal o domingo de manh?"
      "Este domingo?" Ele olhou de relance em cima, acima de. "Minha esposa levantou com Jed."
      Ele pausou, e Eve podia ver a mudana acontecendo. O choque estava vazando e o interesse, o prazer, at o orgulho em ser considerado um assunto de assassinato era chegar.
      "A maioria dos domingos eu durmo em e ela assume o comando de. Ela no consegue tanta uma-em-uma vez com ele  medida que eu fao. Ela o levou para o parque. Eles saem cedo e tm um caf da manh de piquenique se o bom do tempo. Jed ama isto. Eu no fiz superfcie at perto de meio-dia. O que  domingo? Eu no sou seguinte . . ."
      Ento ele fez. Ela podia ver clicar. "A mulher que era achada estrangulada em seu apartamento no domingo. Mulher de meia-idade, vivendo s. Sexual assalte e estrangulao."
      Seus olhos eram estreitados agora, sua cor atrs. "Os relatrios de mdia eram delineados, mas estrangulao e sexual assalta, isto no  Estilo de Estripador. Uma mulher mais velha, em casa em seu apartamento, isto no  Estilo de Estripador qualquer um. O que  a conexo?"
      Em olhar fixo fixo da Eve, ele fugiu adiante na cadeira. "Escute, se eu for moonlighting como um assassino, eu j sei assim voc no estar dizendo a mim qualquer coisa. Se eu for s um perito em assassinos consecutivos, dando a mim alguns detalhes poderiam me deixar ajuda. De qualquer modo, como voc pode perder?"
      Ela j decidiria o que ela iria e no diz a ele, mas segurou seu olhar outro momento. "A faixa da vtima  vadiar bata foi usada como a arma de assassinato, e amarrado em um arco debaixo do queixo."
      "Estrangulador de Boston. Isso era sua assinatura." Ele estalou seus dedos, e comearam a forar as pilhas de discos e arquivos em sua escrivaninha. "Eu tenho notas considerveis nele. Uau. Voc tem dois assassinos imitando o famoso? Trabalho de equipe, como Leopold e Loeb? Ou . . ." Ele pausou, tomou uma respirao longa. "No duas, s uma. Um assassino trabalhando seu modo abaixo uma lista de seus heris.  por isso que voc est olhando para mim. Voc est perguntando-se se as pessoas eu escrevo sobre somos heris para mim, e se eu estiver misturando meu trabalho e minha vida. Se eu quiser ser um deles."
      Ele empurrou para seus ps, compassando com que contaram com Eve ser energia em lugar de nervos. "Isto  fucking espantando. Ele est provavelmente lido meus livros. Isto  tipo de arrepiado, mas glacial de maneira estranha, tambm. DeSalvo, DeSalvo. Tipo diferente de Jack," Breen murmurou. "Colarinho azul, homem de famlia, uma seiva triste. Jack estava provavelmente educado, provvel um membro da classe alta."
      "Se as informaes eu acabei de dar que voc acha seu caminho para a mdia, eu saberei onde veio de." A Eve pausou at Breen parou de compassar e olhou para ela. "Eu farei seu inferno vitalcio."
      "Por que eu daria isto para a mdia, e deixe algum escrever sobre ele primeiro?" Ele se sentou novamente. "Este tem best-seller escrito por toda parte isto. Eu sei aquele frio de sons, mas em minha linha do trabalho eu tenho que ser to destacado quanto voc faz em seu. Eu ajudarei porm eu posso. Eu tenho montanhas de pesquisa e dados acumularam em todo assassino consecutivo grande desde O Estripador comeou isso tudo, e alguns interessante secundrio. Eu farei isso tudo disponvel para voc, trabalhe com afinco como um consultor de civil, e acene a taxa. E quando estiver terminado, eu escreverei isto."
      "Eu pensarei sobre isto." A Eve chegou a seus ps. E serra, debaixo da baguna ele fez de sua escrivaninha, uma caixa de nata-colorido papel.
      "Imagine papel para escrever," ela comentou, andando acima de levantar a caixa.
      "Hmm? Oh sim. Eu uso isto quando eu quiser impressionar algum."
      "Isto  isso?" Seus olhos relampejados para seus gostam de lasers. "Quem voc quis ultimamente impressionar?"
      "Inferno, eu no sei. Eu penso que eu usei isto umas semanas do par atrs quando eu enviei o que meu papai sempre chamou um po-e-nota de manteiga para minha editora. Uma obrigado por uma coisa de festa de jantar. Por que?"
      "Onde voc pegaria isto? O jornal?"
      "Jule deve ter comprado isto. No, espere." Ele ergueu ele mesmo, olhando confundiu como ele tomou a caixa de Eve. "Est certo. Era um presente. Certo, eu lembro agora. Foi bem sucedido para minha editora com uma carta de f. Os leitores enviam material o tempo todo."
      "Uma ficha de um leitor, para a melodia de cerca de quinhentos dlares?"
      "Voc est brincando! Quinhentos. Uau." Ele estava assistindo Eve mais cuidadosamente agora como ele custar a caixa em sua escrivaninha. "Eu devia ser mais cuidadoso com isto."
      "Eu quererei uma amostra daquele jornal, Sr. Breen. Combina o tipo partiu em ambos os homicdios que eu estou investigando."
      "Isto  s muito fucking misterioso." Ele se sentou, fortemente. "Tome isto." Vrias emoes pareceram encontrar casualmente seu rosto como ele escavou uma mo por seu cabelo luxuoso. "Ele sabe sobre mim. Ele  lido meu material. Que diabo a nota disse? Eu no posso lembrar, s algo sobre como ele apreciou meu trabalho, minha ateno para detalhar ou algo assim, e meuqueentusiasmo para o assunto."
      "Voc tem a nota?"
      "No, eu no manteria isto. Eu respondo algum do correio pessoalmente, tenha um andride fazer o tamanho. Se ele for correio de caracol, ns reciclamos o jornal depois de que ser respondido. Ele est usando meu trabalho como pesquisa, voc no pensa? Isto  horrvel, e realmente lisonjeiro ao mesmo tempo."
      A Eve passou por uma das folhas e envelopes para Peabody lacrar em evidncia. "D a ele um recibo para isto," ela ordenou. "Eu no seria lisonjeado se eu fosse voc, Sr. Breen. Isto no  pesquisa, ou palavras em um discbook."
      "Eu sou parte disto agora. No s um observador este tempo, mas parte de algo sobre a qual eu escreverei."
      Ela podia ver ele estava mais contente que intimidado.
      "Eu planejo o parar, e logo, Sr. Breen. As coisas vo meu modo, voc no vai ter muito de um livro."
      "Eu no sei o que pensar sobre ele," Peabody disse quando eles estavam do lado de fora. Ela voltou, estudou a casa e imaginou o Breen bonito balanando seu filho bonito sobre seus ombros e o levando para o parque para tocar. E sonhando com fama e fortuna escritas em sangue. "O papel era diretamente do azul. Ele no tentou esconder isto."
      "Onde est a excitao se ns no acharmos isto?"
      "Eu consigo aquelee ele gosta da pressa, nehuma dvida que. Mas seu slido de sons de histria, especialmente se o assassino leu seu material."
      "Ele no pode provar onde veio de, e ns temos que desperdiar tempo tentando localizar isto. Juiced do e Breen por isto."
      "Eu acho que isto  o tipo de coisa que iria suco ele. Seu trabalho est no lado doente."
      "Ento seja nosso."
      Surpreso, Peabody caminhou com Eve para o carro. "Voc gostou dele?"
      "Eu no compus minha mente. Se ele for no mais do que ele reivindica ser, eu no tenho nenhum problema com ele. As pessoas gostam do assassinato, Peabody. Eles danam swing nele quando for pego pelo menos um daqueles graus de separao. Lendo sobre isto, assistindo vids sobre isto, ligando as notcias da noite para ouvir sobre isto. Desde que no  muito fecha. Ns no pagamos assistir uns sujeitos cortar um ao outro para a morte em uma arena mais, mas ns ainda temos o bloodlust. Ns ainda samos de nisto. Em teoria. Porque ele est reassegurando. Algum est morto, mas ns no somos."
      Ela lembrou, como ela subiu no carro fora do calor maligno, como que pensou feito correr por sua cabea, novamente, quando ela se amontoou no canto daquele quarto frgido em Dallas e olhou para o desperdcio sangrento da coisa que tinha sido seu pai.
      "Voc no pode sentir aquele modo quando voc vir isso tudo o tempo. Quando voc fizer o que ns fazemos."
      "Voc no pode," Eve disse como ela comeou o carro. "Alguns podem. No todo polis so heris s porque eles deveriam ser. E no todos os pais so bons sujeitos s porque eles do a seus pequenos meninos um passeio em seus ombros. Se eu gosto dele ou no, sua falta de libi, sua linha do trabalho, e sua possesso do papel de carta o pe na lista. Ns vamos fazer um cheque muito cuidadoso em Thomas A. Breen. Deixe seja corrida a esposa, tambm. O que ns no ouvimos sobre ele em hoje conversao, Peabody?"
      "Eu no sou seguinte voc."
      "Ele disse a ns que ela voltou para casa de uma final de reunio. Ela foi para a cama. Ele trabalhou. Ele dormiu em. Ela tomou a criana para o parque. Mas eu nunca ouvi qualquer coisa sobre ns. Minha esposa e eu, Jule e eu. Mim e minha esposa e Jed.  disso que eu no ouvi. E que impresso voc supe que eu consigo disto?"
      "Voc est pensando que o casamento no  bom, isso existe frico ou desinteresse entre Breen e sua esposa. Sim, eu posso ver isto, mas eu posso ver como com duas carreiras e uma criana um par podia entrar em uma rotina que revolve ao redor trabalha e passa pela criana."
      "Talvez. No parece muito ponto em ser junto se voc nunca for entretanto, l? O sujeito bonito assim poderia comear a ficar ressentido e frustrado com aquele tipo de rotina. Especialmente se ele vir isto como um repetir de sua prpria infncia. Um sujeito no quer olhar no espelho s trinta-algo e ver seu pai olhando de volta nele. Ns tomaremos um fim de bem olha para Thomas A. Breen," ela repetiu. "E veja o que ns vemos."

      A Eve decidiu sua prxima parada seria Fortney. Mas estava na hora de tocar isto, e ele, um modo diferente. "Eu quero cutucar Fortney no segundo assassinato, revisite o primeiro. Bullshit do seu libi. E desde que eu tendo a ficar torcido quando as pessoas mentirem para mim, eu no vou ser particularmente amigvel."
      "Como voc  o eptome de alegria e benevolncia por natureza, senhor, isto ser um pouco de uma extenso."
      "Eu cheiro o aroma distinto de manco-traseiro sarcasmo neste veculo."
      "Ns teremos isto fumigado."
      "Mas felizmente eu sou o eptome de alegria e benevolncia e no enfatizo seu nariz isto neste momento. Alguns minutos em minha conversao no amigvel com Fortney, eu vou conseguir uma etiqueta em meu vnculo de bolso."
      "Como eu estou em temor de voc em todos os modos, eu sou unsurprised por esta habilidade psquica sbita."
      "Eu serei aborrecido, mas ter que tomar a comunicao, assim passando a entrevista para voc."
      "Voc tambm sabe quem ser etiquetando . . . O que? Para mim?"
      Isto, Pensou Eve, enxugou o sassy pequeno sorriso fora de rosto do seu ajudante. "Voc levantar isto como bom policial. O sofrimento longo, um pouco sem experincia, e subalterno apologtico. Saliente isto, apalpe ao redor."
      "Senhor. Dallas. Eu sou o sofrimento longo, um pouco sem experincia, e subalterno apologtico. Eu no tenho que salientar isto ou fingir apalpar ao redor."
      "Use isto," Eve disse simplesmente. "Faa isto trabalho para voc. Deixe ele pensar que ele est levando voc. Ele ver um policial de menina em uniforme, que toma ordens de mim. Segunda-srie. Ele no ver passado aquele para o que voc  feito."
      Eu no sei o que eu sou feito, Peabody pensou, mas desenhou uma respirao funda. "Eu posso ver como podia trabalhar."
      "Faa isto trabalho," Eve disse novamente, e estacionou do lado de fora do edifcio comercial fixar o temporizador em seu 'vnculo.

      A Eve tiranizou seu modo em escritrio do Leo Fortney e fixou o humor. Apreciado deixar isto, ela admitiu. Ela pe um pouco se vangloria em seu passo como ela interrompeu seu holo-conferncia com um produtor de vdeo.
      "Voc vai querer replanejar seu pequeno confab, Leo," ela disse a ele. "Ou admita Hollywood aqui em nossa conversao."
      "Voc no tem nenhum direito empurrando sua entrada aqui, lanando seu peso ao redor."
      Ela sacudiu fora seu distintivo muito as imagens no quarto teve uma viso clara. "Aposta?"
      A cor do Fortney estava afiando em direo a magenta. "Eu sinto muito, Thad. Eu preciso cuidar desta . . . perturbao. Eu terei meu assistente replanejar, em sua convenincia."
      Ele fecha o holograma na frente de Thad poder fazer mais que levanta duas sobrancelhas magras em afiadas, questionando pontos.
      "Eu no tenho que tolerar este tipo de emboscada!" Seu cabelo de magenta era severamente puxado de volta de seu rosto hoje, e o rabo macio e lustroso de chicoteou de modo selvagem como ele Lanou fora seus braos. "Eu estou chamando meu advogado, e eu verei que voc  repreendido por seu superior."
      "Voc faz isto. E ns tomaremos este para Central onde voc pode explicar para mim, seu advogado, e meu superior por que voc me deu uma pilha de bullshit como um libi."
      Eve toed em, e esmurrou um dedo em direo a seu trax. "Mentindo para uma primria durante uma investigao de homicdio no ganha voc quaisquer pontos, Leo."
      "Se voc pensar que voc pode insinuar que eu sou cobrir um pouco de crime"
      "Eu no estou insinuando qualquer coisa." Ela conseguiu direito em cima em seu rosto  medida que ela falou, e apreciou isto tambm. "Eu estou dizendo isto. A toda. Seu ingresso de comida no amarrou de volta voc, camarada. Voc no fez, como voc reivindicou, se aposente com ela na noite em questo. Ela foi para a cama s, e assume que voc junta-se ela em um certo ponto. Assuma no  dick. Ento vamos comear este. Seu lugar ou meu, no quer dizer uma maldio para mim."
      "Como ousa voc!" Ele perdeu toda cor agora, insulto e temperamento roubando suas bochechas. "Se voc pensar que eu vou estar aqui e sou insultado, tenha a mulher que eu amo insultado por algum de dois pedaos dyke cadela policial"
      "O que voc vai fazer sobre isto? Tire-me, como voc tirou Jacie Wooton e Lois Gregg? Voc vai achar isto mais duro. Eu no sou um consumido- LC ou uma mulher de sessenta anos de idade."
      Sua voz piped fora agora, como ameaador do menino adolescente para rachar. "Eu no sei que diabo voc esteja conversando sobre."
      "No podia pegar isto em cima, no , Leo?" Ela foi cuidadosa para a manter tire as mos ele, entretanto ela teria gostado de ter dado ele um par de tiros aprazveis. "At quando voc teve seu preso, e impotente, voc no podia conseguir a madeira." 
      "Caia fora de mim. Voc  louco." Pequenos dardos de medo brilhado em seus olhos agora como ele danou atrs de sua escrivaninha. "Voc est doido."
      "Voc vai ver s o quo louco se voc no disser a mim onde voc estava na noite de segundo de setembro, e a manh de setembro quinto. Evasiva mim novamente, Leo," ela disse e slapped suas mos na escrivaninha. "E voc ver que louco."
      Em sugesto, seu 'vnculo buzinado. Com um grunhido, ela rasgou isto fora de seu bolso. "Texto somente," ela estalou. Esperadas algumas batidas como se lendo. "Goddamn isto." Ela murmurou isto, ento Peabody atacado. "Consiga o goddamn informaes deste otrio. Eu preciso tomar isto, e eu no tenho tempo para desperdiar. Cinco minutos, Leo," ela disse acima de seu ombro como ela marchou para a porta. "Ento eu estou voltando pelo prximo redondo."
      Ele se sentou fortemente quando a porta bateu atrs de Eve. "Aquela mulher  uma ameaa. Ela iria me atingir."
      "Senhor. Eu estou certo que voc est enganado." Mas Peabody lana um olho incerto em direo  porta ainda estremecendo em suas dobradias. "Meu tenente  . . . isto tem sido uns difceis poucos dias, Sr. Fortney, e Tenente Dallas est debaixo de muita tenso. Eu sinto muito que ela perdeu seu temperamento. Eu posso conseguir para voc alguma gua?"
      "No. No, obrigado." Ele apertou uma mo para sua sobrancelha. "Eu s preciso acomodar-se. Eu no estou acostumado a ser tratado aquele modo."
      "Ela  muito colorida." Peabody tentou um metade sorriso quando ele olhou em cima. "Eu estou certo que ns podemos endireitar este todo fora antes dela voltar. Existiam algumas discrepncias em sua declarao antiga, senhor.  fcil ficar confuso ou se misturar tempos e datas quando voc no estiver esperando ter que lembrar de seus movimentos."
      "Bem, claro que ," ele disse com alvio bvio. "Eu certamente no estava esperando ser questionado sobre um assassinato. Pelo amor de Deus."
      "Eu entendo isto. E parece mim se voc matasse Sra. Wooton ou Sra. Gregg, voc teria organizado um libi slido. Voc  obviamente um homem inteligente."
      "Obrigado, Oficial . . ."
      " Peabody, senhor. Se eu pudesse tirar meu caderno, ns podamos tentar pr coisas juntas pelos tempos em questo." Ela sorriu nele com brisas de condolncia e nervos. "Eu posso me sentar?"
      "Sim, sim. Aqueles agitados da mulher meus modos soltos. Eu no vejo como voc permanece trabalhar com ela."
      " realmente para ela, senhor. Eu estou em treinar."
      "Entendo." Ele estava relaxando, Peabody podia ver. Da mesma maneira que ela podia ver sua diverso em pensar que ele escapou o leo e conseguido ele mesmo um gatinho. "Voc tem sido com a polcia longa?"
      "No muito. Eu fao trabalho principalmente administrativo. O tenente odeia papelada." Ela comeou a rolar seus olhos, pareceu se pegar e trabalhou um rubor.
      Fortney riu. "Seu secreto seja seguro comigo. Ainda, eu pergunto-me que mulher atraente como voc est fazendo em um campo to difcil?"
      "Homens ainda ter maior nmero mulheres no trabalho," ela ouviu se dizendo, e sentiu a curva de sorriso rpido, coquete seus lbios. "Isso pode ser um incentivo forte bonito. Eu s gostaria de dizer quanto eu admiro seu trabalho. Eu sou tal f de teatro musical, e voc foi envolto em projetos maravilhosos. Parece to fascinador e excitante algum para gostar de eu."
      "Tem seus momentos. Talvez voc gostaria eu de dar a voc uma excurso do teatro, nos bastidores, onde a ao realmente est."
      "Isso seria . . ." Ela diminuiu breathlessly. "Eu s adoraria isto." Ela olhou de relance atrs na porta novamente. "Eu no deveria fazer algo assim. Voc no dir nada?"
      Ele mimicou fechando com fecho seu lbio e fez sua risadinha.
      "Se eu posso s clarear algumas destas discrepncias antes dela voltar. Caso contrrio, ela me esfolar."
      "Amado, voc no pode realmente acreditar em que eu mataria ningum."
      "Oh no, Sr. Fortney, mas o tenente . . ."
      Ele levantou da escrivaninha, veio a si, e sentado no canto disto. "Eu no estou interessado no tenente. O fato , Pepper e eu . . . bem, nossa relao devolveu, voc podia dizer. Ns somos companheiros de negcios realmente justo neste momento, continuando aparecimentos para o pblico. Eu no quero nada a danificar enquanto ela est trabalhando to dura neste jogo. Eu tenho muito afeto e respeito por ela embora . . . embora coisas no so o que eles estavam entre ns."
      Ele deu a Peabody um cachorro de filhote de cachorro olha, e ela fez seu melhor para responder com uma de condolncia. At como ela pensou: Putz. Eu olho to verde? "Deve ser muito duro para voc."
      "Mostre a negcios  uma amante exigente, em ambos os lados da cortina. Eu disse quase a verdade sobre aquela noite. Eu no mencionei aquela Pepper e eu realmente no falei ou tive contactei um com o outro quando ela veio de volta do teatro. Eu gastei aquela noite como eu gastei extremamente muitos deles. S."
      "Ento voc no tem se confirmar seu paradeiro?"
      "Eu tenho medo que eu no faa, no diretamente, entretanto Pepper e eu estava na mesma casa junta na noite toda. Era s outra noite s, e ser franco, eles obscurecem junto agora. Eu pergunto-me, talvez voc e eu podamos jantar?"
      "Ummm . . ."
      "Reservadamente," ele adicionou. "Eu no posso ser visto jantar com uma mulher bonita enquanto Pepper e eu ainda tenho que continuar esta pretenso. A fofoca a machucaria, e ela  to temperamental. Ela precisa enfocar no jogo. Eu tenho que honrar isto."
      "Isto  isso . . ." As palavras que examinaram sua cabea era qualquer coisa exceto lisonjeira, mas ela sufocou fora uma alternativa. ". . . To valente. Eu adoraria para, se eu posso conseguir o tempo. Estes assassinatos tm o tenente trabalhando praticamente 24/7. E quando ela trabalhar, eu trabalho."
      "Assassinatos." Para um momento ele pareceu genuinamente perplexo. " disso que tudo isso negcios sobre esta pessoa de Gregg ? Outra prostituta tem sido morta?"
      "Existia outro ataque," Peabody evadiu. "Me ajudaria muito se voc pudesse dizer a mim onde voc estava domingo de manh, entre oito e meio-dia. Isso cobriria voc, e eu podia coisas provavelmente liso fora com Tenente Dallas assim ela no aborrecer voc novamente."
      Ela tentou um riso, mas no pensou que era seu melhor olhar.
      "Domingo de manh? Dormindo o sono do s at de dez ishs. Eu favoreo eu mesmo nos domingos. A Pepper teria estado em cima e fora cedo. Dance classe, ela nunca sente falta. Eu teria tido um caf-da-manh e almoo leve, demorado ao longo do jornal do domingo. Eu duvido que eu estava at vestido at meio-dia."
      "E s novamente?"
      Ele deu um sorriso triste, entortado. "Com medo muito. A Pepper teria ido diretamente para o teatro depois de classe. Matin do domingo. Eu fui para o clube, mas no at pelo menos um. Para uma natao, um vapor, uma massagem." Ele ergueu suas mos, deixe eles cair. "Eu tenho medo que eu no fiz nada de qualquer interessa o dia todo. Agora, se eu tivesse um companheiro. Algum . . . simpatico . . . ns teramos tomado um vagaroso entrar o pas, parada em alguma encantadora pequena pousada para um almoo de champanha, e whiled longe nosso domingo em um muito mais entretendo moda. Como , eu tenho nada alm de trabalhar, iluso, e solido."
      "Voc podia dizer a mim o nome de seu clube? Ento eu posso dar a Tenente Dallas algo slido."
      "Eu uso a Chave de Ouro, em Madison."
      "Obrigado." Ela levantou-se. "Eu verei se eu posso a encabear fora de."
      Ele tomou mo do Peabody, examinando seus olhos como ele trouxe isto para seus lbios. "Jantar?"
      "Ele sons mag. Eu contactarei voc assim que eu sei quando eu for claro." Ela esperou que ela teve mais um rubor nela. "Leo," ela disse shyly.
      Ela se apressou fora e diretamente para onde a Eve permanecida com seu 'vnculo. "Eu no posso quebrar carter ainda," Peabody reportou. "Ele poderia perguntar um de seu bimbos o que continuou fora aqui, ento voc devia parecer aborrecido e duvidoso, e como voc podia resma meu traseiro em qualquer momento."
      "Multa. Ento eu no tenho que quebrar carter qualquer um como isto  o que eu caminho ao redor em diariamente."
      "Ele  um total sleaze, e ele no tem um slido para um ou outro assassinato. Duro para mim ver algum aquele enlodado sendo nosso sujeito, mas ele no  coberto."
      Ela olhou abaixo em seus sapatos, estudando o brilho, e pulando o idioma de corpo pareceu servil. "Ele tambm engana em Pepper, regularmente por meu tome. Ele bate em mim, e pareci como um ritmo natural. Pegas mais linhas cansadas do sujeito que um sabo da tarde e menos talento em vendem eles."
      "Voc bate de volta?"
      "Suficiente para manter o ritmo, no suficiente para me conseguir uma reprimenda devia existir uma investigao oficial. Talvez voc podia pisar fora para o elevador agora. Est ficando duro de continuar parecendo ingnuo e servil."
      A Eve obrigou e timed ele assim Peabody apenas teve tempo para beliscar em com ela antes das portas fechadas. "Eu pensei que era um bem tocar."
      "Bom coisa meu alvo no  qualquer maior que j . Ele est trocando sua histria pela noite do Wooton assassina. Diga ele e Pepper so assunto justo  parceiro agora, e continuando o pretexto de caso contrrio muito no existe qualquer publicidade negativa pela corrida do jogo. Ainda diz que ele estava em casa na noite toda, entretanto, e casa todo o domingo de manh. S. O Sujeito S original."
      "Que tipo de moronic fmea apaixona-se por que defeca?" A Eve perguntou-se.
      "Muitos, eu acho, dependendo da entrega." Ela moveu seus ombros. "Seu no era ruim, realmente. Mas era muito rpido, e muito bvio. De qualquer maneira, ele reivindica que ele foi para a Chave de Ouro em Madison mais ou menos um no domingo. Eu digo que ele  twinking pelo menos um daqueles bimbos no lado. Ele no  o tipo para um LC. No vai pagar por ele quando ele puder bullshit e alardear seu modo nisto. E eu diria que seria notcias para apimentar que eles so assunto justo  parceiro agora. Eu tambm diria que ele no pensa muitas das mulheres como uma espcie."
      V, Peabody, Pensou Eve, e debruada atrs contra a parede de elevador como seu ajudante examinou isto.
      "Pense sobre eles, porque ele provavelmente imagina fucking qualquer mulher que  remotamente atraente. Mas ele no gosta deles. Ele continuou chamando voc aquela mulher. Nunca se referiu a voc por nome ou grau. E existia muita paixo no modo que ele disse isto."
      "Bom trabalho."
      "Eu no sei que eu descobri qualquer coisa realmente til. Exceto agora que eu penso sobre isto, eu posso ver ele fazendo os assassinatos."
      "Voc descobriu que ele esteja deitando para seu amante, e se ele ativamente no estiver enganandoque ele provvel  queele  aberto a enganar. Voc descobriu que ele teve a oportunidade para cometer ambos os assassinatos. Ento ele  um mentiroso e uma fraude. No faz ele um assassino, mas ele  um mentiroso e uma fraude com oportunidade, com acesso ao papel achado em ambas as cenas de crime, e que ele tem uma atitude em direo a mulheres. Isto no  ruim pelo dia."

      Carmichael Smith estava no estdioem New Los Angelesassim ela deu a ele um passar pelo dia. Ela achou Niles Renquist muito fortemente embrulhou em fita vermelha que ela decidiu fazer um fim correr ao redor ele e pontaria para sua esposa.
      O Renquists ' Nova York casa no estavam bairro de modo ascendente mvel de famlia do Breen, sto da moda do ou Carmichael. Era toda dignidade e graa contida em tijolo de enfraquecido e janelas altas.
      O corredor de entrada, onde eles eram admitidos com relutncia e desaprovao considervel por um uniformed empregada que podia ter Summerset dado uma corrida para seu dinheiro, era feito em natas e Borgonhas e o brilho sutil de antiguidades religiosamente polidas.
      Lrios, brancos e Borgonha em um vaso de cristal, sentada em uma mesa estreita longo ao longo da escadaria e cheiroso o ar. Junto com estava um ecoar silencia que ela associou com as casas ou igrejas vazias.
      " como um museu," Peabody disse fora do canto de sua boca. "Voc e Roarke tm tudo isso pessoas frescas, ricas enchem, mas  diferente. As pessoas vivem l."
      Antes de Eve poder responder existia a som de saltos de sapatos em madeira. Pessoas vividas aqui, tambm, Pensou Eve, mas ela teve um sentimento que eles eram um tipo diferente completamente.
      A mulher que caminhou em direo a elas era to bonito, to digno, e to quietamente elegante quanto a casa ela fez. Seu cabelo era um suave loira, cuidadosamente coiffed em um pequeno vai para cima e para baixo que pegou a luz. Seu rosto era plido e cremoso, com uma sugesto de rosas em bochechas e lbios. Este aqui, Pensou Eve, nunca deixou a casa sem protetor de sol, topo para dedo do p. Ela vestiu largas-calas providas de pernas, saltos de sapatos de assassino, e uma blousy camisa com um brilho de lnguido, toda em nata.
      "Tenente Dallas." Existia um alto-afinado vento da Inglaterra em sua voz, e a mo ela ofereceu era fresca. "Pamela Renquist. Eu sinto muito, mas eu estou esperando companhia brevemente. Se voc contactasse meu secretrio, eu estou certo que ns podamos ter organizado um compromisso em um tempo mais conveniente."
      "Ento eu tentarei manter a inconvenincia pequena."
      "Se isto  sobre o papel, seu tempo seria de mais usaria falando com meu secretrio. Ela lida com o tamanho de minha correspondncia."
      "Voc comprou o papel, Sra. Renquist?"
      "Bastante possivelmente." Seu rosto nunca mudou, segura sua ligeiramente expresso agradvel como ela falou com o um tanto quanto de cortesia no diluda Eve sempre achou insultante. "Eu aprecio fao compras quando em Londres, mas eu raramente mantenho caminho de toda pequena compra. Ns certamente temos o jornal, ento ele dificilmente importa se eu comprasse isto eu mesmo, ou Niles, ou um de nossos assistentes fizeram a compra para ns. Eu estava debaixo da impresso que meu marido discutiu este com voc."
      "Ele fez. Existe repetio considervel e sobrepe em uma investigao de homicdio. Podia voc dizer a mim onde voc e seu marido estavam na noite"
      "Ns ramos justamente onde o Niles j disse a voc que ns estvamos na noite daquele assassinato da pessoa desgraada." Seu tom ficou frgido e dismissive. "Meu marido  um homem muito ocupado, Tenente, e eu sei que ele j est tomado o tempo para falar com voc relativo a este assunto. Eu no tenho nada para adicionar ao que ele j est dito voc, e eu estou esperando que convidados."
      No to rpido, amado. "Eu ainda no falei com seu marido relativo a um segundo assassinato. Eu gostaria de voc para dizer a mim onde voc dois eram no domingo, entre oito e meio-dia."
      Pela primeira vez que desde a mulher caminhou para corredor abaixo, ela pareceu agitada. Era momentneo, s um leve exaltando de cor naquela pele cremosa, uma carranca leve em torno da boca rosada. Ento era liso e plido novamente.
      "Eu acho isto muito tedioso, Tenente."
      "Sim, me, tambm. Mas l voc vai. Domingo, Sra. Renquist."
      Pamela desenhou ar nitidamente por seu cinzelado nostrils. "Ns temos caf-da-manh e almoo nos domingos s dez e trinta. Antes daquele, meu marido teria apreciado uma hora bem merecida em nosso tanque de relaxamento, como ele faz todo domingo, quando licenas de horrio, entre nove e dez. Enquanto ele estava fazendo isso, eu teria juntado-se ele em nosso centro mdico de casa para meu prpria domingo de manh hora de exerccio. s onze e trinta, depois de caf-da-manh e almoo, minha filha teria ido com seu au par para um museu, enquanto meu marido e eu me preparamos para ir para o clube para uma partida de dobros com amigos. Isto  detalhado suficiente, Tenente?"
      Ela disse tenente como outra mulher poderia ter dito curioso, cadela insolente. A Eve teve que dar seu crdito para isto. "Voc e seu marido estavam em casa no domingo de oito at meio-dia."
      "Como eu acabei de dizer."
      "Mmia."
      Eles dois girados e olharam para o ouro de menina jovem e rosa e branca, to bonita quanto um bolo geadonos degraus. Uma mulher de cerca de vinte e cinco, com um derramamento de cabelo preto cortada atrs nitidamente em sua nuca, segurou a mo da menina.
      "No agora, Rosa.  indelicado para interromper. Sophia, tome Rosa de volta de cima. Eu informarei quando os convidados chegaram." Ela falou com sua filha e a mulher na mesma cortesa e distante afinou.
      "Sim, Madame."
      Ela deu a mo um pouco Eve de puxo da menina viu isto, e a resistncia leve da criana antes da menina ir obedientemente atrs em cima os degraus.
      "Se no existe nada mais, Tenente, voc ter que marcar uma hora com qualquer um eu mesmo ou meu marido por nossos escritrios." Ela caminhou para a porta, abriu isto. "Eu espero que voc ache quem voc est procurando por logo, ento isto pode ser posto para descansar."
      "Eu estou Jacie Wooton e Lois Gregg certo sentem exatamente o mesmo modo. Obrigado por seu tempo."
      
Captulo 10
      Nora do com ajuda de Lois Gregg, Eve mapeou o diariamente rotineiro da vida da vtima.
      Leah Gregg serviu ch gelado no compacto nook fora de sua cozinha compacta. Ela quis manter suas mos ocupadas, Eve podia ver. E sua mente ocupada. Mais, Eve viu uma mulher que quis tomar alguma parte ativa em suportar me do seu marido.
      "Ns fomos fechamos. Realmente, Lois era mais ntimo para mim que minha prpria me. Minhas vidas em Denver com meu padrasto. Ns temos assuntos." Ela sorriu quando ela disse isto, um gesto labiado apertado que indicou que eles eram grandes assuntos. "Mas Lois era o melhor. Um pouco de meus amigos tm dificuldade com seus sogros. Conselho no desejado, pequenas escavaes, interferncia."
      Ela encolheu os ombros, e se sentou em frente a Eve no bar de servio estreito. Ento ela movimentou a cabea no anel na mo esquerda da Eve. "Voc  casado, ento voc conhece como pode serespecialmente com mes de filhos, que no queiram deixar vo de seu menino de beb."
      A Eve fez um som sem compromisso. No havia razo para dizer no, ela no soube como podia ser. A me do seu marido tinha sido forada a deixar vai de seu menino de beb um tempo longo, longo atrs.
      "Mas eu no consegui qualquer daquele de Lois. No que ela no amou suas crianas. Ela acabou de saber como manter isso tudo equilibrado. Ela era divertida, e esperta, e teve uma vida de sua prpria. Ela amou suas crianas, ela amou o grands, ela me amou." Leah teve que tomar um longo, acalmando respirao. "Jeff e sua irm, todos ns realmente, esto s aplainados por isto. Ela era jovem e saudvel, vital e ativo. O tipo de mulher voc espera viver para sempre, eu acho. Para perder seu deste modo,  s cruel. Mas bem . . ." Ela tomou outra respirao. "Eu acho que voc saiba isto, em sua linha do trabalho. E ele no  por que voc est aqui."
      "Eu sei que isto  duro, Sra. Gregg, e eu aprecio voc tomando o tempo para conversar comigo."
      "Eu farei qualquer coisa, absolutamente qualquer coisa, ajudar voc achar o bastardo que fez este para Lois. Eu quero dizer isto."
      A Eve viu que ela fez. "Eu tomo isto que voc conversou com ela freqentemente."
      "Duas, trs vezes por semana. Ns reunimos-nos muito freqentemente: Jantares do domingo, divertimentos de compras, dias de menina. Ns ramos amigos, Tenente. Lois e eu . . . ela era, eu acho que eu acabei de perceber, ela era meu melhor amigo. Oh, Merda."
      Ela cessou bruscamente, partindo agarrar um pouco de tecido. "Eu no vou perder isto, no a ajudar ou Jeff ou as crianas para mim perder isto. S d a mim um segundo."
      "No se apresse."
      "Ns estamos tendo uns comemorativos amanh. Ela no quis nada formal ou deprimente. Ela costumava brincar sobre isto. 'Quando meu tempo vier,' ela diria, 'eu quero que voc tenha um servio bom, saboroso comemorativo e faz isto pequeno. Ento, aparea inesperadamente o champanha e faa uma festa. Celebre minha vida.'  disso que ns queremos fazer, ns faremos porque ela quis isto. Mas ele no deveria ser agora. No deveria ser como isto. Eu no sei como ns conseguiremos por isto. Um minuto de cada vez, eu acho."
      Ela se sentou novamente, respirou novamente. "Certo. Eu sei o que era feito para ela. Jeff disse a mim. Ele tentou no , mas ele se quebrou e isso tudo veio para despejando fora, ento eu sei o que era feito para ela. Voc no tem que ser delicado comigo."
      "Ela deve ter gostado de voc muito." Foi a primeira vez que Peabody falou, e o comentrio teve olhos do Leah rasgando novamente.
      "Obrigado. Agora o que eu posso fazer?"
      "Ela vestiu um anel, quarto dedo, mo esquerda."
      "Sim, ela considerou isto seu anel de casamento entretanto ela e Sam nunca fizeram isto formais. Sam era o amor de sua vida. Ele morreu alguns anos atrs em um acidente, e ela continuou a vestir seu anel."
      "Voc pode descrever isto?"
      "Certo. Faixa de ouro, canal fixa com pequenas safiras. Cinco pequenas safiras porque ele deu isto para ela em seu quinto aniversrio. Muito clssico, muito simples. Lois no gostou de chamativo jia."
      Ela pausou um momento, e Eve podia ver isto pia. "Ele tomou isto? Ele tomou seu anel? O bastardo, o filho imundo de uma cadela. Aquele anel importado para ela."
      "O fato que seu assassino tomou o anel pode ajudar ns achar e o identificar. Quando ns acharmos isto, e ele, voc positivamente poder para identificar isto. Isso nos ajudar construir nosso caso."
      "Certo, certo. Obrigado. Eu posso pensar sobre ele aquele modo agora, pense sobre ele como um caminho para o fechar em cima. Aquelas ajudas."
      "Ela mencionou qualquer coisa, porm casualmente," Eve comeou, "sobre encontrar algum, vendo algum rondar o bairro?"
      "No." Seu vnculo da cozinha buzinada, e ela ignorou isto.
      "Voc pode conseguir isto," Eve disse a ela. "Ns podemos esperar."
      "No, est algum chamando com condolncias. Todo mundo quem soube que ela est chamando. Isto  mais importante agora."
      Eve angulada sua cabea. "Direito do oficial Peabody. Ela deve ter gostado de voc muito."
      "Ela teria esperado que eu lidar com isto, o modo que ela teria lidado com isto. Ento eu irei."
      "Pense cuidadosamente ento. Qualquer meno de ningum que ela poderia ter encontrado ou visto nas ltimas semanas."
      "Ela era amigvel, o tipo que conversa com estranhos na linha no mercado ou executa conversaes no metr. Ento ela no teria mencionado nada assim a menos que esteja fora do ordinrio para ela."
      "Leve-me pelos lugares que ela iria, as rotas ela tomaria. Diariamente negcios tipo de coisa. Eu estou procurando por repetio e hbito, o tipo de coisa algum que era acompanhamento que ela podia usar para determinar ela teria estado s no apartamento domingo de manh."
      "Certo." Leah comeou a esboar rotinas bsicas do Lois como Eve tomou notas.
      Era uma vida simples, se uma ativa. Classes de boa forma fsica trs vezes por semana, bi-sesses semanais em um salo, comercializem nas sextas-feiras, quinta-feira noites fora com amigos para uma refeio e um vdeo ou toquem, voluntrio trabalha tardes da segunda-feira em um dia local-se importe centro, seu trabalho de meio perodo em boutique da senhora nas teras-feiras, quartas-feiras, e sbados.
      "Ela datou de vez em quando," Leah adicionou. "Mas no tanto recentemente, e nada srio. Como eu disse, Sam era isto para ela. Se ela tiver visto ningum, at muito casualmente, eu teria sabido sobre isto."
      "Clientes na loja? Homens?"
      "Certo, ela diria a ns sobre alguns dos sujeitos que entraram e lanaram eles mesmos em sua clemncia, procurando por algo para um cnjuge ou namorada. Nada ultimamente, no que ela mencionou. Espere."
      Suas costas foram ao-diretamente. "Espere. Eu lembro dela dizendo algo sobre um homem ela chocou-se com quando ela era fazer compras para produto. Umas semanas atrs. Disse que ele olhou tipo de perdidos acima dos tomates ou algo."
      Como se cutucar a memria clara, Leah esfregou seus templos. "Ela ajudou ele escolher alguns legumes e fruta, isso era s como seu. Ela disse que ele era um pai nico, s movida para Nova York com seu pequeno menino. Ele estava preocupado sobre achar bom dia se importar, ento ela disse a ele sobre Tempo de Criana, isto  o lugar ela voluntrios, deu a ele todas as informaes. Sendo Lois, ela pumped ele para informaes pessoais. Ela disse que ele era um sujeito bonito, pai preocupado, olhado s, e ela estava pulando que ele verificou Tempo de Criana assim ela podia talvez o consertar com uma mulher que ela soube que trabalhou l. Deus, o que ela disse que seu nome era? Ed, Conde, no, no, Al. Isto  isto."
      "Al," Eve repetiu e sentiu isto golpe seu intestino.
      "Ela disse que ele caminhou para sua parte do modo como casa, levadas suas bolsas. Disse que eles conversaram crianas por alguns quarteires. Eu no paguei a muita ateno, era o tipo de coisa que ela fez o tempo todo. E sabendo Lois, se eles conversassem crianas, ela conversou sobre sua, sobre ns. Ela provavelmente disse como ns reunimos-nos tardes do domingo, e como ela esperou ansiosamente isto. Sobre como ela conheceu o que era como levantar crianas s."
      "Ela disse a voc o que ele pareceu com?"
      "Ela acabou de dizer que ele era um menino bonito. Isso no significa nada. Condene isto! Ela chamaria qualquer sujeito abaixo de quarenta um menino, de forma que no  nenhuma ajuda."
      Sim, era, Pensou Eve. Eliminou Elliot Hawthorne, como suas prprios instintos j tido.
      "Ela era uma me nascida, ento se ela visse este sujeito enigmtico acima de tomates, ela teria automaticamente aumentado para dar a ele uma mo e conversa para ele, tente o ajudar com seus problemas. Meridionais," Leah disse em uma subida de excitao. " disso que ela disse. Um menino Meridional bonito."

      "Ela era uma jia. Voc sabe o que eu estou dizendo?"
      Rico Vincenti, proprietrio da famlia-corrido mercado onde o Lois Gregg fez suas compras semanais, unashamedly enxugou suas lgrimas com um bandana vermelho, ento encheu isto longe atrs bolso de khakis que ensacado acima de seu alvo fraco. Ele voltou a empilhar uma proviso fresca de pssegos em sua caixa de calada.
      " disso que eu estou ouvindo," Eve disse. "Ela entrou aqui regularmente."
      "Toda sexta-feira. s vezes ela veio por outros tempos, levante umas coisas do par, mas ela estava em toda sexta-feira de manh. Pergunte a mim sobre minha famlia, d-me pesar sobre no avalie bitchy," ele disse depressa. "Amigvel como. Algumas pessoas eles entram aqui, nunca diga uma palavra para voc, mas no Sra. Gregg. Eu acho o bastardo . . ." Ele fez um gesto obsceno. "Finito."
      "Voc pode deixar aquela parte para mim. Voc j nota algum rondar, parea com que ele estava assistindo ela?"
      "Eu vejo algum aborrecendo um de meus clientes, ainda que ele no  um regular, eu movo eles junto." Ele empurrou seu dedo polegar acima de seu ombro gosta de um rbitro gritando um corredor bsico. "Eu estado aqui quinze anos. Isto  meu lugar."
      "Existia um homem, umas semanas atrs. Ela ajudou ele escolher um pouco de produto, executou uma conversao."
      "S como seu." Ele retirou-se o bandana mais uma vez.
      "Ele saiu com ela, levadas suas bolsas. Agradveis-olhando sujeito, provavelmente abaixo de quarenta."
      "Sra. Gregg, ela estava sempre conversando com algum aqui. Deixe-me pensar." Ele ajuntou suas mos por seu sap de sal-e-cabelo de pimenta, atarraxado em cima seu rosto estreito. "Sim, par sextas-feiras atrs, ela tomou este sujeito debaixo de sua asa, escolhidas algumas uvas boas para ele, alguns tomates, cabea de romaine, rabanetes, cenouras, conseguiu uma libra de pssegos."
      "Voc pode dizer a mim tanto sobre ele como o que ele comprou?"
      Vincenti rachou seu primeiro sorriso. "No tanto. Ela o educou com seuque eu sempre verifiquei Sra. Gregg forae ela diz: 'Agora, Sr. Vincenti, eu quero que voc tome bom ao cuidado de meu novo amigo, Al, quando ele entrar aqui sozinho. Ele pegou um pouco menino que precisa de seu melhor produto.' Eu digo algo como, 'eu consegui nada alm do melhor.'"
      "O que ele disse?"
      "No recorde que ele fez. Sorriu muito. Esteve usando um bon de bola, agora que eu penso. E guarda-sis. Este calor, a maioria de embarcado em de todo mundo um bon e sombras."
      "Alto, pequeno?"
      "Ah, condene-me." Ele esfregou em seu rosto suado com o bandana agora. "Mais alto que eu, mas quem o inferno no  Eu topo fora s cinco seis. Ns estvamos ocupados, e eu no estava pagando a muita ateno. Ela estava fazendo todo o conversar, como sempre. Ela me pediu para pr de lado alguns pssegos para ela a semana que vem. Ela estava indo para sua filha est em Jersey domingo prximo, negcio de famlia inteiro, e ela quis tomar sua alguma causa de pssegos que sua menina teve um carinho para eles."
      "Ela recebe como herana eles?"
      "Certo, esta ltima sexta-feira. Cinco libras. Eu ponho eles em um pouco cesta para ela, deixe ela levar para casa eles em que ele 'causa ela  um bom cliente."
      "O sujeito que saiu com ela, ele voltou?"
      "Eu no o vi novamente. Eu no entro nas quartas-feiras, goste de golfe nas quartas-feiras, ento ele coulda entra e eu no saberia. Mas se ele voltasse para qualquer outro dia, eu estou aqui. Voc pensa que isto  o sujeito? Voc pensa que o doente est picada quem matou Sra. Gregg?"
      "Coberta justa o cho, Sr. Vincenti. Eu aprecio a ajuda."
      "Voc precisa de mais, voc precisa de qualquer coisa, voc vem para me ver. Ela era uma jia."

      "Voc pensa que ele poderia ser o assassino," Peabody disse como eles caminharam para o bairro, seguindo a rota Leah esboou para eles.
      "Eu penso que ele estava sendo um esperto-traseiro, apresentando ele mesmo com o nome AlAlbert DeSalvo, o mtodo ele planejou usar para seu assassinato. Eu penso que teria sido um caminho muito esperto para a sentir fora, vindo para o mercado, colocando a rotina de papai nico confundido. Se ele tiver scoped fora a rea, procurando por uma mulher, uma mulher nica de seu grupo de idade, manchada ela, considerada ela enquanto ele estava cantarolando, ele teria assistido sua rotina, conseguido seu nome, olhados em cima seus dados, ento ele conheceria ela volunteered em uma criana se importa lugar."
      Ele soube como pesquisa, Pensou Eve. Soube como tomar seu tempo, consiga os dados, digere ele antes dele fazer um movimento.
      "Uma mulher faz tempo em dia-se importa, voluntariamente, ela  em crianas, ento ele diz a ela que ele pegou uma criana quando ele fizer seu primeiro contato."
      Ela movimentou a cabea como ela falou, como ela estudou o bairro. Era esperto. Era simples. "Bom lugar para fazer que contacta  o mercado. Pergunte a ela por conselho, d sua uma histria sobre ter uma criana precisando dia-se importa. Caminhe para sua parte do modo como casa. No a distncia toda. Ele no tem que, ele sabe onde ela vive. S como ele sabe seus planos pelo domingo. No o prximo domingo, o seguinte, ento ele pode ter bastante tempo para assistir ela, consegue isso tudo, planeja isto, aprecie a antecipao."
      Ela parou no canto, pessoas assistidas caminham por, a maioria de com a Nova York nativa olha fixamente que pararam bem com falta de olho contacta. No um setor de turista, ela reconheceu. As pessoas vividas e trabalharam aqui, foram sobre seus negcios.
      "Ela teria passeado, entretanto," Eve disse em voz alta. "Passeado junto com ele, conversando, dando a ele o que pareceu como inocentes pequenos detalhes de sua vida. Pssegos para sua filha, mas no existia uma cesta de pssegos no apartamento no domingo. Ele levou eles. Uma recordao de comestvel bom para ir com o anel. Sado de seu lugar depois que ele fez o que ele fez, levando um pouco cesta de fruta. Eu aposto que ele conseguiu um real excluir disto, realmente apreciada tomada uma mordida suculenta grande."
      Ps plantados, ela enganchada seus dedos polegares em seus bolsos, muito intento em que ela estava vendo em sua cabea para notar os olhares rpidos e cauteloso lanado seu modo quando sua posio revelou sua arma. "Mas isto  um engano, um engano estpido, convencido. As pessoas no poderiam notar um pouco de sujeito que sai de um edifcio de apartamentos com um caixa de ferramentas, mas eles poderiam, s poderia, note saindo se com uma cesta de pssegos e um caixa de ferramentas."
      Ela cruzou a rua, insistiu no prximo canto, e julgou o cho. "Os carros de deslizamento no vo estar em cima e correndo que cedo em um domingo, no ao redor aqui. Mas o newsstands, as lojas de caf, o delis, eles seriam. Eu quero eles investigados. Eu quero saber se algum notasse um homem em manuteno veste, levando um caixa de ferramentas e cesta do friggin de pssegos."
      "Sim, senhor. Tenente, eu s quero dizer que  um prazer real para assistir voc trabalhar."
      "O que voc est angulando, Peabody?"
      "No, seriamente,  uma educao para assistir voc, veja o que voc v, e como voc v isto. Mas agora que voc menciona isto,  bastante quente. Talvez ns podamos, desde que eles esto em cima e correndo este tempo de dia, consigam um bebida do carro de deslizamento l. Eu estou fazendo uma Bruxa M do Oeste aqui."
      "Um o que?"
      "Voc sabe que . . . eu esteja derretendo."
      Com um metade-bufe, Eve cavou crditos fora de seu bolso. "Consiga-me um tubo de Pepsi, e diga a ele se no estiver frio que eu vou vir ali e o machuque."
      Enquanto Peabody clomped fora de, Eve insistiu no canto, sua imaginao correndo. Ele teria a deixado aqui, ela decidiu. Mais provvel aqui, uns quarteires do par com falta do apartamento. Tido que separar modos em um canto, faz a mais sensao. Provavelmente dita ela ele viveu perto, o que ele fez para viver, pequenas histrias sobre sua criana. Mentiras, todos eles, se isto era seu homem.
      E toda cela do policial disse a ela que era.
      Meridional, ela pensou. Ele disse a ela que ele era do Sul? Mais provvel. Usou um acento, ou teve um. Usou, ela decidiu. S outro pouco floreado.
      Peabody voltou com os bebidas, uma concha das batatas-fritas, e um veggie kabob. "Conseguiu voc a concha, pesado no sal, ento voc no zombaria em meu kabob."
      "Eu posso ainda zombar em um kabob. Eu sempre zombarei em veggies em uma vara." Mas ela cavou na concha. "Ns encabearemos abaixo deste modo, balance na loja de vestido. Talvez ele pagou uma visita l, tambm."

      Existiam dois balconistas a trabalho na boutique e ambos comeavam a lamentar abertamente a Eve minuciosa mencionou nome do Lois. Um deles foram para a porta, ponha em cima o sinal Fechado.
      "Eu s no posso suportar isso em. Eu continuo esperando que ela entrar e dizer a ns que era um pouco de tipo de piada horrvel." O balconista alto, com corpo flexvel do seu galgo, batido levemente seu companheiro volta como a mulher mais jovem soluadas em suas mos. "Eu iria fechar a loja pelo dia, mas eu no conheo o que ns faramos conosco mesmos."
      "Este seu lugar?" Eve perguntada.
      "Sim. Lois trabalhou para mim por dez anos. Ela era grande, com o pessoal, com os clientes, com a linhagem. Ela podia ter corrido o lugar sozinho se ela quisesse. Eu vou faltar seu tanto."
      "Ela era como uma me para mim." O soluar mulher ergueu sua cabea. "Eu estou casando em outubro, e ela estava me ajudando com tanta disto. Ns estvamos tendo o melhor tempo com todos os planos, e agora, agora ela no estar l."
      "Eu sei que isto  duro, mas eu preciso perguntar a voc algumas perguntas."
      "Ns queremos ajudar. No , Addy?"
      "Qualquer coisa." A mulher conseguiu ela soluando sob controle. "Absolutamente qualquer coisa."
      A Eve levou eles pelas perguntas habituais, feriu seu modo ao redor para o homem que Vincenti descreveu.
      "Eu no lembro de ningum assim entrando recentemente. Addy?"
      "No, pelo menos no sozinhos. Ns conseguimos homens que entram com suas esposas ou namoradas, e o solo ocasional. Mas ninguma assim nas passadas semanas. Ningum Lois ajudou ou conversou com enquanto eu estava trabalhando."
      "Que tal algum que entrou, perguntou sobre ela?"
      "Existia aquele homem na semana passada, no, a semana antes. Lembre, Myra? Ele esteve usando um totalmente mag terno, levou um Mark Cruzar pasta."
      "Sim, eu lembro. Ele disse que Lois o ajudou o ms na frente de em alguns presentes para sua esposa, e eles eram um golpe to grande ele parou por a agradecer."
      "O que ele pareceu com?"
      "Mmm. Finais de anos trinta, altos, bem construram, limpo pequeno cavanhaque e cabelo marrom ondulado no lado longo. Ele vestiu amarrou de volta. Ele nunca tirou seus guarda-sis."
      "Pradas, Estilo continental." Addy adicionou. "Eu comprei meu fianc um par para seu aniversrio. Eles custam uma hortel. Ele cheirou gosta de dinheiro, e teve um Yankee cortado acentuar. Tipo de Liga de hera, eu pensei. Eu tentei o guiar para acessrios porque ele pareceu com que ele podia ter condies de soltar um pacote, e ns temos algumas maravilhosas novas bolsas, mas ele no era . Acabou de dizer que ele esperou dar seu obrigado e cumprimentos para Sra. Gregg. Eu disse que eu sentia muito que ela no estava trabalhando hoje, porque ela teria apreciado isto. Se ele quisesse parar por novamente, ele devia atirar na tera-feira, quarta-feira, ou sbado, e deu a ele suas horas. Oh Deus."
      Seu rosto foi folha-branco. "Isso estava errado?"
      "No. Isto  rotina justa. Voc lembra de qualquer outra coisa?"
      "No, ele acabou de dizer que ele tentaria vir por novamente se ele estivesse na rea, e partiu. Eu acabei de pensar o quo bom que era, porque clientes normalmente no aborrecem, e os homens certamente no fazem."

      Eles lista do Leah seguido e achou aquele em todo ponto existia algum que lembrou de um homem, de descries sutilmente variadas, que fizeram alguma investigao casual sobre Lois Gregg.
      "Ele stalked ela," Eve disse. "Juntando dados, tomando seu tempo. Tido umas semanas para isto de qualquer maneira. Ele iria fazer Wooton primeiro, e ela era fcil. Tudo que voc tem que fazer para escolher um LC a seu nvel  vagar ao redor e assistir o passeio, zero em um que ajusta seus requisitos. Voc no tem que se preocupar sobre conseguir seu s porque isto  seu trabalho, mas com Lois, teve que estar em seu lugar para ajustar a imitao. Ela teve que estar em casa, ela teve que estar s, e no esperando ningum."
      "Ele teve que ter bastante tempo," Peabody assinalou. "Tido que poder bater o mercado na sexta-feira, a boutique, o dia-se importa, o centro de boa forma fsicatodos em dias de semana, todas durante o horas de trabalho regular. No soa como ele  um nove-para-fiver."
      "No, e se ns voltarmos para nossa prpria lista, ningum em at agora tem a flexibilidade."
      Ela tem etiquetou Baxter e Trueheart fora para fazer o bairro investigar, e estava pulando conseguir um telefonema qualquer minuto dizendo a ela que eles acharam algum que viu o assassino com sua cesta de recordao de pssegos.
      Enquanto isso, ela teve que manter se mover. Ele matou duas vezes, e ela estava certo que ele j selecionaria sua prxima vtima.
      Ela deixou Peabody fazer as corridas mais fundas em Breen e sua esposa, e encabeada fora para implorar ou subornar um pequeno consultar com Mira.
      Ela teve que esperar, e compasse o escritrio exterior, e pergunte a se, ainda novamente, que seu mortal imita poderia imitar prximo.
      At agora ele escolheu dois assassinos notrios e falecidos, e ela estava disposta a apostar ele pegaria para padro. Ningum, ela pensou, que estava ainda entre a viva. O Estripador nunca tinha sido pego, DeSalvo morreu na priso. Ento captura e encarceramento eram certos. Isso deixou o campo bonito largo, at excluindo qualquer um que destruiu ou escondido ou consumiu suas vtimas.
      Seu Communicator buzinou quando ela estava olhando fixamente buracos por porta e disposta da Mira ele a aberto.
      "Dallas."
      "Baxter. Eu penso que ns temos um para voc, Dallas. Uma testemunha do edifcio vizinho que estava encabeando fora para igreja e viu um sujeito em um uniforme de manuteno da cidadeou ento ela acreditasaindo do vtima est construindo levando um caixa de ferramentas e uma cesta de fruta de plstico."
      "Direito de tempo?"
      "Est morto-. Nossa testemunha conheceu Gregg. Ela insiste em vir para o centro da cidade e conversando com o primrio pessoalmente."
      "Traga ela."
      "Ns somos voltar. Eu encontrarei voc no quarto de fratura."
      "Meu escritrio"
      "Quebre quarto," ele insistiu. "Alguns de ns no comemos nosso almoo ainda."
      Ela abriu sua boca para protestar, e ouviu o clicar de porta da Mira. "Multa. Eu estou em uma reunio. Eu estarei l assim que eu sou claro."
      Antes de assistente da Mira podia repetir o fato que o doutor teve s uns escassos dez minutos livres, Mira estava saindo, gesticulando Eve do lado de dentro.
      "Eu estou contente que voc achou o tempo para entrar. Eu li todos os dados disponveis."
      "Eu tenho mais," Eve disse a ela.
      "Eu preciso de algo frio. Esfrie suficiente aqui," Mira disse como ela foi para o minifridge. "Mas s sabendo o que  como fora de faa-me sentir quente. Se importe acima de importe."
      Ela tirou um recipiente de suco, despejados dois copos. "Eu sei que voc viva de cafena, em uma forma ou outro, mas isto  melhor para voc."
      "Obrigado. O dois vtimas so tipos distintos. Muito distinto."
      "Sim." Mira se sentou
      "O primeiro, um recuperar viciado LC, busted at nvel de rua. Uma mais vitalcia, sem amigos, famlia, ou sustentem grupo, entretanto parece sua prpria escolha. Ele no estava preocupado sobre quem ela era, mas o que ela era. Uma prostituta de rua, trabalhando a seo mais suja de Bairro chins. Mas o segundo era um que e o que."
      "Diga a mim sobre o segundo."
      "Uma mulher nica, vivendo s em um bairro bom. Uma mulher que levantou sua famlia e manteve tapa gravatas com eles. Ativa em sua comunidade, amigvel, bem gostado por todo mundo. Mais bem gostado que eu acho ele compreendido, porque ele no consegue isto."
      "Ele no tem nenhum forte para ningum, mas ele mesmo, ento ele no se relaciona a aqueles que fazem. No entende o crculo." Mira movimentou a cabea. "Era sua situaovivendo s, idade, bairro, e o fato que ela seria achada depressa.  disso que o desenhou para ela."
      "Mas era um engano, porque ela teve choque em todo mundo que ela era associada. Pessoas gostadas dela, amada ela, e eles no esto s dispostos a cooperar com a polcia, eles so vidos. Ela no vai ser esquecida como Wooton, no sempre. Todo mundo que eu falei com ter algo especfico para dizer sobre ela, algo pessoal e positiva. Seja como o que eu imagino pessoas diriam sobre voc quando voc . . ." Ela se pegou, tossiu, mas era muito tarde. "Jesus, isso soou arrepiante. Eu quis dizer"
      "No fez." Mira armou sua cabea e bastante simplesmente irradiada. "Que coisa boa para ouvir. Por que voc diz isto?"
      Ela desejou para inferno e atrs ela no teve, mas ela era pega agora. "Somente "ela abaixou o suco como medicina, em um trago enorme"euahentrevistou nora mais cedo do Gregg, e ele lembrou a mim, isto  todo, do modo sua filha conversada sobre voc. Existia isto conexo brilhante real. Um lao total. E eu consegui aquele mesmo tipo de coisa do sujeito em seu mercado, as pessoas com que ela trabalhou, todo mundo. Ela deixou sua marca. Ento faa voc.  que ele no estava considerando, o modo como pessoas reuniriam para ela. Suporte ela."
      "Voc  certo. Ele teria esperado o evento propriamente para ser a grande histria. O significado ele seria a histria. Ela, alm de sua convenincia para ele, era incidental. Entretanto a primeira vtima fez ela vivendo por sexo, e o segundo estava sexualmente brutalizado, as matanas no so um ato sexual mas uma ira contra sexo. Contra mulheres. E este ato o faz poderoso, e faz eles nada."
      "Ele stalked Gregg," Eve disse e levou Mira por isto.
      "Ele  muito cuidadoso. Meticuloso em seu modo apesar do fato que ambas as matanas eram sujas. Sua preparao  precisa, como suas imitaes so. Todo tempo ele tem sucesso, ele no prova s que ele  mais poderoso, mais importantes que as mulheres ele mata, mas mais que os homens ele emula. Ele no tem que pegar com um padroou ento ele diz a ele mesmo porque, claro, existe um padro. Ele acredita nele mesmo capaz de qualquer tipo de assassinato, e o cair fora com isto. O burlar voco fmea ele  escolhido, deliberadamente escolhido, jogar contra. Ele compassos voc, uma mulher, e prova que voc  menos que ele toda vez ele deixa voc uma nota."
      "As notas, eles no so sua voz. No ajusta com tudo outro que voc est dizendo. Eles so largos e jokey. Ele no ."
      "Outro disfarce," Mira concordou. "Outro persona."
      "Ele est fazendo que ele mesmo soa diferente neles, o modo que ele fez que ele mesmo soa diferente para as pessoas que com que ele falou stalking Gregg. Sr. Versatilidade novamente."
      " importante ele que ele no  pegged, etiquetou, pigeonholed.  muito provvel que ele era, s isto, durante sua educao, e pela figura de autoridade. Ele pode manter a iluso da imagem que ela forou nele, mas no  como ele v ele mesmo.  a me que ele mata, Eve. A me como prostituta com Wooton, e agora a me como nurturer com Lois Gregg. Quem ele imita prximo, a vtima ser, em sua mente, outra forma de me."
      "Eu corri probabilidades, mas ainda que eu reduzir que ele copiar, eu no conheo como isso me leva a prxima vtima antes dele chegar a a."
      "Ele precisar de algum tempo para preparar, assumir o novo rosto, o novo mtodo."
      "No muito," Eve respondida. "Ele no precisar de muito, porque ele j est trabalhado isso tudo. Ele no comeou isto na semana passada."
      "Bastante verdade. Comeou anos atrs. que Um pouco de seu precisa teria manifestado na infncia. A rota tpica de atormentadora ou animais de matana pequena, secreta tiranizando, deficincia orgnica sexual. Se sua famlia ou caregivers souberam e estavam preocupados, l pode ter sido um pouco de terapia ou aconselhando."
      "E se eles no fizeram?"
      "Se eles fizeram, ou no fizeram, ns sabemos suas necessidades e seus atos escalados. Do perfil e suas declaraes de testemunha este homem est em seus meios para finais de anos trinta. Ele no comeou a matar nesta idade, no comeou com Jacie Wooton. Existir outros. Voc achar eles," Mira disse, "e eles criaro um caminho para ele."
      "Sim, eu acharei eles. Obrigado." Eve levantou-se. "Eu sei que voc era apertado, e eu tenho um cabealho de testemunha em." Ela comeou a falar novamente, ento trocou de marcha. "E obrigado pelo convite pelo domingo. Desculpe eu tive que pato fora o modo que eu fiz."
      "Era adorvel para ter voc dois l enquanto voc era." Mira chegou a seus ps tambm. "Eu espero que voc dir a mim o que est passando sua mente. Existia um tempo que voc no teriaou no teria deixado-me ver existia algo aborrecendo voc. Eu pensei que ns ramos passados que agora."
      "Meus dez minutos esto em cima."
      "Eve." Com aquela palavra quieta, Mira deitou uma mo em sua.
      "Eu tive um sonho." As palavras terminaram para rpidas, como se eles tm esperado para ser vomitados. "Tipo de um sonho. Sobre minha me."
      "Se sente." Mira andou para sua escrivaninha, zumbido seu assistente. "Eu precisarei de outros poucos minutos aqui," ela disse e clicou fora de antes de seu assistente poder responder.

      "Eu no quero segurar voc. No era um grande negcio. No era um pesadelo. Exatamente."
      "Voc no teve nenhuma memria real de sua me at este."
      "No. Sabe. S uma vez antes, eu lembrei de ouvir ela verbalizar, gritando nele, bitching sobre mim. Mas eu vi seu este tempo. Eu vi seu rosto. Eu tenho seus olhos. Fuck isto."
      Ela se sentou agora, s soltando abaixo e apertando os saltos de sapatos de suas mos contra aqueles olhos. "Por que  isto? Goddamn isto."
      "A sorte do charco de gene, Eve. Voc  muito esperto para pensar que a cor de seus olhos significa qualquer coisa."
      "Atarraxe a cincia, eu odeio isto. Isto  todo. Eu vi o modo que ela olhou para mim com eles. Ela me odiou, intestino-fundo dio. Eu no pego isto, eu s no pego isto. Eu era que . . . eu no sou bom em julgar idades de pequenas crianas. Trs, quatro talvez. Mas ela me odiou o modo que voc odeia um inimigo vitalcio."
      Mira quis examinar cuidadosamente, envolver. Para me. Mas soube que no era o modo. "E isso machuca voc."
      "Eu perguntei-me, eu acho." Ela retraiu ar, deixa isto fora de modo explosivo. "Eu acho que eu pergunte-me seembora eu soube de que eu lembrei de queeu perguntei-me se talvez, de alguma maneira, ele me pegou dela em um certo ponto. Bata o defecar fora dela talvez, e decolou comigo. Eu perguntei-me se, embora ela estava no jogar fora, ela teve alguns sentindo me pena de. Eu quero dizer, voc carro algum ao redor dentro de voc por nove meses, voc devia sentir algo."
      "Sim, voc devia." Mira suavemente falou. "Algumas pessoas no so capazes de amor. Voc sabe isto, tambm."
      "Melhor que mais. Eu tive esta fantasia. At no soube que eu tive isto at que quebrei em mim. Que ela estava procurando me por, preocupada sobre mim. Tentando me achar tudo isso tempo porque . . . debaixo de tudo que ela me amou. Mas ela no fez. No existia nada exceto dio em seus olhos quando ela olhou para mim. Olhou para a criana."
      "Voc sabe que no era voc que ela odiou porque ela nunca conheceu voc. Para falar a verdade no. E sua falta de sentimento no erano sersua culpa. Erae sua falta. Voc  uma mulher difcil, Eve."
      Ela riu um pouco, empurrou um ombro. "Sim. Ento?"
      "Uma mulher difcil, freqentemente abrasiva, mal-humorada e exigindo, e impaciente."
      "Voc vai chegar a minhas boas partes qualquer hora logo?"
      "Eu no tenho tanto tempo." Mas Mira sorriu, contente ouvir o sarcasmo habitual. "Mas suas falhas, como alguns poderiam ver eles, no previna aqueles quem conhecem voc de amoroso voc, com respeito a voc, admirando voc. Diga a mim o que voc lembrou."
      A Eve estourou uma respirao, e examinou isto com o fresco dispassion e ateno para detalhar ela usaria em uma polcia reporta.
      "Eu no sei onde ns estvamos. Eu quero dizer o que cidade. Mas eu sei ela whored para dinheiro e drogas, e isso era certo com ele. Eu sei que ela quis fosso me, e isso no era certo com ele porque ele teve outros planos para mim. Para seu investimento."
      "Eles no eram seus pais."
      "Eu sinto muito?"
      "Eles conceberam vocovo e esperma. Ela incubou voc, e expeliu voc de seu corpo quando estava na hora de. Mas eles no eram seus pais. Existe uma diferena. Voc sabe que existe."
      "Eu acho que eu faa."
      "Voc no veio deles. Voc superou eles. Existe outra diferena. Deixe-me dizer mais uma coisa antes de meu assistente mastigar por minha porta e me castiga para arruinar seu horrio. Voc tambm deixou sua marca, e teve um choque em mais viveu que qualquer um de ns podemos contar. Lembre daquele quando voc olhar no espelho, e em seus prprios olhos."
      
Captulo 11
      Quando Eve caminhada no quarto de fratura, Baxter era chowing abaixo em um sanduche enorme que cheirou muito bom e pareceu muito fresco para ter terminado da instalao AutoChef, quaisquer das mquinas de venda automticas, ou o tirar- contador no Eatery.
      Olhou civil e delicioso.
      Ao lado dele na mesa de praa, o doce-enfrentado Trueheart estava fazendo trabalho limpo de uma salada copado topped com pedaos de galinha. Em frente a eles, uma mulher que olhou ter visto o amanhecer e crepsculo de uns sculos irradiou benevolncia acima deles.
      "L agora," ela disse em uma voz cheia de junco, "isto no  melhor que qualquer coisa que voc pode sair de uma mquina?"
      "Glump," Baxter respondeu acima de po e carne em que era acordo obviamente delirante.
      Trueheart, que era mais jovem, quase to verde quanto sua salada, e cuja boca no era bastante como cheio no momento, desprezada atrs sua cadeira quando ele Eve manchada. "Tenente." Ele atirou na ateno como Baxter rolou seus olhos em diverso acima do nefito, e adorao acima de seu sanduche.
      Ele tragou. "Jeez, Trueheart, salve o brownnosing at depois de eu digerir. Dallas, isto  o surpreendente e Sra. Elsa Parksy maravilhoso. Sra. Parksy, Madame, isto  Tenente Dallas, o investigador primrio voc quis ver."
      "Obrigado por entrar, Sra. Parksy."
      "Meu trabalho, no ? Como um cidado, no mencionar como um amigo e vizinho. Lois cuidou de-me quando eu precisei disto, agora eu cuidarei dela, melhor eu posso. Sente-se, dearie. Voc teve seu almoo?"
      Eve de olhos o sanduche, a salada, e ignorou o invejar aquele rodada em seu estmago principalmente vazio. "Sim, Madame."
      "Eu disse estes meninos que eu consertaria extra. No pode agentar comida fora de uma mquina. No  natural. Detetive Baxter, voc oferece a algum daquele sanduche para esta menina. Ela  muito fraca."
      "Eu sou bom, realmente. O detetive Baxter disse a mim que voc viu um homem deixando edifcio de apartamentos do Sra. Gregg no domingo manh."
      "Fez. Eu no conversei com a polcia na frente de como eu fui em linha reta para meu neto  depois de igreja e passada a noite. No voltou para casa at que esta manh. Ouvido sobre Lois no noticirio ontem, claro."
      As rugas incontveis em sua passa murcha de um rosto trocado em que Eve tomou para duelo.
      "Eu nunca tenho estado to chocado e triste, at quando meu Fred, Deus o descansa, caiu debaixo do Nmero Trs treina de volta em 2035. Ela era uma boa mulher, e um bom vizinho."
      "Sim, eu sei que ela era. O que voc pode dizer a ns sobre o homem que voc viu?"
      "Dificilmente pagou a ele qualquer ateno. Meus olhos so satisfatrios ainda. Conseguiu eles consertar novamente ltimo maro, mas eu no estava pagando a ele muita mente."
      Absently, ela puxou um pacote de cochilo-elimina de uma bolsa cavernosa, e passou por eles para Baxter.
      "Obrigado, Sra. Parksy," ele disse em uma voz humilhada, respeitoso.
      "Voc  um bom menino." Ela bateu levemente sua mo, ento voltada sua ateno para Eve. "Onde estava eu? Oh sim. Eu estava s terminando esperar por meu neto. Ele vem por todo domingo s nove e quinze, levar-me para igreja. Voc vai para igreja?"
      Existia um rpido e pequeno cintilava em olhos do Sra. Parksy, causando Eve para hesitar entre a verdade e uma mentira conveniente.
      "Sim, Madame," Trueheart falou mais alto, seu rosto solene. "Eu gosto de ir amontoar em St. Pat que do quando eu puder entrar em Midtown no domingo. Caso contrrio, eu vou para Nossa senhora dos Duelos, o centro da cidade."
      "Catlico, no voc?"
      "Sim, Madame."
      "Bem, isso est certo." Ela bateu levemente seu entregar virada, como se no era sua culpa.
      "Voc viu o homem terminar de Sra. Gregg est construindo," Eve iniciada.
      "Disse que eu fiz no ? Ele terminou s um minuto depois que eu sa minha prpria porta da frente do outro lado da rua. Esteve usando um uniforme cinza e levou um caixa de ferramentas preto. Teve uma cesta de plstico azul em sua outra mo, como o tipo eles tm abaixo no mercado. No podia ver o que estava nisto, 'porque ele era uns modos, e eu no estava olhando fixamente para o homem."
      "O que voc pode dizer a mim sobre como ele pareceu?"
      "Pareceu com um consertador,  todo. Homem branco, ou talvez misturado. Duro de dizer como o sol era arranhado. No saiba que velho. No to velho quanto eu. Trinta, quarenta, cinqenta, sessenta, isto seja todo o mesmo quando voc bater sua marca de sculo, e eu bato meus dezessete anos atrs ltimo maro. Mas eu diria trinta ou quarenta como uma melhor suposio."
      "Parabns, Sra. Parksy," Trueheart disse e ela sorriu nele.
      "Voc  um homem muito agradvel jovem. Isto outro, ele teve um bon, bon uniforme, e culos de sol. Escuros. Tido meus em, eu mesmo. O domingo era ardente embora era cedo. Ele me viu. No podia ver seus olhos, claro, mas ele me viu, como ele mandou a mim um grande-como-sorriso vitalcio e deu a mim este pequeno arco. Do Sassy o que eu chamo isto, e eu acabei de cheirar e olhei o outro modo, como eu no seguro com sass. Desculpe sobre que agora. Deseje que eu assistisse atrs dele mais."
      "Qual a direo ele foi?"
      "Oh, ele foi para o leste. Pule em seu passo, como um homem contente com o trabalho da sua manh. Negcios ruins, negcios ruins quando um homem puder tudo menos fogem a porta e sobre a calada quando ele for morto uma mulher. Lois foi para o mercado para mim mais de uma vez quando eu estava me parecendo mal, e ela me trouxe flores para me alegrar em cima. Sempre teve um minucioso para conversar. Eu desejo que eu soubesse o que ele fez quando eu o vi. Meu neto dirigiu em cima s um minuto ou dois mais tarde. Ele  sempre inicia. Eu teria dito que ele corresse que assassinando bastardo abaixo na rua. Como Deus  minha testemunha, eu teria."
      Ela trabalhou Sra. Parksy at que ela estava certo que ela teve tudo a mulher podia dar a ela, ento a passada para Trueheart, pedindo a ele para a escoltar para um uniforme para transporte casa.
      "Baxter, outro minuto aqui." Ela entrincheirou-se seu bolso e descobriu que ela deu a Peabody todos os seus crditos mais cedo. "Conseguiu suficiente em voc para um Pepsi?"
      "O que est errado com usar seu nmero de distintivo? Voc acima de seu limite?"
      Ela deu a ele um olhar repugnado, com direito de um amuar nas extremidades. "Eu ligar meu nmero de distintivo, a mquina dar a mim pesar. A em cima por nossa esquadra me odeia, tem um pessoal vendetta. E eles conversam um com o outro, Baxter. No pense que eles no comunicam."
      Ele a estudou para um minuto longo. "Voc precisa de umas frias."
      "Eu preciso de um friggin ' Pepsi. Voc quer um IOU?"
      Ele caminhou para a mquina, digitou em seu nmero de distintivo, ordenou o tubo.
      BOA TARDE. VOC ORDENOU UM TUBO DE OITO ONAS DE PEPSI.  GELADO! TENHA Um DIA SEGURO E PRODUTIVO, E NO ESQUEA de RECICLAR.
      Ele arrastou isto fora da fenda, caminhou de volta, e deu isto para ela. "Meu trate."
      "Obrigado. Escute que eu sei que voc tem acmulo. Eu aprecio voc tomando o tempo para o investigar."
      "S ponha isto em seu relatrio. Eu podia usar o brilho."
      Ela deu uma cabea movimentar a cabea em direo  porta, ento eles caminhariam e conversariam. "Trueheart parece bom. Ele afiana suficiente?"
      "Doc fisicamente passou o sem tocar. Brinque seja saudvel como um cavalo. Encolha desistiu a ele dedos polegares-, tambm."
      "Eu leio o evals, Baxter. Eu estou perguntando a voc."
      "Verdade , eu penso o que aconteceu para elequase aconteceuumas semanas do par atrs me agitaram mais que ele. Ele  slido, Dallas. Ele  ouro. Precise dizer voc, eu nunca esperei empreender um nefito, ou colocando chapu do treinador, mas ele  um presente."
      Baxter agitou sua cabea como eles pegaram um deslizamento. "A criana ama o trabalho. Inferno, ele  o trabalho, como ningum que eu sei exceto voc. Ele salta em cada turno, raring. Eu digo a voc, ele faz meu fucking dia."
      Satisfeita, Eve encabeado corredor abaixo com ele.
      "Falando de estagirios," Baxter continuou, "eu ouo Peabody vai tomar o exame dos detetives em alguns dias."
      "Nada errada com sua audio."
      "Nervosa, Me?"
      Ela o atirou um olhar estreito. "Engraado. Por que eu devia estar nervosa?"
      Ele comeou a sorriso, ento eles dois giraram no alto-lanado uivo. Um sujeito fraco em restries escapou o uniforme o escoltando, enviou outros para seus joelhos com um pontap de virilha bem colocado, ento veio para voando em direo ao deslizamento, olhos selvagens, saliva voando.
      Desde seu Pepsi estava em sua mo de arma, Eve alada isto. O pegou entre os olhos com uma pancada audvel. Surpreendeu mais que o machuca, de forma que ele tropeou, righted ele mesmo, ento abaixada sua cabea e carregou ela como carneiro de um bater.
      Ela teve s suficiente tempo para piv. Ela educou seu joelho nitidamente, conectando com seu queixo. Existia um srdido mastigando som que ela figurou era ou sua mandbula estalando ou a cartilagem em seu joelho trocando.
      Em um ou outro caso, ele afundou duro em seu traseiro, e estava imediatamente agarrado por dois uniformes e um transcurso plainclothes policial.
      Baxter reholstered sua arma, arranhada sua cabea no melee no cho. "Queira outro Pepsi, Dallas?" Qual era remanescente de sua estava fazendo uma poa marrom no cho.
      "Goddamn isto. Quem em carga  deste otrio?"
      "Me, senhor." Um dos uniformes cambaleantes em cima. Ele perdia o flego, e hemorragia do lbio de parte inferior. "Eu estive o levando para propriedade "
      "Oficial, por que voc no teve controle de seu prisioneiro?"
      "Eu pensei que ele era controlado, Tenente. Ele"
      "Obviamente, voc incorretamente pensou. Parece que voc precisa refrescar voc mesmo em procedimento adequado."
      O prisioneiro resistiu e chutou, e comeou a gritar gosta de uma mulher. Para demonstrar procedimento adequado para controlar prisioneiros, Eve abaixou, ignorando a puno em seu joelho. Ela agarrou o gritador por uma meada de seu cabelo longo, escuro, empurrada sua cabea at que seus olhos loucos encontrados suas.
      "Feche. Se voc no fechar, se voc no cessar imediatamente resistir, eu puxarei sua lngua fora de sua boca, arrasta isto ao redor seu pescoo, e estrangula voc com isto."
      Ela viu de seus olhos que ele tem apreciado algumas substncias qumicas, mas a ameaa conseguiu por, ou talvez era o tom que o advertiu que ela quis dizer isto, literalmente.
      Quando ele caiu, Eve levantou-se e deu o uniforme o mesmo claro frio. "Adicione resistindo e assaltando um oficial para pacote de prmio do nosso convidado hoje. Eu quero ver uma cpia de seu relatrio antes de voc arquivar isto, Oficial . . ." Ela deliberadamente desprezou ela olhar abaixo e esquadrinhou sua etiqueta de nome. "Cullin."
      "Sim, senhor."
      "Perca ele novamente, e eu usarei sua lngua para estrangular voc. Movimento."
      Existia um passeio como uns uniformes movido em, um show de solidariedade, arrastar o prisioneiro em cima e o arrasta longe.
      Baxter deu Eve um tubo fresco de Pepsi. "Figurou que voc ganhou isto."
      "Direito de Goddamn," ela atirou de volta, e mancado em Homicdio.

      Ela escreveu sua prprio relatrio, e mo-levadas ele para Chefe Whitney. Ele a gesticulou para uma cadeira, que ela tomou, agradecida sair de de seu joelho dolorido.
      Quando ela terminou sua instruo especfica oral, ele movimentou a cabea. "Seu quarteiro na mdia vai o abastecer ou o frustra?"
      "Com ou sem a mdia, ele est caando novamente. Enquanto suas vtimas so fortuitas, eles so deliberados, e a deliberao leva tempo. Como para a mdia, eu alimentei algumas declaraes pela ligao de departamento. Eles esto concentrando no primeiro assassinato.  mais chamativo que o estupro e assassinato de uma mulher de sessenta e um anos de idade em seu apartamento. Ns no vamos ser apertados muito duros naquele fim at um deles consegue a conexo. Eles legam eventualmente, especialmente se ele bater novamente, mas ns temos um pouco de quarto."
      "Voc est enganando a mdia?"
      "No, senhor. Eu s no sou principal eles. Eu dei minha declarao para Quinton Posta s 75, em lugar de Nadine Furst, como eu senti que esfriaria qualquer murmurando sobre favoritismo. Ele  afiado, mas quieto um pouco verde. Uma vez Nadine consegue seus dentes neste, ela far a conexo. At ento, eu no tenho que responder o que no  perguntado."
      "Bom o suficiente."
      "Em outra frente, senhor, eu no penso, apesar de suas reivindicaes, ele se importa overmuch sobre a ateno de mdia. No neste momento. Ele quer minha ateno, e ele tem isto. Perfil da Dr.Mira confirma seu precisar dominar e destruir mulheres. A figura de autoridade  seu nemesis. Isto me ,  por isso que ele me escolheu."
      "Voc  um objetivo?"
      "Eu no acredito em isso, no desde que ele pega para padro."
      Whitney grunhiu, ento steepled seus dedos. "Voc devia estar ciente que eu tive reclamaes."
      "Senhor?"
      "Um de Leo Fortney, que est chorando molestamento, e ameaando um terno contra voc e o departamento. Uns segundos dos escritrios de Niles Renquist, intimating . . . desgosto em ter a esposa de uma figura diplomtica interrogada por um membro da Nova York Policia e Departamento de Segurana. E um terceiro do representante de Carmichael Smith, quem vigorosamente sobre a possibilidade de publicidade prejudicial devido ao perseguir de seu cliente por um . . . o que era? Uma pessoa importante impassvel, abrasivo com um distintivo."
      "Isso me seria. Leo Fortney deu informaes falsas durante o interrogatrio inicial. Ele  mudado sua histria, um pouco, durante o interrogatrio subseqente por meu ajudante, mas ele ainda emite cheiro forte. Ambos os Niles Renquist e sua esposa foram questionados, no interrogou. E enquanto ambos eram cooperativos, nem era a chegar. Como para Carmichael, se ningum vazamentos seu envolvimento em minha investigao para a mdia, seria ele."
      "Voc pretende procurar cada um destes indivduos como suspeitos nesta investigao."
      "Sim, senhor, eu fao."
      "Certo." Satisfeito, ele movimentou a cabea. "Eu no tenho nenhum problema fielding as reclamaes, mas caminhem suavemente aqui, Dallas. Cada um destas pessoas tem poder considervel em seu prprio modo, e todos eles sabem como girar a mdia."
      "Se um deles  um assassino, eu farei o caso. Eles podem girar at que eles revolvam para Saturno e atrs, mas eles faro isto de uma gaiola."
      "Embrulhe eles ento, cuidadosamente."
      Despediu, ela chegou a seus ps. Whitney ergueu uma sobrancelha  medida que ela comeou. "O que est errado com a perna?"
      " apenas do joelho," ela disse, incomodou que ela no lembrou de controlar o flcido a caminho fora. Ento ela sorriu, um pouco. "Eu choquei-me com algo estpido," ela disse, e fechou a porta atrs dela.
      Ela saiu mais tarde que ela pretendeu, e ficou preso em algum trfico ruim. Em vez de lutar isto, Eve esperou isto, usando o tempo para pensar, revisar suas notas, pensar um pouco mais.
      Ela teve suspeitos, entretanto ela era magra em evidncia. Ela teve linhas que teceram por ambos os assassinatos. As notas, o tom deles, a imitao.
      Ela no teve nenhum DNA, nenhuma evidncia de rastro, e nenhuma evidncia que a levou a acreditar que o assassino conheceu suas vtimas. Os relatrios de testemunha descreveram um branco ou possivelmente misturado-corrida macho, de idade e colorao indeterminada. Ele usou acentos, ela pensou. Porque sua voz era distintiva?
      Renquist, com seu britnico afina. Carmichael, com seu famoso.
      Possvel.
      Ento novamente, Fortney correu sua boca para a mdia e a pblica freqentemente suficiente. Ele poderia assumir algum reconheceria sua voz.
      Ou ele podia s ser ego novamente, e quaisquer um deles. Eu sou to importante, todo mundo me reconhecer se eu no disfarar eu mesmo.
      Procure pela figura de autoridade, ela disse a se. Isto  o caroo e isto  a chave. Qual era a frase? Cherchez La femme. Ela pensou que era certa.
      Ela desnudou-se fora de sua jaqueta a caminho do carro at a casa. O ar sentiu fechou, pesado, e s um pouco eltrico. Talvez uma tempestade vindo. A chuva no podia machucar, ela pensou, e lanou a jaqueta acima do poste do pilar. Uma boa cadela de uma tempestade poderia manter seu homem do lado de dentro, e fora da caa.
      Antes dela voltar para trabalhar, atrs para sua prpria caa, ela perseguir outro homem.
      O de casa locator disse seu Roarke estava no ptio traseiro, fora da cozinha. Ela no podia compreender por que ele estaria fora no ar srdido quando a casa era com felicidade fresca e fresca, e forneceu um quarto para qualquer atividade possvel.
      Mas ela caminhou para a extenso longa disto, e fora a cozinha para o achar. Ento simplesmente permaneceu, atingiu mudo.
      "Ah, bom, voc est aqui. Ns podemos iniciar."
      Ele estava vestindo cala jeansno seu habitual em torno-do-traje da casae uma Camiseta branca. Ele era descalo, e um pouco suado, que apelou para ela. O fato era, ele teria apelado para ela, ou qualquer mulher, no importando seu traje, ou o fato que ele era insistir em um sol-assado ptio em um setembro  noite onde a area-qualidade indexa simplesmente acenou a bandeira branca e rendeu o campo.
      Mas no momento, ela estava mais interessada no aparelho de prata enorme, brilhante ao lado dele.
      "O que  aquela coisa?"
      " um sistema de arte culinria ao ar livre."
      Cautelosamente, aliviou que ela estava ainda vestindo sua arma por via das dvidas, ela abordou. "Como um negcio de churrasco?"
      "Isto, e mais." Ele acariciou um de seu bonito d a tampa, como um homem poderia golpe uma mulher que o encantou. "Magnfico, no ? Acabou de chegar uma hora atrs."
      Era volumoso, e o claro do sol fora de sua superfcie quase ofuscante. Existia, ela notou, mais de uma tampa como teve extenses em um ou outro lado, e um pouco de doored compartimento em baixo da unidade principal.
      Existiam botes incontveis, controles, disca. Ela molha seus lbios. "Um. No olha gosta exatamente do Miras usado."
      "Mais novo modelo." Ele abriu a tampa principal e revelou outro cintilando superfcie, este aqui cheios de bares brilhantes, com um grupo de cubos prateados abaixo, e uma superfcie lateral de metal slido. "Nenhuma razo para no ter a mais recente."
      " realmente grande. Voc podia quase viver nisto."
      "Depois de uma prtica correr, eu pensei que ns poderamos ter um churrasco de nosso prprio. Em alguns fins de semana talvez."
      "Por prtica corre, eu no acho que voc queira dizer que voc vai dirigir isto em algum lugar." Ela deu uma de suas rodas grandes, robustas umas rpidas, testando pontap.
      "Totalmente sob controle." Ele abaixou, abertas uma das portas. "Unidade de geladeira. Ns temos bifes, batatas, alguns legumes ns colocaremos estes espetos."
      "Ns iremos?"
      " s um assunto de empurrar eles." Ele assumiu. "E uma garrafa de champanha, batizar isto. Entretanto eu pensei que ns beberamos isto em lugar de golpe a unidade com a garrafa."
      "Eu posso chegar atrs daquela parte. Voc j cozinhou um bife?"
      Ele mandou a ela uma aprazvel parecer como ele abriu o champanha. "Eu leio o tutorial e eu assisti como era feito no Miras '.  dificilmente cincia de foguete, Eve. Carne, calor."
      "Certa." Ela tomou o vidro que ele despejou para ela. "O que acontece primeiro?"
      "Eu ligo isto, ento de acordo com o horrio no tutorial, as batatas iriam primeiro. Eles tomam o mais longo. Enquanto eles esto cozinhando, ns nos sentaremos na sombra."
      A idia dele ligando a unidade de monstro teve ela aceitando em devoluo um passo cauteloso. "Sim, bem, eu s iniciarei no sentar-na-parte de sombra." Vrios ps de proteo longe.
      Ainda, ela o amou, ento ela se preparou para saltar para sua defesa se a mquina ficou irritvel. Ela assistiu Roarke organizar duas batatas em algumas das sees pequenas de grelhar, violino com controles.
      Qualquer que ele teve uma luz vermelha, como um olho nico, no amigvel, irradie em. Aparentemente este contente ele, como ele fechou a tampa, bateu levemente isto, ento puxou um pouco bandeja de bolachas e queijo fora do compartimento mais baixo. 
      Ele pareceu bonito atraente, ela teve que admitir, levando a bandeja, cruzando o ptio ensolarado em seus ps nus, com seu cabelo amarrou de volta como ele freqentemente fez para trabalho srio.
      Ela sorriu abertamente nele, estalou um cubo de queijo em sua boca. "Voc pe tudo isso junto."
      "Eu fiz. Muito agradvel, tambm." Ele esticou suas pernas, sorveu champanha. "Eu no sei por que eu no tenho fiddled sobre na cozinha antes disto."
      O guarda-chuva acima da mesa quebrou a exploso do sol, e o champanha era gelo-frio. No, ela decidiu, um negcio to ruim depois de um dia longo. "Ento, como voc sabe quando as batatas so feitas?"
      "Existe um temporizador. Tambm sugeriu que ns poderamos querer picar eles com um garfo."
      "Por que?"
      "Algo para fazer com doneness. Eu assumo ser patente. O que voc fez para seu joelho?"
      Nunca faltou um truque, ela pensou. "Um pouco de puxo em uniforme deixa um otrio cair fora dele. Eu usei meu joelho para desencorajar disse otrio de ramming mim deslizamento abaixo. Agora ele est chorando porque sua mandbula era deslocada, e ele tem um choque aprazvel."
      "Joelho para mandbula. Sensata. Como ele conseguiria o choque?"
      "Ele diz que era do tubo de Pepsi que eu lancei nele, mas isto  falso. Eu figuro que ele conseguiu isto quando um grupo de polis caiu o sobre."
      "Voc lanou seu Pepsi nele."
      "Era  mo."
      "Querida Eve." Ele levantou sua mo livre, beijou isto. "Sempre diligente."
      "Isso pode ser, mas eu tive que desperdiar tempo em diante mais papelada. O oficial Cullin se vai arrepender este dia."
      "Nenhuma dvida."
      Ele despejou mais champanha, e eles beberam isto na sombra. Quando ela ouviu o estrondo distante de trovo, ela ergueu suas sobrancelhas, olhou de relance em direo ao grelhar. "Voc pode ser chovido."
      "Existe tempo ainda. Eu s girarei ele em cima um pouco, e coloque os bifes."
      Quinze minutos mais tarde, Eve sorveu champanha e assistiram um pouco exploso de chama estoura de um fim do grelhar. Desde que ele no era o primeiro, ela no era mais alarmada por isto.
      Ao invs, ela assistiu Roarke lutar seu novo brinquedo, amaldioa isto em dois idiomas, e olho ele com frustrao.
      Quando picadas, as batatas provaram ser duras como pedra dentro de sua pele enegrecida. Os legumes presos com espeto eram queimados para uns encaracolados, e tinha estado queimando duas vezes.
      Os bifes eram uns doentios cinzas em um lado, e pretos no outro.
      "Isto no  certo," ele murmurou. "Deve ser defeituoso."
      Ele apunhalou um dos bifes, erguendo isto fora do grelhar para carranca nisto. "Isto no parece ser mdio raro."
      Quando o suco que goteja de faiscou outro bolso de chama, ele lanou isto atrs nos bares.
      Mais fogo esporeado, e a mquina, como ele teve vrios tempos antes, emitiu uma advertncia dura:
      O FOGO ATIVO  NENHUM ACONSELHVEL NEM RECOMENDADO. POR FAVOR REPROGRAME DENTRO TRINTA SEGUNDOS, OU ESTA UNIDADE ENTRAR EM MODO de SEGURANA COMO EXPLICADA NA TUTORIAL, E FECHE.
      "Bugger isto, voc sangra cadela, quantas vezes voc precisa ser reprogramado?"
      A Eve tomou outro golpe de champanha, e decidiu no assinalar aquela cadela era imprpria como o modo de voz da unidade era distintamente macho.
      Homens, ela observou, habitualmente chamou os objetos inanimados que eles amaldioaram por nomes no lisonjeiros. Inferno, ela fez o mesmo se.
      Um raio parafusos estalados no cu, e o trovo rolou mais ntimo em um longo, ameaando rosne. A Eve sentiu o primeiro splat de chuva no vento nascente.
      Ela subjugou salvar a garrafa de champanha enquanto Roarke olhou fixamente para o grelhar.
      "Eu estou pensando pizza," ela disse e comeou na casa.
      " s um glitch." Roarke desprezou o que era remanescente da comida na caracterstica de disposio de lixo da unidade. "Isto no est acabado," ele murmurou para isto, e Eve seguida na casa. "Eu terei outro olhar para isto amanh," ele disse a ela.
      "Sabe . . ." Ela cruzou para o AutoChef, que era, em sua opinio, o caminho sensato para cozinhar. ". . .  tipo de bom ver que voc pode atarraxar em cima como o resto de ns mortals. Consiga todo suado e frustrado e maldio fora objetos inanimados. Entretanto eu no sou seguro aquela coisa fora de  inanimado."
      "Um defeito de fbrica, nenhuma dvida." Mas ele era sorrindo amplamente agora. "Eu verei para isto amanh."
      "Aposta voc ir. Voc quer comer aqui?"
      "Isto  bom. Ns provvel no comeremos na cozinha muito depois de hoje  noite, com Summerset devido casa amanh."
      Ela parou morto, o vidro a meio caminho para seus lbios. "Amanh? Isso no pode ser certo. Ele acabou de partir para cinco minutos atrs."
      "Amanh, meio-dia." Ele subjugou sacudir um dedo acima do entalhe em seu queixo. "Tem sido consideravelmente mais longo que cinco minutos."
      "Faa ele estender isto. Diga a ele para . . . que ele devia tomar uma viagem em torno do mundo. Em um barco. Um daqueles barcos voc rema  mo. Servir o para."
      "Eu ofereci a ele mais tempo. Ele est pronto para voltar para casa."
      "Bem, eu no estou pronto." Ela vomitou suas mos.
      Ele s sorriu, debruado em, e beijou sua fronte como ele poderia da criana.
      Ela xingou fora uma respirao. "Certa ento. Certa. Mas agora ns temos que fazer sexo no cho da cozinha."
      "Desculpe-me?"
      "Est em meu fazer lista, e ns no chegamos a isto ainda, ento ns teremos que ir para isto agora. A pizza pode esperar."
      "Voc tem lista de um fazer?"
      "Deveria ser espontneo, e descontrolado, mas ns teremos que ir com que ns temos."
      Ela drenou o vidro de champanha, anota isto, ento lanado seu coldre. "Continue, desnuda-se isto, camarada."
      "Um sexual lista para fazer?" Divertiu, fascinou, ele assistiu ela esvaziar seu equipamento no contador, ento comece em suas botas. "Isso era turno que ns tivemos na semana passada na mesa de jantar, e o cho, em sua lista?"
      "Est certo." Ela inquiriu fora de uma bota, chutou isto de lado.
      "Deixe-me ver a lista." Ele resistiu uma mo, meneados seus dedos.
      Curvada acima da segunda bota, ela ergueu sua cabea. " o que voc chamaria uma lista mental." Ela bateu sua cabea. "Todo em cima aqui. Voc no est desnudando-se."
      "Eu amo sua mente."
      "Sim, bem, deixe seja s consegue esta pequena tarefa censurada, ento ns podemos"
      Ela cessou bruscamente quando ele a abateu em cima, ento esvaziado seu alvo-primeiro no contador da cozinha. Tomando seu cabelo em dois punhos, ele arrancou sua boca para sua, e extasiada.
      "Espontneo suficiente para voc?" Ele perguntou quando ela chupou em uma respirao.
      "Poderia ser" As palavras cadas atrs abaixo sua garganta quando ele rasgou sua camisa aberta.
      "Como aquele por seja descontrolado?"
      Estava um pouco duro de comentar quando sua boca estava sendo assaltada novamente. Ele arrancou o que era remanescente de sua camisa at seus pulsos. Suas mos eram presas, tropeando um pnico instintivo que tangled messily com um jacto de excitao como ele arrastou o material esfarrapado como uma corda.
      Suas mos eram atrs dela atrs agora, e o sangue estava zumbindo em suas orelhas. Ela no podia parecer desenhar uma respirao cheia. O champanha ela beberia comeou a girar giddily em sua cabea, e seus msculos de coxa quivered.
      "Minhas mos," ela administrou.
      "No ainda." Ele estava louco para ela. Pareceu que ele gastou sua vida louca para ela. A forma e o odor suas, o gosto e o sentir suas. E agora o som ela fez como sua mo feita correr acima dela.
      Ele feasted em sua pele, a subida adorvel de seu peito com seu corao furioso debaixo de sua boca. Ela gemeu novamente, tremeu, perdendo se, ele soube, como ele usou sua lngua, seus dentes.
      Deixe v. No existia nada mais despertando para ele que quando ela deixar vai.
      Ela ainda no podia respirar, mas no mais importado. As sensaes eram storming ela, muito brutais, muito escuras, ser chamadas algo to aprazveis quanto prazer.
      Ela deixa ele tomar, teria implorado que ele tomasse mais se ela tivesse as palavras. Quando ele arrancou suas calas abaixo seus quadris, ela abriu para ele. E aquelas mos, aquelas mos maravilhosas, dirigiram ela.
      Ela clamou como ela veio, como o orgasmo relampejado por ela com tal calor intenso.
      Sua cabea soltou fraco em seu ombro, e ela administrou uma palavra. "Mais."
      "Sempre." Seus lbios estavam em seu cabelo, sua bochecha, ento em diante sua novamente. "Sempre."
      Seus braos vieram a a si, e uma vez livrado, sua ao redor ele. Ela bloqueada suas pernas ao redor sua cintura e lutou falar como sua respirao veio para calas em resumo, cansadas. "Ns no somos no cho."
      "Ns chegaremos l." Ele beliscou em seu ombro, sua garganta, perguntou-se como ele podia parar ele mesmo de simplesmente comendo seu inteiro.
      Ele a engatou fora do contador, tomando seu peso como suas bocas fundidas novamente, como batida do corao bateu contra batida do corao. Suas mos trabalharam seu modo debaixo de sua camisa, suas unhas pequenas desprezando acima de sua pele mida.
      Ento ela arrastou isto, arrastou isto, e fixos seus dentes em seu ombro. "Deus, seu corpo. Meu, meu, meu."
      Eles eram no cho, puxando em roupas, prendendo ar como pulmes ameaados para estourar. E este tempo quando suas pernas bloqueadas ao redor ele, ele enterrou ele mesmo dentro dela.
      Quente, ento viciously quente, ela o prendeu l, rebelando-se tomar mais dele, arrastando ele at seguir ela. Suas mos deslizaram fora de sua pele lisa, ento compra achada em seus quadris. Eles entrincheiraram-se enquanto ele mergulhou.
      
Captulo 12
      Eles estavam deitando em suas costas no cho em um monto suado. Sua garganta era selvagem com sede, mas ela no estava completamente certo que ela podia tragar. S respirando tomou toda a energia que ela partiu.
      At onde sexo espontneo, descontrolado foi, ela pensou que eles tiveram um vencedor. Ela sentiu sua escova de dedos sua, e deu a ele marcas superiores para recuperao.
      "Existe qualquer coisa remanescer em seu fazer lista?" Ele suavemente perguntou.
      "No." Sua respirao assobiada em, assobiada fora. "Isso limpa isto."
      "Agradea Deus."
      "Ns temos que levantar daqui, antes de meio-dia amanh," Eve advertida.
      "Eu penso que tem que ser mais cedo. Eu estou sofrendo fome."
      Ela considerou cuidadosamente isto. "Ento seja eu. que eu no suponho que voc podia puxar uma de suas rotinas machistas e me levava."
      "Eu no suponho. Eu estava pulando que voc me levaria."
      "Bem." Eles deitam onde eles estavam outro minuto inteiro. "Talvez ns podemos tentar isto junto."
      "Em trs ento." Ele enumerou isto. Em trs, eles conseguiram puxar um ao outro a se sentar posies, ento se acabaram de sentar l, sorrindo amplamente.
      "Isso era realmente bom. Minha idia," ela lembrou a ele.
      "E um para os livros de registro. Seria melhor ns tentarmos levantar-se."
      "Certo, mas deixe no  apressar isto."
      Eles cambalearam para seus ps, balanou, ento seguro um ao outro em cima como um par de bbados.
      "Uau. Eu diria que eu consegui um pouco trashed assistindo que voc perde um redondo para aquele grelha, mas isto no  isto. Voc trashed me. Aprecie isto."
      "Meu prazer." Ele descansou sua cabea em sua. "S segure um minuto at o sangue comece circulante novamente."
      "Seu sangue tem uma propenso para circular diretamente para seu dick, e eu preciso de pizza. E um chuveiro," ela percebeu. "Um chuveiro, ento pizza, porque, meu camarada, ns somos uma baguna."
      "Certo. Vamos conseguir o que  remanescente destas roupas."
      Ela achou o trapo de sua camisa, o que costumava ser sua roupa ntima, e outro sortidos vesturio. Junto, eles levaram a evidncia fora da cozinha.
      "E no pense que voc vai me pregar novamente no chuveiro. Ns somos feitos."
      Ele pregou seu novamente no chuveiro, mas s porque ela educou isto no primeiro lugar.
      Eles comeram pizza no sentar rea do quarto. Quando ela estava trabalhando no terceiro pedao, ela sentiu a oca em sua barriga poderia s encher novamente.
      "O que voc fez hoje?" Ela perguntou a ele.
      "Sobre que?"
      Ela armou sua cabea. "Todo de vez em quando, eu gosto de tocar fundo com que  que voc faz. Lembra a mim que voc no  s um bonito objeto de sexo."
      "Ah, entendo. Eu tive reunies." Ele ergueu seus ombros como ela continuou a olhar fixamente para ele. "Mais freqentemente, quando eu explicar o que  que eu fao, voc consegue este olhar vtreo em seu olho, ou caia em inconscincia."
      "Eu no fao. Bem, certo, o olhar vtreo talvez, mas eu nunca perdi conscincia."
      "Eu tive uma reunio com meu corretor. Ns discutimos tendncias de mercado atuais e"
      "Eu no preciso de todo detalhe de minuto. O corretor encontrandoaes e ttulos e blah blah. Cheque. O que mais?"
      Seus lbios estremeceram. "Uma conferncia relativo ao Olympus Recorre. Duas novas reas esto prontas para abertas. Eu estou expandindo a polcia e fora de segurana. Angelo principal envia seus cumprimentos."
      "Direito atrs nela. Algum aborrece l em cima?"
      "Nada importante." Ele lavou abaixo pepperoni pizza com champanha. "Darcia perguntou-se quando ns poderamos estar voltando para uma visita."
      "O da prxima vez eu desmaio e posso ser arrastado em um nibus espacial." Ela lambeu molho de pizza fora de seu dedo. "O que mais?"
      "Pessoal interno encontrando, vrios cheques de segurana. Rotina. A discusso de relatrios preliminares em uma fazenda de ovelha na Nova Zelndia eu estou considerando comprar."
      "Ovelha? Baa-baa?"
      "Ovelha, l, costeletas de cordeiro, e outros subprodutos." Ele a passou por um guardanapo e isso fizeram ela pensar sobre Sra. Parksy. "Eu tive um almoo de negcios estendidos com uns desenvolvedores e seu rep, que gostaria eu de vir a bordo seu projeto. Um centro de recreao ema recinto fechado volumoso em Nova Jersey."
      "No ?"
      "Duvidoso. Mas ele estava entretendo ouvir eles, e comam em sua conta de despesa. Isto  suficiente para voc?"
      "Que s por almoo era?"
      "Est certo."
      "Voc est um sujeito ocupado.  mais duro para voc lidar com tudo isso material fora de Nova York que era quando voc viajou?"
      "Eu ainda viajo."
      "No como que voc costumava."
      "Costumava segurar mais apele para mim. Antes de eu ter uma esposa que convidou-me para a pregar no cho da cozinha."
      Ela sorriu, mas ele soube seu muito bem. "O que estar aborrecendo voc, Eve?"
      Ela quase disse a ele sobre que ela sonha, sua memria, mas puxou de volta disto. O assunto de mes tido que ser sensvel para ele ainda. Ao invs ela usou trabalho. No era uma evaso. O trabalho a aborreceu.
      "Meu intestino sabe quem ele j , tem da primeira vez que eu o vi. Mas eu no posso o ver, ento eu no sei com certeza. No em minha cabea. Ele muda, e ele mudar novamente, ento eu no posso o ver. No seu tipo, ou at sua mente. Porque aquelas mudanas, tambm. Ele  bom no que ele faz porque ele muda. Porque ele assume a personalidade do que ele imita. Eu no sei se eu posso o parar."
      "Aquilo no  o que ele est pulando? Que ele frustrar voc assumindo uma personalidade diferente, mtodo diferente, vtima diferente digita, todo?"
      "At agora, misso realizada. Eu estou tentando o separar de, vamos dizer, o capote ele veste. Para ver ele como ele  assim eu saberei se certo do meu intestino. Ento eu posso mover de instinto para comprovar prender."
      "E o que voc v?"
      "Arrogncia, inteligncia, ira. Enfoque. Ele tem enfoque excelente. Medo, tambm, eu penso. Eu estou perguntando-se se for medo que faz ele imitar outros, em vez de riscar em seu prprio modo. Mas o que ele teme?"
      "Captura?"
      "Fracasso. Eu penso que  fracasso. E talvez aquele medo de fracasso tem suas razes na figura de autoridade."
      "Eu penso que voc o v mais claramente que voc d voc mesmo crdito."
      "Eu vejo as vtimas," ela continuou. "O dois ele  morto j, e a sombra da pessoa que ser prxima. Eu no sei quem ela ser, ou onde, ou por que ele a escolher. E se eu no figurar isto, ele chegar a a antes de eu chegar o a."
      Seu apetite era ido, como era a euforia de bom sexo. "Voc est um sujeito ocupado, Roarke," ela disse. "Conseguiu muito em seu prato."
      "Eu prefiro aquele a um vazio. Ento faa voc."
      "Boa coisa para ns. Eu preciso examinar minha lista de suspeitos. Eu preciso achar esta figura de autoridade, porque quando eu fizer, eu o acho. Eu podia usar uma mo."
      Ele tomou sua, apertou isto. "Eu aconteo ter um disponvel."

      O caminho mais prtico para comear, ela pensou, era alfabeticamente. E, entretanto ele ainda desprezou o orgulho um pouco, deixar homem de Roarke o computador.
      Ele pode ter sido espancado por um churrasco grelha, mas em uma unidade de escrivaninha, ele era rei.
      "Ns comearemos com Breen," ela disse a ele. "Eu quero tudo que eu posso embarcar em Thomas A. Breen e sua esposa, sem pisotear em leis de isolamento."
      Ele mandou a ela uma dor parecer como ele se sentou em sua escrivaninha. "Agora, que diverso  isto?"
      "Mantenha isto limpo, s."
      "Bem ento, eu quero caf. E um biscoito."
      "Um biscoito?"
      "Sim." O gato saltado na escrivaninha para bater sua cabea contra mo do Roarke. "Voc tem um esconderijo de biscoito aqui. Eu quero um."
      Ela pegou suas mos em seus quadris, batidos seus dedos. "Como voc sabe que eu tenha um esconderijo?"
      Ele acariciou o gato e sorrida nela. "Sem superviso, voc esquece de comer metade do tempo, e quando voc lembrar, voc vai para o acar."
      Ela tomou um pouco de exceo ao "Sem superviso" observao, mas teve outra prioridade. Racha de olhos, ela veio para mais ntima, assistido seu rosto to sutilmente quanto ela iria um principal suspeito. "Voc no entrar sorrateiramente em meu escritrio em Central e riffling meu doce escondem?"
      "Certamente no. Eu posso conseguir meu prprio doce."
      "Voc podia estar mentindo," ela disse depois de um momento. "Voc  bonito escorregadio."
      "E ento voc disse no chuveiro."
      "Har-har. Mas eu no vejo voc skulking ao redor que levantamento Central meu chocolate s para me dirigir carro de duas rodas."
      "No quando eu puder facilmente achar caminhos mais convenientes para fazer isso. Onde  meu caf?"
      "Certo, certo. Thomas A. Breen."
      Ela entrou na cozinha fora de seu escritrio de casa, sentiu a tira de gato ao redor suas pernas apesar do fato que ele teve uma fatia de pizza. Ela programada uma panela de caf, descido assalta, entoenviando um olhar cauteloso em direo ao escritriofoi para o armrio de utilidade pequena e cavada no espao atrs da comida de gato para a bolsa de biscoitos de pedao de chocolate triplos.
      Ela comeou a levar um fora para Roarke, decidiu que ela podia ir para um se. Ento pensou, que diabo, ele estava a ajudando fora. Eles soprariam quais eram remanescentes na bolsa.
      Sentindo sobremesa, Galahad entrou em srio ronronar-e-esfregar modo. Ela despejou um punhado de gato trata em sua tigela, assistiu ele se lanar sobre neles gostam de um leo em uma gazela como ela carregou o caf e biscoitos em uma bandeja.
      "Dados iniciais est em cima, entretanto eu assumo que voc j tem o fundamento," Roarke disse. "Mais est vindo. Por que voc est olhando para Breen?"
      "Primeiro,  padro para correr qualquer um que eu entrevisto durante uma investigao." Ela anotar a bandeja. "Eu estou indo mais fundo porque ele sacudiu meu interruptor. No saiba por que, exatamente."
      Ela caminhou em direo  tela de parede onde o Roarke j educou os dados normais. "Thomas Aquinas Breen, envelhea trinta e trs, casou, uma criana, macho, envelhea dois. Escritor e pai profissionais. Renda reportada decente. Ele faz um slido vivendo, e parece estar no caminho a fazer mais. Um busto para ilegaisZonerenvelhece vinte e um. A academia fuma, nada assombroso. nativo New Yorker, NYU grad: Belas-artes com trabalho ps-grad em criminologiaeu assim ume escrita criativos. Ganhe seus artigos de revista de escrita viva, histrias pequenas, e as duas publicaram livros de no-fico para datar, ambos best-sellers significativos. Casados cinco anos, ambos os pais vivendo e em Flrida."
      "Normal de sons."
      "Sim." Mas no era, Pensou Eve. No era bastante o bonito retrato que apresentou. "Conseguiu uma casa boa em um bairro bom. No podia dispor isto em que ele fez antes do segundo livro de golpe, mas a esposa tem um trabalho de alimentado alto, ento voc assume que eles combinaram rendas como eles viveram l desde seu segundo ano de casamento. Ele lida com a criana, ela faz os coros mais regulares."
      Ele provou um biscoito. Sua esposa, ele pensou como o chocolate explodido em sua boca, teve um dente doce certeiro. "Eu tenho qualquer nmero de empregados com uma instalao semelhante."
      "Existia s algo fora de, isto seja todo. Duro de alfinetar. Ento voc adiciona que este sujeito gasta seu dia que pensa sobre assassinato, reconstruindo isto com palavras, lendo sobre isto, imaginando isto."
      "Realmente?" Ele despejou caf para eles dois. "Quem dedicaria tanto tempo e energia para assassinar?"
      "Eu ouvi o sarcasmo. A diferena  um policial de assassinato deveria achar o assassinato detestvel. Este sujeito sai de nisto. No aquele grande um pulo entre fascinao e experimentao. Ele pegou a educao, o horrio flexvel, o conhecimento, e um motivo se voc figurar acima de e acima da excitao, estes assassinatos, uma vez que ele bate a mdia grande, legue suco em cima vendas de seus livros. Sua esposa  uma moda exec, e eu aposto que ela sabe o valor de publicidade, tambm."
      Estudando a tela, ela balanou de um lado para outro em seus saltos de sapatos. "Ele pegou o jornal. As reivindicaes ele era um presente de um f, um ele no lembra. Nenhum modo para provar ou contestar. Ainda. Esteja interessando se eu descobrir ele ou sua esposa compraram isto entretanto. Isso estaria interessando."
      "Eu podia manchar aqueles isolamento enfileira um pouco, veja o que eu posso descobrir nisto."
      Estava tentando, mas Eve agitou sua cabea. "No era carregado para seu ou conta da sua esposa. No que ns achamos. Empurrando aquele ngulo significaria mais que um pouco mancha. Ns pegaremos para o bio no momento."
      "Desmancha-prazeres."
      "Ele tem o jornal, e isto  suficiente. Ele tem isto, e ele deixa-me ver isto. Isto est interessando suficiente no momento."
      "Se ele for seu homem, a esposa no conheceria?"
      "Parea mim, a menos que ela seja um idiota. Ela bio no l para idiota para mim. Julietta Gates, mesma idade, outro NYU grad. Apostem que eles se encontraram em academia. Moda e relaes pblicas, dobrem importante. Ela teve seu caminho mapeado, e ela  movida sem parar isto. Fratura mnima para nascimento, ento atrs para trabalhar. Feito dobro o que ele at dois anos atrs, e ainda prende sobre o mesmo anualmente, e mais regularmente. Wonder como seu financials so instalados?"
      "O que voc est procurando por?"
      "Quem corre o show? Poder do dinheiro, certo? Eu aposto que ela chama os tiros naquela casa."
      "Se isto  o critrio, eu sinto que eu no sou como completamente em carga como eu devia estar ao redor aqui."
      "Muito ruim para voc. Eu no dou uma maldio sobre seu dinheiro. Eu aposto Tom se importar com sua." Ela o trouxe, a casa, a criana, o sentimento da casa atrs em sua mente. "Precise de sua parte para correr aquela casa boa, levante a criana o modo que ele quer, at que ele rebele-se outro nvel em sua prpria linha. Boas roupas, bons brinquedos, boa criana-se importa andride como auxlio, enquanto ele trabalha em seu prprio passo, ento ele pode levar tempo fora de tocar horsey com seu filho, leve ele para o parque."
      "E aquelas marcas de um bom pai o fazem um suspeito de assassinato. Como eu sou seguinte voc, eu tenho medo que nos fao um par muito cnico."
      Ela olhou de relance acima de seu ombro s para olhar para ele. Cnico ou no, ela refletiu, eles eram um par. "Ele nunca conversou sobre ela como um companheiro, ou como um dos pontos do tringulo de famlia. Voc viu seu material e o menino est estando abandonado. Brinquedos, sapatos, e assim por diante, mas nada sua. Interessante, isto  todo. Interessantes que eles no so uma unidade. Eduque os dados parentais."
      Ela esquadrinhou isto, preenchendo o branquear do nu essentials que ela estudou mais cedo. "Veja, a me  o cachorro de alfa aqui, tambm. Carreira importante, o ganhador de salrio principal. O pai aposentado de seu trabalho para assumir o comando de como pai profissional. E olhe aqui, Me serviu como um oficial, inclusive o presidente, da Coalizo das Mulheres Internacionais, e est editor de um contribuir para Os feministas Verbalizar. Um alume de NYU, enquanto Papai foi para o Estado de Kent. Sim, isto est interessando."
      "Argumento sendo, Breen cresceu em uma casa dominante fmea, controlada por uma mulher com idias fortes e umas polticas curvadas enquanto seu pai mudou o nappies e assim por diante. A me empurrou ele para estudar em seu alma mater, ou ele muito ganhou sua aprovao. E quando escolhendo um companheiro, ele selecionou outra personalidade forte que controlaria seu mundo enquanto ele tomou a papel mais historicamente tpica de nurturer."
      "Sim, que no o faz um derrotado-fora psicopata, mas ele  algo para considerar. A cpia e arquive os dados aqui e para minha unidade em Central."
      Ele sorriu como ele fez isso. "Parece que eu selecionei uma personalidade forte tambm. O que isso diz sobre mim, eu pergunto-me?"
      "Por favor," ela adicionou, e lembrando os biscoitos subjugados para levar um. "Eu terei uma cara a cara com Julietta Gates amanh. Enquanto isso, vamos partir para Fortney, Leo."
      Fortney tinha trinta e oito anos, e teve dois casamentos, dois divrcios, nenhuma descendncia. Com trabalho rpido do Roarke, e sua compreenso do que ela procurada, ela l que sua primeira esposa tinha sido um secundrio vdeo estrela, no porn categoria. O casamento durou s ao longo de um ano. O segundo era um agente teatral bem sucedido.
      "Existe um pouco de zumbido aqui," Roarke adicionou. "A fofoca suculento tipo de relatrios de mdia. Voc quer eles em cima, ou voc quer que o destacar?"
      "Comece com o destacar."
      "Parece Leo era um menino muito ruim." Roarke sorveu caf como ele l de sua prpria tela. "Foi pego com suas calas abaixo, literalmente, em um apartamento de hotel em New Los Angeles, entretendo um par de atrizes novas bem dotado. Alm do dois desnudo nubile atrizes novasque  uma citao, a propsitoexistiam rumores que encarecimentos e eletrodomsticos qumicos considervel de uma natureza sexual tambm eram envolvidos. Obviamente, suspeitando algo do tipo, sua esposa teve um P.I. Nele. Ele era esfolado para o osso no divrcio, e suportou considervel rindo silenciosamente publicidade como vrias outras mulheres tinham muito prazer em conversar com a mdia sobre suas experincias com o Leo infeliz. Se  citado como dizendo que: 'Ele  uma caminhada dura-, sempre aparecendo e normalmente petering fora no pegar ponto.' Ai."
      "Sexualmente promscuo, incapaz de manter, e envergonhado publicamente por uma mulher. Conseguiu uma folha com um par de sexual assalta e uma exposio indecente. Eu gosto disto. E olhe para seu financials. Nenhum modo ele pode manter o estilo de vida que ele quer em que ele prende. Ele precisa de uma mulheratualmente Pepper Franklino manter."
      "Eu no gosto dele," Roarke murmurou, continuando a ler. "Ela merece melhor."
      "Ele bate em Peabody."
      Ele olhou em cima agora, uma escurido cintila em seu olho. "Eu realmente no gosto dele. Ele partiu voc?"
      "Nah. Ele  assustado de mim."
      "Pelo menos ele no  completamente desmiolado ento."
      "O que ele ,  um ego-soaked mentiroso que gosta de tomar bimbos para a camaque Peabody salientou o bimbo ngulo nelee usou mulheres mais fortes para cuidar o de, ento fraude neles. Ele  educado, sabe como colocar uma frente polida. Gostos a boa vida, inclusive papel para escrever de dlar alto,  teatral suficiente para apreciar a rota de imitao, e tem a liberdade necessria para cantarolar e caa. O que ns embarcamos em seus pais, fundo de famlia?"
      "Na tela. Voc pode ver sua me  uma atriz. Largamente sustentando papis, partes de carter. Eu realmente sei algum dela trabalha. Ela  boa, permanncias ocupadas."
      "Tido Leo com marido numera dois entre cinco. Eu direi que ela fica ocupado. Ento ele pegou vrios passo- e metade-sibs. O pai  um corretor teatral. Mesmo como Leo. Algum que pe projetos juntos, certo?"
      "Mmm. L voc vai. Existem aparas de fofoca aqui, tambm." Ele estava esquadrinhando depressa neste primeiro passa, procurando por zumbir palavras. "Nosso homem teria sido seis quando seus pais divorciados, ambos ter muito assuntos externos durante o casamento, e posteriormente. Sua me tambm reivindicou o pai era fisicamente abusivo. Ento novamente, ele reivindicou o mesmo sobre ela. Lendo pedaos pequenos aqui, soa como se a casa era uma zona de guerra."
      "Ento adicione uma infncia e potencial violento parental negligenciarem. A me  uma figura pblica, que faz seu poderoso. Eles provavelmente tiveram pessoal domstico, certo? Empregadas, jardineiros, de tempo integral childcare. Voc podia ver o que voc podia descobrir em que cuidou de pequeno Leo enquanto voc exibe o Renquists para mim."
      "Ento eu estou tendo outro biscoito."
      Ela olhou de relance atrs  medida que ele falou, pronto fazer algum comentrio sarcstico. Mas o olhar dele, apenas do olhar dele sentando l em sua escrivaninha, seu cabelo que brilha do chuveiro, seus olhos vvidos e enfocados na tela, tido seu corao tropeando.
      Ridculo, era ridculo. Ela soube o que ele pareceu com, e ele podia ainda girar seu ao avesso sem at tentando.
      Ele deve ter sentido seu olhar fixo como ele trocou seus olhos, encontrados sua. Um homem absurdamente bonito com um biscoito em sua mo. "Eu penso que eu mereo isto."
      Ela se importa branqueado. "O que?"
      "O biscoito," ele disse e tomou uma mordida. Ento ele armou sua cabea. "O que?"
      "Nada." Vagamente envergonhada, ela girou ao redor novamente e ordenou seu corao para povoar de volta abaixo. Tempo, ela disse a se, mover para o prximo.
      Renquist, Niles, ela pensou. Auto-importante, ranhoso bastardo. Mas isso era opinio s pessoal. Tempo para fatos.
      Ele foi nascido em Londres, para uma sociedade deb que era metade Brit, metade Puxo. Quarto primo para o rei no lado e toneladas da sua me de dinheiro em do seu pai. Seu pai era Senhor Renquist, um membro de Parlamento e um conservador forte. Uma irm mais jovem que adaptou-se a Austrlia com marido numera dois.
      Renquist teve o pacote educacional britnico cheio. A Escola de Stonebridge para Eton, Eton para a Universidade de Edinburgh. Servidos dois anos no RAF, como oficial comissionado, grau de capito. Fluido em italiano e francs e juntaram-se o corpo de exrcito diplomtico aos trinta, o mesmo ano que seu casamento com Pamela Elizabeth Dysert.
      Ela teve um fundo e educao semelhante. Pais bem colocado, alta-classe educao, que incluram seis anos em um internato na Sua. Ela era uma s criana, e teve dinheiro considervel de sua prprio.
      Eles eram, Eve suposta, que pessoas daquela classe chamariam uma boa partida.
      A Eve lembrou da pequena menina que veio para os passos enquanto ela tem questionado Pamela Renquist. A pequena rosa-e-boneca de ouro, Rosa, que deu a mo um puxo impaciente do bab antes de cair em.
      No, no bab. Ela chamou seu o "au par." As pessoas daquele ilk sempre tiveram um nome de fantasia para tudo.
      Renquist no teria tido um au par crescer?
      Seu horrio, dia, no era to flexvel quanto os outros '. Mas um assistente ou admin o questionariam se ele dissesse a eles para bloquear fora umas horas? Ela estudou a ID imagem de Renquist na tela, e duvidou isto.
      Nenhum criminoso nele ou a esposa. Nenhuma pequena mancha como existiram com Breen e Fortney. S um retrato perfeito, todo polido e brilhante.
      Ela no comprou isto.
      Ele no casou at trinta, ela pensou. Uma idade razovel, se voc estivesse indo o "at a morte" rota. Mais, um homem com ambies polticas fez melhor no campo se ele apresentasse o pacote de esposa e famlia. Mas a menos que ele tome um voto de celibato, existiria outras relaes antes do casamento.
      E talvez depois disto.
      Poderia valer a pena ter uma conversao com o atual au par. Quem soube dinmica de famlia melhor que ao vivo-em ajuda?
      Ela voltou para mais caf. "Voc podia crescer rapidamente os dados em Carmichael Smith."
      "Voc quer aquele antes dos dados no bab de Fortney?"
      "Voc tem isto j?"
      "O que eu posso dizer? Eu ganho meus biscoitos."
      "Fortney primeiro, sujeito esperto. Vamos manter isto ordenou."
      "Difcil, como ele parece existiam vrias criana-se importar provedores usados. Parece sua me mastigada por que eles gostam de gumdrops. Enfermeiras de beb, au pares, qualquer. Sete total acima de um perodo de s abaixo de dez anos. Nenhum ficou no trabalho mais longo que dois anos, com uma permanncia de mdia de seis meses."
      "No parece longo suficiente para ter qualquer choque srio. Ento meu pensado estaria a me permaneceu a figura de autoridade."
      "E deste dados, se assume um incendirio um. Trs dos antigos ternos de sofrimento de empregados arquivados contra ela. Todos eram povoados fora de tribunal."
      "Eu vou ter que tomar um mais ntimo olhar para a me." Ela compassou de um lado para outro na frente da tela enquanto ela correu isto por sua cabea. "Leo tem uma me que  uma atriz, e seu amante atual est na mesma profisso. Ele entra em uma profisso onde ele lidar com atores, tenha algum controle acima de que elesser controlado, eu imagino, por eles. Isso diz algo. O assassino est agindo. Assumindo um papel, e provando que ele pode tocar a parte melhor que o original, e com mais astcia. Quando eu correr uma probabilidade com este dados, vai terminar para alto em Leo."
      Ela considerou. "Vamos afundar a lista antes de ns outro colocar em camadas. Ache-me bab do Renquist, ou qualquer que eles chamam eles acima de na Inglaterra."
      "Roberta Janet Gable," Roarke anunciou, ento sorriu. "Eu sou multitarefa."
      "Normalmente faa," ela respondeu, ento olhada na imagem na tela. "Homem." A Eve deu um tremor falso. "Assustador."
      "Isto  atual. Ela teria sido consideravelmente mais jovem quando trabalhando para me do Renquist, mas"tendo antecipado ela, Roarke telefonou a fotografia antiga"ainda assustador."
      "Eu direi." Ela estudou as imagens de tela de diviso de um rosto magro com escuro, fundos-fixados olhos e uma boca sria. O cabelo era marrom no mais jovem, cinza nos atuais, e em ambos os casos puxados severamente atrs. As linhas que bracketed a boca sem tolices na imagem antiga cavou eles mesmos em desaprovar ranhuras na mulher mais velha.
      "Eu no aposto ningum chamou seu Bobbie," Eve comentada. Ela comeou a lutar com o math, e podia s ser Roarke agradecido chegou l antes de seu.
      "Ela fez o trabalho quando Renquist tinha dois anos, e segurou isto at que ele tinha quatorze anos. Ele no embarcou em Stonebridge, mas era um aluno de dia. Ido para Eton s quatorze, e no mais exigiu os servios de um bab. Roberta, no chame-me Bobbie, teria sido vinte e oito quando ela tomou a posio, e quarenta quando ela deixou ele para levar outra posio como privada criana-se importa provedor. Ela  agora sessenta e quatro e recentemente se aposentou. Nunca casou, nem teve qualquer descendncia de sua prpria."
      "Ela parece com que ela belisca," Eve comentada. "Um dos provedores na escola pblica eram um pincher. Ela pegou todas as credenciais, mas ento fizeram aquela cadela que decorou meus braos com contuses quando eu tinha dez anos. Nascida em Boston, e voltou l quando ela se aposentou. Sim, isto  um New a Inglaterra bedrock rosto, o tipo que diz que caga gosta de 'sobressalente a barra, deteriore a criana.'"
      "Ela podia ser uma desgraada-olhando mulher com um corao de ouro que mantm sugarplums em seu bolso para desmaiar para rosadas-cheeked crianas."
      "Parea com um pincher," Eve disse novamente, e sentado na extremidade da escrivaninha. "Financeiramente slida. Eu aposto que ela salvou seus centavos e no desperdiou eles em sugarplums. O que  um sugarplum, de qualquer maneira?"
      Ele estava pensando sobre Eve s dez, com contuses em seus braos. "Eu comprarei voc algum. Voc gostar deles."
      "Chances so. Eu penso que ns conversaremos, e vejamos o que ela tem que dizer sobre primeira infncia do Renquist treinando. Vamos ver o Sr. Smith aborrecedor."
      "Venha para se sentar em meu colo."
      Ela tentou um olhar severo, mas no podia vir perto de expresso do Roberta Gable. "No existir nenhum hanky ou panky durante uma sesso do trabalho."
      "Como existia hanky no cho da cozinha seguida por panky no chuveiro, eu penso que ns podemos arquivar aquela atividade. Venha para se sentar em meu colo." Ele mandou a ela um sorriso persuasivo. "Eu sou s."
      Ela fez isto, e tentou para no suavizar demais quando seus lbios escovou seu cabelo.
      "Carmichael Smith," ele disse, mas ele estava ainda pensando sobre a criana ela tem sido,  merc do sistema ela agora suportou. E querido, mais que qualquer coisa, para prdiga ela com tudo que ela passou sem. Especialmente amor.
      "Trinta e um, meu traseiro. Eu aposto que ele engraxou algumas palmas para ter aquele stat ajustado. Nascido em Savannah, mas parte gasta de sua infncia na Inglaterra. Nenhum sibs, e sua me optadas para condio de pai profissional, direito at seu dcimo oitavo aniversrio. Fechado hermeticamente juvie registro, aqui e no estrangeiro, que poderia valer a pena a luta de quebrar. No chegando tanta massa como ele devia ser, considerando. Deve ter ele mesmo algumas despesas ou hbitos altos."
      "Pais divorciados, pai recasou e moveu permanentemente para Devon. Inglaterra, certa?"
      "O ltimo eu verifiquei, sim."
      "Nenhum adulto criminoso, mas eu aposto existe algo. Algo saldou ou expungiu. Parea com ele fez algum tempo em um snazzy rehab instalaes. Vamos ter um mais ntimo olhar para a me."
      "Suzanne Smith. Envelhea cinqenta e dois. Jovem quando ele nasceu," Roarke comentou. "E o casamento aconteceu quase dois anos mais tarde. Mulher atraente."
      "Sim, ele parece com seu algum. Bem, lookie aqui. A mame teve um LC licenciar durante algum tempo. Nvel de rua. E ela se pegou uma folha."
      Intrigou, Eve comeou a subir, mas Roarke bateu seus braos ao redor sua cintura. "Se voc no pode ver a tela daqui, eu posso pr os dados em udio."
      "Nada errados com meus olhos. Parea com que ela fez um pouco de grifting, e foi pego com ilegais, tentou fraude um pouco secundria. Pleiteou eles todos," ela adicionou. "Tempo nunca servido. Vindo logo algum, eu aposto. Esperou pela licena depois que ela solicitou condio de PP, mas no reivindicou nenhuma renda. Acabou de manter isto fora dos livros, isto  todo. Ela estava ainda girando. Por que pague a taxa se voc no vai girar truques? Ento, educao de sexo do pequena Carmichael estava provvel cedo e prtico."
      Ela considerou, ponha se no argumento. "Deixe-me ver seu medicals," ela perguntou. "Desde voc pode achar."
      "Eu estou manchando agora?"
      Ela hesitou, mas seus instintos estavam zumbindo. "Mantenha isto para um mnimo."
      Ele deu seu quadril um pouco bate levemente, sinalizando ela em cima assim ele podia trabalhar. Enquanto ele fez, ela despejou o ltimo do caf.
      "Exames e inoculaes normais que uma criana," Roarke disse. "Ele pareceu se tornar acidente-propenso em aproximadamente dois."
      "Sim, entendo." Ela esquadrinhou os vrios relatrios, de vrios doutores, centros mdicos diferentes. Pontos, fraturas secundrias, uma queimadura bastante sria. Ombro deslocado, um dedo quebrado.
      "Ela o bateu ao redor," Eve notada. "O abuso continuado depois do divrcio, e direito at ele bate os anos adolescentes e provavelmente conseguiu muito grande para ela arriscar isto. Ento ele era a me, a figura de autoridade. Ela moveu ao redor suficiente para cair fora com isto. Mudando aqui e l nos Estados, fazendo algum tempo na Inglaterra. E olhe para sua renda ganha, Roarke, ao invs de seus recursos."
      "O primeiro  tudo menos nada, enquanto o segundo  muito confortvel."
      "Sim. Eu diria que ela est ainda chupando em seu pequeno menino. O sujeito est destinado a se ressentir daquele tipo de coisa. Talvez suficiente para matar."
      
Captulo 13
      A Eve teve razes muito racionais para comear seu turno em seu escritrio de casa. Estava quieto. Claro que qualquer coisa comparada a diviso em Centralinclusive uma partida de Bola de Arenaestava quieta.
      Ela precisou mais pensando tempo. Ela quis instalar um assassinato embarcar aqui tambm, ento ela podia olhar fixamente para ele e estudava isto sempre que ela estava no quarto.
      E, a nmero-uma razo para vadiar l em lugar de encabear o centro da cidade direto era a chegada esperada de Summerset. Ela com inteno de estar bem longe antes de meio-dia, mas ela quis chocar, s um enquanto, acima do fato isto uma vez que ela deixou a casa hoje, ele teria reformado o campo em que ela retorna.
      Ento ela instalar sua tbua, se sentou, ponha seus ps em cima em sua escrivaninha. E bebendo caf, estudou isto.
      Existiam fotografias da cena de crimea ruela de Bairro chins, o quarto de Gregg. Existiam mapas, e as notas partiram na cena. Fotografias de vtima, antes de e depois. Com eles, ela alfinetou cpias das cenas de crime original que estes eram baseados. Whitechapel e Boston, e duas daquelas vtimas que mais prximo combinaram sua.
      Ele estudou aqueles, tambm, ela pensou. Olhadas fixamente para aquelas fotografias velhas, leiam aqueles relatrios velhos.
      Ele estaria estudando outros agora. Refrescando ele mesmo, preparando pelo prximo ato.
      Ela teve o lab relatrios, o MIM sou, os varredores '. Ela teve declaraes de testemunhas, prxima de famlia, suspeitos, vizinhos. Ela teve as linhas seculares. Ela teve suas prprias notas, suas prprios relatrios, e agora uma montanha de dados de fundo naqueles que permaneceu em sua lista pequena.
      Ela examinaria cuidadosamente eles todos novamente, e ela faria mais legwork, mais entrevistas. Ela cavaria mais fundo, mais largo. Mas ele a bateria para o prximo. Seu intestino disse a ela que ele a bateria na corrida pequena, e outra pessoa morreria antes dela pegar em cima.
      Ele cometeu enganos. Ela sorveu caf e olhado fixamente para a diretoria. As notas eram um engano. Isso era orgulho e uma espcie de glee. Ele teve uma no necessidade s para buzinar seu prprio chifre, mas fazer isto com um floreado. Note-me! Veja o quo esperto eu sou, veja o que gosto excelente eu tenho.
      Mas o jornal podia ser localizado, podia dar sua uma lista de nomes para procurar.
      A cesta de pssegos era outro. Isso era arrogncia. Eu posso caminhar diretamente daqui, deixando o brutalizado morto para trs, e coma um pssego maduro bom.
      Poderia haver outros enganos. Ela escolheria tudo separadamente at que ela achou eles. Ele cometeria outros enganos, porque porm esperto ele era, ele era convencido.
      Ela olhou em direo  porta aberta quando ela ouviu o som de footfalls, e sua fronte dobrada.
      "Eh," ela disse, como Feeney entrou. A camisa nitidamente apertada disse a ela que sua esposa deu isto para ele fora do armrio. Os quebrados-em sapatos disseram que ele caiu fora dela na frente de Sra. Feeney poder o importunar em colocar um par menos desacreditador.
      Ele provavelmente pentearia seu cabelo, mas ele j era frizzing fora em seu sap metlico habitual de gengibre e prata. Existia um pouco Nick em seu queixo porque ele reivindicou um homem no podia barbear adequado a menos que ele use uma navalha real.
      "Conseguida sua mensagem," ele disse.
      "Estava atrasado,  por isso que eu esvaziei ele para verbalizar correio. Eu no quis dizer para voc vir a si para esta manh, saia de seu modo."
      "Est s fora de meu modo se no existem quaisquer dinamarqueses de volta l."
      "Provavelmente so. Se no l, em outro lugar."
      Tomada aquele como convite, ele caminhou de volta para a cozinha. Ela podia ouvir ele esquadrinhando o menu, dando um grunhido de aprovao como ele achou algo que contente ele, telefonando isto.
      Ele voltou em com uma massa e uma enorme assaltou de caf. "Ento," ele disse, e se sentou, estudando a diretoria  medida que ela teve. "Ele  dois para dois."
      "Sim, e eu estou rebatendo zero. Cortou a bola uns tempos do par, mas ele mantm curving infrao. Uma vez que ele bate novamente, a mdia vai levantar o odor, e ns teremos uma baguna santa em nossas mos: 'Mortais Imite Stalking Nova York.' 'O assassino de camaleo Confunde Polcia.' Eles amam que cagam."
      Feeney arranhou sua bochecha, comeu mais massa. "Pblica faa, tambm. Doente bastardos."
      "Eu tenho muitos dados, muitos ngulos. A coisa , eu puxo uma linha e mais seis gota abaixo. Eu posso empurrar Whitney para mais fora de trabalho, mas voc sabe como vai. Eu mantenho isto perfil baixo, e o oramento s estira at agora. Uma vez que quebra e as pessoas comeam a gritarem, poltica entra em jogo e eu posso estirar isto adicional."
      "PEGA mais fora de trabalho do EDD, mais capitais," ele terminou.
      "Eu no tenho nenhuma necessidade direta para EDD neste. A pesquisa e corridas so material normal, nada fantasia. Eu no tenho nenhum 'vnculo ou segurana para sondar. Mas . . ."
      "Meus meninos podem sempre usar a prtica." Feeney chamou seus detetives e zanges de meninos,' no importa como sua pele era formada.
      "Eu apreciaria isto. Livraria mim em cima para entrevistas e fieldwork. Eu comecei a pensar ontem  noite: Este sujeito, ele  cuidadoso e ele  preciso. Olhe para o vtima fotografiasas velhas, e seu. Posicionamento, construo e colorao bsicas do vtimas, mtodo da morte. Tudo. Eles so bons cpias, cpias cuidadosas. Ento como voc consegue to bom?"
      Feeney terminar rapidamente o dinamarqus, caf tragado. "Voc pratica. Eu correrei que eu mesmo, por IRCCA, veja se ns conseguirmos um estalar."
      "No ser exato," ela disse, agradecida. "Eu tenho um golpe no primeiro, e no  exato. Mas quando eu fiz a corrida que eu estava s procurando pelo um estilo. Agora ns temos dois estilos, e o potencial para outros. Ele  muito cuidadoso para uma partida exataque ele poderia fazer isto aquele modo, mas ele mudaria isto. No deixaria a cena justamente como ele com inteno de deixar aqueles que ele tornaria pblico."
      "No quer exibir-se at que ele o pegou at uma cincia," Feeney disse com um aceno com a cabea.
      "Sim. Qualquer que era exato, ele livraria-se dos corpos. Enterre eles, esvazie eles. Mas ele no  uma criana. No vinte. Ele  maduro, e ele no comeou matana com Wooton. Ele tem estado neste um enquanto."
      "Eu trabalharei ambos os estilos, e qualquer outro que voc pensa que ele poderia ir."
      "Todo mundo em minha lista pequena, mas um eu no alfinetei ainda," ela disse, pensando sobre Breen, "viagens. Os Estados, Europa especialmente. Eles tornam-se conhecidos, e eles chegam ao redor bem. De primeira classe. Se ele estiver naquela lista pequena, o mundo tem sido seu fucking playground."
      "Mande a mim os arquivos."
      "Obrigado. Eu devia dizer a voc, existem alguns nomes sensveis em minha lista. Ns temos um diplomata, um artista famoso, um escritor fazendo um nome por ele mesmo, e um otrio entretenimento corretor que  enganchado em cima com uma importante-atriz de nome. J existiu reclamaes de molestamento de polcia e blah blah. Existir mais."
      Ele sorriu abertamente. "Agora este soa como diverso." Ele empurrou para seus ps, economize sua xcara vazia, e esfregou suas mos juntas. "Vamos iniciar."

      Uma vez Feeney partiu, ela organizou os arquivos, mandou a eles para sua unidade em EDD, notou a ao em um memorando para o chefe. Ela correu outro jacto de probabilidades, brincou com algumas simulaes, mas eles eram realmente no mais do que um exerccio para deixar ela se importar trabalho.
      Quando ela era feita, o computador e ela concordou em uma lista de prottipos que seu assassino poderia emular prximo.
      Ela eliminou qualquer que trabalhou com um companheiro ou machos almejados. Qualquer que escondeu ou destruiu os corpos. E destacou qualquer cuja notoriedade sobreviveu eles.
      Ela estava s comeando a perguntar-se onde o Peabody estava quando um dos domsticos droids veio para sua porta.
      O droids sempre spooked ela. Roarke raramente usou eles, e ela raramente viu eles na casa. Ela teria resistido qualquer maneira de tortura horrorosa antes de admitir ela realmente preferiu a carne-e-sangue Summerset ao pessoal automatizado.
      "Com licena para interromper, Tenente Dallas."
      O andride era fmea, com uma voz cascuda. O uniforme preto digno no fez nada para disfarar o fato que ela foi construda rivalizar uma estrela porn.
      A Eve figurou que ela no teve que estar um investigador treinado para deduzir seu marido divertido ativou este aqui propositalmente, s assim ela podia comparar a grande-peituda loira ao sseo-assed Summerset.
      Ela teria que pagar a ele de volta para este aqui, eventualmente.
      "O que  o problema?"
      "Existe uma visita no porto. Um Sra. Pepper Franklin que deseja falar com voc. Voc est disponvel?"
      "Certo. Ela  economia mim uma viagem. Ela est s?"
      "Ela chegou em um carro privado, com motorista. Mas ela no tem nenhum companheiro."
      Fortney deixado em casa, Pensou Eve. "Deixe ela."
      "Eu devo a trazer em cima?"
      "No, mostre a ela nao que  istoa sala de estar dianteira."
      "Voc gostaria de refrescos?"
      "Eu informarei."
      "Obrigado, Tenente."
      Quando o andride voltado fora do quarto, Eve tamborilou seus dedos para um momento. Ela olhou de relance na porta que juntou seu escritrio de casa com do Roarke. Provavelmente da mesma maneira que bem ele era fora de fazer o que ele fez o dia todo. Manteria a poro social desta visita para um mnimo.
      Deliberadamente, ela amarrou com correia em seu coldre, deixou a jaqueta onde ela pendurou isto acima da parte de trs de sua cadeira. Um modo no-to-sutil, Eve decidida, deixar Pepper sabe que ela estava no trabalho.
      Ento ela terminou fora de seu caf, sentado e zumbido para outro par de minutos.
      Quando ela afundou para a sala de estar, Pepper estava esperando.
      A atriz era vestida de estilo do vero perfeito: Uma blusa branca arejado acima de um tanque azul magro que combinou as calas semeadas. Ela adicionou heeled sandlias que fizeram dor dos arcos da Eve e empacotaram suas massas de cabelo dourado em alguns complicados em cima-fizeram.
      A Eve pegou seu odor, algo esfria e floral, como ela cruzou o quarto.
      "Eu aprecio voc me vendo." A Pepper relampejou seu sorriso profissional. "E to cedo no dia."
      "Eu sou Homicdio. Meu dia comea quando seu pontas." Em olhar em branco da Pepper, Eve encolhida os ombros. "Desculpe. Pequeno policial brinca. O que eu posso fazer para voc?"
      "Eu tomo isto casa do Roarke?"
      "No. Se voc quiser o ver, voc poderia ser capaz de o pegar em Midtown."
      "No. No, realmente, eu esperei pegar voc s. Ns podamos nos sentar?"
      "Certo." Eve gesticulada para uma cadeira, levou um de sua prprio.
      A Pepper descansou suas mos nos braos da cadeira funda, suspirada como ela esquadrinhou o quarto. "Este permanece a mais incrvel casa que eu j vi. Tal estilo maravilhoso, entretanto teria que ser, desde que  do Roarke."
      "Mantenha a chuva."
      A Pepper riu. "Tem sido algum tempo desde que eu tenho estado aqui, mas eu recordo um empregado formidvel em lugar do splashy domstico andride que me admite."
      "Summerset. Ele est de frias. Ele voltar mais tarde hoje." A menos que ele seja capturado por bandidos e seguros para resgate. Ou caia loucamente apaixonado por um nudista e movimentos jovens para Borneo.
      "Summerset. Sim, claro."
      "Voc no  aqui o ver qualquer um."
      "No." Pepper movimentado a cabea. "Meu motivo para vinda  uma mulher-para-coisa de mulher. Eu sei que voc viu Leo novamente ontem. Ele estava muito chateado por isto, sente perseguido, e que voc tem um pouco de tipo de rancor pessoal contra ele."
      "Eu no tenho um rancor pessoal contra ele. Ainda que ele  um assassino, no seria pessoal.  meu trabalho para perseguir pessoas."
      "Talvez . Mas o fato  existir uma conexo pessoal aqui. Por mim. Por Roarke. Eu quis tratar que francamente com voc."
      "V em frente," Eve convidada.
      A Pepper se sentou um pouco mais direto em sua cadeira, dobradas suas mos nitidamente em seu colo. "Voc est ciente, eu estou certo, que Roarke e eu tivemos uma relao uma vez. Eu posso certamente entender como voc poderia se parecer desconfortvel ou irritado por isto. Mas era vrios anos atrs, antes dele encontrar voc. Eu odiaria para qualquer aborrecimento ou ressentimento, porm compreensvel poderia ser, influenciar sua atitude em direo a Leo."
      A Eve deixa o declive de silncio para um momento. "Vejamos eu tenho isto diretamente. Voc est perguntando-se se porque voc e Roarke rolaram ao redor desnudos alguns anos atrs, eu estou pessoalmente irritada, e porque eu sou irritada sobre isto, eu estou dando o sujeito que voc  atualmente rodante ao redor desnudo com um tempo spero."
      A Pepper abriu sua boca, fecha isto novamente, ento delicadamente passada sem tocar sua garganta antes de falar. "Em umas poucas palavras."
      "Deixe-me facilidade sua mente nesta pontuao, Sra. Franklin. Se eu fosse conseguir pessoalmente irritada sobre toda mulher que Roarke bateu, eu gastaria minha vida em um estado perptuo de aborrecimento. Voc era uma de muitas." A Eve ergueu sua mo esquerda, batido seu anel de casamento com sua unha do polegar. "Eu sou a nica. Voc no mese preocupa."
      Para um momento, Pepper fez nada alm de olhar fixamente. Ento ela piscou, muito lentamente. E os cantos de sua boca estremeceram. "Isto  muito . . . sensato, Tenente. E um caminho muito inteligente para bofeto mim atrs ao mesmo tempo."
      "Sim, eu achei."
      "Mas, em todo caso"
      "No existe nenhum outro caso. Roarke e eu ramos adultos quando ns nos encontramos. O que aconteceu antes de no significa dick para mim. E se eu deixar cimes insignificantes interferirem com ou influncia meu trabalho, eu no mereceria meu distintivo. Eu mereo meu distintivo."
      "Eu aposto que voc faz," Apimente respondido. "Da mesma maneira que eu aposto que voc merece Roarke, tambm. Ele  o homem mais fascinante que eu j conheci, s como sua casa, cheia de cor e estilo e surpresas. Mas ele no me amou, e nunca fingi que ele fez."
      "E Leo faz. Amor voc?"
      "Leo? Leo me precisa. E isto  suficiente."
      "Eu tenho que dizer, ele sons para mim como voc  vender voc mesmo pequeno."
      "Isto  bom de voc. Mas eu no sou nenhum prmio, Tenente. Eu sou egosta e exigindo." Ela deu uma luz, risada divertida. "E eu assim sobre mim. Eu espero receber meu prprio tempo e espao quando eu exigir isto, e qualquer homem em minha vida deve entender que meu trabalho seja a prioridade. Se ele fizer, e ele  leal, precisando de-me ser suficiente. Fraco do Leo, eu sei isto," ela continuou com um elegante pequeno encolhe os ombros. "Talvez eu preciso de um homem fraco, talvez  por isso que eu no podia agarrar-se para Roarke para mais que algumas semanas. Leo me adapta. E sendo fraco, Tenente,  s mais uma razo que ele no pode ser o homem que voc est procurando por."
      "Ento nenhum de vocs tem qualquer coisa para se preocupar sobre. Ele estava durante nossa entrevista inicial. Algum mente para mim, eu vou perguntar-se por que."
      Seu rosto suavizou de um modo que disse Eve qualquer que ela disse sobre precisou ser sido suficiente, ela amou Leo Fortney. "Voc o assustou. Isto  natural, no , para algum ser assustado quando eles so questionados pela polcia? Especialmente sobre um assassinato."
      "Voc no era."
      A Pepper estourou uma respirao. "Certo. Leo tem aborrecer com a verdade ocasionalmente, mas ele nunca machucaria ningum. No seriamente."
      "Voc pode dizer a mim onde ele estava no domingo manh?"
      Lbios firmado da Pepper, e seus olhos ficados diretos. "Eu no posso. Eu posso s dizer a voc onde ele disse que ele era, e ele j est dito voc isto. Tenente, voc no pensa que eu saberia se com que eu estivesse vivendo, dormindo, se eu fosse ntimo com um assassino?"
      "Eu no posso dizer. Voc pode querer dizer a ele que se ele quiser livrar-se disto, ele pode comear a ser diretamente comigo. Desde que ele . . . tem aborrecer com a verdade, eu vou continuar olhando para ele."
      "Eu conversarei com ele." Ela chegou a seus ps. "Obrigado por me ver."
      "Nenhum problema." A Eve a caminhou para a porta, e abrindo viu o carro de espera. E seu ajudante xingando passeio abaixo a p.
      "Oficial . . . o que seu nome era?" Pepper perguntado.
      "Peabody."
      "Oh sim. O oficial Peabody olha ter tido uma manh difcil j. Aquela tempestade ontem  noite esfriou coisas fora de um pouco, mas no suficiente. Longe de suficiente ainda."
      "ltima boqueada do vero em Nova York. O que mais voc pode esperar?"
      "Ensine eu para ficar em Londres." Ela ofereceu a sua mo. "Eu ainda adoraria para voc e Roarke vir para o jogo. S contacte-me a qualquer hora e eu organizarei para cadeiras."
      "Logo como coisas acalmam-se para mim um pouco, ns comearemos a estudar voc nisto."
      Ela assistiu o motorista sair, abra a porta traseira da limusine de cidade pequena. E esperou at um ofegante e Peabody suado apressou em cima os passos.
      "Senhor. Desculpe. Overslept, ento o desarranjo de metr. Devia ter contactado voc, mas no percebeu"
      "Do lado de dentro, antes de voc cair com insolao."
      "Eu penso que eu estou um pouco desidratado." O rosto do Peabody era lagosta-vermelha e comeando a gotejar. "Eu posso ter um minuto? Salpico alguma gua em meu rosto."
      "V. Cristo, da prxima vez toma um txi!" Ela gritou como ela jogged de cima para conseguir sua jaqueta e o que ela precisou pelo dia.
      Ela agarrou duas garrafas da gua de sua cozinha, e encontrou Peabody que termina do quarto de p. A cor do seu ajudante acalmou-se, seu uniforme era endireitado, seu cabelo nitidamente penteou e secou novamente.
      "Obrigado." Peabody tomou a gua, e glugged na garrafa para adicionar a gua que ela sorveu em cima no quarto de p. "Odeie dormir demais. Eu estava em cima tarde estudando."
      "Eu no disse a voc que voc pode acima de-estudo? Voc no far voc mesmo qualquer bom entrando no exame queimado."
      "Eu acabei de dar isto umas horas do par. Quis compor o tempo que eu tomei verificar apartamentos com McNab. Eu no percebi que ns tivemos um encontrar com Pepper Franklin."
      "Ns no fizemos. Ela parou por defender Fortney." Eve encabeada fora a porta e ao redor para a garagem. Ela no pensou dizer um do droids para ter seu carro destacado na frente. Summerset fez isto sem ela perguntando. O fato que era o tipo de detalhe que deslizou sua mente, e nunca deslizou seu, s aborrecida ela.
      "Bem, pelo menos eu conheo que eu no estou perdendo minha mente," Peabody administrou como ela acelerou seu passo para combinar da Eve. "Tanta ida em agora mesmo. Jesus, Dallas, ns assinamos um arrendamento.  um bom espao. Conseguiu um quarto extra que ns podemos instalar como um escritrio compartilhado, e  perto de Central. Est em seu edifcio velho, ento Mavis e Leonardo sero vizinhos, e isto  mag, e era realmente grande de Roarke nos pr para isto, mas . . ."
      "Mas o que?"
      "Eu assinei um arrendamento, com McNab. , enorme. Ns vamos estar movendo em juntos em trinta dias."
      Eve codificada na garagem, esperadas pelas portas para abertas. "Eu pensei que voc j era cohabitating."
      "Sim, mas informalmente. Reais informalmente. Ele s declives em meu lugar a maior parte do tempo. Isto  o negcio real. Eu consegui o agitar." Ela apertou uma mo para seu estmago como ela caminhou para polcia da Eve emite. "Ento eu pomba em estudar assim que ns voltamos, ento eu consegui o agitar disto. Ento eu no podia dormir por causa do agitar, ento eu saltei McNab classificar de lembrar eu mesmo por que eu estou fazendo isto, e isso levou um tempo porque, sabe, eu era bonito nervoso"
      "Eu no quero ouvir aquela parte."
      "Certo. Bem, eu no acomodar-me at bonito tarde, e estava to enguiado que eu devo ter desativado o alarme antes de eu ser completamente acordado. Prxima coisa eu soube que era uma hora mais tarde."
      "Se voc levantasse uma hora tarde, por que so voc somente . . ." Ela verificou sua unidade de pulso. "Quinze minutos para trs?"
      "Eu saltei um pouco de meu material matutino habitual. Era certo at o desarranjo de metr. Isso livrou-se de-me, e agora eu tenho o agitar novamente."
      "Voc pode s esquecer sobre saltar-me para tomar sua mente fora deles. Olhe, Peabody, se voc no for prepped para o exame at agora, voc no vai ser."
      "Isso no faz muito para tranqilo mim." Ela chocou fora a janela como Eve dirigiu pelo Porto. "Eu no quero tanque. Envergonhe eu mesmo, voc."
      "Feche, voc est dando a mim a maldio se agita. Voc no vai envergonhar qualquer um. Voc vai fazer o melhor, e ele vai ser bom o suficiente. Agora puxe voc mesmo junto assim eu posso sumrio voc em Smith antes de ns conversar com ele novamente."
      Compreenso, fazendo suas prprias notas, Peabody agitou sua cabea. "Nenhum deste material est em seus dados biogrficos oficiais, ou em quaisquer dos locais de f no oficial. Eu no pego isto. O sujeito  um co de caa de publicidade total, e ele gosta de ir para as cordas do corao. Ento por que no saliente como ele veio de uma abusiva casa, superou isto, e acredita no poder de amor, cha-cha-cha."
      "Cha-cha-cha?" Eve repetida. "Eu posso pensar sobre umas razes do par. Primeiro, no ajusta sua imagem. Macho forte, bonito, romntico do to-limpo-eu-grito variedade. No faa malha com o nvel de pobreza, filho fisicamente abusado de um LC de meio perodoque est ainda vazamento ele para dinheiro."
      "Eu consigo isto, mas voc podia tocar aquele ngulo e vendia discos fora o yang."
      "Yang. Isso vai com cha-cha-cha?" A Eve perguntou-se. "Certo, sim, poderia fazer algumas mulheres lamentam o por, at o respeita, e arremessem preo abaixo de um disco. Mas no  disso que ele quer."
      "O que ele quer?" Peabody perguntou, entretanto ela pensou que ela estava comeando a conectar os pontos.
      "No  dinheiro. Isto  s um subproduto  mo. Ele quer adulao, heri adora, e fantasia. Ele boinks grupos jovens porque eles so menos provvel para ser crticos, e ele toca para mulheres mais velhas porque eles esto mais perdoando."
      "E ele cerca ele mesmo com pessoal porque ele precisa ser cuidar de por mulheres, porque ele no foi cuidou de pela mulher que devia ter feito muito quando ele era uma criana."
      "Isto  como ele sacudidas para mim." A Eve girou um canto e balanou ao redor um maxibus que era pesado seus contingentes de comutadores para suas colmias e cubos. "A imagem pblica no quer ter que superar qualquer coisa, mas s para ser. O homem de seus sonhos no  um pouco de criana que foi batido ao redor por sua me depois que ela girou um truque. Ou eu devia dizer, sua viso do homem de seus sonhos no . Ele  construdo ele mesmo em uma imagem, e ele tem que pegar com isto."
      "Ento, teoricamente, a presso de esconder tudo aquilo, seu ressentimento, e o ciclo de violncia podia ter causado ele para estalar. E estalando, ele matou duas partes da pessoa que o abusou. O LC e a me."
      "Agora voc est pensando."
      Era como um sim, Peabody pensou. Ela estava um pouco lenta, mas ela esperou que ela estava escolhendo sua passagem isto. "Voc disse umas razes do par. O que outro ?"
      "Outro  que ele s quer enterrar isto, coloca no lugar isto. Isto no  relevante para sua vida agoraque  disso que ele diz a ele mesmo. Ele est errado,  sempre separa do todo, mas  privado.  uma coisa que ele no quer ponderado por um lbio-smacking pblico."
      Peabody deslizou ela olha em direo a Eve, mas no existia nada para ler em rosto do seu tenente. "Ento ele podia s ser um sobrevivente de abuso que  feito uma vida bem sucedida por ele mesmo apesar de todo o trauma e a violncia."
      "Voc est lamentando o por."
      "Sim, talvez. No suficiente para pular para um disco," ela adicionou com uma risada. "Mas talvez algum. Ele no pediu para ser machucado, e pela uma pessoa que devia ter estado tomando o cuidado com acima de tudo. Eu no sei o que  como ter um pai ligar voc assim. Meu . . . bem, voc encontrou meu. Minha me, ela pode alfinetar suas orelhas atrs com um olhar, mas ela nunca teria machucado algum de ns. E meus pais podem ser New Agers no violento, mas voc pode acreditar em que eles teriam rasgado em qualquer um que tentou nos machucar.  disso que eu sei," Peabody adicionou. "Mas ele no  tudo que eu sei, porque eu vi o outro lado. A manipulao Ds duplo antes de eu transferir para voc. S estando nas ruas em uniforme. E o que eu trabalhei em desde que eu tenho estado em Homicdio."
      "Nada elimina a Toda-imagem de famlia Americana de cabea mais rpida do policial que seu primeiro par de perturbaes domsticas."
      "Umas das melhores razes para ser fora de patrulha," Peabody concordou, com sentimento. "O que eu estou dizer  que eu vi o que pode ser, e  mais duro nas crianas."
      "Sempre mais duras de tudo nas crianas. Alguns recuperam-se isto, debaixo disto, por isto. Outros no faa. E outra teoria em Smith  que ele alimenta na adulao em uma parte de sua vidae se diverte nisto. Enquanto isso ele considera eles prostitutas e cadelase ele mata eles no modo que mais maligno e teatral ele pode inventar."
      "Eu acho isto  uma teoria decente bonita."
      "De qualquer modo, ele no vai gostar de eu vomitando seu fundo em seu rosto. Ento esteja pronto."
      Eve de tomada em sua palavra, Peabody descansou uma mo em seu stunner como eles caminharam do veculo at porta da frente do Smith. "No to pronto, Peabody. Vamos tentar tocar bom primeiro."
      Eles eram admitidos pela mesma mulher, e caminhado na mesma msica. Pelo menos Eve pensou que era o mesmo. Como voc podia dizer, ela perguntou-se, quando tudo o sujeito cantou teve a mesma pressa de acar para isto?
      Antes deles poder ser levados no quarto com almofadas de cho e o gatinho branco fofo, Eve deitou uma mo no brao da mulher. "Algum lugar cadeiras aqui reais tem?"
      Boca diminuda do Li em desaprovao, mas ela movimentou a cabea. "Claro. Venha deste modo, por favor."
      Ela mostrou a eles em um quarto com cadeiras largas, fundo feitos em ouro de plido, acentuadas com mesas de vidro claro. Em uma mesa era um manancial pequeno onde a gua azul burbled acima de pedras brancas lisas. Outro segurou um abastecimento de caixa branca com areia branca onde alguns padres lineares tinham sido desenhados, Eve assumida, o pequeno ancinho que deita ao lado disto.
      As cortinas foram fechadas, mas quando eles entraram no quarto a beira das mesas iluminadas.
      "Por favor seja confortvel." Li gesticulou para as cadeiras. "Carmichael ser com voc em s um momento."
      Ignorando ela, Eve estudou uma tela de humor. Pastis suaves gotejados abaixo em este aqui, derretendo de pinks em blues em ouros em pinks novamente. Voz sussurrada do Smith no fundo.
      "Eu j me pareo nauseado," Eve murmurou. "Eu devia ter apertado para ter ele entrar em Central, onde coisas so normais."
      "Eu ouvi que voc deslocou alguns lastimarem  mandbula ontem." Peabody manteve seu rosto sbrio. "Algumas pessoas no consideram que realmente normal no dia-para-dia."
      "Algumas pessoas no sabem diddly." Ela voltou como Smith fez sua entrada.
      "O quo bom para ver voc dois novamente." Ele fez um movimento corrente com seus braos para indicar cadeiras. Teve as mangas largas de sua camisa tremulando. "Ns estamos tendo algo frescos e ctricos. Eu espero que voc apreciar isto."
      Ele organizou ele mesmo em uma cadeira como um de seu pessoal colocou uma bandeja em uma mesa de vidro longo. "Eu sou informado que voc tem tentado entrar tocar," ele continuou como ele despejou lquido de lanador at culos. "Eu no posso imaginar por que, mas devo se desculpar por ser indisponvel."
      "Seu rep chamou meu chefe," Eve disse. "Ento eu imagino que voc tem um pouco de idia."
      "Outra desculpa a chegar." Ele levantou um dos culos, segurou isto em ambas suas mos bonitas. "Meu agente  super protetor, que, naturalmente,  seu trabalho. Apenas da idia que a mdia podia conseguir vento que eu falei com voc relativo a um assunto to terrvel o se preocupa. Eu disse a ele que eu confiei voc para ser absolutamente discreto, mas . . ." Ele encolheu os ombros elegantemente, sorveu.
      "Eu no estou procurando por publicidade, eu estou procurando por um assassino."
      "Voc no achar um aqui. Isto  um lugar de paz e tranqilidade."
      "Paz e tranqilidade." Eve movimentada a cabea, assistindo seu rosto. "Eu acharia aquele tipo de importante da coisa voc."
      "Vital, como devia estar para todo mundo. O mundo  uma tela, e em  pintado grande beleza. Tudo que ns temos que fazer est olhar."
      "Paz e tranqilidade e beleza so mais vitais para algum que cresceu sem eles. Para um homem que era sistematicamente e regularmente abusou como uma criana. Danificada e batida. Voc paga a sua me para manter quieto sobre isto, ou s para manter seu longe?"
      O vidro na mo quebrada do Smith, e uma linha magra de sangue gotejado abaixo sua palma.
      
Captulo 14
      Os fragmentos de vidro batendo o cho tido, em opinio da Eve, uma nota mais interessante musical que o cOO continuado de registrada voz do Smith.
      Ela duvidou alguns de seus fs o reconheceriam agora, com toda a energia negativa torcendo seu rosto. Sua mo sangrenta quieto clenched o quebrada bebendo vidro.
      Ela podia ouvir suas respiraes trabalhadas antes dele pular para seus ps. Ela chegou a sua prprio, lentamente, e se preparou para inclinar qualquer assaltar.
      Mas ele simplesmente lanou seu voltar, como um grande cachorro perto de baa, e uivada fora para Li.
      Ela apareceu a corrida, ps nu slapping o cho e batas membranoso flapping o ar.
      "Oh. Carmichael! Oh, voc coisa pobre. Voc est sangrando. Eu devia chamar o doutor? Eu devia chamar uma ambulncia?" Ela bateu levemente suas prprias bochechas em rpido tat-tats.
      Enquanto rasgue welled em seus olhos, ele resistiu sua mo de hemorragia. "Faa algo."
      "Jesus." Eve avanada, agarrada sua mo ferida, torceu isto acima de tomar um olhar para o corte. "Consiga uma toalha, alguma gua, anti-sptica, bandagens. No  fundo suficiente para se preocupar o MTs."
      "Mas suas mos, suas mos bonitas. Carmichael  um artista."
      "Sim, bem, ele  um artista com um atravessar sua palma. Nenhuma perfurao. Peabody? Conseguiu um leno?"
      "Aqui mesmo, Tenente."
      Tomando isto, Eve embrulhou o corte enquanto Li fez correr fora de, provavelmente para telefonar um cirurgio cosmtico.
      "Sente-se, Carmichael. Voc est apenas arranhado."
      "Voc no tem nenhum direito, nenhum direito para entrar em meu de casa e chateado mim deste modo. Nenhum direito, nenhuma decncia. Voc no pode vir aqui, chateado o equilbrio. Ameace-me."
      "Eu no recordo ameaador voc, e eu tenho uma memria satisfatria para aquele tipo de coisa. Oficial Peabody, eu ameacei Sr. Smith?"
      "No, senhor, voc no fez."
      "Voc pensa porque eu vivo uma vida ordenada e privilegiado eu no saber os cantos mais escuros." Seus lbios enrolado agora, e ele segurou sua mo ferida para seu corao em um punho solto. "Voc quer extorquir dinheiro de mim, pagamento manter quieto sobre assuntos que so nenhum de seus negcios. As mulheres como voc sempre quer ser pago."
      "Mulheres como eu?"
      "Voc pensa que voc  melhor que homens. Voc usa seu wiles ou seu sexo para controlar eles, chupar eles secos. Voc  nada alm de animais. Cadelas e cunts. Voc merece . . ."
      "Merea para o que?" A Eve iniciou quando ele parou ele mesmo, quando ela assistiu a guerra para ira de compostura acima de seu rosto. "Para sofrer, morrer, pagar?"
      "Voc no por palavras em minha boca." Ele desmoronou na cadeira novamente, segurando sua mo pelo pulso e oscilante como se para conforto.
      Li apressou de volta em levar uma toalha branca fofa, uma garrafa da gua, e o que olhou estar suficiente bandagem para embrulhar um esquadro inteiro depois de uma batalha sangrenta.
      "Deixe meu ajudante cuidar disto," Eve disse a ele. "Ela est s indo para estragar isto, e machuca voc consideravelmente enquanto ela est nisto."
      Smith movimentou a cabea curtly, e girou seu cabea para longe de Peabody e o sangue.
      "Li, por favor saia agora. Feche a porta."
      "Mas, Carmichael . . ."
      "Eu quero que voc v."
      Ela piscou no bofeto em sua voz e fugida.
      "Como voc aprendeu sobre . . . ela?" Ele perguntou Eve.
      " meu trabalho para aprender sobre coisas."
      "Podia me arruinar, sabe. Meu pblico no quer saber sobre aquele tipo de . . . que Eles no querem o imprprio, o sem atrativo. Eles vm para mim para beleza, para fantasia romntica, no para a feira de realidade."
      "Eu no estou interessado em seu pblico ou em fazer qualquer pblico de informaes, at e a menos que se aplique para meu caso. Eu disse a voc, eu no estou interessado em publicidade."
      "Todo mundo ," ele replicou.
      "Pense o que voc gosta, no muda por que eu estou aqui. Sua me era um LC. Ela era abusiva para voc."
      "Sim."
      "Voc a sustenta, financeiramente."
      "Desde que ela  cuidar de, ela ausenta-se, e fora de minha vida. Ela  esperto suficiente para saber que avanando, venda sua histria, poderia lquido seu algum dinheiro rpido, mas mataria o ganso dourado. Se minha renda sofre, ento faa sua. Eu expliquei este para ela, muito cuidadosamente, antes do primeiro pagamento ser feito."
      "Sua relao com sua me  adversarial."
      "Ns no temos uma relao. Eu prefiro para no pensar sobre a conexo. Ele desequilbrios meu chi."
      "Jacie Wooton era um LC."
      "Quem?"
      "Wooton. A mulher que era assassinada em Bairro chins."
      "No Tem nada a ver comigo." Mais composto agora, ele acenou isso tudo longe com sua mo inclume. "Eu tambm escolho para no insistir nas sombras mais escuras do mundo."
      "Uma segunda mulher era assassinada no domingo. A me de um filho crescido."
      Ele relampejou seu um olhar agora, e existia uma sugesto de medo nisto. "Isso no tem nada para fazer comigo, qualquer um. Eu sobrevivi a violncia. Eu no perpetuo isto."
      "Vtimas de abuso freqentemente ficam abusivo. As crianas que foram freqentemente batidas se tornam adultos violentos. s vezes um assassino nasce, s vezes ele  feito. Uma mulher machuca voc, uma mulher que teve controle acima de voc, autoridade acima de voc. Ela machuca voc por anos quando voc era impotente para a parar. Como voc faz ela pagar por aquela dor, para aquela humilhao, para todos os anos voc viveu em medo?"
      "Eu no fao! Ela nunca pagar. Seu tipo nunca paga. Ela ganha, novamente. Toda vez eu envio seu dinheiro, ela ganha novamente." As lgrimas perseguir suas bochechas agora. "Ela ganha porque voc est de p l a empurrando em minha cabea novamente. Minha vida no  uma iluso porque eu fiz isto. Eu criado isto. Eu no deixarei voc entrar nisto e tentar quebrar isto, para sujeira isto."
      Empatia rolada em seu estmago. Suas palavras, a paixo atrs deles, podiam ter sido suas prprios. "Voc tem uma casa aqui, e um em Londres."
      "Sim, sim, sim! O que disto?" Ele empurrou sua mo, e olhou de relance abaixo no puxo de do Peabody. Quando seu olhar caiu sobre o pano sangrento, seu rosto foi branco como osso.
      "V embora. Voc no pode ir embora?"
      "Diga a mim onde voc estava domingo de manh."
      "Eu no sei. Como eu posso lembrar de tudo? Eu tenho pessoas para cuidar me de. Eu sou intitulado para ser cuidar de. Eu dou prazer. Eu gosto. Eu mereo isto."
      "Domingo de manh, Carmichael, entre oito e meio-dia."
      "Aqui. Aqui mesmo. Dormente, meditando, desintoxicando. Eu no posso viver com tenso. Eu preciso de meus tempos quietos."
      "Voc estava s?"
      "Eu nunca estou s. Ela est em todo armrio, debaixo de toda cama, esperando no prximo quarto para riscar. Eu fecho seu longe, mas ele no quer dizer que ela no est esperando."
      Ela machuca, olhando para ele. Entendendo as palavras, ela machuca. "Voc deixou a casa no domingo manh?"
      "Eu no lembro."
      "Voc soube Lois Gregg?"
      "Eu conheo tantas pessoas. Tantas mulheres. Eles me amam. As mulheres me amam porque eu sou perfeito. Porque eu no ameao elas. Porque eles no sabem que eu sei o que eles esto debaixo de isso tudo."
      "Voc matou Lois Gregg?"
      "Eu no tenho nada mais para dizer para voc. Eu vou chamar meus advogados agora. Eu quero que voc deixe minha casa. Li!" Ele pe sua mo ferida atrs de suas costas como ele ergueu-se, balanando um pouco. Ele andou cuidadosamente ao lado, longe do sangue-smeared toalha.
      "Li, faa elas irem embora," ele ordenou, como ela se apressou no quarto novamente. "Faa elas partirem. Eu tenho deito-me agora. Eu no me sinto bem. Eu preciso de meu quarto quieto."
      "L agora, l." Arrulhando, ela pe um brao ao redor sua cintura, tomou seu peso. "Eu cuidarei de tudo, voc no se preocupa. Beb pobre. Voc no se preocupa."
      Ela atirou um maligno olhar para Eve acima de seu ombro como ela levou Smith do quarto. "Eu quero voc ido quando eu voltar. Se no, seu superior ouvir sobre este."
      Eve enrrugou seus lbios, escutando voz do Li enfraquece como ela arrulhou Smith longe.
      "Pegos do sujeito alguns problemas srios," Peabody comentou.
      "Sim. Talvez ele pensa que ele pode cobrir isto com meditao, bebidas de erva, e se importem de-entorpecer msica." Eve encolhida os ombros. "Talvez ele pode. Ele no podia olhar para o sangue," ela adicionou, estudando a toalha. "Fez ele doente para ver sangue. Duro de fazer o que era feito para aquelas duas mulheres se sangue faz voc doente. Ento novamente, talvez seja apenas da viso de seu prprio sangue que faz isto."
      Ela verificou o tempo como eles deixaram a casa. "Ns estamos correndo um pouco cedo."
      "Sim?" Peabody recuperou direito. "Ento talvez ns podamos bater um carro, ou um 24/7. Eu faltei caf da manh."
      "No que cedo." Quando rosto do Peabody caiu, Eve suspirou. "Voc sabe que eu odeie esse olhar de filhote de cachorro chutado. Qualquer que ns passamos por primeiro. E voc tem um minuto para fazer a transao, que incluir me conseguir caf."
      "Negcio."
      Eles batem um carro, ento Peabody conformou-se um ovo mexido embrulhar aquela Eve assumiu saboreado melhor que cheirou. O caf no fez mas isso era paridade. "Ns vamos conversar com esposa do Breen. Eu consegui uma luta quando eu chamei seu escritrio para seu horrio, ento eu prendi as reservas."
      A resposta do Peabody era um ovo-substituto-abastecimento murmura. Ela tragou. "Eu deveria organizar os compromissos."
      "Voc est indo para cadela porque eu corto voc uma fratura?"
      "No." Mas ela teve que lutar o fazer beicinho. "Eu no quero que voc pense eu no posso cumprir meus trabalhos porque eu tenho tudo isso material continuando."
      "Se eu tiver uma reclamao sobre seu trabalho, Peabody, voc ser o primeiro a conhecer."
      "Isto  um dado," Peabody murmurou e tomou uma bala de seu bebida de energia com sabor de laranja. "Voc disse reservas?"
      "Julietta adapta. Eu aconteo conhecer algum na vanguarda de moda. O horrio do Sra. Gates passou milagrosamente sem tocar quando ela conseguiu um telefonema de principal do Leonardo aperta."
      "Voc etiquetou Mavis. Mag."
      "No  uma excurso de menina, Peabody,  uma investigao de assassinato."
      "Forros de prata, senhor. Eu gosto de um forro de prata boa." Peabody lavou abaixo substituto de ovo com reconstitudo produto ctrico. "Eu no posso esperar dizer a ela que ns vamos ser vizinhos. Pelo menos at que ela tenha o beb. Eu acho que eles vo querer um maior lugar."
      "Por que? Quanto quarto um beb podia comear a estudar?"
      "No  o beb tanto,  todo o material. Voc conseguiu seu bero, sua mesa varivel, seu centro de atividade, sua unidade de fralda, seu"
      "No importa. Jeez." Deu seu o aprazvel weirds s para pensar sobre isto.
      "Era realmente esperto para trompa em usar Mavis."
      "Eu tenho meus momentos."
      "Claro, voc podia ter s dito eles que voc era Sra. Roarke, e eles teriam curvado para voc."
      "Eu no quero que eles curvem para mim, eu s quero uma entrevista de maldio. E no me chame Sra. Roarke."
      "S dizendo." Alegre agora, Peabody terminar rapidamente a manta. "Menino, nada como um bom caf da manh para erguer seu humor. No  um negcio to grande, chegando um lugar com McNab.  s outro entrar relao de um evoluir. Certo?"
      "Como o inferno eu sei?"
      Fastidiosamente, Peabody cavou fora um enxugar para seus dedos, e fizeram uma nota mental para substituir o leno sangrento que ela partiu em do Smith. "Bem, quando voc moveu em com Roarke que voc no conseguiu todo estpida e nervosa e nodosa em cima."
      Existia uma pausa longa, um silncio longo.
      "Voc que pensa
Cabea thunked do Peabody atrs na cadeira. "Isto  to grande. Faz-me sentir tanto melhor. Se voc pode conseguir todo atarraxado em cima acima de mudana em com o deus de homens, naquele palcio,  certo para mim conseguir wigged sobre mudana para um apartamento com McNab.  certo."
      "Agora que ns resolvemos aquele dilema espinhoso, talvez ns podemos nos concentrar no caso."
      "Eu s tenho mais uma pergunta. Quando voc recuperou- isto? Eu quero dizer, quanto tempo ele levou para voc se sentir normal sobre enganchar em cima com Roarkeque vive no mesmo espao e tudo aquilo?"
      "Eu informarei quando acontecer."
      "Uau. Isto  . . ." Ela considerou cuidadosamente isto, e um sorriso sonhador florescidos em seu rosto. "Isto  doce."
      "Por favor feche antes de eu ter que machucar voc."
      "Dallas, voc disse por favor. Voc est suavizando."
      "Insultos," Eve murmurou. "Tudo que eu consigo ser insultos. Sra. Roarke, doce, suavizando. Ns veremos o quo jovial eu sou quando eu encher sua cabea em cima seu traseiro."
      "E ela volta," Peabody anunciou, e montou em contented silncio.

      Voc podia sempre contar com Mavis, Pensou Eve. Para um favor, para uma risada, para um ombro. E acima de tudo para surpresa empinada.
      O ser quatro meses grvidas no esvaziaram sua energia ou afetada seu curvado para riscos de moda. Pelo menos Eve assumiu que eles eram riscos como ningum, absolutamente ningum, olhado gosta de bastante Mavis Freestone.
      Ela foi por pastis do vero, para seu cabelo em todo caso, e abateu isto em cima em um pouco de tipo de snaky tores que enroscadas cintilando nacos de azuis e rosas e greens junto. Eles eram ancorados aqui e l com alfinetes de lavanda nas formas do que Eve tomou para flores minsculas, at que ela conseguiu um olhar mais ntimo e percebeu que eles eram bebs desnudos enrolados na posio de embrionrio.
      Converse sobre o weirds.
      Cadeias de uma dzia de magras de ouro e prata osciladas de cada orelha. Em cada cadeia, bolas coloridas penduradas que tiniu junto toda vez que ela moveu. Que constantemente significou.
      Seu corpo minsculo era vestido-se bem em uma saia o tamanho de um guardanapo de mesa, combinado com um swingy colete, ambos em branco, e ambos cobertos com pontos de interrogao minsculos que ecoaram os matizes de seu cabelo. Ela vestiu sapatos com uma correia clara. As solas espessas e clunky saltos de sapatos eram cheios com mais pequenas bolas que jingled com cada passo. Seus unhas de dedo do p eram pintados em toda cor dos arco-ris.
      Para Mavis, era traje de negcios.
      "Isto  absolutamente magalicious," Mavis reivindicou. "Outr  como a extremidade cortante. Era minha bblia de estilo antes de eu encontrar meu honeybear. Eu ainda vou por ele todo ms, mas agora eu nunca tenho que pensar como eu vou dispor todas as roupas do friggin. Leonardo  o ult."
      "Eu preciso de cinco minutos com ela."
      " um molhar, Dallas. Se ela pudesse ter beijado meu traseiro acima do 'vnculo, eu teria sujeiras de tintura de lbio em meu alvo. Relgio justo."
      Eles cruzaram o salo de entrada largo. Era feito em padres geomtricos afiados de branco, vermelho, e preto. Abanando fora da escrivaninha de dados centrais era pathways que levadas a boutiques, um caf de fantasia, e um centro de decorao de casa.
      Entre eles nas paredes eram telas em que se prolongar pistas de modelos caminhadas em equipamentos que poderiam ter sido projetados por um mental paciente em Pluto.
      "Moda de queda mostra," Mavis disse a ela. "Nova York, Milan, Paris, e Londres." Ela alarga um grito e apontado. "Veja isto? Isto  projetos do meu babycakes. Ningum vem para fechar."
      A Eve estudou o conjunto de faixas vermelhas coladas no corpo que ostentaram uma exploso de penas de rabo de ouro e uma saia transparente que ardidas com pequenas luzes brancas na bainha.
      Como ela podia discutir?
      Mavis marchou pelo centro de dados para a estao de segurana que defendido um banco de elevadores vermelhos brilhantes. "Mavis Freestone ver Julietta Gates."
      "Sim, Sra. Freestone, voc  para ir para direito at trinta. Algum encontrar voc." A mo do guarda surgiu para parar Eve e Peabody. "S Sra. Freestone  passado sem tocar para trinta."
      "Voc realmente no pensa que eu viajo s, no ?" Mavis falou em glacial afina na frente de Eve poder trabalhar um grunhido. "Se minha companhia no  bem-vinda, nem  eu."
      "Desculpe-me, Sra. Freestone. Eu s preciso verificar de cima."
      "Depressa." Mavis atirou em seu pequeno nariz no ar. "Eu sou uma mulher muito ocupada."
      Ela fez um acompanhar at a sada de vazamento seu p, examinando suas unhas nos vinte segundos levou o guarda para passar sem tocar eles.
      "Voc e sua companhia so passado sem tocars para trinta. Obrigado por sua pacincia."
      Mavis manteve o modo de diva at as portas de elevador fechem atrs deles. "Abaixo de zero! Eu podia comer aquela com uma colher. 'Voc e sua companhia so passado sem tocars para trinta.' Isto  quente caga, ou o que?"
      Ela fez um rpido alvo-meneando dana, ento batida levemente sua barriga. "Eu s disse companhia porque eu pensei que voc poderia o esmurrar."
      "Eu estava pensando sobre isto."
      "Eu estou mantendo o beb longe de exibies de violncia. Nem mesmo assistindo muita tela. Eu ouvi como realmente bom do sossego e energia positivos para preparar bebs."
      Com um pouco de trepidao, Eve olhou de relance abaixo em barriga do Mavis. A coisa podia ouvir l? "Eu no tentarei esmurrar qualquer um quando voc estiver ao redor."
      "Isso seria bom." Mavis corta seu sorriso radiante como as portas abertas. A diva voltava. Ela ergueu suas sobrancelhas na mulher que esperou por eles.
      "Sra. Freestone, tal prazer para encontrar voc. Eu sou um f enorme seu, e de do Leonardo, claro."
      "Claro." Mavis estendeu uma mo.
      "Se voc s vir comigo, Sra. Gates est muito ansioso para ver voc."
      "Eu cavo esta para a China," Mavis disse fora do canto de sua boca como eles caminharam por outro salo de entrada generoso.
      Em este aqui, cubos claros eram instalados para zanges ocupados. Headsets e teclados eram completamente tripulados por uma tropa que obviamente assistiu a moda mostra e tentou exceder eles.
      O espao uma vez mais abanou fora, e na curva longe era portas duplas em que Eve agora assumiu era assinatura assassinato-vermelho do Outr.
      Sua escolta apressado junto em uma saia aquecida como uma bandagem, em saltos de sapatos afiados como escalpelos. Ela apertou um boto no centro da porta deixada. Segundos mais tarde, uma voz impaciente viva estalada: "Sim."
      "Sra. Freestone  aqui ver voc, Sra. Gates."
      Em lugar de uma resposta, as portas deslizaram de volta na parede, revelando um escritrio enorme, ribboned com isolamento-screened janelas.
      O tema branco e preto continuou aqui. Tapete preto, paredes brancas, uma estao de trabalho branca volumosa. As cadeiras largas eram cobertas em faixas brancas e preto magras.
      O vermelho veio das rosas escarlates amontoado em um vaso preto alto, e do terno de negcios afiados, poderosos que enfeitou corpo impressionante da Julietta.
      Ela era alta, curvy com um simples varre de mel loira cabelo que balanou ao redor um rosto em forma de diamante. Mas do rosto agudas, queixo agudo, nariz agudo, com uma boca s uma sombra muito magro para beleza. Mas os olhos, uns fundos, fundos marrons, puxaram a ateno longe da falha secundria.
      Ela estava cruzando o quarto como as portas abertas, seu estendido da mo, uma expresso encantada em seu rosto. "Mavis Freestone, que prazer. Eu estou to contente que voc entrou tocou. Eu tenho querido encontrar voc para o tempo mais longo! Claro, eu conheci Leonardo para sempre. Ele  tal amado."
      "Ele  certamente meu."
      "Por favor, sente-se. O que eu posso oferecer a voc? Caf gelado talvez?"
      "Eu estou evitando cafena estes dias." Mavis permaneceu permanecendo, batida levemente sua barriga.
      "Sim, claro. Parabns. Quando voc  esperado?"
      "Fevereiro."
      "Que presente do Valentine bom." Ignorando Eve e Peabody, ela desenhou Mavis em direo a uma cadeira. "Saia de de seus ps, e ns teremos um resfriado, suco cintilante."
      "Ns adoraramos um. Tempo conseguido para um bebida, Dallas?"
      "Eu posso fazer tempo, desde que Sra. Gates achou uma abertura em seu calendrio ocupado." Descansando um brao atrs de cadeira do Mavis, Eve armou seu quadril. "Minhas perguntas no deviam tomar muito tempo."
      "Eu tenho medo que eu no entenda."
      "Tenente Dallas, NYPSD." A Eve tirou seu distintivo. "Meu ajudante, Oficial Peabody. Agora que todos ns sabemos um ao outro, e ns somos todos confortveis, talvez voc podia responder algumas perguntas."
      "Eu repito"Julietta caminhou ao redor sua escrivaninha para assumir uma posio de comando" eu no entendo. Eu concordei em ver Sra. Freestone. Ns iria muito gostar de fazer um artigo importante em voc, Mavis, com um plano de fotografia."
      "Certo, ns podemos conversar sobre isto. Depois de Dallas ser feito. Dallas e eu vamos modo de volta," ela adicionou com um sorriso maravilhosamente sincero. "Quando ela mencionou que ela estava tendo dificuldade conseguindo uma entrevista, eu disse que eu estava certo que era s uma comunicao glitz, e voc faria tempo. Sustentando nossa polcia local  um assunto realmente importante comigo e Leonardo."
      "Habilmente feita." Julietta respondeu.
      "Eu achei." A Eve ficou em seus ps como Julietta se sentou. "Se voc no for confortvel, eu estou certo Mavis no se importaria de esperar do lado de fora do escritrio at que ns estejamos acabados."
      "Nenhuma necessidade isto." Julietta se debruou de volta, rodada em sua cadeira. "Voc j falou com Tom. Eu no sei o que eu possivelmente posso adicionar. Eu no fico envolvido em seu trabalho, e ele no fica envolvido em meu."
      "Que tal um ao outro  vidas?"
      Seu tom permaneceu perfeitamente agradvel. "Qual rea de nossas vidas voc tem em mente?"
      "Quando era a ltima vez que voc estava em Londres?"
      "Londres?" Sua sobrancelha dobrada. "Eu no vejo o que isso tem que fazer com qualquer coisa."
      "Humor me."
      "Eu estava l algumas semanas atrs a negcios." Com o aborrecimento quieto dobrado entre suas sobrancelhas, ela levantou um calendrio de bolso pequeno, digitou em para a data. "Oito de julho e nove e dez."
      "S?"
      Existia um rpido chamejar em seus olhos antes dela anotar o calendrio. "Sim, por que?"
      "Seu marido j examina cuidadosamente com voc?"
      "Ns entramos abril. Tom pensou que a experincia seria diverso para Jed. Eu tive negcios, e ele quis fazer um pouco de pesquisa. Ns tomamos uns extras dois dias para um feriado de famlia."
      "Compre algumas recordaes?"
      "No que voc est chegando em?"
      "Eu acho que voc viaje para a Europa bonita regularmente," Eve disse, mudando tacha. "Para seus negcios."
      "Eu fao. Para moda mostra, para eventos, se encontrar com minhas contrapartes em nossos escritrios europeus. S o que este tem que fazer com Tom ajudando voc em uma investigao?"
      " parte de minha investigao."
      "Eu no fao" Ela cessou bruscamente quando seu vnculo de bolso tocou. "Com licena, isto  minha linha privada. Eu preciso conseguir isto."
      Ela trocou isto para modo de isolamento, deslizou em um miniheadset, e angulada longe to Eve no podia ver a 'tela de viso do vnculo.
      "Julietta Gates. Sim."
      Ela verbaliza guerreado, vrios graus, e que s-um pouco-muito-boca magro tipped em cima em um sorriso.
      "Absolutamente. Eu tenho isto em meu calendrio. Uma horas. Mmm-hmm. Sim, eu estou em uma reunio." Existia um silncio longo  medida que ela escutou, e Eve notou o rubor de lnguido que rosa para suas bochechas. "Eu esperarei ansiosamente isto. Sim, eu irei. Adeus."
      Ela desconectou, foi embora o headset. "Desculpe, tarde encontrando. Agora"
      "Voc pode dizer a mim onde voc estava domingo de manh?"
      "Oh, para causa do cu." Ela alarga um xingar de respirao. "Domingos, eu deixo Tom dormir em e tomar Jed para o parque, ou para alguma outra atividade. Eu estou tentar ser cooperativo, Tenente, desde que Mavis perguntou a mim, mas eu estou achando isto muito aborrecedor."
      "Quase feita. Que tal a noite de segundo de setembro, entre meia-noite e trs?"
      Julietta pegou em cima seu calendrio novamente, digitou em. Novamente, Eve viu a cruz de mudana leve seu rosto. "Eu tive uma reunio com um associado. Eu no posso dizer a voc justamente quando eu cheguei em casa como eu no fiz nota disto, mas eu penso que era depois de nove, talvez perto de dez. Eu estava cansado, e foi diretamente at a cama desde que Tom estava trabalhando."
      "Ento ele estava em casa a noite inteira."
      "Por que ele no seria? Ele estava trabalhando. Eu tomei uma plula e fui para a cama. Eu disse a ele que eu estava indo, ento ele teria dificilmente deixado a casa por causa de Jed. Completamente dedicado do Tom, e um pouco super protetor de Jed. O que  isto?"
      "Isto  isto no momento. Obrigado pelo tempo."
      "Eu penso que eu sou intitulado para um pouco de tipo de"
      "Se voc ainda quiser, ns podemos conversar sobre aquele artigo." Mavis estalou para seus ps. "Eu necessidade justa um minuto primeira."
      Ela fugiu fora do escritrio com Eve, ento solta ela verbaliza para um sussurro. "Ento? Ela matou algum ou o que?"
      "Duvidoso. O pior eu figuro ela fez  fraude em seu marido com quem a chamaram em seu vnculo privado."
      "Ela fez No  Como voc sabe?"
      "Bastante diga. Olhe, se voc no quiser lidar com ela, voc pode partir comigo e Peabody. Ns conseguiremos voc casa."
      "No,  frio. Uma expanso em do Outr como minha fantasia. E ele dar um impulso para minhas vendas de disco. No machucar biz do Leonardo qualquer um. Cozinha para todos ns. Ns fizemos bom, certos?"
      "Ns fizemos bom."
      "Noite ou dia, dia ou noite. Eh, o que voc pensa sobre Vignette ou Vidal?"
      "O que so eles?"
      "Meu beb. Vignette para uma menina, Vidal para um menino. Eles so franceses. Ns estamos experimentando com nomes franceses, e eu ditched Fifi. Eu quero dizer, quem nomeio uma criana Fifi?"
      A Eve no conheceu que poderia nomear uma criana Vignette qualquer um, mas fez um barulho de boca sem compromissa.
      "Algum chamar seu Viggy," Peabody disse. "Que rima com piggy, ento ela ser Piggy Viggy na escola."
      Mavis pareceu horrorizado. "Voc pensa? Fundo-seis Vignette." Ela deu sua barriga uma confortante esfregar. "Bastante tempo para apresentar qualquer outra coisa. Captura voc mais tarde." Ela balanou de volta em escritrio da Julietta.
      "Impresses, Peabody?" A Eve perguntou como eles atropelaram.
      "Ela parece grande, e ela apresentar algo melhor que Vignette ou Vidal."
      "Sobre Julietta Gates, voc retardada."
      "Eu sei, eu acabei de querer incomodar voc. Senhor," ela adicionou quando Eve olhou para ela. "Usada a correr o show, e gosta disto. Os vestidos para do poder at mais que estilo. Ambicioso. Ela teria que ser para ter chegado onde ela est em sua idade. Greves mim como um pouco de sangue frio. No existe nenhum zing quando ela conversar sobre sua criana. Isso era uma captura de bem com o extraconjugal. Soprou direito por mim. Ento quando voc disse isto, e eu toquei isto atrs, estava a mesmo. O modo sua voz mudou, o idioma de corpo."
      "E do modo seu rosto esvaziado em cima, eu diria que a voz no outro termina estava deixando ela saber alguns jogos que eles estariam tocando em suas uma-horas hoje. Eu vou querer confirmar o prato no lado, no caso de ns precisar ir em frente seu mais tarde."
      "Ns indo para surveil?"
      "No, no queira arriscar ela localizando qualquer um dos dois de ns esta perto de nossa pequena entrevista. Eu verei se Baxter pode lidar com isto. Quanta uma criana gosta de sua conversa?"
      "Naquela idade, eles raramente fecham. Dificilmente qualquer um exceto famlia imediata pode entender eles, mas ele no pra eles de conversar."
      "Ela encontrou seu pedao lateral no domingo, voc pode tomar aquela para a abbada. E ela teve a criana com ela. Ele no tagarelaria para papai?"
      "Ela provavelmente disse a ele que era um segredo."
      "Huh." Isto era territrio estrangeiro, ento ela tomou Peabody em sua palavra. "As crianas mantm segredos?"
      "No, mas ela no me atinge como o tipo quem conhece sua prpria criana muito bem. E o menino parece bonito apertado com seu papai. Minha melhor suposio  que ele manteve o segredo at que ela estava fora de audio, ento segredou. Papai, mim e Mame e Prato de Tio Lateral tocaram nos balanos, mas ele  um segredo."
      A Eve deixa isto jogo em sua cabea, e movimentada a cabea. "E eu duvido que  a primeira vez. O papai sabe o que est continuando, e isso no o irritaria? Ele no estaria um pouco apagado? Aqui ele , ficando em casa assistindo a criana, cuidando da casa, enquanto ela est correndo ao redor cidadee a Europacom algum outro sujeito. Tocando com algum outro sujeito com seu filho em reboque. Sim, isto  um real pisser."
      "Me e prostituta," ela disse como eles voltaram no veculo. "Ns continuamos voltando para aquele. Nenhum problema para ele sair da casa para um ou outro assassinato, e ele poderia ter levantado o papel para escreverpagando dinheiroem sua viagem de fonte para Londres. Inferno, o jornal podia ter sido um presente de um f no que diz respeito a esse assunto. E ele decidiu isto ajuste a conta. Ele conhece os assassinatos de prottipo como tambm os assassinos iniciais."
      "Queira dizer, motivo, oportunidade."
      "Sim, Thomas A. acabou de saltar para o topo de nossa lista."
      
Captulo 15
      A Eve apenas desconectou com Baxter quando seu Communicator sinalizou. O rosto do Whitney encheu a tela.
      "Ele ver voc s dez quarenta e cinco. Faa isto bom."
      "Sim, senhor. Obrigado."
      Peabody estudou sorriso satisfeito da Eve. "Quinze minutos atrasados da pessoa, uma vez, e ela est fora do lao?"
      "Consiga para-me alguns dados em Sophia DiCarlo, o au par do Renquist, e eu preencherei voc a caminho do UNITED NATIONS"
      "Ns estamos voltando para o UNITED NATIONS, para Renquist, e no arriscando encarceramento federal?"
      "Ns estamos voltando desculpar, rasteje, e comamos pores volumosas de corvo."
      "Voc no sabe como fazer aquelas coisas." Peabody pareceu triste. "Ns estamos indo para a caneta."
      "S consiga os dados. Se eu no souber como me desculpar, rasteje, e coma corvo,  porque  raramente apropriado para mim fazer isso. Voc tem que estar errado primeiro."
      Quando existia silncio, Eve olhou de relance acima de. "Nenhum esperto-comentrio de traseiro?"
      "Minha av sempre diz, se voc no pode dizer algo positivo sobre algum, mantenha sua armadilha fechada."
      "Sim, como voc escuta ela. Renquist  urinado, sua esposa  urinada, e eles esto na posio para encrespar a investigao. Ningum conhece como prender fita vermelha como um poltico. E desde minha impresso delas  que eles so pomposos otrios, eu figurei slathering no 'que eu sou s um servidor pblico, logo linha do bonehead poderia me conseguir em."
      "Voc disse logo."
      "Vai com pomposo."
      "Sophia DiCarlo, vinte e seis e nico. O cidado da Itlia com carto verde e trabalha licena. Os pais e dois sibs residem em Roma. Aha, pais so domestics, empregados por Angela Dysert. Aposte isto  uma relao para Sra. Otrio Pomposo. Sophia tem sido empregada pelo Renquists to domstico, criana-se importa posio, nos ltimos seis anos. Nenhum criminoso em registro."
      "Certa, a menina do meninaRenquist, ela  velha suficiente para a escola, certa? Veja o que voc pode achar nisto."
      " sensvel conseguindo dados em minors, Dallas, nacionais especialmente estrangeiros, sem mais liberao."
      "Consiga o que voc pode."
      Peabody foi trabalhar enquanto Eve dirigiu atravs de cidade. Despesa no cu nebuloso, zepelins de anncio e bondes de turista movido sluggishly. Dentro do parente fresco, Eve praticada rastejando em sua cabea. At dizendo a se que era para o bem maior, irritou.
      "Eles tm o isolamento bloqueado da criana. Isto  bonito padro," Peabody disse a ela. "Especialmente com mais upscale tipos de famlia. Voc no quer seqestradores e tipos sem gosto conhecendo material sobre suas crianas. Voc no vai conseguir nada sem liberao."
      "No pode pedir liberao. Eu no quero o Renquists saber que eu estou olhando para eles. No importa. O au par est destinado a tirar a criana algum dia, ou melhor, saia sozinha. Tem que ter um dia."
      A Eve dobrou seus pensamentos longe como eles abordaram o UNITED NATIONS, e se preparou para ir pelos cheques de segurana mltipla.
      Levou vinte minutos para conseguir por para escritrio exterior do Renquist. Era seu admin que saudou eles, e convidaram eles para esperar.
      A Eve figurou o extra vinte Renquist manteve eles esfriando seus saltos de sapatos era s seu caminho para mostrar a que estava em carga. O corvo j estava pegando em sua garganta quando eles eram admitidos.
      "Por favor faa isto sumrio," Renquist imediatamente disse. "Eu fiz tempo para voc fora de um dia muito ocupado s devido ao pedido direto de seu chefe de polcia. Voc j infringiu em meu tempo aqui, e da minha esposa."
      "Sim, senhor. Eu muito sinto muito ter intrometido em voc, e em Sra. Renquist. Em meu zelo para adicional minha investigao, eu ultrapassei. Eu espero nem voc nem Sra. Renquist tomar esta ofensa pessoalmente, nem deixa refletir no departamento." 
      Ele arqueou sua sobrancelha, e a surpresaa satisfaoera bvia em seus olhos. "Sendo considerado um suspeito em um assassinato  dificilmente habitual para mim, e dificilmente podia ser qualquer coisa mas pessoalmente ofensiva."
      "Eu lamento que eu dei a impresso que voc era um suspeito. O procedimento investigativo exige que eu procuro qualquer e todas as conexes possveis. Eu . . ." Ela tentou um pouco apalpa, desejou que ela pudesse trabalhar um rubor. "Eu posso s me desculpar novamente, senhor, e diz a voc francamente que minha prpria frustrao em ser incapaz de passar sem tocar este caso pode ter feito meu comportamento menos que corts para ambos voc e Sra. Renquist. Em realidade, eu estou s buscando remover seu nome de qualquer lista como me aplico a esta investigao. Minha entrevista com Sra. Renquist, porm mal-aconselhado, serviu para confirmar seu paradeiro na hora dos assassinatos."
      "Minha esposa estava muito aflita que o assunto surgiu em nossa casa, com convidados no ponto de chegar."
      "Eu percebo isto. Eu me desculpo novamente para a inconvenincia." Voc schmuck.
      "Eu dificilmente vejo por que meu nome devia estar em qualquer tipo de uma lista meramente porque eu posso ter algum papel para escrever em minha possesso."
      Ela abaixou seus olhos. " o nico principal que eu tenho. O assassino tem taunted mim com estas notas.  muito triste. Mas isso no desculpa meu perturbando sua esposa em casa. Por favor carregue minhas desculpas para Sra. Renquist."
      Ele sorriu agora, finamente. "Eu farei isso. Porm, Tenente, eu tenho a impresso que voc no estaria aqui, oferecendo esta desculpa, teve seus superiores no insistidos que voc faa isso."
      Ela ergueu ela olhar, encontrado sua, e deixe uma sugesto do ressentimento mostra por. "Eu estava fazendo meu trabalho como melhor eu sei como. Eu no toco poltica bem. Eu sou s um policial. E eu sigo ordens, Sr. Renquist."
      Ele movimentou a cabea. "Eu posso respeitar algum que segue ordens, e dem a um pouco de leeway para um servidor pblico que permite a seu zelo para trabalho nublar seu julgamento um pouco. Eu espero que voc no era repreendido muito severamente."
      "No mais do que minhas aes autorizadas."
      "E voc permanece como primria nesta investigao?"
      "Sim, senhor, eu fao."
      "Ento eu desejarei voc sorte com isto." Ele ergueu-se e ofereceu uma mo. "E espere que voc identifique e prenda a pessoa responsvel depressa."
      "Obrigado." A Eve tomou sua mo, segurou isto e seus olhos. "Eu pretendo o pr em uma gaiola, pessoalmente, muito logo."
      Ele armou sua cabea. "Confiana, Tenente, ou arrogncia?"
      "Qualquer trabalhos. Obrigado novamente, senhor, para seu tempo e sua compreenso."

      "Eu aceito em devoluo isto," Peabody disse quando eles eram claros do edifcio. "Voc  bom. Desculpa frustrada, com s uma sugesto de ressentimento. O soldado de p que tentou fazer seu trabalho, e conseguiu shafted por seus superiores. Forados a comer aquele corvo, e deglutio ele abaixo stoically. Voc realmente vendeu isto."
      "No era isto ao longe. Ele podia aumentar muito calor debaixo do departamento. Ele pegou ambos polticos e conexes de mdia. Ningum ordenou-me para se desculpar, mas ningum vai sentir muito que eu fiz, qualquer um. Poltica de Fucking."
      "Voc faz grau, voc precisa tocar eles s vezes."
      A Eve encolheu meramente os ombros e subiu de volta no carro. "No tenha que gostar disto. No tenha que gostar dele, qualquer um. De fato, toda vez eu o vejo, eu gosto dele menos."
      " o fator esnobe," Peabody explicou. " realmente duro de gostar de algum que tem um fator esnobe alto, e seu  topo da balana."
      Ela olhou de volta no edifcio branco brilhante, o brilhar torre, as bandeiras ondulantes. "Eu acho lidando com diplomatas e embaixadores e cabeas do estado todo dia faz um fator esnobe alto uma condio prvia."
      "Diplomatas, embaixadores, e cabeas de oficiais deveriam representar as pessoas, que faz eles nenhum diferente que ns. Renquist pode tomar seu fator esnobe e empurrar isto."
      Ela foi embora das paredes e bandeiras brancas, em direo ao corao da cidade. "No machucaria meu um pouco se ele viradas fora para o estar. Eu vou fechar a gaiola neste filho de uma cadela pessoalmente. Eu quis dizer isto. E eu no me importaria de ver rosto ranhoso do Renquist no outro lado das barras quando eu fizer."

      Ela hunkered abaixo em Central e usou o exerccio de passar sem tocar sua escrivaninha para deixar sua bebida fermentada de pensamentos. Ela remeteu mensagens de uma dzia de e exigiu de reprteres at a ligao de mdia, e felizmente esqueceu sobre eles. Ela imaginou existia uma conferncia de imprensa em seu futuro, mas ela no teve que pensar sobre isto agora.
      Ela pegou em cima em papelada tanto como ela j pegou em cima em papelada, ento feitos alguns telefonemas de suas prprios.
      Ela tirou as notas, os releu, procurando por um ritmo, fraseando, palavra usa, qualquer coisa aqueles clicados com os padres de fala das pessoas em sua lista.
      No era sua voz, ela pensou novamente. Deliberadamente no sua voz. Ele assume e imita e se torna. Quem ele se tornou quando ele escreveu as notas?
      Seu vnculo de escrivaninha sinalizou um entrante, e querendo evitar reprteres que ela esperou pelo local de transmisso para relampejar em. Quando ela ler Feeney, Capito Ryan, EDD, ela respondeu.
      "Voc trabalha rpido," ela disse.
      "Criana, eu sou um frigging foguete. Conseguiu um estalar poderia ser seu sujeito. O caso est frio. Vtima era uma fmea de cinqenta e trs anos de idade. Professor. Achado estrangulado em seu apartamento por uma irm. Cozinhou por alguns dias primeiros. Estuprado com um pedao de estaturia, que ele tambm costumava a bater acima da cabea. Estrangulado com um par daqueles pantyhose voc pessoas vestem. Amarrado em um arco debaixo do queixo."
      "Bingo. O quo frio e onde?"
      "Afundou junho de no ano passado, Boston. Eu mandarei a vocs todos os pormenores. Nenhuma nota com este aqui, e ele embriagados sua cabea e rosto satisfatrios com a esttua. MIM relatrio diz que ela j estava a caminho fora quando ele a estrangulou."
      "Prtica faz perfeita."
      "Podia ser. Eu consegui outro com suficiente cliquei me fazer maravilha. Seis meses na frente de Boston, fora em New Los Angeles vtima de cinqenta e seis anos de idade. Este aqui era um colonizador entretanto, e isso no ajusta. Mas algum a fez em seu fracasso, estuprada ela com um taco de bola, embriagada ela em cima com ele antes dele a estrangular com seu prprio cachecol. Levou um arco l, tambm, que  o que puxou isto."
      "Siga, no faa isto? Um colonizador  um golpe fcil. No duro chegar a, e ningum se importa demais. Seria um bom lugar para aperfeioar sua tcnica."
      "Meu pensando. Eu enviarei estes para voc. No tem qualquer bate na mutilao. Bastante golpe e corta nos Estados Unidos bons velhos de A., mas nada que zumbe junto com seu sujeito. Eu estou alargando para internacional."
      "Obrigado, Feeney. Voc conseguiu algum tempo de frias vindo, no ?"
      Seu rosto triste inclinou. "Resmungo da esposa meu traseiro vermelho sobre concorrer a uma semana. Panfletos de feriado de Frigging por toda parte a casa de maldio. Pense que ns devamos alugar alguma grande casa de praia ou alguns cagam, tome o todo condenar famlia. Crianas, netos."
      "Que tal o Bimini?"
      "Quem?"
      "Onde, Feeney."
      "Oh. Bimini. Que tal isto?"
      "Levado do Roarke um lugar l, grande casa, staffed. Praia, cachoeira, blah blah. Eu posso passar sem tocar isto com ele, tenha sua maldio inteira que famlia voa abaixo em um de seus transportes. Interessado?"
      "Jesus Cristo, eu vou para casa e digo a esposa que ns estamos tomando o rebanho inteiro para Bimini por uma semana, ela lega cair. Merda, sim, eu estou interessado, mas ns no temos que tocar retorno."
      "Eu no estou tocando. O lugar est s sentando l. Ele sacudiu um negcio para Peabody e McNab um enquanto atrs, ento eu figuro que eu posso sacudir um para voc. Especialmente desde que eu vou perguntar a voc para vigiar coisas quando eu fizer algum em viagem trabalha."
      "Soe como eu estou conseguindo o fim brilhante do negcio. Os dados sendo bem sucedido."
      Ela l isto, e sentiu aquele rpido pequeno zumbido no sangue. Um policial zumbe. Ela estava olhando para seu trabalho. Pratique golpes. No aquele tipo de coisa que mereceu uma assinatura, ela pensou, mas um edifcio de estilo e habilidade ele preferiu para no adicionar a seus crditos.
      Ele teria sido mais malfeito, menos cauteloso. Existiria enganos, e entretanto a trilha estava fria, ela poderia ainda achar uma sombra deles.
      Ela tomou o tempo para organizar os dados antes de tomar isto para Whitney para ela lana.
      Com seu chefe  ir-em frente debaixo de seu cinto, ela fez caminhos de volta para Homicdio, j formulando seu prximo trabalha com afinco sua cabea. Ela breezed pelo bullpen, dando Baxter um comigo sinal quando ele gritou seu nome.
      "Ento, voc consegue um olhar para o sujeito que ela boinking est no lado?"
      "Ela no  boinking um sujeito no lado."
      A Eve de pressa estava ainda montando em drenado. "Precise ser. Condene isto, Baxter, ela teve grande, afazeres secretos escritos por toda parte ela. Eu podia quase cheirar o sexo."
      "Por favor, voc est dando a mim um lenhoso. Eu s vou ter um pouco de seu caf e tranqilo eu mesmo abaixo."
      "Se voc no pudesse manter um rabo nela"
      "Eu mantive um rabo nela." Ele ordenou em cima um enorme assalta, dois acares, salpico de nata. Tomando isto, ele se debruou de volta contra seu gabinete de limadura para apreciar o primeiro sacudir. "Goddamn, isto  caf. Falando de rabo, que voc era, a loira teve um superior."
      "Tome seu lenhoso e seu crebro de idiota fora de meu escritrio. Ela est atarraxando algum no lado."
      "Eu disse que ela no era?" Ele sorriu, sorveu novamente, e meneou suas sobrancelhas em Eve acima da beira. "Ela s no est dirigindo uma vara."
      "Ela  . . . Oh. Bem, bem, bem, isto est interessando." Ela abaixou para o canto de sua escrivaninha, achou isto. "No s um prato lateral, um prato de menina lateral. Isso tem que ser um real pisser para um sujeito."
      "E o prato era principal. Alta, desengonada, preta, e bonita. O tipo voc s quer comear a sorver em dos dedes do p em cima. Desperdcio de meu ponto de vistadois exemplos superiores da espcie, e elas so corredio por toda parte uma a outra. Claro, pensando sobre elas corredios por toda parte uma a outra est entretendo. Eu tive um bom tempo com isto, e tenha que obrigado pelo trabalho."
      "Voc est um doente pervertido."
      "E orgulhoso disto."
      "Voc pensa que voc podia adiar suas fantasias de lsbica at que voc d a mim um relatrio?"
      "Eu j tive as fantasias, e planejem ter eles novamente, mas eu posso adiar o prximo ato. Sua menina deixou o escritrio, doze quarenta e cinco, e pegou um txi. Bairro residencial prosseguido para o Hotel de Silby em Parque. Foi diretamente no salo de entrada, onde seu encontro estava esperando. Prato lateral quente mais velho identificado como Serena Unger por charme do detetive, habilidade, e o cinqenta ele passou pelo balconista de escrivaninha."
      "Cinqenta? Merda, Baxter."
      "Eh, articulao de primeira, suborno de primeira. Unger pr-registrou. Ambos os assuntos prosseguidos para um elevador, que era, para o grande alegria do detetive, vidro-de lado. Deste modo ele podia usar suas tcnicas de observao agudas para assistir eles permutarem um grande, malfeito molhado a caminho at o dcimo quarto andar. Eles entraram em quarto 1405, onde eles permaneceram, tomou parte em atividades o detetive era tristemente incapaz de testemunhar, at quatorze cem. Em que tempo Julietta Gates saiu o quarto, e o hotel, obtendo para outro txi. Ela retornou a seu lugar de emprego com que o detetive acreditou era um sorriso satisfeito em seu rosto."
      "Voc corre Unger?"
      "Tido Trueheart faz isto enquanto ns esperamos pela hora do almoo quickie seguir seu curso. Ela  um desenhista de moda. Trinta e dois, nica. Nenhum criminoso. Atualmente empregado com segundo brao de etiqueta do Mirandi. Eles so baseados em Nova York."
      "Pergunta: Sua mulher engana em voc com outra mulher. Melhor ou pior que seu vacilando com um sujeito?"
      "Oh, pior. Ruim o suficiente ela est tocando voc, mas ela est fazendo isto sem um dick, que significa que ela no pensa demais de seu equipamento.  um sujeito, voc pode talvez racionalizar isto algum. Sabe, ele aproveitou-se dela, ou ela teve um momento de debilidade."
      "Aproveitou-se dela." A Eve bufou. "Os homens so realmente tristes e simples."
      "Por favor, um menino precisa de suas iluses. De qualquer maneira,  outra saia, ela teve que ir olhando, e ela teve que ir procurando por algo que voc no tem. Faa voc um perdedor duplo."
      "Sim, isto  como eu vejo isto. Vai dar a voc um real duro-em contra mulheres. Por assim dizer. Ns vamos querer descobrir quanto tempo a Julietta tem estado indo menina-em-menina."
      Ele fixa o vazio assaltar abaixo e ligou suas mos um gesto de orao. "Por favor, por favor, por favor, deixe-me fazer isto. Eu nunca consigo o material divertido."
      "Eu preciso de sutil neste."
      "Meu segundo nome."
      "Eu pensei que seu segundo nome era Hornydog."
      "Isto  meu primeiro segundo nome," ele disse com alguma dignidade. "Vamos, Dallas, que tal isto?"
      "Jogo anel-ao redor-rosie A com Unger. Converse com o pessoal no hotel e mantenha os subornos para um mnimo. O oramento no vai estirar se voc oprimir slapping cinqenta. Converse com seus vizinhos. Cheire ao redor seu lugar de emprego. Ela vai vir a saber disto, ento mantenha a razo para o olhar-v quieto. Sutil, Baxter, seriamente. Eu preciso fazer um em viagem. Se eu ficar sortudo, eu voltarei em amanh. Se no, pode tomar outro dia."
      "Voc pode deixar esta em minhas mos muito capazes. Oh, e eu no concorrerei aos cinqenta," ele disse como ele comeou. "Valia a pena o preo do ingresso."
      Ele lidaria com isto, ela pensou. Ela no podia estar em Boston, New Los Angeles, e cutucando ao redor Serena Unger em Nova York ao mesmo tempo. Baxter podia trabalhar aquele ngulo, Feeney o gostar de-crimes rea, e ela procuraria outro potencial leva.
      Pareceu que ela ps junto um time sem pretender.
      Agora, ela pensou, ela estava para adicionar outro membro. E seria sua virada para tocar isto sutil.
      Ela no esperou conseguir por para Roarke no primeiro tenta, mas o grande deus de reunies deve ter decidido a cortar uma fratura. Seu admin a passou em para ele, com o comentrio corts que ele s retornaria para um almoo de negcios.
      "Ento o que iria voc, coma?" Ela perguntou quando ele apareceu.
      "Salada do chefe de cozinha. Que tal voc?"
      "Eu estou conseguindo algo em um minuto. Voc conseguiu alguns negcios em Boston?"
      "Eu podia ter. Por que?"
      "Eu preciso fazer uma corrida l em cima, talvez fora para a Costa do Oeste. Verifique algumas coisas. Eu no quero tomar Peabody. Ela pegou o dia de exame aps amanh. Ela precisa ficar aqui, mais eu no posso ser cem por cento que eu voltarei na hora certa para ela fazer isto. Pensou que voc poderia querer etiqueta junto."
      "Eu poderia. Quando?"
      "O MAIS RPIDO POSSVEL."
      "Isto no seria uma manobra para evitar retorno do Summerset?"
      "No, mas ele  um  mo lateral benny. Olhe, voc quer ir ou no?"
      "Eu tenho que fazer alguns embaralhando." Ele angulado longe, e ela o viu dana seus dedos acima de um teclado pequeno. "Eu preciso de . . . duas horas faro isto."
      "Aqueles trabalhos para mim." Agora veio a parte enganadora. "Eu encontrarei voc no Newark transpo centro, diga dezessete cem. Ns agarraremos uma lanadeira l."
      "Pblico transpo? E s cinco horas? Eu no acho."
      Ela acabou de amar o modo que ele zombou. "A contagem de tempo no pode ser ajudada," ela comeou.
      "Acomodaes podem. Ns levaremos uma de minhas lanadeiras."
      Que era exatamente o que ela esperou que ele dizer. Agradea Deus. A ltima coisa ela quis era para apertar em para um comutador sweatbox e lidar com as demoras inevitveis e higiene pobre. Mas ela soube como tocar o jogo, e deu a ele uma carranca obrigatria.
      "Olhe, camarada, isto  negcios de polcia. Voc  s junto para o passeio, e possvel em viagem nookie."
      "Todo nookie  apreciado, mas o mtodo de transpo  um britador de negcio. Eu levantarei voc quando eu organizar coisas aqui. E se voc discutir, voc s me por para trs." Ele verificou sua unidade de pulso. "Eu informarei quando eu estiver a caminho." E clicado fora de.
      Isto, ela pensou, foi perfeitamente.

      Logo depois de cinco ela era confortavelmente acomodada em lanadeira privada do Roarke, mordiscando em morangos e estudando suas notas nas fragrantes frescas. Como passeios foram, bate o inferno fora da sardinha pblica pode.
      "Voc pode ir para frente para a entrevista com Roberta Gable," ela disse a Roarke. "Entretanto eu tenho que fosso voc. Eu conversei com o primrio com Boston PD, e ele tomar um encontrar comigo, mas ele  torcido sobre isto. Eu trago um civil junto, ele vai ficar mais torcido."
      "Eu acredito em que eu possa achar algo para me ocupar." Ele estava trabalhando manualmente  um do onboard computadores e no amarrou olhar.
      "Figura voc ir, e eu tambm figuro que o embaralhar voc teve que ser rpido e furioso. Obrigado."
      "Eu espero ser pago em viagem nookie na primeira oportunidade."
      "Voc  uma data barata, Roarke."
      Ele sorriu, mas continuou trabalhar. "Ns trataremos disto. Oh, e a propsito, seu protesto de ficha sobre tomar minha lanadeira lacked um certo panache. Voc poderia pr um pouco mais de esforo nisto da prxima vez."
      Ela mordeu abaixo em um morango. "Eu no sei o que voc est conversando sobre." E era economizado de comentrio adicional pelo buzinar de seu 'vnculo. "Dallas."
      "Eh, criana, conseguiu umas pancadas do par. Figurou que voc quereria saber enquanto voc estava em trnsito." Droopy olhos estreitados do Feeney. "Voc morangos de comer?"
      "Talvez." Ela culpavelmente tragou. "Eu faltei o almoo. Ento o que? D."
      "Sujo do primeiro, talvez muito sujo para ser nosso sujeito. Corpo mutilado de um LC, fmea, vinte e oito, pescado fora do rio. O Seine. Isto  homossexual Paree. Trs anos atrs junho. Corte para pedaos, com fgado e rins faltando. A garganta corta, e vrios ferimentos defensivos em antebraos. Ela estava no rio muito tempo para eles recuperar qualquer evidncia de rastro, existiu algum. Concluiu da investigao, e o caso permanece aberto."
      "Alguns suspeitos?"
      "Investigador foi em frente o ltimo John em seus livros, mas ele no resultar. Fez um avanar seu coordenador, tambm, que pegou um conhecido para roughing em cima seus empregados, mas aquele fracassado fora, tambm."
      "Certo. O que mais?"
      "Dois anos atrs, Londres, Assassinato do estilo de Estripador em setor de Whitechapel. Jogado fora em cima LC que deslizou pelo tox blindagens. Ela tinha trinta e seis anos, tido duas companheiras de quarto da mesma ocupao. Eles tentaram dedo ela em-novamente, fora de-novamente namorado para isto, mas ele era alibied apertado. Olhares claros para mim."
      "Como ele a faria?"
      "Racha sua garganta. Foi para seus trabalhos novamente, e disseram que trabalhos no eram recuperavam na cena. Ele tambm a corta em cima. Golpes acima dos peitos, palmas de ambas as mos. O investigador derruba isto para matana de luxria. Mas o MIM peguei uma nota interessante aqui, e examinando isto, eu me debruo em direo a ele. Diga os golpes em peitos e palmas eram como uma reflexo tardia. Nenhuma paixo para eles. Voc conseguiu uma testemunha diz que ele viu o vtima ir com um sujeito vestido de uma capa preta e um chapu de fantasia. Desde a testemunha era trashed em Zoner, o investigador no ps muita f em sua declarao."
      "Monta," Eve disse a ele. "Sabe, monte. Ele vestiu gosta de DeSalvo fez para as estrangulaes, em traje de biscateiro. Por que ele no vestiria costume ele mesmo em cima para O Estripador? Obrigado, Feeney. Atire os arquivos para minha unidade de escritrio, copie para minha unidade de casa. Eu estou pulando voltar dentro vinte e quatro horas."
      "Feito. Eu vou tomar esta procura fora de-planeta.  pego mim enganchado agora."
      Ela se sentou de volta, olhado fixamente no teto.
      "Ns estamos indo para Londres e Paris?" Roarke perguntou a ela.
      "Eu no penso que eu posso arriscar o tempo, ou a energia levaria para cortar pela fita vermelha internacional. Eu tentarei amarrar isto, conversando com os primrios via 'vnculo."
      "Se voc mudar de idia, no levaria mais de um dia extra."
      Ela gostaria de ver onde ele est, onde ele fez um pouco de seu cedo trabalha. Mas ela agitou sua cabea. "Ele est em Nova York. Eu preciso estar em Nova York. Ele tem sido praticante muito tempo," ela disse metade para ela mesma. "Afiando seus talentos.  por isso que ele tem condies de matar fecha junto agora. Todo o prep trabalha, toda a pesquisa, todos os detalhes esto em lugar. Ele no tem que esperar porque ele  esperado por muito tempo suficiente."
      "Praticada ou no, a velocidade vai o fazer malfeita," Roarke declarou. "Ele pode ser meticuloso, ele pode ter afiado seus talentos, mas ele est movendo muito rpido para precauo."
      "Eu penso que voc  direito sobre isto. E quando ele estragar, ns o conseguiremos. Quando ns o conseguirmos, quando eu o conseguir na caixa e o quebro, ns vamos descobrir que existiam mais. Outros corpos, escondidos ou destrudos, at que ele melhorou. At que ele podia deixar eles para ser achado, com algum orgulho. Mas seus primeiros enganos, ele no quer estar envergonhado por eles. Isto  a razo sentimental. A mais prtica de outro. Ele no quis deixar muitos gostarem de crimes nos livros, desenhe ateno at que ele estava pronto para fazer seu salpico."
      "Eu fiz um pouco de pesquisa de minha prpria." Roarke rodou a estao de trabalho de lado. "Por quinze meses entre maro de 2012 e maio de 2013, um homem chamado Peter Brent assassinou sete oficiais de polcia na cidade de Chicago. Brent, incapaz de passar pelo intimidar psicologicamente tela para se tornar um membro do CPSD, juntou-se um grupo de franja paramilitar onde ele aprendeu como lidar o que seria sua arma de escolha, um jateador de longo alcance, j proibidos para civis naquele tempo."
      "Eu sei sobre Brent. Ele gostou de rooftops. Ele iria hunker abaixo em um telhado, espere por um policial entrar em alcance, e o tire com um tiro de cabea. Levou uma tarefa de cinqenta homens forar mais que um ano para o diminuir."
      Entendendo, ela se debruou adiante, deitadas suas mos em do Roarke. "Brent no matou mulheres, ele matou polis. No importou para ele desde que eles tivessem o uniforme que ele no podia vestir. Ele no ajusta o perfil para o prottipo."
      "Cinco do sete morto polis era oficiais. Como era o chefe de polcia que ele tentou, e falhou, assassinar. No faa mangueira me, Tenente," ele disse calmamente suficiente. "Voc pensou sobre Brent, e voc correu uma probabilidade da mesma maneira que eu tenho. Voc conhece existe um oitenta e oito ponto seis fator de probabilidade que ele emular Brent, e objetivo voc."
      "Ele no vai ir para mim," ela insistiu. No ainda, ela pensou. No bastante ainda. "Ele precisa de mim para procurar, ento ele se sente mais importante, mais bem sucedido, mais satisfeito. Tirando-me no daria a ele a mesma pressa."
      "Ento ele  economia voc para seu ato final."
      No havia razo para encobrir, no com Roarke. "Eu figuro que ele pode ter aquela para uma meta de longo alcance. Mas eu posso prometer voc, ele no chegar l."
      Ele tomou sua mo, dedos ligados. "Eu estou segurando voc para aquela promessa."
      
Captulo 16
      Ela decidiu agarrar-se para Roarke para sua entrevista com Roberta Gable. Ele iria, ela considerou, fornea outro conjunto de impresses. A antiga criana-se importa profissional concordou em falar com Eve desde que a entrevista durou no mais que vinte minutos.
      "Ela no era particularmente corts sobre isto," Eve disse a ele como eles abordaram o complexo de apartamento pequeno onde o Gable fez sua casa. "Especialmente quando eu disse que ns estaramos aqui ao redor de seis e trinta. Ela come prontamente s sete, e eu era informado que eu teria que respeitar isto."
      "Pessoas de certa idade tendem a desenvolver rotinas."
      "E ela me chamou Senhorita Dallas. Repetidamente."
      Sociavelmente, Roarke balanou um brao ao redor seus ombros. "Voc j a odeia."
      "Eu fao. Eu realmente fao. Mas o trabalho  o trabalho. No aconchegando no trabalho," ela adicionou.
      "Eu continuo esquecendo isto." Ainda ele deu seu um amigvel apertar antes de remover seu brao.
      Eve aumentada para a grade de segurana, deu seu nome, exibido seu distintivo, declarados seus negcios. Ela era passada sem tocar muito depressa que ela assumiu Gable tinha esperado por ela.
      "Eu estou indo para intro voc como meu associado," ela disse como eles caminharam no vestbulo minsculo. Olhe se para seu rosto magnfico, o terno de elegante, e os sapatos que provavelmente custa mais que mensal alugada tido Eve do Gable suspirando. "E a menos que ela seja cega e senil, ela no comprar isto, mas ns tentaremos escombro por isto."
      "Mostra a um preconceito definido para assumir aquele polis no pode estar bem vestido."
      "Suas listas de camisa para mais que minha arma," ela repreendeu. "Ento uma vez em, voc mantm abotoou, o lbio como tambm a camisa, e olhe firma e dura."
      "E eu estava contando com atirar seu quieto, adorando olhares."
      "Estoure que borbulhe. Segundo andar." Eles tomaram os passos, se transformou em um corredor pequeno com duas portas em um ou outro lado.
      O silncio absoluto disse a ela o edifcio tido isolamento acstico excelente, ou todo mundo no lugar estava morto.
      A Eve apertou a cigarra ao lado de 2B.
      "Senhorita Dallas?"
      No som da voz pelo locutor, Roarke firmou seus lbios contra um sorriso e olhado fixamente com submisso na porta.
      "Tenente Dallas, Sra. Gable."
      "Eu quero ver sua identificao. Segure isto at o espiar."
      Depois que Eve concordou existia um silncio longo. "Parece estar em ordem. Existe um homem com voc. Voc no indicou existiria um homem com voc."
      "Meu associado, Sra. Gable. Ns podemos entrar, por favor? Eu no quero comear a estudar mais de seu tempo que necessrio."
      "Muito bem."
      Existia outra extenso durante que Eve assumiu vrias fechaduras estavam sendo giradas. Roberta Gable abriu a porta, e carranqueou.
      Sua fotografia de identificao era, se qualquer coisa, lisonjeando. Seu rosto magro teve o tipo de Eve de extremidades dura julgou veio de no s evitando quaisquer das reas mais suaves de vida mas desacreditando eles. As ranhuras ao redor sua boca indicou que a carranca era uma caracterstica regular. Seu cabelo era puxado de volta muito firmemente deu Eve uma enxaqueca s para olhar para isto.
      Ela era vestida de cinza, como seu cabelouma camisa e saia encaracoladas que agarraram-se seu corpo sseo. Seus sapatos eram pretos e espesso-soled, com rendas amarradas em laos muito precisos.
      "Eu sei voc," ela disse para Roarke, e chupou em tanto ar seu nostrils visivelmente chamejou. "Voc no  um oficial de polcia."
      "No, Madame."
      "Consultores civil esto freqentemente utilizados pelo departamento de polcia," Eve pe em. "Se voc tiver quaisquer perguntas sobre este procedimento, voc pode chamar meu oficial comandante em Nova York. Ns podemos esperar do lado de fora at que voc verifique."
      "Isso no ser necessrio." Ela andou de volta at que eles entraram na rea viva. Era cruelmente limpo, e espartano. Nenhuma do frilly negcios Eve geralmente esperada de mulheres mais velhas vivendo s estava em evidncia.
      Nenhum travesseiro ou apanhadores de p, nenhuma fotografia ou flores emolduradas. Existia um sof nico, uma cadeira nica, duas mesas, duas luminrias. Era to cruel, e da mesma maneira que de boas-vindas, como uma gaiola em uma priso de alta segurana.
      No se iria, ela estava certa, oua os sons doces de um Carmichael Smith CD dentro destas paredes. Isto, pelo menos, era uma clemncia pequena.
      "Voc pode se sentar, no sof. Eu no oferecerei refrescos este perto de mealtime."
      Ela tomou a cadeira, sentadas com suas costas diretamente como um pquer, seu apartamento de ps no cho com seus joelhos apertados muito firmemente juntos eles poderiam ter sido colados. Ela dobrou ela entrega seu colo.
      "Voc indicou que voc desejou falou comigo relativo a uma de minhas antigas cargas, mas recusaram dar a mim um nome. Eu acho que bastante rude, Senhorita Dallas."
      "Eu acho o assassinato bastante rude, e  disso que eu estou investigando."
      "No h necessidade para sass. Se voc no pode conduzir voc mesmo com respeito, esta entrevista est terminada."
      "Respeito  uma rua de dois modos. Meu nome  Tenente Dallas."
      Boca misturada com cuidado do Gable, mas ela inclinou sua cabea em reconhecimento. "Muito bem. Tenente Dallas. Eu assumo desde que voc atingiu aquele grau que voc tem um pouco de aptido para sua profisso, e um pouco de sensao. Se voc explicar, sucintamente, por que voc veio para falar comigo, ns podemos concluir este assunto e voltamos para nossos negcios."
      "Minhas perguntas sero de uma natureza altamente confidencial. Eu estou pedindo sua discrio."
      "Eu vivi e trabalhei em privadas casas, no meio de famlias importantes, a maior parte de minha vida. Eu no sou nada se no discreto."
      "Uma daquelas famlias incluram um filho. Niles Renquist."
      Sobrancelhas crescidas rapidamente do Gable, a primeira animao genuna ela mostrou. "Se voc viesse a distncia toda de Nova York perguntar a mim sobre o Renquists, voc est desperdiando meu tempo e seu prprio. Meu  valioso para mim."
      "Valioso suficiente, eu imaginaria, querer evitar ser transportado para Nova York e trouxe em entrevista formal." A ameaa era ar quente. Nenhum juiz daria seu o poder para arrastar um civil atravs das linhas do estado em que pequena ela juntou. Mas a idia da inconvenincia era freqentemente suficiente para produzir cooperao.
      "Eu no acredito em que voc possa me ter levado para Nova York gosta de um comum criminoso." Existia mais animao agora como temperamento pe um rubor quase rosado em bochechas do Gable. "Eu no tenho nenhum dvida meu advogado podia prevenir uma ttica to arbitrria."
      "Talvez. V em frente e contacte ele, se voc quiser ir para a dificuldade, o tempo, e a despesa. Ns veremos que ganha no fim."
      "Eu no gosto de sua atitude, ou seu comportamento."
      Os dedos do Gable enrolaram em suas coxas, com as juntas indo branco. Um pincher. A Eve estava certa disto.
      "Eu consigo isto muito. Algo sobre assassine s consegue me para todo irritvel. Voc pode conversar comigo aqui e agora, Sra. Gable, no conforto de sua prpria casa. Ou ns podemos comear a bola burocrtica rolando. At voc."
      Gable teve um bom olhar fixo, glacial e unblinking. Mas ele no era nenhuma partida para um policial com onze anos debaixo de seu cinto. "Muito bem. Voc pode perguntar a suas perguntas. Eu responderei o que eu julgo apropriado."
      "Niles Renquist j demonstrou comportamento violento ou perturbador debaixo de seu relgio?"
      "Certamente no." Ela cheirou at o pensamento dele longe. "Ele estava um homem jovem bem criado de uma boa famlia. Eu acredito em sua posio e circunstncia atual comprova isto."
      "Ele mantm em contato com voc?"
      "Eu recebo flores em meu aniversrio e um carto no Natal, como  adequado."
      "Ento, o dois de voc mantm uma relao afetuosa."
      "Afetuoso?" O rosto do Gable desenhou junto como se ela perfumasse algo vagamente desagradvel. "Eu nem quero nem espero afeto de algumas de minhas cargas, Tenente Dallas, como eu duvido que voc espere quaisquer de seus subordinados."
      "O que ou fezvoc esperar?"
      "Obedincia, respeito, e organizado, comportamento bem disciplinado."
      Soado mais como o exrcito que o berrio para Eve, mas ela movimentou a cabea. "E voc recebeu mesmo de Renquist."
      "Claro."
      "Voc empregou castigo corporal?"
      "Quando apropriados. Meus mtodos, que me serviram e minhas cargas bem, eram para adaptar a ao disciplinara para a criana e a ofensa."
      "Para sua memria, que aes disciplinares mais normalmente vestidos de Niles Renquist?"
      "Ele respondeu melhor para negao. Negao de recreao, sociedade, entretenimento, etcetera. Ele podia e ficava argumentativo ou calado durante a privao, mas iria, eventualmente, submeta. Ele instrudo, como fez todas as minhas cargas, isso existem conseqncias para comportamento inaceitvel."
      "Ele teve amigos?"
      "Ele teve um nmero adequadamente selecionado de playmates e conhecidos."
      "Selecionado por?"
      "Eu mesmo, ou seus pais."
      "E sua relao com seus pais?"
      "Era tudo que devia ser. Eu falho em ver o pertinence destas perguntas."
      "Quase feito. Ele teve algum acaricia?"
      "Existia, eu recordo, um cachorro de famlia. Um terrier de miniatura de um pouco de tipo. Sarah, a menina jovem, era particularmente aficionado por isto, e quase inconsolvel quando foi embora."
      "O quo velho era Renquist quando foi embora?"
      "Dez ou doze, eu acredito."
      "Que tal a menina jovem, Irm do Renquist? O que voc pode dizer a mim sobre ela?"
      "Ela era um modelo carrega. Ameno, quieto, e bem amvel. Um pouco desajeitados e propensos para pesadelos, mas caso contrrio obedientes e agradveis."
      "Desajeitado como?"
      "Ela foi por uma fase onde ela tropeou acima de suas prprios ps bastante freqentemente, ou deram com objetos e tiveram mais que sua parte de pancadas e raspaduras. Em minha recomendao o Renquists teve sua vista verificada, mas sua viso era bastante perfeita. Era simplesmente um assunto de uma falta de coordenao, e uma ligeiramente skittish natureza. Ela cresceu fora disto."
      "Quando voc diria que ela cresceu fora disto?"
      "Em aproximadamente doze, eu suponho. Ela desenvolveu graa em uma fase quando muitas meninas jovens perderem seus. A puberdade  um perodo difcil, mas Sarah floresceu durante sua."
      "E sobre este tempo, quando ela desenvolveu graa e parou de aumentar com cortes e contuses, seu irmo era enviado para Eton. Isso seria quase certo?"
      "Eu suponho iria. Indubitavelmente tendo meu tempo e ateno no dividida ajudaram seu ganho mais porte e confiana. Agora, se isto  todo"
      "S mais uma coisa. Voc recorda se existiam alguma outra famlia acaricia que foi perdido durante seu tempo com o Renquists? Outros animais no bairro que foram embora?"
      "Outras pessoas  acariciar no eram minha preocupao. Eu no tenho nenhuma memria."

      "Voc era seguinte mim l?" A Eve pediu a Roarke quando eles insistiram na calada.
      "Claro suficiente. Voc est olhando estabelecer se ou no este Renquist teve uma figura de autoridade abusiva em sua infncia. Se ou no ele, na sua vez, abusado seu mais jovem, fmea, siblings. Se ou no ele pode, como  freqentemente o caso com consecutivo ou assassinos de tortura, morta ou torturaram acaricia."
      "Material de livro de ensino," Eve concordou. "E o que  engraado  que ela no seguiu os pontos. Isso diz a mim que ela  ou inconsciente ou estpida, algo, ou a possibilidade ela poderia ter ajudado aumento um psicopata no entra em seu limpo pequeno mundo."
      "O que  seu dinheiro em?"
      "O ltimo. Ela  um pincher, certo, e pior. Voc tem muito seu tipo no nutrir sistema. Algum gosta dela no consideraria que ela teve um mentalmente ou carga de emocionalmente tranado desde que a criana apresentou a iluso de submisso."
      "No ?"
      "No tanto, mas eu podia quando valia a pena meu enquanto. E eu conheo muitas crianas, a maioria de crianas, seja bem sucedido para algo assim e vidas normais principais. Renquist podia ser um deles. Sua irm poderia muito bem tem estado desajeitado. Mas eu no gosto de coincidncia. Eu preciso ponderar este acima de e eu preciso ir encontro o policial de Boston."
      "Eu soltarei voc."
      "No, melhor eu pegar um txi ou tomar o subterrneo. Este sujeito v-me aparecer em um carro quente com um pedao de fantasia atrs do volante, ele no vai gostar de mim."
      "Voc sabe como eu amo ser chamado de seu pedao de fantasia."
      "s vezes voc  meu amor muffin."
      Ele administrou uma risada estrangulada. Ela podia, nos tempos mais estranhos, surpreenda ele. "E eu tento meu muito melhor para ganhar o nome. Em todo caso, eu tenho alguns negcios que eu posso cuidar de. Por que voc no contacta-me quando voc terminou, e deixe-me saber o que vem para prximo?"
      "Voc  bonito ameno para um pedao de fantasia."
      Ele se debruou abaixo e ligeiramente a beijou. "Eu tenho estado completamente disciplinado."
      "Meu traseiro."
      "Que  certamente parte do pacote. Nenhuma pressa," ele adicionou como ele deslizou no carro. "Eu vou ser pelo menos uma hora eu mesmo."

      Levou Eve acima de um quarto de que viajar pela Boston horrorosa trafica. Ainda a pe no bar e grelha um metade quarteiro da estao do Haggerty aloja  frente de tempo.
      Era um policial tpico assombracomida boa, barata e bebida sem notas de fantasia. Barracas, um difundir de dois e quatro topos, e bastante tamboretes ao longo do bar.
      Existiam vrios fora de-trocar polis, dentro e fora de uniforme, descendo do dia. A ateno deslizou seu modo quando ela entrou, a batida breve de observao, ento reconhecimento de raa. Policial para policial.
      Ela esperou que Haggerty entrar cedomarcando seu territrioe no ficava surpreendida pelo sinal de um solitrio homem em uma mesa.
      Ele era toughly construiutouro-chested, grande-shouldered, com um corado, rosto de praa topped por uma colheita pequena de cabelo arenoso. Ele a estudou como ela cruzou o quarto.
      Existia uma cerveja, metade ido, na frente dele.
      "DS Haggerty?"
      "Isto sou eu. Tenente Dallas."
      "Obrigado por fazer tempo."
      Eles apertaram as mos; Ela se sentou
      "Queira uma cerveja?"
      "Podia usar um, obrigado."
      Ela deixa ele ordenar isto, desde que era seu territrio, e deixe ele comear a estudar seu tempo medindo ela.
      "Voc conseguiu um interesse em um de meus casos abertos," ele disse extensivamente.
      "Eu consegui uma vtima. Uma estrangulao, estupro com objeto. Um examinar- IRCCA para goste de crimes aumentados seu. Minha teoria  que ele era praticante, aperfeioando, antes dele fazer o trabalho de Nova York."
      "Ele no era malfeito em Boston. Nem seja eu."
      Ela movimentou a cabea, sorveu sua cerveja. "Eu no estou aqui para bolas de busto, Haggerty, ou questionar sua investigao. Eu preciso de uma mo. Se eu for certo, o sujeito ns estamos ambos procurar por estar trabalhando em Nova York agora, e ele no fez. Ento ns ajudamos um ao outro, e ns o fechamos."
      "E voc consegue o colarinho."
      Ela bebeu mais cerveja, deixa isto chiar. "Eu o levo em Nova York, eu consigo o colarinho. Isto  o modo que ele trabalhos. Mas seu chefe saber se quaisquer informaes voc compartilhar comigo ajudada na priso e condenao deste filho de uma cadela. E voc fechar seu caso. Seu caso frio," ela adicionou. "A menos que voc seja um fuckup, voc poder pendurar outro assassinato nele. Quando isto afundar, vai existir muita mdia. Voc conseguir sua parte disto, tambm."
      Ele se sentou de volta. "Urinou voc."
      "Eu comeo fora de meu dia urinado fora de. Minha investigao me levou a acreditar em que este otrio matou pelo menos seis pessoas para datar. Eu suspeito existimos mais, e eu sei que goddamn bem existir mais."
      Ele sobered. "Permanea abaixo, Tenente. Eu estava testando as guas. Eu no dou traseiro do rato fraco sobre a mdia. No indo dizer eu no me importar com o colarinho. O direito de Fucking eu fao. Minha vtima foi batida para cagar antes dele amarrar seu goddamn curvar ao redor seu pescoo. Ento eu o quero, e eu no consegui nada. Eu trabalhei o caso duro, e no conseguiu nada. Sim, oficialmente esteja frio, mas no est frio para mim."
      Ele tomou um gole longo da cerveja. "Est debaixo de minha pele, e eu trabalho isto sempre que eu consigo a chance. Ento voc diz a mim que voc conseguiu um caso em Nova York, e ele devolve voc aqui, meu, eu quero um pedao disto."
      Porque ela compreendida, ela abaixou ela corta e tomou o primeiro passo. "Ele est imitando assassinos consecutivos histricos. Uma das razes ele bate Boston"
      "Estrangulador de Boston?" Haggerty enrrugou seus lbios. "Eu toquei com que um enquanto. Coisa de Copycat. Teve suficiente dos mesmos elementos. Eu estudei em cima naqueles casos, procurando por um ngulo para trabalhar. Nada gelled, e desde que ele no bateu novamente . . ."
      "Ele fez uma mulher sem casa em New Los Angeles na frente de Boston, e ele  Nova York Batida. Ele tambm est morto trs LCs, Paris, Londres, Nova York, emulando Jack o Estripador."
      "Voc precisa estar me cagando."
      " o mesmo homem. Ele me deixou notas com minhas duas."
      "Nada assim com meu," ele disse, respondendo sua pergunta no dita. "No tenha uma testemunha nica. O sistema de segurana no edifcio, se voc pode chamar isto isto, foi tirar a vspera que ele a matou. Ningum chegou ao redor a consertar isto. Deixe-me sair minhas notas."
      Ela tomou sua prpria de seu. Antes dela drenar sua cerveja que eles concordaram em trocar arquivos de caso.
      Ela verificou o tempo, calculou. Um telefonema para a Costa do Oeste netted seu um encontrar com o primrio l. Outro conseguiu seu Roarke.
      Ele pareceu estar em um pouco de tipo de um bar ele mesmo, mas das bonitas luzes, as quietas zumbam, e o refletir do que ela pensou estava cristal, era hangout do vrios passos longe de Haggerty.
      "Eu embrulhei aqui," ela disse a ele. "Eu estou a caminho de transpo. Quanto tempo voc precisa?"
      "Outra metade hora em diante este me far."
      "Multa. S me encontre l. Eu tenho suficiente para ocupar eu mesmo com at que voc mostre. Algum problema para voc se ns encabearmos diretamente para a Costa do Oeste daqui?"
      "Eu acredito em que eu possa achar algo para ocupar eu mesmo com l tambm."
      Ela no duvidou isto. Quando ele caminhou sobre a lanadeira, ela iria reler suas notas e estava escrevendo um relatrio em sua perna de Boston para seu time e seu chefe.
      Roarke economizar sua pasta, passou sem tocar a lanadeira para decolar quando pronto, ento ordenou eles ambas uma refeio.
      "Como voc sente sobre basquetebol?" Ele perguntou a ela.
      " certo. Falta a poesia de beisebol e o empinado meanness de bola de arena, mas ele pegou velocidade e drama. O que voc faria, gastou sua hora comprando o Celtics?"
      "Eu fiz, sim."
      Ela olhou em cima. "Saia."
      "Realmente, levou um pouco mais que uma hora. Ns temos estado em negociaes por alguns meses agora. Desde que eu estava aqui, eu dei isto o ltimo empurro e ns finalizamos isto. Eu pensei que seria divertido."
      "Eu gasto uma hora bebendo uma cerveja tpida e conversando o assassinato, e voc compra um time de basquetebol."
      "Ns devamos todo jogo para nossas foras."

      Ela comeu porque estava l, e preencheu Roarke.
      "Completo do Haggerty. Tipo de buldogue, no s em construo. Em mindset. Ele no deixou vai do caso, e muito polis teria depois desta quantia de tempo. Ele  continuado escolhendo nele mas no chegou em qualquer lugar. Eu s no posso ver o que ele sentiu falta. Poderia pegar algo quando eu vir o arquivo cheio, mas ele fez os passos."
      "E como aquela ajuda voc?"
      "Sabendo que ele estava aqui. Estando certo disto. As datas. Eu posso regressar l, veja se qualquer um em minha lista estava em Boston, ou s que no teve explica para nas datas correspondentes. Veja se talvez, s talvez, existe uma conexo entre alguma vtima do delas e Haggerty."
      "Outra pessoa  um buldogue," Roarke comentou. "No em tipo de corpo, mas certamente em mindset. Eu podia verificar o ngulo de transporte para voc. Veja se alguns de seus nomes aparecem em pblico ou privado transpos para aquelas datas."
      "Eu no tenho a autorizao isto. Ainda. Eu vou pegar isto. Eu puxo o New Los Angeles e os assassinatos europeus na mistura, e eu pegarei isto. Quaisquer e todos os meus suspeitos atuais so perfil alto suficiente aquele se eu escovar muito perto da linha, eles podiam usar ele para conseguir evidncia lanada em tentativa."
      "Isto est assumindo eles, ou seus advogados, viram os golpes de escova."
      Eles no veriam do Roarke, Eve soube. Ningum iria. "Eu no posso usar a evidncia se eu no tiver a autorizao para buscar a evidncia." Mas ela saberia suficiente para poder estreitar a lista. Suficiente, potencialmente, salvar uma vida.
      "Eu o tiro, d a ele qualquer menear quarto nos tribunais e ele sai de, ele matar outra pessoa estrada abaixo. Ele no parar at que ele seja parado. No s porque ele aprecia isto, ele precisa disto, mas porque ele tem estado trabalhando em direo a este para um tempo longo, longo. Se eu atarraxar este, tudo que eu  posto um puxo em seu passo largo. Uma vez que ele consegue seu ritmo atrs, quem ele mata est em mim. Eu no posso viver com isto."
      "Certo. Eu entendo isto. Mas, Eve, olhe para mim agora, prometa-me que se ele matar outra pessoa antes de voc poder o parar, voc no parecer o mesmo modo."
      Ela olhou para ele. "Eu desejo que eu pudesse," era tudo que ela disse.

      O detetive Sloan era um jovem, excessivamente esforado que pegou o caso com seu mais velho, mais experimentou, e companheiro menos interessado. O companheiro teve desde aposentado, e Sloan era sido parceiro com uma contraparte que veio para frente para o passeio para o encontrar com Eve.
      "Foi o primeiro homicdio onde eu estava primrio," Sloan disse Eve acima de sucos gelados em um bar de sade. New Los Angeles's verso, ela suposta, do policial assombra.
      O lugar era brilhante e fresco, feito em cores encaracoladas e ostentando um pessoal de espera alegre que era pulante em seus ps.
      A Eve agradeceu Deus que ela viveu e trabalhou na outra costa, onde garons eram apropriadamente surly e nunca sentiram obrigados para oferecer a voc algo chamou Mamo de Abacaxi Phizz como o especial do dia.
      "Trent deu isto para mim como um exerccio de treinamento," ele adicionou.
      "Ele deu isto para voc assim ele no teve que erguer seu traseiro gordo fora de sua cadeira de escrivaninha," o companheiro pe em.
      Sloan sorriu amavelmente. "Poderia ter tocado nisto. A vtima era um do disenfranchised. Eu localizei um pouco de famlia depois que ns a identificamos, mas ninguma importada para reivindicao o corpo. Eu consegui das testemunhas que eu consegui convencer conversar comigo. Entretanto eles eram prejudicados por um pouco de forma de ilegais, o mais significativo descreveu uma corrida indeterminadavestindo um uniforme cinza ou azul que era visto entrar no edifcio em ou em torno do tempo do assassinato. A vtima estava agachando, e desde que qualquer outra pessoa no edifcio tambm estava l ilegalmente, todo mundo trabalhado em ignorar todo mundo outro."
      "Voc tem um quente de volta em Nova York com um MO semelhante." O nome do novo companheiro era Padeiro, e ambos ela e Sloan eram espcimes atraentes, saudvel com sol-alvejados cabelo. Eles olharam mais como um profissional surfistas que polis.
      A menos que, Eve meditada, voc olhou para os olhos.
      "Ns, ah, fizemos um pouco pesquisa depois que voc contactou-me," Sloan explicou. "Consiga uma manivela melhor em que voc estava procurando por, e por que."
      "Bom, salve-me tempo explicando eu mesmo. Voc podia alcanar neste e deixava-me ter uma cpia de seus arquivos de caso, e me caminhem pelos passos de sua investigao."
      "Eu posso fazer isto, e eu gostaria de quid a favor de quo. Meu primeiro caso to primrio," Sloan adicionou. "Eu iria certamente gostar de fechar isto."
      "Ns gostaramos de fechar isto," Padeiro corrigido. "Trent cashed ele em seu vinte e cinco, planos gastar o resto de sua pesca vitalcia. Ele no est neste."
      "Feira suficiente," Eve disse.
      Este tempo quando ela estava acabada, ela deixa Roarke a escolhe em cima. Para sua mente, qualquer polis que no estava envergonhado para ser visto beber suco de mamo no podia piscar em um oficial da mesma categoria entrando em um macio e lustroso pequeno conversvel. Ela escondeu sua bolsa crescente de notas e discos atrs de sua cadeira.
      "Eu quero administrar pela cena, tome um olhar para a instalao."
      "Ns podemos fazer isto."
      Ela deu a ele o endereo, esperado at que ele tenha programado ele no onboard computador. "Ento, voc comprou o Dodgers?"
      "Eu tenho medo que no, mas voc tem s para perguntar."
      Ela se debruou ela voltar, deixe seu crculo de pensamentos enquanto ele dirigiu.
      "No pode compreender por que algum vive fora aqui," ela disse. "S porque eles tiveram o grande no significa no existir outro grande s esperando aplainar eles."
      "Brisa boa entretanto," Roarke comentou. "E eles certamente batalharam de volta a fumaa e poluio de barulho."
      "Lugar inteiro sente como um vdeo, sabe? Ou um programa de VR. Demais peachy, pinky, branco. Muitos corpos saudveis com rostos sorridentes perfeitos em cima deles. Rasteje-me."
      "E eu s no penso que voc devia ter rvores da palma acenando ao redor no meio de uma cidade. S no  direito."
      "Este devia por favor voc ento. O edifcio voc quer que parecer ser adequadamente roto e desleixado, e os locais parecem ser satisfatoriamente sombrios."
      Ela se sentou em cima, abafou um bocejo, e procurado.
      S mais ou menos metadas das iluminaes de rua estavam trabalhando, e o edifcio propriamente estava morto-escurido. Algumas das janelas eram revolta-trancada, outras embarcadas. Vrias pessoas skulked e escorregado ao redor nas sombras, e em uma ela manchadas um ilegais negcio liquidao.
      "Isto  mais como isto." Alegrou, ela saiu do carro. "Esta coisa ficou segurana cheia?"
      " carregado." Ele pe o topo, fechaduras comprometidas e deflectors.
      "Seu fracasso estava no terceiro andar. Poderia tambm cutucar ao redor desde que ns estamos aqui."
      " sempre um prazer para cutucar ao redor em um edifcio condenado onde algum poderia apunhalar, cacete, ou exploso ns em qualquer momento."
      "Voc tem seu tipo de diverso, eu tenho meu." Ela esquadrinhou a rea, selecionado seu objetivo. "Yo, otrio!"
      O chemi-cabea na jaqueta preta longa balanada para as bolas de seus ps.
      "Se eu tiver que perseguir voc, vai me urinar fora de," Eve advertida. "Ento eu provavelmente deslizarei de forma que meu p acabar plantado em suas bolas. Acabou de conseguir uma pergunta. Voc conseguiu a resposta, vale a pena dez."
      "No No saiba nada."
      "Ento voc no far os dez. Quanto tempo voc baqueou ao redor aqui?"
      "Enquanto. No no aborrecendo ningum."
      "Voc estava ao redor quando Susie Mannery foi estrangulado, em cima em trs?"
      "Merda. Eu no no mato ningum. Eu no no sei ningum. Prolly os homens em branco feito isto."
      "Que homens em brancos?"
      "Merda, sabe. Os sujeitos de debaixo do mundo. Tornem eles mesmos em ratos quando eles quiserem, ento matem pessoas em seu sono. Polis sabe. Um pouco de prolly  polis."
      "Certos. Aqueles homens em brancos. Sopro," ela disse a ele, e comeou no edifcio.
      "Onde meu dez?"
      "Respostas erradas."
      Ela no conseguiu quaisquer uns certos a caminho do terceiro andar. O quarto do Mannery era ocupado novamente, mas o residente atual no estava em casa. Existia um colcho rasgado no cho, uma caixa de trapos, e um sanduche muito velho.
      Como o chemi-cabea fora de, ninguma que ela administrou para roust dentro de viu qualquer coisa, soube qualquer coisa, feito qualquer coisa.
      "Desperdiando nosso tempo," ela disse extensivamente. "Isto no  minha relva. Eu no sei que empurrar. E se eu fiz, eu no sei o que ajudo seria. Vivendo como isto, pessoas pensam que voc desistiu. Mas Mannery no teve. Sloan deu a mim uma lista de seus efeitos pessoais. Ela teve roupas, e um esconderijo de comida, e um cachorro cheio. Voc no arrasta ao redor um cachorro cheio se voc desistisse. Ela era provavelmente zoned fora quando ele entrou nela, mas ela estava ainda respirando. E ele no teve nenhum direito."
      Roarke girou ela de forma que ela o enfrentou no quarto quente, imundo. "Tenente, voc est cansado."
      "Eu sou certo."
      Quando ele simplesmente acariciou sua bochecha, ela fechou seus olhos um momento. "Sim, eu estou cansado. Eu sei sobre lugares como isto. Uns tempos, quando ele correu magro, ns baquearamos em lugares como isto. Inferno, poderia ter estado aqui por tudo que eu sei. Eu no tenho todo de volta."
      "Voc precisa fechar para um pouco."
      "Eu pegarei algum sono na lanadeira. Nenhum ponto em ficar fora aqui. Eu provavelmente penso melhor em Nova York de qualquer maneira."
      "Vamos ir para casa ento."
      "Eu acho eu reneged no em viagem nookie."
      "Eu porei isto em sua conta."

      Ela cochilou na lanadeira como voou acima do pas, e sonhado com ratos que se tornam homens vestidos de brancos. De um homem sem um rosto que a estrangulou com um cachecol branco longo, e amarrou isto com um bonito arco debaixo de seu queixo.
      
Captulo 17
      Marlene Cox trabalhou o turno dez-a-dois, trs noites por semana em Taverna irlandesa do Riley. Era lugar do seu tio, e seu nome era realmente Waterman, mas sua me nasceu sido um Riley, e Tio Pete figurou que foi fechar suficiente.
      Era um bom caminho para ajudar finanas seu trabalho ps-grad em Columbia. Ela estava estudando horticultura, entretanto seus planos para que ela quis fazer com o grau uma vez que ela ganhou era vago. Principalmente ela simplesmente gostou de academia, ento ela permaneceu um aluno s vinte e trs.
      Ela era uma leve e bonita morena com cabelo longo, direto e um par de olhos marrons sinceros. Mais cedo no vero sua famlia se preocupou tanto sobre seusvrios alunos de academia em Nova York tinham sido assassinadasque ela cancelou suas classes do vero.
      Ela teve que admitir ela estar um pouco assustado se. Ela conheceu a primeira menina que foi morta. S ligeiramente, mas quieto, tinha sido um choque para ter reconhecido o rosto de um aluno da mesma categoria nos relatrios de mdia.
      Ela nunca conheceria qualquer um que morreu antes, muito menos conhecido qualquer um que violentamente morreu. No levou muita persuaso para convencer ela para pegar mais ntimo para casa, tomar precaues extras.
      Mas a polcia pegou o assassino. Ela realmente conhecida ele um pouco, tambm. Que no s um choque mas tambm um pouco excitante em um modo misterioso.
      Agora aquelas coisas tido quieted abaixo novamente, Marlene no deu a muito pensamento para a menina que ela ligeiramente soube, ou o assassino ela conversou com brevemente em um cyber-clube. Entre sua famlia, o trabalho de meio perodo, e seus estudos, sua vida era to normal quanto normal chegado.
      De fato, era s um pouco muito normal no momento. Ela no podia esperar por classes para entrar em um ritmo srio novamente. Ela quis voltar por completo balanar, gastando mais tempo com amigos. E ela era toying com ter um pouco mais srio com um sujeito ela comeou a paquerar com durante sua sesso do vero abortada.
      Ela saiu de do metr dois quarteires do apartamento ela compartilhada com dois de seus primos. Era uma boa famlia de local aprovadocom ruas quietas e um bairro sente. O passeio pequeno no ase preocupou. Ela tem tomado a mesma rota por mais de dois anos, e ningum j a aborreceu.
      s vezes ela quase gostaria que algum iria, s assim ela podia provar para ela pontilhando famlia que ela podia se lidar.
      Ela girou o canto e viu um mini mudana furgo, um dos aluguis da mesma companhia ela usou quando ela moveu de lugar dos seus pais para os ela compartilhada com seus primos.
      Era um tempo misterioso para algum estar movendo dentro ou fora, ela pensou, mas ela ouviu baques, e um par de maldies ofegantes como ela surgiu junto a isto.
      Ela viu o homem lutando conseguir um sof pequeno atrs. Ele estava bem construdo, e entretanto suas costas estava para ela, ela o levou para ser jovem suficiente para administrar isto. Ento ela viu o elenco branco espesso em seu brao certo.
      Ele tentou msculo ele em cima canhoto, usando seu ombro, mas o peso e ngulo lutados contra ele, causando o fim do sof para baque sobre a rua novamente.
      "Condene isto, condena isto, condena isto." Ele tirou um leno branco, esfregado em seu rosto.
      Ela conseguiu um olhar para ele agora, e pensou que ele era atraente. Debaixo de seu bon de bola, cabelo escuro onduladoseu favorito em um homemderramado fora acima do colarinho de sua camisa.
      Ela comeou a caminhar por. Atraente ou no, no era esperto para conversar com homens estranhos na rua no meio da noite. Mas ele pareceu to lamentvelquente, frustrado, e s um pouco impotente.
      Sua boa natureza teve ela pausando; Sua precauo de Nova York teve ela mantendo sua distncia. "Mudana dentro ou fora?" Ela perguntou.
      Ele sacudiu, fazendo ela morde de volta um risada. E quando ele girou e a viu, seu rosto j esvaziado foi mais rosa. "Ah, parece com nenhum. Eu acho que eu podia s deixar a coisa estpida como isto e vivia no caminho."
      "Fez um nmero em seu brao, huh?" Curiosity teve ela afiando um pouco mais ntimo. "Eu nunca vi um elenco assim."
      "Sim." Ele correu seu dar isto. "Mais duas semanas. Quebrou isto em trs pedra de lugares-alpinismo em Tennessee. Estpido."
      Ela pensou que ela pegou o Sul em sua voz, e afiou um pouco mais ntimo. "Bonito tarde de noite para dia de mudana."
      "Bem, minha meninaex-namorada," ele disse com um gesto, "noites de trabalhos. Ela disse se eu quisesse meu material, eu tive que arrastar isto fora quando ela no estava ao redor. Outra fratura ruim," ele adicionou com uma sugesto de um sorriso. "Meu irmo deveria estar aqui, mas ele est atrasado. Tpico. Eu quero conseguir este material carregado na frente de Donna voltar, e eu s tenho o aluguel at seis A. M."
      Ele era atraente. Um pouco mais velho que seu tipo habitual, mas ela gostou da sugesto de som metlico em sua voz. Mais ele estava em apuros. "Talvez eu podia dar a voc uma mo com isto."
      "Realmente? Voc no se importaria? Eu realmente apreciaria isto. Se ns pudssemos s conseguir isto bastardos, talvez Frank mostrar. Eu penso que eu podia lidar com algum do outro material."
      "Nenhum problema." Ela andou mais ntimo. "Talvez se voc levantar atrs, eu podia empurrar isto, e voc podia guiar isto ou algo."
      "Ns daremos isto um tiro." Ele subiu em, embaraado um pouco pelo elenco.
      Ela fez seu melhor para elevador e empurro, mas o fim do sof thudded no pavimento novamente.
      "Desculpe."
      " certo." Ele sorriu abertamente nela, entretanto ela pensou que ele pareceu esvaziado. "Voc s est um pouco coisa, no ? Se voc conseguisse outro minuto, ns podamos tentar isto o outro modo. Eu posso tomar o peso. Use minhas costas, ombros. Talvez voc podia surgir aqui, segura isto fixo, tipo de puxa enquanto eu empurro."
      Existia um anel vago de um sino de advertncia atrs de sua mente, mas ela ignorou isto. Ela trepou em cima no caminho, guerreado por seu sorriso agradecido como ele deslizou fora.
      Ele gritou instrues como ele grunhiu e amaldioou seu irmo, Frank, de um modo que fez seu risada. Como o sof comeou a deslizar em, ela voltou em cima, arrastando isto junto com uma sensao boa de realizao.
      "Misso realizada!"
      "Espere, s um minuto. Deixe-me . . ." Ele impulsionou ele mesmo, batendo seu bom brao acima de sua sobrancelha. "Se ns pudssemos acabvamos de empurro isto, aquele modo."
      Ele comeou a apontar, e entretanto o sino de advertncia teve pealed mais alto quando ele subiu em com ela, na caverna escura pequena, ela olhou de relance acima de na direo de seu dedo.
      O primeiro sopro a pegou no lado da cabea, e enviou seu cambaleante. Ela viu flash de luzes, e sentiu uma terrvel e confundindo dor.
      Ela tropeou, pegando seu p na perna do sof e lanando  esquerda sem qualquer idia que o derramamento economizado seu crnio de um sopro segundo, brutal com o elenco.
      Ele embriagado seu ombro ao invs, tido ela choramingando como ela tentou rastejar longe do ataque, da dor.
      Ela podia ouvir sua voz pelo gritar em sua cabea, mas existia algo diferente sobre isto. Algo rasgousuas roupas, seu corpocomo ele a arrastou de volta.
      No, voc no faz. Furtivo pequeno twat.
      Ela no podia ver agora, existia s escuro e aqueles terrveis relampejando luzes. Mas ela saboreou sangue, sua prprio sangue, em sua boca. E ela podia ouvir, s oua pelos gritos em sua cabea, coisas horrveis arquejadas fora em uma voz horrvel. 
      Ela estava chorando, fazendo sons animais minsculos que girados para gemidos como mais sopros chovidos nela atrs. Com uma mo trmula, ela alcanou em seu bolso, lutando ficar consciente, lutando fazer seus dedos entorpecidos agarrarem o presente que seu tio deu a ela quando ela foi trabalhar para ele.
      Com instinto cego, ela apontou isto em direo ao som de sua voz.
      Ele uivouum som grotesco que disse a ela o spray de assaltante bateu a marca. A sirena de pnico prendeu ao dispositivo lamentou. Soluando queela pensou que ela estava soluando, mas poderia ter o sido que ela tentou rastejar novamente.
      Dor, mais dor explodida dentro dela quando um pontap maligno bater suas costelas, sua mandbula. Ela sentiu se caindo, caindo, e o mundo j estava soltando longe quando sua cabea bater o pavimento com uma rachadura violenta.

      s quatro A. M., Eve insistiu na calada estudando o sangue no pavimento. Marlene Cox tinha sido transportada para o hospital uma hora antes. Inconsciente, ela no era esperada viver.
      Ele abandonou o aluguel, e seus suportes, e deixaram sua vtima que sangra na rua. Mas ele no a terminou.
      A Eve abaixou, e com seus dedos fechados hermeticamente levantaram um fragmento pequeno de gesso branco. Ela lutou de volta longo suficiente, duro suficiente para o afugentar.
      Ela estudou o bon de bola e peruca j fechado hermeticamente em evidncia. Modelos baratos, ela meditou. Duro localizar. O sof pareceu velho, roto, usou. Algo que ele levantou um mercado de pulga. Mas eles tiveram o furgo de mudana, ento talvez eles ficariam sortudos.
      E uma mulher de vinte e trs anos de idade esteve morrendo.
      Ela olhou em cima como Peabody correu calada abaixo. "Tenente?"
      "Fmea de vinte e trs anos de idade," Eve comeou. "Identificado como Marlene Cox. Vidas naquele edifcio," ela disse, gesticulando. "Aparentemente em seu caminho para casa do trabalho. Eu conferi com o hospital onde ela foi tomada antes de eu chegar na cena. Ela est em cirurgia, prognose pobre. Ela foi severamente batida sobre a cabea, rosto, corpo. Ele usou estepara comear, de qualquer maneira." Ela levantou um pedao de gesso.
      "O que  isto?"
      "Gesso. Eu diria de um elenco, um elenco de brao. O sujeito pobre est tentando arrastar o sof dentro ou fora do caminho. Provavelmente em. Ele quereria a conseguir do lado de dentro. Conseguiu um busted asa, no pode administrar bastante isto. Ele parece inocente, impotente, ento ela d a ele uma mo. Ele era provavelmente encantador. Muitos sorrisos e aw, cascas. Ento quando ela estiver do lado de dentro, ele a bate. V para a cabea, precisa a bater abaixo, debilite e desoriente. Continue a batendo, duro suficiente para quebrar o elenco."
      Ela aumentou para a abertura atrs do furgo. Quartos de fim, espao pequeno. Isso era um engano, Eve notada. No deu ele mesmo suficiente quarto realmente para acabar para o bater, e os suporteso sof, as caixas de embalagementraram o modo.
      A imitao era boa, ela decidiu, mas a fase tinha sido espasmdica e deteriorava sua apresentao.
      "Ele no moveu rpido suficiente," ela disse fora alto. "Ou talvez ele estava apreciando isto demais. Ela teve um pouco de assaltante pulverizar." A Eve ergueu a bolsa de evidncia com a garrafa de bolso. "Eu figuro que ela saiu de pelo menos um bom atirado em seu rosto ou prximo suficiente para o machucar, e a sirena de pnico tropeado. Ento ele correu. Dos olhares disto," ela adicionou, movimentando a cabea para o sangue no pavimento, "ela qualquer uma brigou do caminho, ou ele a empurrou fora. O uniforme que informou-me disse que existia tanto sangue de sua cabea que ele pensou que ela era DOS. Mas ela teve uma pulsao."
      "Ted Bundy. Eu tenho sido boning," Peabody disse quando Eve olhou para ela. "Especialmente nos assassinos consecutivos voc coloca sua folha quente. Ele usou este mtodo."
      "Sim, e mais com sucesso que nosso sujeito. Isso vai o urinar fora de. Ainda que ela morre, ele ser urinado. Deixe seja corrido o caminho, Peabody. Eu tenho alguns uniformes fazendo o golpe-em-portas, e eu estou para fixar os varredores soltarem no aluguel. Deixe seja fucking acha algo neste bastardo."

      Marlene estava ainda em cirurgia quando Eve chegou ao hospital. A rea de espera cirrgica era empacotada com as pessoas. A enfermeira a trabalho j a advertiu a famlia do paciente estava l, en masse.
      Ela reconheceu a mistura de choque, medo, espere, pesar, e raiva nos rostos como, quase como um, eles giraram em direo a ela.
      "Eu sinto muito intrometer. Eu sou Tenente Dallas, NYPSD. Eu gostaria de falar com Peter Waterman."
      "Isto me ." Ele ergueu-se, um homem grande, forte com um exrcito corta para seu cabelo escuro, e as sombras de preocupao em seu olho.
      "Se voc pudesse sair aqui, Sr. Waterman."
      Ele curvou murmurar para uma das mulheres de espera, ento Eve seguida no corredor.
      "Eu sinto muito puxar voc longe de sua famlia, mas minhas informaes so que voc era o para falar pela ltima vez com Sra. Cox antes dela partir para casa esta manh."
      "Ela trabalha para mim, para ns. Eu consegui um bar, e Marley, ela espera mesas alguns tempos uma semana."
      "Sim, senhor, eu sei. Que hora ela partiu?"
      "Logo depois de dois. Eu a pulei, fez o fechar eu mesmo. Assistida ela caminha para a estao de metr.  s alguns passos da porta. Ela s conseguiu dois quarteires para ir uma vez que ela  fora de.  um bom bairro. Minhas duas crianas, eles vivem l com ela. Minhas prprias filhas vivem a mesmo."
      E sua voz agitou na declarao de forma que ele teve que parar, s pare e respire.
      "Meu irmo, ele vive metade de um quarteiro deles.  um bom bairro. Seguro. Goddamn isto."
      " um bom bairro, Sr. Waterman." E conforto pequeno. "Quando a sirena de pnico saiu, pessoas terminaram. Eles no escavaram dentro de e ignoraram isto. Ns j temos umas testemunhas que viu o homem que atacou ela indo embora. Ele poderia no ter corrido se no fosse um bom bairro, se as pessoas no abriram suas janelas ou vieram do lado de fora para ajudar."
      "Certo." Ele bateu o salto de sapato de sua mo atravs de sua bochecha, a parte de trs de sua mo debaixo de seu nariz. "Certo. Obrigado. Eu ajudei eles acharem aquele apartamento, voc v. Minha irm, Me do Marley, ela me pediu para verificar o lugar."
      "E voc achou seu um lugar onde as pessoas terminam para ajudar. Sr. Waterman, um sujeito corre um bar, ele nota pessoas, certas? Voc consegue um sentir. Talvez voc conseguiu um sentir pena de algum que entrou recentemente."
      "Pessoas no entram em meu lugar procurando por dificuldade. Ns fomos cantados-alongs para causa de Cristo. Ns conseguimos regulars, e existe algum turismo. Eu consegui um negcio que vou com uns hotis.  um de classe-mdia, taverna de bairro, Sargento."
      "Tenente."
      "Desculpe. Eu no sei qualquer um que faria este para nosso Marley. Eu no conheo qualquer um que faria esta filha de qualquer um. Que tipo de batidas bastardas doente um pouco menina assim? Voc pode dizer a mim? Que tipo de doente bastardo algo como este?"
      "No, senhor, eu no posso dizer a voc. Ela mencionou qualquer um que ela se encontrou recentemente, ou qualquer um que ela notou em torno do bairro, ao redor onde ela fez compras ou comeu ou rondou? Qualquer coisa mesmo?"
      "No. Um pouco de sujeito ela se encontrou na escola mais cedo este vero. Eu no sei seu nome. Uma de minhas meninas poderiam." Ele tirou um leno, soprou seu nariz. "Ns empurramos ela para soltar suas classes do vero, por causa daquelas crianas que foram mortas. Aquelas crianas de academia algumas semanas atrs. Ela soube um deles, o primeiro, ento ele a chateia. Chateados todos ns. Eu consegui seu aquele assaltante pulverizar, dita ela para manter isto em seu bolso. Ela fez. Ela  uma boa menina."
      "E ela usou isto. Isso significa que ela  esperto e ela  dura. Ela o dirigiu fora de, Sr. Waterman."
      "Os doutores no diro a ns." A Eve girou como uma mulher falou atrs dela. Ela veio para a porta e esteve l, apoiando-se na abertura como se ela no podia agentar sua prprio peso. "Eles no diro, mas eu podia ver o que eles pensaram. Isto  meu beb que eles entraram l. Meu beb, e eles pensam que ela morrer. Mas eles esto errados."
      "Ela vai ser boa, Sela." Waterman a puxou em seus braos, seguros seus apertados. "Marley vai ser multa justa."
      "Sra. Cox, existe qualquer coisa que voc pode dizer a mim isso ajudarei?"
      "Ela dir a voc ela mesma, quando ela acordar." A voz da Sola era mais forte que do seu irmo, e absolutamente certo. "Ento voc o seguir, e voc o fechar em cima. Quando voc fizer, eu vou entrar, e olhe direito em seu rosto e diga a ele que era minha menina, era meu beb que o pe l."
      Dallas deixou eles s, achou um canto, uma xcara de caf, e esperou at Peabody retornou e se sentou ao lado dela.
      "Nenhuma sorte no aluguel ainda, mas McNab e Feeney esto nisto."
      "Esperto. Cuidadosa," Eve comentada. "Alugue isto via computador com um nome e nmero de licena falsa, e paga ter isto entregue para o endereo falso. Ningum o v. Ele lacra em cima, ento ns no temos nenhuma impresso, nenhum cabelo, no nada dentro do furgo exceto a peruca ele ditched e os pedaos de gesso."
      "Talvez algum do sangue na cena girar fora para ser seu."
      A Eve s agitou sua cabea. "Ele  muito esperto isto. Mas ele no  to esperto quanto ele pensa que ele  porque ele no conseguiu Marlene Cox. No o modo que ele procurado. E visto de algum ele. Algum viu ele entrar aquele aluguel ou o estacionar por que ela construindo. S o modo como pessoas viram ele correndo como um coelho assustado longe da cena."
      Ela tomou uma respirao longa, um gole longo de caf. "O furgo de mudana, isso era sua fase fixar, ento ele foi cuidadoso l. Ele quis que ns a achssemos dentro do furgo. Mas ele teve que correr, com seus olhos queimando, sua garganta queimando do spray. Tido que chegar a seu buraco de parafuso."
      Ela examinou como um doutor em cirrgico esfrega desceu para o corredor. Em seu rosto ela podia ver o que Sela Cox viuo grimness. "Condene isto."
      A Eve chegou a seus ps, e esperados por ele entrar e falar com a famlia.
      Ela ouviu choro, masculino e fmea, e verbaliza at murmrios. Ela estava esperando quando ele andou de volta fora.
      "Dallas." Ela sacudiu fora seu distintivo. "Eu preciso de um minuto."
      "Dr. Laurence. Ela no pode conversar com voc, ou qualquer outra pessoa."
      "Ela  viva?"
      "Eu no sei como ela fez isto por cirurgia, e eu no espero que ela durar a manh. Eu estou deixando sua famlia entra, dizer adeus."
      "Eu no podia falar com o MTs na cena. Voc pode dizer a mim sobre seus danos?"
      Ele stalked acima de uma mquina de venda automtica, caf ordenado. "Costelas quebradas. Eu diria que ele a chutou. Pulmo desmoronado, rins contundidos, ombro deslocado, cotovelo quebrado. Aqueles so s alguns dos danos secundrios. Seu crnio, isto  um assunto diferente. Sempre tomado um ovo cozido, corre isto com sua palma acima de uma superfcie dura para quebrar a concha?"
      "Sim."
      "Isto  sobre que seu crnio parecido com. O MTs chegou a seu rpido, e eles fizeram um trabalho herico, mas ela perdeu muito sangue antes deles responder. Fraturado do seu crnio, Tenente, e o dano  severo. Existiam lascas de osso em seu crebro. As chances dela recuperando conscincia, at por alguns minutos, so esbelta para nenhum. As chances dela podendo falar, umas coerentes pensou, funes de motordeviam aquele milagre acontecer?" Ele agitou sua cabea.
      "Eu sou informado que ela pulverizou o sujeito," ele adicionou.
      "Existia um recipiente de assaltante pulveriza na cena," Eve confirmada. "A sirena comprometida. Era identificado como pertencendo a ela. Meu toma  que ela o conseguiu; Caso contrrio, ele teria terminado o que ele comeou. Eu estou apostando que ela conseguiu seus olhos."
      "Eu apaguei a palavra. Algum entra este ER, ou qualquer outra instalao eu posso alcanar com os sintomas, ns enviaremos em cima uma bandeira."
      "Isto  til, obrigado. Qualquer mudana em sua condio, de uma forma ou de outra, eu apreciaria isto se voc contactaria-me. Peabody? Voc conseguiu um carto?"
      "Sim, senhor."
      "Mais Uma coisa," Eve disse quando ele deslizou isto em seu bolso. "Voc muito tem chama usar isto mais?" Ela ofereceu a ele um fragmento de gesso.
      "No usou este desde meus dias de interno," ele disse, virando isto em sua mo. "Ainda v isto de vez em quando, dependendo do dano e o seguro. Mais barato do gesso que os elencos de pele usada mais habitualmente agora. Uma fratura toma mais longos para curar, e o incmodo do elenco, desconfortvel. Mais provvel para ver estes em pacientes de renda baixa."
      "Onde voc pega isto, o material voc faz isto de?"
      "Companhia de proviso mdica, eu imagino. Inferno, provavelmente escolha algum em um fim mais alto rehab lugar, para as pessoas que querem o material velho, queira autntico plasterwork."
      "Sim,  disso que eu estava pensando. Aprecie isto."
      "Material mdico ou construindo material?" Peabody perguntou como eles saram.
      "Eu quero ambos. Vendas de dinheiro. Ele no querer uma trilha de jornal. E eu estou apostando no existimos que muitas vendas de dinheiro para este tipo de coisa. Quantias pequenas, pickup prprio. A entrega significa que ele teve que dar um endereo. Ele entrou e comprou isto, dinheiro pago, saiu. Corra material de edifcio primeiro," ela decidiu. "Qualquer Joe Sopra pode caminhar em um deles e ningum anncios. Isto  sua primeira escolha."
      Ela verificou o tempo como ela deslizou no carro. "Informando em uma hora. Quando ns somos feitos, ns estamos fazendo compras."

      Ela caminhou em seu escritrio e no estava certa se ela fosse aborrecida ou divertia ver Nadine Furst que se senta em sua escrivaninha apreciando uma xcara de caf e um minsculo muffin.
      "No estale e grunhido. Eu trouxe voc rosquinhas."
      "Que tipo de rosquinhas?"
      "Nata-abastecimento, borrifado com acar colorido." Nadine abriu a caixa de padaria pequena. "Seis deles, e eles so todo seu, fatso."
      "Eu gosto de um bom suborno. Agora saia de minha cadeira."
      Ela caminhou para o AutoChef, ordenado em cima caf. Quando ela voltou Nadine estava sentando em cadeira da sua visita nica, cruzando suas sedosas pernas.
      "Eu devia reformular a frase. Saia de meu escritrio."
      "Eu pensei que ns teramos caf da manh junto." Nadine ergueu o minucioso muffin para seus lbios, e tomou uma Eve de mordida estimada contida trs miolos. "Dallas, eu aprecio seu insistir em tocar favoritos, e o bitching e gemendo de outros membros da Quarta Propriedade. Eu voltei fora de. Voc tem que concordar."
      "Eu no estou vendo suas costas, mas com aquela camisa, eu estou vendo muito seus peitos."
      "Bonito, no ? Mas permanecer em caminho, eu respeitei sua tribuna porque voc teve um ponto. Eu sei que voc alimentou Quinton algumas informaesno mais, no menos, que voc quis l fora. Eu respeito isto tambm."
      "Ns somos s carregados com respeito esta manh." Ela tomou uma mordida enorme de massa. "Adeus agora."
      "Ele no ps isto junto. Ele pode, especialmente depois de eu dar a ele um bem cutucar. Ele  brilhante e ele  vido, mas ele  verde. Ainda, ele no perguntou-se por que voc  primrio em que  agora trs homicdios aparentemente sem conexes."
      "Crime est correndo excessivo em nossa cidade. Corra e esconda. Melhor ainda, mova para Kansas. E so dois homicdios, Nadine. Marlene Cox no est morto ainda."
      "Desculpe, minhas informaes eram que ela no era esperada fazer isto por cirurgia."
      "Ela tem. Apenas."
      "At mais curioso ento. Por que nosso tenente de homicdio robusto est escolhendo nas linhas de um assaltar." Ela tomou um gole minsculo de caf, esfregado seus lbios junto. "Eu digo que ns temos um assassino empregando uma variedade de mtodos. E este acontecido para mim quando eu vim a saber do ltimo"
      "Cox era atacado mais ou menos duas e trinta esta manh. Voc no devia ter estado adormecido, ou batendo seu sabor do ms?"
      "Eu estava adormecido, e era acordado de minha cama virginal"
      "Olho do porco."
      "Com uma ponta annima," Nadine terminou com sorriso do um pouco gato. "Eu comecei a perguntar-me, ento eu comecei a trabalhar, e eu comecei a perguntar eu mesmo o que estas trs mulheres tido em comum, alm de voc. Eu decidi, o assassino. O primeiro era, obviamente, uma imitao dO Estripador infame. E se as outros tambm imitaes de eram crimes prvios?"
      "Eu no vou comentar neste, Nadine."
      "Albert DeSalvo e Theodore Bundy."
      "Nenhum comentrio."
      "Eu no preciso de voc para comentar." Ela se debruou adiante. "Eu posso pr suficiente junto para ir no ar com uma histria, com suposio."
      "Ento o que voc est fazendo aqui?"
      "Dando a voc uma chance de confirmar ou negar, ou me pedir para segurar a histria que eu estou pondo junto. Eu segurarei isto se voc perguntar a mim, porque voc no lega a menos que voc precise para."
      "Voc tambm est pensando que eu no perguntarei a menos que voc seja certo, e ento voc ter uma histria grande, sensuais com avaliaes grandes, sensual."
      "Aqueles jogos, tambm. Mas eu ainda segurarei isto, se voc precisar de mim. E segurando isto, eu estou dando competidores a chance de vir para as mesmas concluses que eu tenho."
      A Eve contemplou sua rosquinha. "Eu preciso pensar que um minuto, ento s fica quieto."
      Existiam prs e contras aqui, e Eve examinou eles todos enquanto Nadine caladamente se sentou, comendo seu muffin miolo por miolo.
      "Eu no vou dar a voc dados. Eu at no vou dar que voc insinua. Porque quando eu for perguntado, e eu serei, eu quero poder dizer honestamente que eu no fiz. Que eu no era sua fonte. Eu no vou confirmar ou nego sua suposio, que  o que voc ter que dizer se e quando voc quebrar esta histria. O tenente Dallas confirmaria nem negaria. Eu irei, porm, faa um comentrio pessoal, entre ns meninas. Alm de ter aqueles bonitos peitos, voc tem um crebro afiado."
      "Por que, obrigado. Eu tambm tenho grandes pernas."
      "Agora se eu estivesse fazendo esta histria, que eu no sou, eu perguntaria-me por que esta bolsa particular de louca tem to pouca personalidade, poder, e imaginao. Ele tem que fingir que ele est outra pessoa para fazer o trabalho. E o ltimo intervalo, ele flubs ele em cima to ruim, uma menina mais ou menos metade seu tamanho o machuca e ele tem que ir embora."
      A Eve escolheu um chuvisco de acar colorido da rosquinha, deitou isto em sua lngua. "A palavra  a oficial primria investigando tem uma boa idia s quem ele , e , neste momento, compilando a evidncia de forma que ela pode fazer uma priso, e assegure condenao."
      "No voc?"
      "Eu confirmarei nem nego."
      "Voc est blefando."
      "Nenhum comentrio."
      "Grande blefe, Dallas. Eu saio com este, e voc no faz que prende depressa, voc vai parecer com uma otria."
      "A histria  seus negcios. Agora que eu terminei minha rosquinha, eu preciso voltar para meus negcios."
      "Eu quebro isto, e ele afunda deste modo, eu vou merecer um exclusivo-em-um."
      "Eu tratarei disto, assim que eu consulto minha bola de cristal."
      Nadine subiu. "Boa sorte. Sria boa sorte."
      "Sim," Eve murmurou quando ela estava s. "Eu sou sobre devido para algum."
      
Captulo 18
      Ela agarrou um quarto de conferncia, trazidos para dentro seus arquivos de disco, instale sua tbua. Como ela estava terminando, Peabody entrou.
      "Tenente, eu deveria fazer isto.  meu trabalho para fazer isto. Como vem para que voc no est deixando-me fazer meu trabalho?"
      "Cadela, cadela, cadela. Eu dei a voc outro trabalho. Voc informou Capito Feeney e Detetive McNab do tempo e lugar desta instruo especfica?"
      "Sim, senhor, eu"
      "Ento por que eles no esto aqui?"
      "Bem, eu . . ." Ela era economizada como a porta aberta. "Eles esto aqui."
      "Bom trabalho ento. Certo, pessoas, sentem-se. Eu vou educar voc para acelerar em minhas em viagem entrevistas, e por que minha concluso  nosso objetivo praticou suas habilidades em pelo menos trs outros locais para datar."
      Quando ela terminou que ela estava sentando no canto da mesa, bebendo o caf que ela notou Peabody a forneceu sem pedido. "Eu estou empurrando para a autorizao verificar viagem em meus suspeitos para as datas em questo. O chefe concordou em colocar a presso, mas como minha lista contm alguns nomes influentes, est levando tempo. Eu bati Carmichael Smith para a parte inferior. Minha opinio  que ele  muito voltil e muito amimalhou ajustar o perfil."
      Peabody lanou em cima uma mo gosta do nerdy criana em classe que atarraxou o avaliar curva para todo mundo outro. "Sim, Oficial?"
      "Senhor, o fato que no podia sujeitar Smith  voltil e amimalhou vai em direo a perfil em lugar de longe?"
      "Estas caractersticas podiam tocar em, e sua viagem ser verificada junto com a outros. Mas ele  parte inferior da lista no momento. Fortney est  frente dele, mas no por muito. Ns"
      Quando mo crescida rapidamente do Peabody novamente, Eve se achou pego entre diverso e irritao. "O que?"
      "Senhor, desculpe. Eu estou s tentando cruzar todo o Ts gostar em um sim. Fortney no ajusta perfil, quase perfeitamente? Sua educao, sua violncia previamente documentada contra mulheres, seu estilo de vida atual?"
      "Sim, mas ele  batido abaixo principalmente porque ele  s tal otrio." Ela esperou para ver se Peabody comentaria, e assistiu sobrancelha do seu ajudante tricota como ela ponderou a resposta. "Eu penso que nosso sujeito tem mais estilo, que  por que Renquist e Breen so pescoo-em-pescoo em minha mente. Eu vou encurralar esposa do amante do Breen hoje, e ns veremos o que aquelas redes ns."
      "Eu ouo que ela esteja fumando," McNab comentou e ganhou um olhar glido de Peabody.
      "Claro, uma de minhas preocupaes primrias  o fato que ela est fumando," Eve disse friamente. "Eu no tenho nenhum dvida este atributo nos ajudar em identificar e temer um homem que  morto duas mulheres e brutalmente assaltou outras abaixo de duas semanas. Movendo junto," ela disse quando McNab pelo menos fingiu parecer punido. "Como voc sujeitos de EDD no entraram aqui fazendo a evasiva de vitria, eu assumo que ns no temos aluguel abaixo bloqueado."
      "Por que voc no toma isto, menino brilhante?" Feeney disse. "Veja se voc pode redimir voc mesmo."
      "Ele usou uma unidade sem fio," McNab comeou. "Ele no aborreceu saltar ou filtrar, ento era bastante fcil localizar de volta. A transmisso para a ordem originada do Hotel de Renascimento. Isto  o lugar de fantasia em Parque. Voc precisa ser no valor de mnimo de um mil s para ficar passado o porteiro. O furgo era ordenado quatro dias atrs, s quatorze trinta e seis."
      "Multido da hora do almoo," Eve comentada.
      "Minha suposio  que ele freqenta o lugar, sabe onde ir atirar fora de um rpido trans. Muitos grande carro de tipos de negcios seu caro pequeno portables para almoar reunies. Desde que ele teve requisitos muito especfico para a ordem, ele qualquer um teve o trans pronto para ir, ou ele se sentou em uma das barracas de isolamento, ou em uma mesa boa com uma taa de vinho, e gerou isto l."
      "Bons. Ns veremos se algumas de nossas escolhas almoadas no Renascimento na data de ordem. No esperto," ela disse com um aceno com a cabea satisfeito. "Mais esperto teria sido para vestir abaixo, use um cyber-furar em algum lugar. Um lugar ningum o conheceu. Mas ele gosta de exibir-se. Ele gosta de tocar, ento ele vai para um hotel exclusivo, onde eu s aposto que eles o sabem por nome."
      "Peabody? Diga a mim sobre o gesso."
      "Eu tenho edifcio fornecer lugares em Brooklyn, em Newark, e em Rainhas que fizeram transaes de dinheiro para quantidades pequenas de gesso nos ltimos sessenta dias. Nenhum em lugares de proviso mdicos para aquela substncia, transaes de dinheiro."
      "Nenhum?"
      "No, senhor. O crdito ou comprando ordem de contas estabelecidas. Ento eu consegui um brainstorm e verifiquei arte fornecer sadas."
      "Arte fornece?"
      "Sim, senhor. Voc pode esculpir com gesso, e outras formas de arte podem utilizar isto. Eu fiquei vrios bate na cidade, vrios mais nos municpios e Nova Jersey para dinheiro."
      "Parea com que ns vamos estar ocupados ento." Ela verificou sua unidade de pulso. "O gesso da cena tem estado no lab longo suficiente. Se eles no tiverem uma partida exata no tipo, eles deviam ter. Vamos ver se Dickhead pode ganhar seu salrio e dizer a ns se existe uma diferena entre casa, mdica, e gesso de arte."
      Ela olhou para Feeney. "Sinta como saindo da casa?"
      "No se importaria um pouco ar fresco."
      "Deixe-me saber se voc achar qualquer l fora. Queira tomar o hotel?"
      "Longo como eu no tenho que vestir uma gravata."
      "Peabody e eu daremos um ir em frente de Dickhead nosso caminho para ver o prato lateral."
      "Ela poderia bater em voc," McNab comentou. "Talvez ns devamos a levar. Ow!" Ele agarrou seu lado onde o cotovelo picado do Peabody. "Jeez, s brincando. Desde que voc tem estudado seus crebros, voc no tem nenhum senso de humor."
      "Eu vou rir realmente duro depois de eu chutar seu traseiro."
      "Crianas, crianas." A Eve podia sentir seu olho que comea a estremeo. "Vamos salvar tudo isso at depois de ns pegarmos o homem mdio e mandar a ele para seu quarto. Feeney, controle seu retardado. No outra palavra, Peabody."
      Ela deu a seu ajudante um empurro de slido fora a porta.
      Peabody segurou isto em at que eles dirigiram cinco quarteires. A Eve figurou isto era um novo registro.
      "Eu s no penso que ele devia conversar sobre outras mulheres que modo. Ou olhe para eles com que cintilam em seu olho. Ns assinamos um arrendamento."
      "Oh Jesus Cristo em andas. Voc tem arrendar medo, Peabody. Fobia de documento oficial. Recupere- isto."
      "Jesus Cristo em andas?"
      "Acabou de vir para mim. Voc est obcecando porque voc assinou em cima paraque , um ano? E agora vocs todos so, e se ele no descobre? Quem sai? Que toma os pratos de salada comunal ou algum estpido caga."
      "Bem, talvez. Mas isto  normal, no ?"
      "Como o inferno eu sei o que sou normal?"
      "Voc  casada."
      Sinceramente chocada, Eve empurrou o veculo para uma parada em uma luz, "Isso me faz normal? S me faz casada. Voc conhece quantas pessoas casadas anormais existem l fora atravs desta grande terra e alm? S tome um olhar para o Ds duplo que  chamado, Municpio de Manhattan s. O casamento no faz normal das pessoas. O casamento no  normal, provavelmente. S . . . ."
      "Por que voc se casou?"
      "Eu . . ." A mente dela foi em branco. "Ele quis." Ouvindo s o quo manco to soado, ela trocou em sua cadeira, e esmurrou o gs. " s uma promessa, isto  todo. Uma promessa, e voc faz o melhor no quebrar isto."
      "Como um arrendamento."
      "L voc vai."
      "Sabe, Dallas, isto  quase sbio."
      "Agora eu sou sbio." Ela suspirou. "Deixe-me dar a voc sobre o que meu pequeno petisco pelo dia. Voc quer que McNab pare de pensar, olhando para, conversando sobre outras mulheres, ento seria melhor voc o levar para o veterinrio e o tem fixo. Ele far um bom acariciar. As mulheres so as piores. Eles zero em um pouco de sujeito. Oh menino, ele  aquele, precise conseguir-me aquele. Ento eles fazem. Ento eles gastam o resto de seu tempo tentando compreender como o mudar. Ento se eles administrarem isto, eles tudo que no esto interessados mais, porque ache o que? Ele no  o mais."
      Peabody era mudo para vrios momentos. "Em algum lugar existe muita boa sensao."
      "Se voc disser a mim que eu sou sensato alm de normal e sbio, eu vou esmurrar voc no estmago. Eu sou como atarraxado em cima como a prxima pessoa, e eu como ele aquele modo."
      "De muitas formas, Tenente, voc  at mais atarraxado em cima que a prxima pessoa.  o que faz voc, voc."
      "Eu penso que eu esmurrarei voc no estmago de qualquer maneira. Ponha isto em meu calendrio."
      Ela brincou com estacionamento duplo, que sempre ponha seu de bom humor, mas achou um lugar em uma rampa de rua.
      A Stima Avenida construindo parecido ordinrio, at rota, mas a segurana l rivalizou aquele no UNITED NATIONS
      Ela passou pelo primeiro posto, que exigiu seu distintivo, uma impresso da palma, e um esquadrinhar. No segundo posto um uniformed guarda solicitou seus negcios e uns segundos esquadrinhou.
      Ela procurou o salo de entrada pequeno com seu cho de linleo de envelhecimento e paredes beges nuas. "O que, voc mantm segredos do governo aqui?"
      "Mais vital que isto, Tenente." O guarda ofereceu um gesto leve como ele passou por suas costas ela ID. "Adapte segredos. Os competidores tentam toda coisa de maldio para conseguir uma olhada. Fraudes de entrega principalmente, tentando levantar para o cho de projeto levando deli bolsas ou caixas de pizza. Mas voc consegue um pouco mais inventivo, tambm. Phoney despede inspetor no ltimo ms. ID passado sem tocar, tambm, mas o esquadrinhar levantou seu registrador e ns o inicializamos."
      "Voc no trabalho?"
      "Era." E ele pareceu contente que ela o fez. "Ponha em meu vinte e cinco, a maior parte fora daquele. Este pagamentos melhores, e ele pode ficar bonito alegre ao redor aqui antes da grande fonte e queda mostra."
      "Eu aposto. Voc sabe Serena Unger, desenhista aqui?"
      "Eu poderia se voc me desenhar um retrato."
      "Alto, magro, preto, bonito. Trinta e dois. O cabelo preto pequeno com um avermelhado obscurece, rosto afiado, nariz longo. Gostos as senhoras."
      "Sim, eu sei o que voc quer dizer. Conseguiu um acento caribenho. Voc conseguiu uma linha nela?"
      "Ela pode ser uma linha para outra pessoa. Existe uma mulher que com que ela est tocando. Sobre a mesma idade. Loira, snazzy looker. Cinco dez, curvy, liso, e profissional. Casou. Gates, Julietta."
      "Ela  passada sem tocar por aqui alguns tempos. Adapte escritor. Vistos os dois deles saem junto. Hora do almoo, fim de dia de negcios. Espere um minuto."
      Ele girou para seu computador, telefonado seu tronco. "ltimo, hmm, ltimos oito meses por meu tronco, Gates verificou em para Unger dez vezes. Seis meses antes disto, seis bate para Unger. Um uma vez que um negcio de ms. Volte mais quatro, voc s consegue duas visitas."
      "Dezoito meses." Ela considerou as datas dos outros assassinatos. "Obrigado."
      "Feliz para ajudar. Aqui." Ele destrancou uma gaveta e tirou dois alfinetes de lapela. "Ponha estes e voc passar sem tocar pelo resto de segurana, nenhuma luta. Voc quer o banco de elevador do leste, dcimo quinto andar."
      "Aprecie isto."
      "Nenhum problema. Falte o trabalho s vezes. A pressa, sabe?"
      "Sim, eu sei."
      Quinze era um cho de trabalho com uma colmia de escritrios e um amontoar de cubos para os zanges. Unger no manteve eles esperando.
      "Voc  lembrete. Eu aprecio isto." Ela andou ao redor sua escrivaninha para oferecer uma mo. "Empilhado de meu dia."
      "Ns tentaremos deixar voc voltar para isto."
      Ela fechou a porta, que disse Eve que ela era discreta. Era um escritrio de canto, que disse Eve que ela era bem sucedida, e ele era stylishly decorado com beachy imprime em lugar de cartazes de moda.
      Ela gesticulou para duas cadeiras, e tomaram sua prpria atrs da escrivaninha.
      "Eu tenho que dizer que eu estou um pouco confuso porque a polcia quereria conversar comigo."
      Ela era boa, Pensou Eve. Mas no bastante boa o suficiente. Julietta conversou com ela, e ela soube exatamente por que eles estavam l.
      "Se empilhado de seu dia, Sra. Unger, por que ns devamos desperdiar tempo fazendo a rotina? Julietta Gates teria dito a voc que ns falamos com ela, e seu marido. Voc parece com uma mulher brilhante, ento voc compreendeu que ns sabemos sobre sua relao com Julietta."
      "Eu gosto de manter minha vida pessoal pessoal." Unger rodou em sua cadeira, seu idioma de corpo relaxado, sua voz esfria e tranqila. "E eu no vejo o que minha relao com Julietta tem que fazer com sua investigao."
      "Voc no tem que ver. Voc s tem que responder perguntas."
      Perfeitamente rosa de sobrancelhas curvada do Unger em sua fronte alta. "Bem, isto est movendo diretamente para o soco."
      "Eu tenho um bonito dia empilhado eu mesmo. Voc tem uma relao sexual com Julietta Gates."
      "Ns temos uma relao ntima, que  diferente que um sexual."
      "Ento voc s se senta em cima em seu quarto de hotel no Silby durante suas fraturas de almoo e conversa?"
      Os lbios do Unger apertaram junto como insulto movido atravs de seu rosto. Ento ela silvou fora uma respirao. "Eu no gosto de ser espionada."
      "Eu imagino Thomas Breen no fazer muito gosta de ser enganado. Todos ns temos que viver com que ."
      Ela tomou uma respirao longa. "Voc tem um ponto. Julietta e eu temos uma relao ntima que inclui sexo, e um que ela prefere que seu marido permanecer desavisado."
      "Quanto tempo voc teve esta relao ntima?"
      "Ns soubemos um ao outro, profissionalmente, para mais ou menos quatro anos. Nossa relao comeou a mudar mais ou menos dois anos atrs, entretanto ns no ficamos ntimo imediatamente."
      "Isso teria sido mais como um ano e um metade atrs," Eve sugerida, e Unger deixa sua mandbula.
      "Voc  muito completo. Ns temos um grande negociar com comum, e ns somos atrados para um ao outro. Julietta era, e , inquieto em seu casamento. Isto foi seus primeiros afazeres, e ele permanece o nico tempo que eu entrei em tal relao com uma mulher casada, ou homem no que diz respeito a esse assunto. Eu no gosto de enganar."
      "Deve ser duro fazendo algo que voc no gosta de uns anos do par."
      "No est sem suas dificuldades, ou sua excitao. Eu no negarei isto. Inicialmente, ns acabamos de esquecer ns mesmos. Mas em lugar da coisa de um tempo ns dois assumidos seramos, nosso afundados. Eu aprecio sexo." Ela encolheu os ombros. "Em geral, eu acho mulheres mais interessante na cama que homens. Mas com Julietta eu achei mais. Uma espcie de companheiro."
      "Voc  apaixonado por ela."
      "Eu sou. Eu sou apaixonado por ela, e  difcil como ns no podemos ser abertamente juntos."
      "Ela no deixar seu marido."
      "No, ela iria. Mas ela sabe que eu no serei com ela se ela fizer."
      "Agora voc me perdeu."
      "Ela tem uma criana. Uma criana merece ter ambos seus pais quando isto  possvel. Eu no serei uma festa a remover aquela criana, aquele inocente, da segurana ele tem agora. No  a culpa do menino que sua me me ama em vez de seu pai. Ns somos adultos, e responsveis."
      "E ela no concorda com seu insiste nisto."
      "Se Julietta tem uma falha,  que ela no  to boa uma me quanto ela podia ser. No to dedicado ou envolvido quanto eu penso que ela devia ser. Eu gostaria de ter crianas um dia, e eu espero meu companheiro para querer e gostar da criana  medida que eu irei. De tudo que eu sei, Thomas Breen  um pai excelente, mas ele no pode ser a me do menino. S ela pode."
      "Mas ele no  to quente como um marido."
      "Como ele no  meu que no seria preciso ou feira para mim julgar. Mas ela no o ama, ou o respeite. Ela o acha tedioso e muito facilmente levado."
      "Voc era com ela na noite de segundo de setembro."
      "Sim, em meu apartamento. Ela disse seu marido que ela teve uma final de reunio."
      "E voc pensa que ele est comprando isto?"
      "Ela  cuidadosa. Ele no a confrontou. Ela teria dito a mim. Para ser franco, Tenente, eu penso que ela deseja que ele iria."
      "E o domingo seguinte de manh, quando ela tirou o menino. Voc era com eles?"
      "Eu encontrei eles no parque." Ela verbaliza guerreado. "Eu aprecio o menino."
      "Ento voc gastou tempo com ele, o trs de seu junto."
      "Uma vez que uma semana ou ento. Eu quero que ele me conhea, ento ele  confortvel. Quando ele  mais velho, talvez ns acharemos um caminho para misturar nossas relaes."
      "Julietta j disse a voc que seu marido  violento?"
      "No. Acredite em-me, se existia violncia na casa, eu persuadiria que ela tomasse o menino e partir. Seu trabalho  estranho, perturbando, mas ele parece deixar como est. Voc o suspeita de matana que mulher em Bairro chins. Tenente, se eu acreditasse o em capaz de tal coisa, eu conseguiria minha amante e seu filho longe dele. Qualquer que ele levou."

      "Voc conhece a dificuldade com as pessoas tendo negcios extraconjugais, Peabody?"
      "Explicando por que voc nunca veste tudo aquela roupa ntima sensual que voc comprou em casa?"
      "Existe isto. Mas ele  a iluso. Eles realmente acreditam em que eles estejam caindo fora com isto. Alguns fazem, para os pequenos arrastem, mas existem sempre diz. Muitas finais das noites no escritrio, transmisses de vnculo secreto, o amigo de um amigo que acontece ver voc almoando com algum no seu cnjuge em algum fora do caminho restaurante. E alm de tudo aquilo, se aquele cnjuge no est em um coma, existe uma sensaoum olhar, um cheiro, uma mudana em toque. Serena Unger no  nenhum bobo, mas realmente acredita que Breen no tem uma pista."
      "E voc no faz."
      "Ele sabe. Sua esposa tem estado tocando lega pela correia- com outra mulher por um ano e uma metade, ele sabe."
      "Mas se ele como pode ele ignorar isto, s v ao redor fingindo dia bom de tudo aps dia? Teria que corroer em voc, faz voc louco . . . Que  exatamente o que voc est chegando em. Se Roarke estivesse divertindo-se com algum, o que voc faria?"
      "Eles nunca achariam os corpos." Ela bateu seus dedos na roda como ela se sentou em trfico. "As mulheres esto arruinando sua feliz casa, ameaando sua famlia. Pior, deixa ele sentindo dickless. Voc gasta o dia todo escrita sobre assassinato. Voc  fascinado com isto. Por que no d isto um tentar? Mostre a aquelas cadelas que  chefe. Eu penso que  hora de trazer o para dentro e o aperta. Mas primeiros ns verificaremos um pouco de suas sadas de gesso. Talvez ns podemos adicionar peso."
      Peabody retirou-se seu PPC, fez uma procura pelo endereo mais ntimo. "Material de Arte de aldeia, 14 Oeste Broadway. Tenente, eu sei que voc esteja parecendo afiado em Breen e Renquist, mas eu tenho apenas da direo oposta, que eu sinceramente esperana no urina voc fora de forma que voc lembra de mim esmurrar no estmago. Eu vi que voc esmurra, e ele  precisa machucar."
      "Se eu ficasse urinado fora em todo mundo que discorda comigo . . . Oh, est certo, eu fao. Mas neste caso eu farei uma exceo."
      "Grande obrigado por isto."
      "Por que voc discorda?"
      "Certo." Peabody fugiu ao redor em sua cadeira para enfrentar perfil da Eve. "Eu penso que Fortney ajusta o perfil mais. Ele no tem nenhum respeito para mulheres. Ele bate eles e bate neles porque  um caminho para mostrar o que um grande tiro ele . Ele  enganchado em cima com uma mulher forte porque ela cuidar o de, e quanto mais ela cuida o de, quanto mais ele se ressente disto, e quanto mais ele engana nela. Ele pegou dois exes que o esfolou financeiramente porque ele no podia manter isto em suas calas, e sem Pepper, ele provavelmente no poderia conseguir uma reunio em seu campo escolhido. Ele  entrevista ficada na cama at tarde para proteger ele mesmo. Seus libis tm mais buracos que uma libra de suo, e ele  teatral."
      "Aqueles so todos os bons pontos, e uma lgrima orgulhosa ameaa meu olho."
      "Realmente?"
      "Sobre a lgrima? No. Porm, todos aqueles pontos voc faz  por que ele est ainda na lista."
      "Mas quando voc se debruar em direo a um sujeito gosta de Breen, eu s no vejo isto. Um homem que doce com sua criana. E se ele souber sobre os afazeres, ele mais provvel ele  no estar segurando isto junto porque ele ama sua esposa e filho, e s quer que ele v embora? Desde que ele no reconhece isto, no  real. Eu posso ver como algum lidaria com isto aquele modo. Ele podia convencer que ele mesmo que no conta porque ela no  com outro homem. Ela est indo por uma fase, experimentando, qualquer."
      "Voc podia ser certo."
      "Eu podia Incentivou, Peabody avanou. "E Renquist. Ele  s muito afetado ou algo. O caf-da-manh e almoo do domingo inteiro-s-dez rotina. Ento existe sua esposa. Eu posso ver ela olhando o outro modo se ele gostar experimentar sua roupa ntima ocasionalmente no isolamento de sua prpria casa, mas eu no posso ver ela vivendo com um psicopata. Ela  muito afetado. E ela teria que conhecer. Voc podia dizer a ela tem seu dedo na pulsao daquela casa, ento ela teria que saber algo."
      "Eu penso que voc  direito sobre isto. Nada consegue por ela. Mas eu penso que ela podia viver com uma multa de psicopata justo. Desde que ele no goteja qualquer sangue em seus chos. Eu encontrei a mulher que o levantou, Peabody. Ele casou-se com o tipo bsico mesmo, s mais upscale e elegante. Mas voc pensa Fortney, eu direi a voc o que. Se ns no fechssemos isto por depois de amanh, voc o leva."
      "Leve ele onde?"
      "Trabalhe ele, Peabody. Faa ele seu enfoque e veja o que surge."
      "Voc pensa que ns vamos fechar isto."
      "Logo. Mas voc pode conseguir seu atirado."

      Eles verificaram trs sadas na frente de Eve decidir estava na hora de ir pelo hospital para verificar em Marlene Cox. Ela reconheceu o guarda que ela tem stationed fora da porta, e disse que ele tomasse uma fratura de dez minutos enquanto Peabody permaneceu como alvio.
      Do lado de dentro, ela achou Sra. Cox lendo em voz alta de um livro ao lado da cama enquanto mquinas mantiveram sua filha amarrada para o mundo.
      Sela olhou em cima, ento marcado seu lugar antes de economizar o livro. "Eles conhecem pessoas em comas freqentemente podem ouvir sons, vozes, e respondam para eles. Pode ser como sendo atrs de uma cortina voc no pode bastante aberto."
      "Sim, Madame."
      "Um de ns toma viradas lendo para ela." Sra. Cox alcanou acima de, exagerada com a folha que Marlene coberta. "Ontem  noite ns pomos em um disco. Jane Eyre.  um de favoritos do Marley. Voc leu isto?"
      "No."
      " uma histria maravilhosa. Amor, sobrevivncia, triunfo, e redeno. Eu trouxe o livro hoje. Eu penso que audio que mim leio estaria confortando para ela."
      "Eu estou certo que voc  certo."
      "Voc pensa que ela j ido.  disso que eles pensam aqui, entretanto eles so muito tipo, e eles esto trabalhando muito duros. Eles pensam que ela foi. Mas eu sei que ela no seja."
      "No  para mim dizer, Sra. Cox."
      "Faa que voc acredita em milagres . . . que eu sinto muito, eu esqueci seu nome."
      "Eu sou Dallas. Tenente Dallas."
      "Voc acredita em milagres, Tenente Dallas?"
      "Eu nunca pensei muito sobre isto."
      "Eu acredito neles."
      Eve cruzada para a cama e olhada abaixo. O rosto da Marlene era incolor. Seu trax moveu suavemente de cima abaixo para o ritmo da mquina que respirada para ela em constante, whooshing notas. Ela viu morte por toda parte ela.
      "Sra. Cox, ele teria a estuprado. Ele teria sido brutal. Ele teria feito seu melhor para manter seu consciente durante ele assim ela teria sentido a dor e o medo e o helplessness. Ele se teria divertido nisto, e ele teria tomado algum tempo para a torturar. Existiam . . . instrumentos no furgo que ele teria usado nela."
      "Voc quer que eu saiba aquele porque ela lutou, ela escapou isto. Ela o parou de fazer aquelas coisas terrveis para ela, e isto  uma espcie de milagre." Sua respirao estremeceu como ela lutou de volta um soluo. "Bem, onde pode haver um, pode haver outro. Assim que ela pode abrir a cortina que ela dir a voc quem que era. Eles disseram a ns que ela provavelmente no viveria pela manh.  ltimo meio-dia agora. Voc pode dizer a mim, se voc acreditar em que ela fez, por que voc entrou hoje?" 
      A Eve comeou a falar, ento agitou sua cabea e olhado atrs em Marlene. "Eu iria dizer a voc que  rotineiro. Mas o fato , Sra. Cox, ela pertence a mim, tambm, agora. Isto seja o modo que  para mim."
      Quando seu Communicator sinalizou, ela se desculpou e sado no corredor.
      "Peabody," ela disse que o minuto que ela concluiu transmisso, "comigo."
      "Ns temos algo?"
      "Eu tive um homem assistindo lugar do Renquist. O bab acabou de tomar um txi para o Museu Metropolitano, sem a criana. Eu procuro por uma abertura para conversar com seu solo."

      Sophia estava fazendo um passeio lento por impressionismo francs. A Eve falou brevemente para a sombra, despedida ela, ento vagada na direo do au par.
      "Sophia DiCarlo." A Eve levantou seu distintivo e assistiu a mulher sacudir e ir plido.
      "Eu no fiz nada."
      "Ento voc no devia parecer to culpado. Vamos sentar."
      "Eu no quebrei a lei."
      "Ento no comece agora recusando falar com um oficial de polcia." Era dificilmente uma ofensa criminosa, mas ela podia ver Sophia no soube isto.
      "Sra. Renquist disse que eu era no falar com voc. Como voc me achou aqui? Eu podia perder meu trabalho.  um bom trabalho. Eu fao um bom trabalho com Rosa."
      "Eu estou certo que voc faz, e Sra. Renquist no tem que saber que voc falou comigo."
      Para assegurar alguma cooperao, Eve tomou seu brao e a desenhou para um banco no centro do quarto. "Por que voc pensa que Sra. Renquist no quer que voc converse comigo?"
      "Pessoas fofocam. Se a famlia e o pessoal so questionados pela polcia, pessoas fofocaro. Seu marido  um homem muito importante, muito importante. As pessoas gostam de fofocar sobre homens importantes."
      Ela torceu suas mos  medida que ela falou. No era freqentemente Eve viu algum realmente torce suas mos. Nervos, e algo para medo mais ntimos, vislumbrada em torno da mulher gosta de advertir luzes.
      "Sophia, eu conferi com INS. Voc  legal. Por que voc tem medo de conversar com a polcia?"
      "Eu disse a voc. Sr. e Sra. Renquist me trouxeram para a Amrica, eles deram a mim um trabalho. Se eles estiverem descontentes, eles podiam mandar embora-me. Eu amo Rosa. Eu no quero perder minha pequena menina."
      "Quanto tempo voc trabalhou para eles?"
      "Cinco anos. A rosa era s um de um ano de idade. Ela  uma menina to boa."
      "Que tal seus pais? Eles so trabalho fcil ?"
      "Eles . . . eles so muito feira. Eu tenho um quarto bonito e um bom salrio. Eu tenho um dia cheio e uma tarde fora de toda semana. Eu gosto de vir aqui, para o museu. Eu estou melhorando eu mesmo."
      "Eles se do bem? O Renquists?"
      "Eu no entendo."
      "Eles discutem?"
      "No."
      "No sempre."
      Sophia foi de parecer apavorada para desesperada. "Eles so muito adequados, a toda hora."
      "Isto  duro de tragar, Sophia. Voc viveu em sua casa por cinco anos e nunca testemunhou uma impropriedade, nunca escutou um argumento."
      "No  meu lugar"
      "Eu estou fazendo isto seu lugar." Cinco anos, Pensou Eve. Na taxa de salrio de ida, a mulher teria uma almofada financeira razovel. A possibilidade vaga de perder seu trabalho poderia a chatear, mas no a assuste. "Por que voc  assustado deles?"
      "Eu no sei o que voc quer dizer."
      "Sim, voc faz." Estava em seus olhos agora, muito facilmente reconhecveis. "Ele vem para seu quarto de noite, quando a adormecida da menina? Quando sua esposa desce o corredor?"
      Despedaa welled, derramado acima de. "No. No! Eu no conversarei deste modo. Eu perderei meu trabalho"
      "Olhe para mim." A Eve agarrou mos ocupadas da Sophia, apertou. "Eu acabei de deixar o hospital onde uma mulher est perdendo sua vida. Voc conversar comigo, e voc dir a mim a verdade."
      "Voc no me acreditar em. Ele  um homem muito importante. Voc dir que eu sou um mentiroso, e eu serei mandado embora."
      " disso que ele disse a voc. Ningum acreditar em voc. 'Eu posso fazer qualquer que eu quero porque ningum acreditaria nisto.' Ele est errado. Olhe para mim, olhe para meu rosto. Eu acreditarei em voc."
      As lgrimas tiveram que obscurecer sua vista, mas ela deve ter visto algo, vista suficiente para ter as palavras virem para inundao. "Ele diz que eu devo, porque sua esposa no quer. No desde que ela aprendeu que ela levou uma criana. Eles tm quartos separados.  que . . . ele diz que est o modo civilizado de casamento, e que  meu lugar para deixar ele . . . me tocar."
      "No est o modo civilizado de qualquer coisa."
      "Ele  um homem importante, e eu sou s um empregado." Entretanto ela continuou a chorar, sua voz segurou uma finalidade fria. "Se eu falar disto, ele mandar embora-me, longe de Rosa, em vergonha. Envergonhe minha famlia, arrune eles. Ento ele vem para meu quarto, e ele fecha a porta, e ele desliga as luzes. Eu fao o que ele diz que eu faa, e ele me deixa novamente."
      "Ele machuca voc?"
      "s vezes." Ela olhou abaixo em suas mos, e as lgrimas que gotejados neles. "Se ele no for capaz . . . no capaz de, ele fica bravo. Ela sabe." Sophia ergueu seus olhos encharcados. "Sra. Renquist. No existe nada que acontece na casa que ela no sabe. Mas ela no faz nada, no diz nada. E eu sei, em meu corao, ela me machucar mais que ele podia se ela descobrir que eu falei disto."
      "Eu quero que voc pense de volta, para a noite, a manh cedo de segundo de setembro. Ele estava em casa?"
      "Eu no sei. Eu juro para voc," ela apressou em na frente de Eve poder falar. "Meu quarto est atrs da casa, e minha porta  fechada. Eu no ouo se algum entrar ou sair. Eu tenho um intercomunicador para quarto da Rosa. Est sempre em diante, exceto . . . exceto quando ele desligar isto. Eu nunca deixo meu quarto de noite, a menos que Rosa me precise."
      "O domingo seguinte de manh."
      "A famlia teve caf-da-manh e almoo, como eles sempre fazem. Dez e trinta. Exatamente dez e trinta. Nenhum minuto mais cedo, nenhum minuto mais tarde."
      "Mais cedo que isto. Diga oito horas. Ele estava na casa ento?"
      "Eu no sei." Ela mordeu seu lbio de parte inferior como ela tentou lembrar. "Eu no penso. Eu estava em quarto da Rosa, ajudando ela escolhe seu vestido pelo dia. Ela deve vestir um vestido adequado no domingo. Eu vi, da janela, Sr. Renquist dirige para a casa. Era talvez nove e trinta. Ele s vezes joga golfe ou tnis no domingo manhs.  parte de seu trabalho, socializar."
      "O que ele estava vestindo?"
      "Eu . . . eu sinto muito. Eu no lembro. Uma camisa de golfe, eu penso. Eu penso. No um terno, mas algo casual pelo vero. Eles vestem cuidadosamente, eles dois. Apropriadamente."
      "E ontem  noite? Ele estava em casa na noite toda?"
      "Eu no sei. Ele no veio para meu quarto."
      "Esta manh. Como ele se comportou esta manh?"
      "Eu no o vi. Eu era instrudo para dar Rosa seu caf da manh no berrio. Ns fazemos isto se Sr. ou Sra. Renquist est muito ocupado, ou indisposto, ou se eles tiverem compromissos."
      "Qual era isto?"
      "Eu no sei. Eu no era informado."
      "Existe algum lugar na casa onde ele vai que voc e a criana no tm permisso para?"
      "Seu escritrio. Ele  um homem muito importante, fazendo trabalho muito importante. Seu escritrio  bloqueado, e ningum  para o perturbar l."
      "Certo. Eu posso precisar conversar com voc novamente. Enquanto isso, eu posso ajudar voc. Que Renquist est fazendo para voc est errado, e ele  um crime. Eu posso fazer isto parada."
      "Por favor. Por favor. Se voc fizer qualquer coisa, eu terei que partir. Necessidades de rosas me. Sra. Renquist no ama Rosa, no o modo que eu fao, e eleele apenas nota a criana. O outro, o que ele faz, no  importante. No  muito muito freqentemente, nem todo mais longo. Eu penso que ele perde interesse."
      "Se voc mudar de idia, voc pode contactar-me. Eu ajudarei voc."
      
Captulo 19
      Um telefonema para escritrio netted do Renquist suas as informaes que ele gritou, e seria indisponvel pelos prximos dois dias. Ela foi pela formalidade de marcar uma hora em seu retorno, ento dirigiu para sua casa.
      A empregada deu suas as mesmas informaes.
      "Voc v ele partir? Voc pessoalmente?"
      "Desculpe-me?"
      "Voc assiste ele sair para a porta com sua mala?"
      "Eu falho em ver a relevncia de tal pergunta, mas como acontece, eu levei bagagem do Sr. Renquist para o carro eu mesmo."
      "Onde ele iria?"
      "Eu no tenho conhecimento para aquelas informaes, e no estariam livres para divulgar isto se eu fosse. Os trabalhos do Sr. Renquist freqentemente exigem viagem."
      "Eu aposto. Eu gostaria de ver Sra. Renquist."
      "Sra. Renquist no est em casa. Nem  que ela esperou ser at hoje  noite."
      A Eve pareceu passado ela, na casa. Ela teria dado pagamento de ms para uma procura autoriza.
      "Deixe-me perguntar a voc algo, Jeeves."
      Ela estremeceu. "Stevens."
      "Stevens. Quando o chefe conseguiu este telefonema para trabalho?"
      "Eu acredito em que ele fez os acordos muito cedo esta manh."
      "Como ele descobriria que ele estava batendo a trilha?"
      "Com licena?"
      "Por Uma transmisso entra, um telefonema, um mensageiro privado zumbe, o que?"
      "Eu tenho medo que eu no saiba."
      "Um pouco de empregada voc . Como seus olhos olhariam esta manh?"
      Stevens pareceu perplexo, ento simplesmente aborrecido. "Tenente, Olhos do Sr. Renquist no so minha preocupao nem seu. Bom dia."
      Ela pensou sobre inicializar a porta abrir quando comeou a fechar em seu rosto, mas decidiu era um desperdcio de energia.
      "Peabody, comece as tropas de EDD fazendo uma procura para descobrir onde o Renquist foi, e como ele est chegando l."
      "Eu acho que ele seja aquele."
      "Por que?"
      Era virada do Peabody parecer perplexo e ela se apressou depois de Eve para o veculo. "Ele est molestando o bab. Ele e sua esposa estavam sobre ele estando em casa na manh toda no domingo. Ele pegou um soldado, quarto bloqueado em sua casa, e esta manh, ele est convenientemente gritado."
      "Ento voc riscar Fortney, s assim. Peabody, voc  uma mulher relaxada investigativa."
      "Mas isso tudo monta."
      "Voc pode ajustar isto deste modo, tambm. Ele est molestando o bab porque ele  um real caga e um pervertido. Sua esposa no est apagando, e ele pegou um jovem, bonita menina na casa que tem medo de dizer no. Eles mentiram porque eles so ambos reais caga que no querem ser discutido pela polcia, e dizendo que ele estava em casa ser mais conveniente. Ele pegou um escritrio de casa bloqueado porque ele pegou pessoal que poderia cutucar em material sensvel, e uma criana ele no quer o aborrecendo quando ele estiver trabalhando. Ele  gritado esta manh porque sua linha do trabalho exige que ele levanta e vai quando o telefonema vier."
      "Bem, inferno."
      "Se voc no achar que isto de ambos terminar, voc no consegue as respostas de direito. Agora vamos ver como Breen levanta em entrevista formal."

      Ele estava esperando, examinando o vidro de uma s mo quando Eve andou em Quarto de Entrevista que B. Ele girou, e enviou seus um de seus sorrisos juvenis.
      "Eu sei que eu devia ser urinado, e gritando advogado, mas isto est s gelado."
      "Feliz para entreter voc."
      "Eu tive que deixar Jed com um vizinho entretanto. Eu no confio o andride quando eu no estiver na casa. Ento eu espero que este no vai tomar muito tempo."
      "Ento se sente, e vamos iniciar."
      "Certo."
      Ela se empenhou o registrador, recitou os dados de caso, e o Miranda Revisado. "Voc entende seu direitos e obrigaes, Sr. Breen?"
      "Oh sim. Olhe, eu ouvi os relatrios de mdia no ataque cedo esta manh. O sujeito puxou um Bundy. O que faz que voc pensa"
      "Por que voc no deixa-me fazer as perguntas, Tom?"
      "Desculpe. Hbito." Ele relampejou um sorriso.
      "Onde voc estava esta manh s dois A. M.?"
      "Em casa, adormecida. Eu parei de trabalhar trabalho por volta de meia-noite. Por duas, eu estava serrando eles."
      "Sua esposa estava em casa?"
      "Certo. Serrando eles fora de direito ao lado de mim, mas em uma maneira delicada, refinada."
      "Voc pensa que voc consegue pontos para observaes engenhosas aqui, Tom?"
      "No pode machucar."
      Declarao nada, Eve trocou ela olhar para Peabody.
      "Bem, sim," Peabody respondeu. "Se voc a urinar fora de, pode machucar. Confie-me."
      "Voc vai fazer o bom cop/bad policial gambito?" Ele balanou de volta em sua cadeira, equilibrando ele casualmente em suas pernas de trs. "Eu estudei todas as tcnicas de interrogao bsica. Eu nunca posso compreender por que um trabalhos. Eu quero dizer, vamos,  o mais velho nos livros."
      "No, o mais velho nos livros  onde eu tomo voc em um quarto privado e durante nossa pequena conversa voc tropea e de alguma maneira consegue quebrar seu rosto."
      Ele continuou a balanar enquanto ele estudou Eve. "Eu no acho. Voc tem uma atitude com certeza, e algumas propenses violentas inatas, mas voc no bate em suspeitos. Integridade demais. Voc  um bom policial."
      Ele falou earnestly agora, obviamente alto sozinho intelecto e intuio. "O tipo que entrincheira-se e no deixa vai porque voc acredita. Mais que qualquer outra coisa que voc acredita no esprito da lei, talvez no a carta, mas o esprito. Talvez voc toma atalhos de vez em quando, material que no acha seu modo em seus relatrios oficiais, mas voc  cuidadoso sobre as linhasaquelas voc cruz, aqueles que voc no faz. E confisses de batida fora de suspeitos no  um de seus atalhos."
      Agora ele olhou para Peabody. "Pregada ela, no ?"
      "Sr. Breen, voc no podia pregar o tenente se voc fizesse o trabalho de tentativa da sua vida. Ela  alm de seu mbito."
      "Oh, vamos." Ele deu uma irritada pequena toro de seus lbios. "Voc s no quer admitir eu sou como bom neste tipo de jogo como voc . Escute, quando voc estudar o assassinato, voc s no estuda assassinos, voc estuda polis."
      "E vtimas?" A Eve pe em.
      "Certo, e vtimas."
      "Tudo que estudando, pesquisa, analisando, escrevendo . . . que afiaria seu observational habilidades, no iria isto?"
      "Escritores nascem observadores.  o que ns fazemos."
      "Ento quando voc estiver escrevendo sobre crime, voc est escrevendo sobre que cometeu isto, quem ele aconteceu, que investigou isto, e assim por diante. Em essncia, voc est escrevendo sobre as pessoas. Voc conhece pessoas."
      "Est certo."
      "Um sujeito observante como voc, voc levantaria em nuances, em hbitos, em que pessoas pensam, como eles se comportam, o que eles fazem."
      "Direito novamente."
      "Ento, sendo to observante, to afinada com natureza e comportamento humanos, voc no teria faltado o fato que sua esposa est fora ter sexo de pintinho enquanto voc est em casa tocando horsey com sua criana."
      Isso enxugou o olhar satisfeito consigo mesmo fora de seu rosto como se ela batesse boto de um apagar. O que substituiu era o choque que girou a pele brilhante branca antes do calor de humilhao e ira floresceram.
      "Voc no tem nenhum direito para dizer algo assim."
      "Vamos, Tom, seus poderes surpreendentes de observao no falharam voc dentro de seu prprio pequeno castelo onde um homem  rei. Voc sabe o que ela tem sido. Ou talvez eu devia dizer abaixo em."
      "Feche."
      " precisa ser um pisser, no faa isto?" Agitando sua cabea, Eve levantou-se, passeada em torno da mesa para se debruar acima de seu ombro, falar diretamente em sua orelha. "Ela at no tem a cortesia para fuck outro sujeito enquanto voc est em casa tocar mame. O que isso diz sobre voc, Tom? O sexo era to chato que ela decidiu ver o que era como no outro termina do charco? No diz muito para seu equipamento, faz isto?"
      "Eu disse que fecho! Eu no tenho que escutar este tipo de defecar."
      Punhos balled, ele empurrou em cima da cadeira. A Eve o empurrou abaixo novamente. "Sim, voc faz. Sua esposa no estava em uma reunio a noite que Jacie Wooton era sacrificado. Ela era com seu amante, sua amante. Voc sabe isto, no , Tom? Voc sabe que ela tenha sido escapar sorrateiramente, enganando em voc por quase dois anos. Como voc sente sobre isto, Tom? Como ele sente conhecer ela quer outra mulher, amores outra mulher, d a se para outra mulher enquanto voc est levantando o filho que voc fez junto, mantendo a casa junta, sendo mais de uma esposa que ela j era?"
      "Cadela." Ele coberto seu rosto com suas mos. "Cadela de Goddamn."
      "Eu preciso ter alguma condolncia para voc, Tom. Aqui voc , fazendo isso tudo. A casa, a criana, a carreira. Uma carreira importante, tambm. Voc  algum. Mas voc vai a rota de pai profissional, e isto  admirvel. Enquanto ela gasta seu dia em um grande escritrio, tendo reunies sobre roupas, para causa do Cristo."
      A Eve deu um suspiro robusto, lentamente agitou sua cabea. "Sobre que pessoas vo vestir. E isto  mais importante ela que sua famlia. Ela ignora voc e a criana. Sua me fez o mesmo. Mas Jule, ela toma isto outro passo. Deitando, enganando, whoring se com outra mulher em vez de levantar-se e sendo uma esposa, sendo uma me."
      "Feche. Voc s no pode fechar?"
      "Voc quer a castigar isto, Tom, quem podia culpar voc? Voc quer ter um pouco de seu tirar a desforra, quem o inferno no iria Come em voc. Dia aps dia, noite aps a noite. Faa voc um pouco louco. Mulheres, eles s no so condenar bom, no ?"
      Ela se sentou na extremidade da mesa, feche, empurrando em seu espao, sabendo que ele podia sentir ela empurrando, at como ela sentiu ele vibrando.
      "Ela me olha direito nos olhos e mentiras. Eu a amo. Eu a odeio isto, odeie ela porque eu ainda a amo. Ela no pensa sobre ns. Ela pe aquela mulher  frente de ns, e eu a odeio para isto."
      "Voc soube que ela no estava em uma reunio. Voc fez guisado sobre aquele enquanto ela se foi? E ela voltou para casa, e subiu para a cama. Cansada, muito cansada para estar com voc porque ela tem sido com outra mulher. Voc esperou at que ela era de cima, adaptou-se, antes de voc deixar a casa? Voc tirou suas ferramentas para Bairro chins, imagine voc mesmo como Jack o Estripador? Poderoso e apavorando e alm da lei? Voc viu rosto da sua esposa quando voc corta garganta do Jacie Wooton?"
      "Eu no deixei a casa."
      "Ela no saberia se voc sasse. Ela no paga a qualquer ateno para voc. Ela no se importa suficiente."
      Ela viu ele vacilar quando ela disse isto, assistida sua corcunda de ombros como se tonificantes para martelarem sopros. "Quantas vezes voc afundou para Bairro chins antes de voc fazer Jacie naquela ruela, Tom? Um sujeito como voc faz sua pesquisa. Quantos tropea levou ali para mbito fora as prostitutas e jogou fora?"
      "Eu no vou para Bairro chins."
      "Nunca estado para Bairro chins? Um nativo New Yorker?"
      "Eu tenho estado l. Claro, eu tenho estado l." Ele estava comeando a suar agora, e o cockiness tinha sido substitudo por nervos trmulos. "Eu quero dizer que eu no vou l para . . . eu no usar LCs."
      "Tom, Tom." A Eve cacarejou sua lngua e se sentou em frente a ele novamente. Existia um sorriso agradvel em seu rosto e um olhar de incredulidade divertida em seus olhos. "Um homem jovem, saudvel como voc? Voc vai dizer a mim que voc nunca pagou por um trabalho de sopro rpido? Sua esposa no foi inclinada dar a voc muito de um salto para que, perto de dois anos? E voc no fez uso de um perfeitamente servio legal? Se isto  verdade que voc deve ser bonito . . . forjado. Ou talvez voc s no pode pegar isto em cima mais, e  por isso que sua esposa verificou a competio."
      "No existe nada errado comigo." Sua cor surgiu novamente. "Jule s . . . eu no sei, ela s tem que conseguir este fora de seu sistema. E, certo, ento eu contratei um LC alguns tempos desde coisas conseguiram messed em casa. Jesus, eu no sou um castrado."
      "Ela est fazendo voc um. Ela  insultada, depreciou, traiu voc. Talvez voc estava s saindo para levantar um pouco de estranho. Intitulado do sujeito quando sua esposa o fechar fora. Talvez coisas sadas da mo. Tudo aquela raiva e frustrao s construdas. Pensando sobre como ela mentiu para voc, como ela estava em sua cama fresca de outra mulher. Deitando, enganando, fazendo voc nada."
      Ela deixa aquela palavra nica vibrar no quarto, deixa isto bofeto nele. "Voc precisou de alguma ateno, goddamn isto. Voc tem um total de cabea de homens quem souberam como conseguir ateno. Conheceu como fazer uma mulher levantar-se e tomar anncio. Tido que parecer bom para rasgar em Jacie, no smbolo sua, cortar o que fez sua uma mulher. Para fazer ela pagar, faa eles todos pagarem por ignorar voc."
      "No." Ele molha seus lbios, e sua respirao estremecidas por eles. "No. Voc precisa estar doido. Doido. Eu no estou conversando com voc mais. Eu quero um advogado."
      "Voc vai me deixar batida voc, tambm, Tom? Voc vai desapontar alguma policial bater voc? Uma vez que voc chama o advogado, eu ganho o redondo. Comece advogado lamentoso, e eu carrego voc com suspeita de assassinato no primeiro, duas contas. Assalte com intento, uma conta. Eu chego a apertar suas bolas azuis, isto  se voc ainda conseguisse bolas para apertar."
      Sua respirao silvou dentro e fora, dentro e fora no silncio to seguido. E ele girou seu rosto de sua. "Eu no tenho qualquer outra coisa para dizer at que eu consultei com meu advogado."
      "Parea com  meu ponto ento. Esta entrevista  concluda para permitir o sujeito a organizar para representao legal em seu pedido. Registre fora de. Peabody, organize para o padro intimida psicologicamente exame para Sr. Breen, e o escolte para propriedade onde ele pode contactar seu legal rep."
      "Sim, senhor. Sr. Breen?"
      Ele conseguiu shakily para seus ps. "Voc pensa que voc me humilhou," ele disse para Eve. "Voc pensa que voc me quebrou. Mas voc  muito condena tarde. Julietta j cuidou disto."
      Ela esperou at que ele saiu, ento ela subjugou e olhou fixamente para sua prpria reflexo no espelho.

      Exausto, ela voltou para seu escritrio. Por uma vez ela no podia enfrentar o zumbido de caf e optado para a gua. Aguardando sua janela parcimoniosa, ela bebeu gosta de um camelo, e assistiu o ar e trfico de rua.
      As pessoas vieram, pessoas foram, ela observou. Eles no souberam que diabo continuaram aqui. No quis saber. S nos mantenha seguroque era a linha de parte inferior quando eles deram o polis dentro do edifcio um pensamento de transcurso. S faa seu trabalho e nos mantenha seguro. Ns no nos importamos como voc faz isto, desde que ele no derrama acima de em ns.
      "Tenente?"
      A Eve continuada a desviar a vista da janela. "Voc o conseguiu dobrado?"
      "Sim, senhor. Ele  contactado o advogado, e ele  clammed. Ele solicitou uma segunda transmisso, r criana-se importa. Eu, um, eu autorizei isto, com superviso. Ele contactou o vizinho e perguntou se ela pudesse manter Jed para vrias mais horas. Disse que ele foi preso com algo. Ele no fez nenhum pedido para contactar sua esposa."
      Eve simplesmente movimentada a cabea.
      "Voc era bonito spero nele l."
      "Isto  uma observao ou uma reclamao?"
      "Uma observao. Eu conheo que voc vai dizer que eu sou uma mulher relaxada investigativa, mas ele est comeando a parecer bom para mim. O modo que voc pulou conhecimento dos afazeres da esposa nele, ele nunca recuperou disto."
      "No, ele no fez."
      "E empurrando o LC angular. O modo que ele apalpou isto, negando qualquer associao, ento quebrar abaixo e admitindo ele para provar para voc que ele estava ainda sexualmente capaz."
      "Sim, isso era estpido dele."
      "Voc no soa muito juiced sobre isto."
      "Eu estou cansado. Eu estou s cansado."
      "Talvez voc quer tomar uma fratura antes de voc o embrulhar. O advogado  precisa chegar aqui, faa o consultar. Voc tem uma hora de qualquer maneira se voc quiser agarrar um beliche."
      A Eve comeou a falar, comeou a girar, e Trueheart entrou. "Com licena, Tenente, mas Pepper Franklin est aqui, quer ver voc. Eu no soube se voc quisesse eu a passar por."
      "Sim, v em frente."
      "Voc quer que eu se fique?" Peabody perguntou a ela quando Trueheart partiu. "Ou v pajear Breen?"
      "Fortney era seu escolhia antes de voc decidir ser inconstante. Deixe seja ambos oua o que ela tem que dizer."
      Ela caminhou para sua escrivaninha, se sentou, e rodado em direo  porta quando Pepper entrada. A atriz estava vestindo guarda-sis de prata enorme e tintura de lbio vermelho claro. Seu cabelo fascinador era puxado para trs em um rabo longo, macio e lustroso. O ensolarado amarelo skinsuit estava em oposio direta para a expresso assassina em seu rosto adorvel.
      "Consiga ns algum caf, Peabody. Sente-se, Pepper. O que eu posso fazer para voc?"
      "Voc pode prender que deitando, enganando filho de uma cadela Leo, e o solte no buraco mais fundo, mais escuro voc pode achar at a carne apodrea fora de seu fucking ossos."
      "Nenhuma necessidade para abafar suas emoes aqui, Pepper. Diga a ns como voc realmente sente."
      "Eu no sou dispostas a piadas." Ela chicoteou fora das sombras e revelou um impressionante mais tmido. Seria mais impressionante em algumas horas, Eve julgada, quando o sangue terminou de juntar em contuses.
      "Aposte que machuque."
      "Eu estou muito louco para sentir isto. Eu descobri que ele tenha sido boffing meu ator substituto. Meu goddamn ator substituto. E o diretor de cena assistente. E Cristo sabe que outro. Quando eu o confrontei, ele negou isto, s mantida mentira, dizendo a mim que eu estava imaginando coisas. Voc tem alguma vodca?"
      "No, desculpe."
      "Provavelmente da mesma maneira que bem. Eu acordei mais ou menos trs esta manh. Eu no sei por que, geralmente eu durmo como eu estou em um coma. Mas eu acordei, e ele no estava l. Eu era confuso, e preocupado, ento eu fiz uma casa esquadrinha. E maldito se no dissesse a mim que ele estava l, na cama. Bem, ele no estava l, na cama. Ele tem programado ele para dizer isso, eu suponho, se eu j ficasse suspeito e corri uma retomada, o sistema verificaria que ele nunca deixaria a casa. Bastardo!"
      "Eu acho que voc examinou o lugar para ter certeza que isto no era um glitch, e ele estava na cozinha invadindo o AutoChef."
      "Claro que eu fiz. Eu estava preocupado." A amargura vomitada fora gosta de cido. "Isso era meu s pensado ento. Eu examinei a casa, e eu esperei, e eu pensei sobre chamar a polcia. Ento ele aconteceu para mim ele poderia ter acabar de sair para um passeio, ou um passeio, ou Jesus, eu no sei. E o sistema de segurana era defeituoso. Eu seguro eu mesmo, e eu realmente cochilei na cadeira mais ou menos seis. Quando eu acordei umas horas do par mais tarde, existia uma mensagem no 'vnculo."
      Ela alcanou em uma bolsa o tamanho de Nebraska e retirou-se o disco. "Voc se importa? Eu gostaria de ouvir isto novamente."
      "Certo." A Eve tomou isto, deslizou isto em sua prprio 'vnculo, e solicitou mensagem tocar. Voz derramada do Leo fora.
      Bom dia, dorminhoco! No quis despertar voc. Voc pareceu to bonito aconchegado em cima na cama. Levantou cedo, decidido encabear diretamente para o clube de sade, e acabou ter um caf da manh encontrar. Voc nunca sabe que voc chocar-se com. Eu tenho um bonito horrio cheio, ento eu no voltarei at depois que voc partiu registrar que promoo localiza esta tarde. Voc ser grande! Provavelmente no ver voc at depois do show hoje  noite. Eu esperarei acordado, 'porque eu falto voc, beb emboneca.
      "Beb emboneca, meu alvo," Apimente articulado. "Ele enviou a transmisso muda, mais ou menos seis e quinze. Ele sabe que eu nunca esteja em cima antes de sete e trinta, nunca durmam passados oito. Ele nunca voltou para casa ontem  noite mas ele estava cobrindo ele mesmo. Eu fui para seu escritrio, mas ele chamou aquele bimbo que ele provavelmente estado fazendo e disse a ela que ele no estaria no dia todo. Ela ficava surpreendida por me ver como aparentemente ele disse a ela que eu estava tendo um pouco de tipo de crise sentimental e ele precisou ficar comigo. Eu o mostrarei a uma crise sentimental."
      Ela levantou-se, serra no existia quarto para compassar, ento solto abaixo novamente. "Eu adiei a promoo localizar, foi para casa, e foi por seu escritrio. Isto  como eu descobri que ele tenha estado enviando flores e saborosos pequenos presentes para seu fucking harm, e eu achei arrecadao para quartos de hotel, nomes e datas em seu calendrio pessoal. Ele apareceu mais ou menos trs, olhando todo surpreendido por me ver, todo encantado." Seu olho contundido relampejou fria. "Ele teve um cancellations, e isto no era sortudo? Por que ns no vamos de cima para a cama, e fique sortuda novamente."
      "Eu estou assumindo que voc disse a ele sua sorte correu fora."
      "Em ps. Eu o bato com no estar em casa na noite toda, e ele tentou fazer-me pensar que eu ter sonhado ou sonambulando. Quando eu o mostrei s cpias que eu fiz de sua arrecadao e livro de data pessoal, ele teve o nervo, o fucking nervo, agir machuca e insultado. Se eu no o confiasse, ns tivemos um problema srio."
      Ela pausou, ergueu uma mo para indicar ela precisou de um momento. "Eu no podia acreditar no que eu estava ouvindo terminando de sua boca. To lisa, ento praticou. Bem. Bem."
      "Eu no tenho qualquer lcool aqui," Eve disse no silncio. "Que tal um golpe de caf?"
      "Obrigado, mas s alguma gua, se voc no se importar."
      Enquanto Peabody moveu para cuidar disto, Pepper levantou suas sombras pelo receptor do telefone, girou eles. "Nenhum ponto em entrar em todos os detalhes feios, mas quando ele percebeu que eu no estava comprando, quando eu expliquei para ele que era feito, ele estava forafora da casa, o escritrio, a conta de despesa, e minha vidao cagar bate o f. E seu punho bate meu rosto."
      "Onde ele est agora?"
      "Eu no tenho nenhuma idia. Obrigado," ela disse quando Peabody a deu alguma gua. "Eu espero que voc o achar, Dallas, e o prenda. Eu teria pior que um olho preto se eu no tivesse uma segurana andride em auxiliador. Eu fiz aquele porque eu quis o andride para o escoltar de cima, espere enquanto ele parar de trabalhar o que pertenci a ele, e o escolte fora. Ao invs, quando eu gritei, entrou enquanto Leo estava vindo em direo a mim, pronto me bater novamente. O arrastou em cima e o levantou fora."
      Ela bebeu, goles lentos, at o vidro estava vazio.
      "Ele disse coisas malignas para mim," Pepper continuou. "Coisas cruas, malignas, horrveis. Era minha culpa que ele era seduzidoseu termoseduzido por outras mulheres porque eu estava muito controlando, at na cama. Como era ltimo tempo que ele me mostrou a que estava em carga ao redor aqui porque ele foi por ordens de tomada de algum mando cunt." Ela estremeceu. "Ele estava gritando aquele tipo de coisa em mim antes do andride entrar. Eu era apavorado. Eu no soube que eu podia ser apavorado, para falar a verdade no. Eu no soube que ele podia ser o modo que ele estava naqueles poucos minutos terrveis."
      "Consiga sua um pouco mais de gua, Peabody," Eve ordenou quando Pepper comeou a agitar.
      "Eu prefiro estar louco que assustado." Ela cavou na bolsa novamente, achou um de renda-afiado leno, e esfregada nela fluindo olhos. "Eu estou certo quando eu estiver s louco. Eu sei sobre a mulher que era atacada ontem  noite, e o relatrio especulou  conectado com dois assassinatosaqueles que voc perguntou a mim. E eu pensei, Oh Deus, oh Deus, eu pensei, Leo podia ter feito isto. O Leo eu vi hoje podia ter feito isto. Eu no sei o que fazer."
      "Voc vai arquivar uma reclamao, e ns vamos acusar de assaltamos. Ns o perseguir e trazer o para dentro. Ele no tocar em voc novamente."
      Este tempo ela s olhou fixamente na gua que Peabody deu a ela, e sua voz solta para um sussurro. "Eu tenho medo de estar s. Eu tenho vergonha que ele  me feito um covarde, mas"
      "Voc no  um covarde. Voc acabou de ter um pouco de sujeito que excede em valor voc por uma bom trinta meia seu punho em seu olho e ameaa fazer mais. Se voc no fosse mexer, voc seria estpido. Voc no  estpido porque voc entrou e voc est acusando."
      "E se ele matou aquelas mulheres? Eu dormi ao lado dele, eu fiz amor com ele. E se ele fez aquelas coisas horrveis, ento voltaram para casa para mim?"

      "Vamos tomar isto um passo de cada vez. Uma vez que ns fizemos a papelada, eu posso organizar para um oficial ficar em casa com voc se voc se sentiria mais seguro tendo um policial como tambm sua segurana andride."
      "Eu iria. Eu iria muito. Mas eu tenho o preciso, ou seu, vir para o teatro. Eu tenho uma apresentao s oito." Ela sorriu wanly. "O show deve continuar."

      Quando ela enviou Pepper e sua polcia escoltar fora para Broadway, a tenso e fadiga tiveram uma enxaqueca que roda atrs de olhos da Eve. Ela apagou um APB em Fortney, e o dragnet j estava espalhando.
      Ela se encontrou com advogado do Breen, deixe o pozinho de reclamaes preliminares fora dela. Mas quando ele exigiu seu cliente ter permisso para retornar para casa e tende a sua criana secundria, ela no discutiu. De fato, ela surpreendeu que o advogado adiando interrogatrio adicional at nove a prxima manh.
      E ela atribuiu dois homens para demarcar Breen e sua casa durante a noite.
      Ela se sentou de volta abaixo em seu escritrio, j passado o fim de turno, e pensou sobre caf, sobre durma, sobre trabalhe.
      Quando McNab jogged em, ele pareceu to brilhante e enrgico, machuca olhar para ele.
      "Voc j no pode vestir qualquer coisa que no arde?" Ela exigiu.
      "Estio, Dallas. O sujeito  ter brilho. Conseguidas algumas notcias deviam pr um brilho de volta em suas bochechas. Fortney registrou uma cadeira de primeira classe em uma lanadeira para New que Los Angeles Ele  en rota."
      "Trabalho rpido, McNab."
      Ele disparou em seu dedo de ndice, soprou nisto. "Homem de EDD MAIS RPIDO no leste. Tenente, voc parece bem e verdadeiramente batida."
      "Nada errada com sua vista, qualquer um. Leve para casa Peabody. Tenha certeza que ela consiga um boa noite  sono, que  meu modo delicado de declarao conter voc mesmo de rabbiting junto metade da noite. Ela precisa de um claro e alerta mente amanh."
      "Voc conseguiu isto. Voc poderia tentar aquele boa noite  sono voc mesmo."
      "Eventualmente," ela murmurou, ento comeou o processo de extraditar Fortney e organizando para citaes locais o encontrar quando ele andou fora da lanadeira.
      Peabody saltou em. "Tenente, McNab disse que voc disse"
      "Eu devia acabava de pr em uma porta rotativa porque todo mundo s entra e fora como eles condenam bem por favor de qualquer maneira."
      "A porta estava aberta. Est quase sempre aberto. McNab disse que eu era aliviado, mas eu ainda no contactei citaes em New Los Angeles r Fortney, ou transmitiu a autorizao."
      " feito. Eles o levantaro, transporte ele de volta, e prometeu tomar s suficiente tempo para assegurar ele gastar a noite em uma cela. Ele no disputar uma audio de fiana at manh."
      " meu trabalho "
      "Feche, Peabody. V para casa, consiga uma refeio, tenha algum sono. O exame comea oh oitocentos, afiado."
      "Senhor, eu acredito em que poderia ser necessrio para adiar o exame como este caso est em um ponto crucial. Fortneye eu vemos que meus instintos iniciais existiam direitoter que ser entrevistado, e voc querer entrevistar Breen e tentar organizar uma entrevista com Renquist amarrar o assunto. Eu sinto  imprprio para mim tomar um metade dia, mnimo, para negcios pessoais durante esta fase da investigao."
      "Conseguiu o agitar?"
      "Bem, sim, isto, tambm, mas"
      "Voc tomar o exame, Peabody. Se voc tiver que esperar outros trs meses para tomar isto, um de ns saltaremos fora do edifcio mais prximo, ou mais provvel, eu s lanarei voc. Eu penso, de alguma maneira, eu posso confundir pelo dia sem voc."
      "Mas eu penso"
      "Reporte em Quarto de Exame Um, oh oitocentos, Oficial. Isto  uma ordem."
      "Eu no acredito em que voc realmente possa ordenar-me para tomar . . ." Ela diminuiu, tragado dura quando Eve ergueu ela olhar. "Mas, ah, eu entendo o esprito da declarao, senhor. Eu no vou tentar desapontar voc."
      "Jesus, Peabody, voc no me vai desapontar qualquer que voc faz no exame. E voc ser"
      "Pare." Peabody apertou seu fim de olhos. "No diga nada isso trar m sorte a isto. No diga isto, ou qualquer orao com a sorte de palavra nisto."
      "Seria melhor Voc ir tomar uma plula."
      "Eu poderia." Ela deu um sorriso trmulo. "No deseje-me a 'L ' palavra, certa, mas talvez voc podia gostar de um sinal ou um sinal. Voc podia fazer isto." Peabody mostrou a seus dentes em um sorriso, alargados seus olhos para mostrar a entusiasmo, e esmurrado fora seu punho com seu dedo polegar roubando.
      Inclinada atrs, Eve armou sua cabea. "O que  isto? Eu sou suposto sinal voc para pegar seu dedo polegar em cima seu traseiro?"
      "No!  dedos polegares-. Jeez, Dallas. Dedos polegares-em cima. No importa."
      "Peabody." Eve levantou-se, detendo seu ajudante antes dela poder talo fora do escritrio. "Comeando em oh oitocentas horas, eu espero que voc chutar alvo de exame."
      "Sim, senhor. Obrigado."
      
Captulo 20
      Quando Eve se arrastou casa, existia um pensamento no lugar mais alto em sua mente. Para conseguir se horizontal em uma superfcie plana para uma hora santificada.
      Fortney estava a caminho atrs para Nova York, debaixo de mantas, e por Deus ele podia guisado em uma gaiola por algumas horas. Ela lidaria com Breen de manh, e Renquist. Entretanto Smith estava descontente com sua lista, ele seria assistido pelo prximo pequeno enquanto. Mas ela no podia assistir ningum com olhos que sentiram como um par de escria de carvo queimada presa em seu rosto.
      Ela acabou de precisar esticar, ela disse a se, d sua cabea uma chance de claro. Ela caminhou por uma nvoa de fadiga na fresca e magnfica quieto da casa.
      A nvoa vislumbrou e despedaou. E Summerset andou por isto.
      "Voc , como sempre, tarde."
      Ela olhou fixamente para um momento enquanto seu crebro entorpecido lutado para o processo. Alto, sseo, feio, incomodando. Oh sim, ele voltava. Ela achou a energia para descascar sua jaqueta de linho e lanou isto no poste do pilar s para o irritar.
      Estava espantando quanto melhor o ato fez ela sentir.
      "Como voc conseguiria por segurana de aeroporto com aquele ao pike em cima seu traseiro?" Ordenando se no cambalear, ela curvou levantar o gato que estava ocupado threading ele mesmo entre suas pernas. Ela cabea do acariciou Galahad. "Olhe, volta. Eu no disse que voc mudasse o cdigo de segurana?"
      "A vergonha voc chama um veculo no pertence na frente da casa, nem," ele adicionou, levantando sua jaqueta com dois dedos magros, " este o lugar adequado para artigos de roupa."
      Ela recomeou atividades os degraus, abafando um bocejo. "Morda-me."
      Ele assistiu ela ir, sorrida finamente nela atrs. Era bom para estar em casa.
      Ela foi diretamente para o quarto, conseguido compor isto para a plataforma, onde ela esvaziou o gato nos segundos da cama antes dela cair facedown sobre ele ela mesma.
      Ela estava adormecida na frente de Galahad acolchoar seu modo acima de e enrolado-se em seu alvo.

      Roarke a achou l, como ele esperou do relatrio breve de Summerset. "Finalmente bata a parede, no ?" Ele murmurou, notando que ela no removeu seu coldre ou botas. Ele deu o gato um arranho ausente entre as orelhas, ento acomodada-se no sentar rea para trabalhar enquanto ela dormiu.
      Ela no sonhou, no a princpio, mas simplesmente deite na parte inferior de um charco escuro de esgotamento. S quando ela comeou a superfcie fez os sonhos vm, em formas vagas e amortizaram sons. Uma cama do hospital, com um plido esperar isto. 
      Marlene Cox, ento se como uma criana. Ambos danificados, ambos impotentes. Ento as formas mais escuras aquela rodada em torno da cama. O policial ela era, olhando fixamente abaixo na criana ela tem sido.
      Existiam perguntas para ser respondido. Voc tem que acordar e responder as perguntas ou ele far isto novamente, para outra pessoa. Existe sempre outra vtima.
      Mas a figura na cama no mexeu. O rosto mudou: De sua prpria at da Marlene, para do Jacie Wooton, para do Lois Gregg, ento atrs para sua prprio.
      Algo comeou a rebelar-se dentro de sua que era ambas as raiva e medo. Voc no est morto, no goste dos outros. Voc tem que acordar. Condene isto, acorde e o pare.
      Um daqueles rodando formas fundiram, insistiu no lado oposto da cama. O homem que bateu a criana, e assombrada a mulher.
      Nunca  realmente acima de. Seus olhos eram brilhantes com humor em seu rosto sangrento. Ele nunca pontas. Sempre vai exista outro, no importa o que voc faz. Voc poderia tambm dormir, pequena menina. Melhor dormir que manter caminhada com os mortos. Mantenha caminhada, e voc ser um deles.
      Ele alcanou acima de, apertado seu dar a boca da criana. Seus olhos abertos, cheia de dor, cheio de medo. A Eve podia s olhar fixamente, incapaz de mover, proteger, defender. S olhe fixamente em suas prprios olhos como eles vtreos acima de, e morreram.
      Ela despertou com uma boqueada estrangulada, e em braos do Roarke.
      "Ssh. Voc est s sonhando." Seus lbios apertado contra seu templo. "Eu estou aqui mesmo. Espere por mim. S um sonho."
      "Eu sou certo." Mas ela manteve seu rosto enterrado contra seu ombro at que ela conseguiu sua respirao atrs. "Eu sou certo."
      "Espere por mim de qualquer maneira." Para ele no ser, nunca realmente era, quando ela vagou por pesadelos.
      "Nenhum problema." Ela podia j sentir sua pulsao comear a estabilizar-se e a sujeira feia de terror acima dela se importa de enfraquece. Ela podia o cheirarsabo e pele, e existia a escova adorvel de seu cabelo contra sua bochecha.
      Seu mundo afianado.
      "Que horas so? Quanto tempo eu estava fora?"
      "No importa. Voc precisou dormir. Agora voc precisa de comida, e mais durma."
      Ela no iria discutir. Ela estava sofrendo fome. Mais, ela reconheceu aquele tom em sua voz, e ele quis dizer que ele acharia um caminho para despejar um soother abaixo sua garganta se ela desse a ele a menor abertura.
      "Eu podia usar uma refeio. Mas eu podia usar qualquer outra coisa primeira."
      "O que?"
      "Voc sabe como s vezes voc entra um humor quando voc me tocar, quando voc me amar, e ele  todos tenro. Como voc sabe que eu esteja me parecendo cru do lado de dentro."
      "Eu fao."
      Ela tipped ela voltar, tocada sua bochecha. "Mostre a mim."
      "Aqui agora." Ele emplumado seus lbios acima de sua sobrancelha, suas bochechas, sua boca como ele lanou seu coldre. "Voc dir a mim o que estou errado?"
      Ela movimentou a cabea. "S  comigo primeiro. Eu preciso de . . . eu necessidade justa voc."
      Ele aliviou suas costas para a cama, ido embora suas botas. Ele odiou ver as sombras debaixo de seus olhos, as sombras neles. Ela olhou to plido, como se ele podia passar por uma mo por ela, e se ele fez, ela desapareceria gosta de um de seus prprios sonhos.
      Ele no teve que ser informado para ser gentil, no precisou de seu suspiro longo, quieto saber que era amor que a alimentaria agora.
      "Quando eu entrei e voc estava dormindo, eu pensei: Existe meu soldado, exausto de suas guerras." Ele ergueu sua mo, beijados seus dedos. "Agora, eu pareo, e eu penso: Existe minha mulher, suave e adorvel."
      Seus lbios curvaram como ele a despiu. "Onde voc consegue este material?"
      "S vem para mim. Eu tenho s para olhar para voc, e o mundo vem para mim. Voc  minha vida."
      Ela empinou-se, lanou seus braos ao redor ele. O soluo quis chamar ateno de sua garganta, mas ela temeu se ela deixar isto, nunca pararia. Com seus lbios apertados para a curva morna de seu pescoo, ela balanou. Leve-me, ela caladamente implorou. Oh Deus, leve-me, s para um pouco enquanto.
      Como se ele a ouvisse, ele comeou a golpe. Suavemente, acalmar, confortar. Qualquer que ele sussurrou quieted sua alma problemtica at que ela relaxou em seus braos, e deixem ele ir  frente.
      Seus lbios era suave, suave e morno quando eles acharam sua. Ele tomou o beijo fundo, mas lentamente, ento ela podia mover nisto, e nele, grau por grau. Ele sentiu ela render para isto, seu soldado forte e valoroso at que ela era flexvel como cera, fluido como gua.
      Ela se importa misted. No existia nenhum pesadelo aqui, nenhuma sombra que espreita nos cantos. Existia s Roarke, e aquelas carcias quase preguiosas, aqueles beijos suaves e sonhadores que a levaram debaixo de, em um remoinho quieto de paz. Sensaes colocadas em camadas, cada um tecido magro, cobrindo acima da fadiga e o desespero ela no percebeu floresceu dentro dela.
      Sua boca cruzada acima de seu peito, provocada sua batida do corao como sua lngua a circulou, saboreada ela. Ela correu as mos por suas costas, localizando a forma dele, o msculo e osso. Morte, com seus rostos infinitos, era um mundo longe.
      Quando sua boca, suas mos se tornaram mais exigente que ela estava pronta, pronta para aqueles primeiros vislumbres de calor. Aqueles longos, lquidos puxe dentro de sua barriga tornou seu suspiro em um gemido.
      Ele tomou seu tempo, tempo infinito, despertando, fascinando, e sendo fascinado. Seu corpo era uma alegria para ele com suas linhas longas, macias e lustrosas, a pele flexvel, as curvas assombrosas. Ele podia assistir o prazer florescer nela, sente isto espalhar por ela com pequenos tremores e turnos.
      E afinal, quando eles estavam ambos prontos, ele sentiu isto exploso por ela, aquele gemido gutural magnfico, aquele tremor adorvel e impotente.
      O orgasmo era uma longa onda quente que inundou corpo, corao, mente. A empinada lance de era gloriosocomo vida. Ela teria se dobrado ao redor ele ento, embrulhou ele apertado, levado ele em, mas ele ligou seus dedos com suas e usou sua boca para dar a ela mais.
      Ela no podia resistir. Ele a pesou abaixo com ternura. E quando um soluo escapou, era um de atordoado alegria como ela crested novamente.
      Mil batida de pulsaes, densamente. Nervos danados acima de sua pele, shivering em toda escova de seus lbios. Seus msculos foram negligentes, e tudo que ela era estava aberto para ele.
      Ele assistiu seu rosto como seus lbios esfregado ligeiramente acima de sua. Seus dedos apertados em seus, e seus lbios curvaram antes dela dizer seu nome. Antes dela rebelar-se para o encontrar.

      Quando eles estavam quietos e quietos, ele deita com sua cabea em seu peito. Ele pensou que ela poderia dormir novamente, mais pacificamente agora, mas ela ergueu uma mo, threading seus dedos por seu cabelo.
      "Eu estava to cansado," ela quietamente disse. "Eu tive que pr o carro em auto. Eu me senti to pesado abaixo e punchy e estpido. Eu tive um bonito crappy dia em um realmente crappy caso. No  apenas das vtimas, no apenas das mulheres.  como ele est apontando um dedo em mim quando ele matar eles."
      "E isso faz voc um deles."
      Agradea Deus, era tudo que ela podia pensar. Agradea Deus que ele entende. "Um deles, e no . . ." ela disse, pensando sobre ela sonha. "Um deles, e a pessoa que  suportar eles quando for muito tarde."
      "Eve." Ele ergueu sua cabea, examinados seus olhos. "No , nunca  muito tarde. Voc sabe aquele melhor que ningum."
      "Normalmente. Normalmente eu fao."
      Existia algo em seu tom que teve ele sentando em cima, desenhando ela com ele, ento emoldurando seu rosto assim ele podia estudar isto. "Voc sabe quem ele ."
      "Sim, eu sei. Mas o truque est o parando, provando isto, colocando no lugar ele. Eu soube, em meu intestino, desde o comeo. Eu precisei limpar minha cabea assim eu podia comear a tomar os passos certos."
      "Voc precisa comer, e diga a mim sobre isto."
      "Eu acho que eu precise comer, ento eu tenho que dizer a voc sobre qualquer outra coisa." Ela desprezou seu cabelo atrs com ambas as mos. "Eu quero tomar banho e puxar eu mesmo junto primeiro."
      "Certo." Ele soube seu bem suficiente para dar seu quarto. "Ns teremos algo em cima aqui. Eu cuidarei disto."
      Seu abastecimento de garganta, e ela imergiu sua cabea muito sua sobrancelha descansada em seu. "Voc sabe algo  mo sobre voc? Voc cuida."
      Ele quis a juntar em ento, empurrar ela para dizer a ele que problemtica sua mente. Mas ele deixa ela ir.
      Ela correria a gua muito quente, ele pensou, como ele ergueu-se para conseguir batas para eles dois, selecionar o tipo de comida que faria seu o melhor. Ento ela permaneceria debaixo do spray, disposto ele a bater a energia de volta nela.
      Ela no desperdiaria tempo com uma toalha, mas ande diretamente no tubo secante, e mais calor.
      No, ela no dormiria novamente, ele soube como ele fixa a comida no sentar rea. No ainda, no por um tempo ainda. Ela abasteceria, ento ela trabalharia, ento ela desmoronaria. Era uma das coisas mais fascinantes e frustrante sobre ela.
      Ela voltou para vestindo a bata que ele agarrou-se a porta de banheiro, uma bata magra e simples preto ele duvidou que ela soube que ela possuiu.
      "O que isto  material verde?"
      "Aspargo. Serve para voc."
      Ela pensou que pareceu que algo que voc iria golpe fora de um jardim de caricatura, mas o peixe e arroz com pareceram satisfatrios. Ento fez o vidro de vinho de palha colorido.
      Ela foi para o vinho primeiro, pulando faria os talos verdes afundarem mais fcil. "Como venha para material que serve para que voc sempre tem que ser verde e engraado-olhando?"
      "Porque nutrio no entra um bar de doce."
      "Devia."
      "Voc est protelando, Eve."
      "Talvez." Ela apunhalou um dos talos, empurrou isto em sua boca. No era metade ruim, mas ela fez um rosto repugnado para forma.
      "No  disso que eu quis dizer."
      "Eu sei." Ela cobriu de flocos fora de uma mordida de peixe. "Eu tive um sonho sobre minha me."
      "Sonho ou memria?"
      "Eu no sei. Ambos." Ela comeu, escavou em cima arroz. "Eu penso ambos. Eu estava em um apartamento, ou um quarto de hotel. Eu no sei que, mas apartamento, eu penso. Alguns esvaziam. Eu tinha trs anos, quatro. Como voc diz?"
      "Eu no sei."
      "Me, qualquer um. De qualquer maneira . . ."
      Ela disse a ele de estar s, de entrar no quarto, tocando com os encarecimentos, a peruca, entretanto ela foi proibida.
      "Talvez brinque sempre fazem o que voc diz a eles no . Eu no sei. Mas eu . . . era irresistvel. Eu penso que eu quis parecer bonito. Eu pensei tudo que joga fora faria-me parecer bonito. Vestindo-se bem,  disso que eles chamam isto, no ? Eu estava vestindo-se bem porque uma vez, quando ela era de bom humor, ela disse a mim que eu pareci com um pouco boneca."
      "Crianas," Roarke disse cuidadosamente, "deve, eu penso, tenha uma necessidade instintiva para por favor suas mes. Pelo menos durante aquele incio de anos."
      "Eu acho. Eu no gostei dela, eu tinha medo sua, mas eu quis que ela gostasse de mim. Para dizer a mim que eu era bonito ou algo. Inferno."
      Ela empurrou em mais comida. "Eu consegui muito nele que eu no ouvi eles voltarem. Ela entrou, viu-me. Ela belted me. Eu penso que ela era jonesingque  o policial conversando, mas eu penso que ela era. Existiam trabalhos na cmoda. Eu no soube o que eles eram. Eu quero dizer como uma criana eu no fiz, mas . . ."
      "Voc no tem que explicar."
      "Sim." Ela continuou comendo. Ela tinha medo que a comida pegaria em sua garganta, mas ela continuou comendo. "Ela estava gritando em mim, e eu estava chorando. Espreguiado no cho gritando. Ela iria registrar o tempo mim novamente, mas ele no a deixaria. Ele me levantou . . ." Seu estmago roiled na memria. "Merda. Oh Merda."
      Quando seu garfo movido para seu prato, Roarke alcanou acima de, suavemente aliviada sua cabea abaixo entre seus joelhos. "Certo ento, longos e lentos. Tome respiraes muito tempo, lento."
      Sua voz era gentil, como era a mo em sua cabea. Mas seu rosto era assassino.
      "Eu no posso permanecer ele pondo suas mos me. At ento, fez minha pele rastejar. Ele no me tocou ainda, no estuprou-me ainda, mas um pouco de parte de mim deve ter conhecido. Como eu podia ter conhecido?"
      "Instinto." Ele apertou seus lbios para a parte de trs de sua cabea como seu corao rasgado para pedaos. "Uma criana conhece um monstro quando ela vir um."
      "Talvez. Talvez. Certo. Eu sou certo." Ela se sentou em cima, deixe sua cabea magra atrs. "Eu no podia permanecer ter ele me toca, mas eu classifico de enrolado nele. Qualquer coisa cair fora dela. De que eu vi em seus olhos. Ela me odiou, Roarke. Ela me quis morto. No, mais. Ela me quis apagado. Ela era uma prostituta. Era ferramentas da prostituta na cmoda. Uma prostituta e um viciado, e ela olhou para mim como se eu fosse sujeira. Eu terminei para sua. Eu penso que ela me odiou mais porque eu fiz."
      Entretanto sua mo no era bastante fixa, ela agarrou o vinho, usou ele para molhar sua garganta seca. "Eu no entendo isto. Eu pensei que . . . eu acho que eu figurei que ela no podia ser to ruim quanto ele era. Eu cresci dentro dela, ento l tido que ser algo. Mas ela era to ruim quanto ele era. Talvez at pior."
      "Eles so parte de voc." Ela empurrou quando ele disse isto, e ele fechou seu d sua, mantidos seus olhos ferozes em suas. "O que faz voc, Eve,  o fato que voc  o que voc  apesar disto. Apesar deles."
      Sua voz era estrangulada, mas ela teve que falar. "Eu amo voc um inferno de muito agora mesmo."
      "Ento ns somos at."
      "Roarke, eu no soube, no percebeu, eu quis existir algo, ter algo dela, at que eu percebi com certeza no existia. Estpido."
      "No ." Seu corao quebrou um pouco mais como ele trouxe suas mos, uma de cada vez, para seus lbios. "No, no . Hoje  noite foi o primeiro que voc teve o sonho?"
      Ele viu isto, a combinao de culpabilidade e embarao que apressado em seu rosto. Seus dedos apertados em suas antes dela ter uma chance de desenhar suas mos longe. "Isso no era o que isto era por volta de hoje  noite." Seu tom era plano, uma advertncia que fez ela corta subida em defesa. "Quanto tempo atrs, Eve?"
      "Uns enquanto. Alguns dias. Semana passada. Como o inferno eu sei? Eu no o marquei em meu calendrio de maldio. Tendo alguns corpos mortos caem em meus ps tendem a viver de minha mente. Eu no tenho algum  mo admin mantendo caminho de meu todo movimento e pensado."
      "Voc pensa que tornar esta em uma briga me distrair do fato que voc afastou este de mim por dias? Antes de ns ir para Boston." Muito brava para se sentar, ele empurrou para seus ps. "Antes disto, antes de eu perguntar a voc qual estava errado, e voc rejeitou me sumariamente com uma mentira  mo."
      "Eu no menti, eu no acabei de no dizer a voc. Eu no podia dizer a voc porque . . ." Ela diminuiu, engatou marchas depressa. "Eu no estava pronto, isto  todo."
      "Bollocks."
      "Eu at no sei o que isso quer dizer." Ela lanceou outro aspargo e comeu determinadamente.
      "Voc tomou uma deciso no dizer a mim." Ele se sentou novamente, aglomerando ela. "Por que?"
      "Sabe, s, talvez voc podia ensacar seu ego para cinco fucking minutos muito que isto no  sobre voc.  meu negcio, entoeh!"
      Ela quase bateu ele atrs quando ele agarrou seu queixo, mas ele manobrou a melhor, cutucando suas costas assim ele podia olhar fixamente em seus olhos. "Mas  sobre mim, no ? Eu estou seguindo o caminho de seu crebro ocupado bem suficiente agora, eu penso. O que eu descobri sobre minha me no h muito tempo parou voc de deixar-me estar l para voc com este."
      "Olhe, voc est ainda confuso em cima sobre isto. Voc no pensa que voc no  o homem grande, forte, mas voc . Voc recuperou- contunde voc, e eu posso ver eles, ento eu no figurei esvaziando este em voc faria qualquer bom."
      "Porque pensando sobre sua me, que no teve nenhum amor para voc, s traria o pesar para meu prprio, que me amou, mais ntima para a superfcie."
      "Algo assim. Deixe v."
      Ele no fez. "Isto est uma lgica quebrada e estpida," Ele se debruou em, beijado seu longo e duro. "E eu teria feito o mesmo, eu imagino. Eu lamento para ela. Eu no sei se eu j pararei completamente. E eu no sei como eu teria comeado a conseguir por ele sem voc. No feche-me."
      "Eu estava s tentando dar a ns ambos algum tempo para povoar."
      "Compreendido. Aceitou. Mas ns parecemos povoar melhor junto, voc no pensa? Onde ela bateu voc?"
      Olhando fixamente para ele, ela tocou a de volta de sua mo para sua bochecha, ento sentido seu tropeo de corao quando ele se debruou em, tocado seus lbios suavemente para o lugar como se era ainda doloroso.
      "Nunca mais," ele disse a ela. "Ns batemos eles, querida Eve. Separadamente, e junta, ns batemos eles. Para todos os pesadelos e a amargura, ns ainda ganhamos."
      Ela tomou uma respirao. "Voc vai ser urinado fora de quando eu digo a voc que eu conversei com Mira sobre este alguns dias atrs?"
      "No. Ajudou?"
      "Algum. Este ajudado mais." Ela brincou com sua comida novamente. "Limpou totalmente-me. Talvez meu crebro comear a cozinhar novamente. Eu era muito fora de quando eu cheguei em casa. Eu no podia Lanar um insulto decente em Summerset. E eu economizar."
      "Hmm" era s resposta do Roarke.
      "Eu tive algum bom armazenado. Eles voltaro para mim. Mas lotada da minha cabea com este negcios, e o caso. Ento existe Peabody que me dirige acima da extremidade."
      " amanh para ela, no ?"
      "Agradea Deus. Eu baterei Fortney e Breen amanh enquanto ela est em exame. Eu posso conseguir Feeney para time comigo. E ento . . . oh, falando de bater, Fortney socou Pepper."
      "Com licena?"
      "Enegrecido seu olho. Ela entrou, cargas arquivadas, de forma que alisa o caminho a o segurar. Eu embaralhei coisas assim ele no poder lamento para fiana at amanh. Eu j tive redondo com Breen hoje. Ele comeou smirky, mas eu enxuguei aquele fora de seu rosto. Eu o tenho sombreado at que nossa entrevista marcada amanh. Renquist  reportedly fora da cidade a negcios. Eu pensei que eu poderia arrastar em uma de minhas conexes e ver se isto  o caso ou s um runaround."
      "Iria isto ser meu ego conversando novamente se eu assumir que eu sou aquela conexo."
      Ela deu a ele um sorriso rpido, dentudo. "Voc  bonito  mo para ter ao redor, at depois de sexo."
      "Bem, isto  to comovedor."
      "Eu tenho Smith bloqueado, tambm. Eu quero saber onde todos eles so 24/7 at que eu possa empurrar para uma autorizao."
      "E como voc conhece qual do quatro  seu homem?"
      "Eu o reconheci," ela respondeu, ento agitou sua cabea. "Mas isto  intestino, e voc no pode prender em intestino. Existe s um que ajusta o perfil, completamente a linha. S um que teria precisado alimentar ele mesmo escrevendo as notas. Eu preciso eliminar o outro trs, construa o caso naquele. Uma vez que eu amarro a viagem aos outros assassinatos, eu terei suficiente para uma procura autoriza. Ele pegou materialo jornal, as ferramentas, as fantasias. Ele  mantido tudo aquilo. Amanh, no dia seguinte, eu entrarei. E eu o terei."
      "Voc vai dizer a mim quem que ?"
      "Eu penso que ns trabalharemos no processo de eliminao, faa a viagem e datas de assassinato. Veja se voc comear inclinado na direo que eu tomei. Voc tem um intestino satisfatrio voc mesmo. Para um civil."
      "Tal lisonja. Ento ele parece que ns vamos trabalhar."
      "Sim, euCago." Seu vnculo de bolso buzinado. "Eu tenho isto," ela disse, saltando at subir para a plataforma onde a cama permaneceu e agarrou sua cala comprida de fora do cho.
      Ela prolongou isto de um bolso, sacudiu isto. "Dallas."
      "Tenente." O rosto de lgrima listrada do Sela Cox encheu a tela e teve corao da Eve soltando para seus joelhos.
      "Sra. Cox."
      "Ela  acordada." As lgrimas mantido outono at  medida que ela sorriu. Brilhantemente. "O doutor  com ela agora, mas eu pensei que eu devia dizer a voc assim que eu podia."
      "Eu estou a caminho." Ela comeou a clicar fora de, parou se. "Sra. Cox. Obrigado."
      "Eu estarei esperando por voc."
      "Eu acabei de conseguir um milagre," Eve disse a Roarke e prolongou sua cala comprida. Ento ela achou que ela teve que se sentar, s d a pernas fracas para um momento. "Eu vi seu rosto. Em meu sonho hoje  noite. Sua, e o outros, meu prprio. Eu vi seu rosto, e eu pensei que ela estava morta. Que eu tenho sido muito tarde para ela, e ela estava morta. Eu estava errado."
      Ela respirou fundo como Roarke veio depois de juntar-se ela. "Eu o vi, tambm. Meu pai, insistir no outro lado da cama do hospital. Ele disse que nunca concluiu de qualquer maneira. Existe sempre outra vtima e eu poderamos tambm desistir antes de eu estar morto, tambm."
      "E ele estava errado."
      "Voc  condenar direito." Ela empurrou para seus ps. "Eu no sou etiquetando Peabody. Eu quero seu fresco para o exame. Em queira permanecer?"
      "Tenente, eu j sou."
      
Captulo 21
      Ela andou a passos largos corredor do hospital abaixo. Ela enganchou seu distintivo em seu cinto para parar qualquer medicals de entrar seu modo. Roarke quis dizer a ela o fogo em seus olhos teriam feito o trabalho, mas ele tinha medo que poderia escurecer aquela luz feroz.
      E ele apreciou ver isto demais para tomar a chance.
      O guarda ela colocou na porta para ICU estava na ateno quando ela girou o canto. Em opinio do Roarke, o uniforme provvel perfumou sua energia e chicoteou ele mesmo em alertou.
      At como ela agarrou a porta, abriu-se. O doutor, Roarke pensou, era uma alma mais corajosa. Ele trancou seu caminho, dobrando seus braos atravs de seu trax e usando uma carranca como uma proteo.
      "Eu era informado que voc foi notificado e era en rota. O paciente  apenas consciente e movendo dentro e fora. Sua condio est ainda crtica. Eu no arriscarei ter seu interrogado neste momento."
      "Vinte e quatro horas atrs, voc disse a mim que ela nunca recuperaria conscincia. Ela tem."
      "Francamente, eu considero isto um milagre que ela  terminada de um coma, at brevemente."
      Sela Cox pediu outro milagre, Pensou Eve. E por Deus, ela pegou isto. "Eu no acredito em desperdiar milagres. Algum a pe naquele quarto, e existe uma chance que ela pode dizer a mim que antes dele pr outra pessoa no hospital. Ou o goddamn morgue." Agora sua voz chicoteou gosta de um chicote que teve o uniforme estremecendo. "Voc no quer entrar meu rosto neste."
      "Pelo contrrio." Laurence manteve sua voz melodiosa baixa. "Eu estou em seu rosto nesta, e isto  minha relva. Minha paciente seja bem-estar  supremo."
      "Naquele ltimo ponto, ns estamos em acordo perfeito. Eu quero seu vivo e bem."
      "Para seu testemunho."
      "Direito de Goddamn. Se voc pensar que me faz o inimigo, ento voc  s estpido. Eu a ponho na coluna morta, Laurence, s como voc. Mas ela nos mostrou a ambos o que ela  feita. Agora, eu quero que ela conhea o homem que fez este para ela colocou no lugar. Eu quero que ela saiba eu vou fazer aquele para ela, e que ela teve uma parte em fazer acontecer. Agora mesmo, ela  s uma vtima. Eu vou ajudar fazer seu um heri. Isto  algo para viver. Voc tem duas escolhas," ela disse antes dele poder falar novamente. "Eu tenho este oficial conter voc, ou voc entra comigo e supervisiona."
      "Eu no gosto de suas ttica, Tenente."
      "Arquive uma reclamao." Ela empurrou abre a porta, olhou de relance em Roarke acima de seu ombro. "Eu preciso de voc para esperar."
      Quando ela entrou seu corao afundou novamente. Marlene deita plido quieto e mortal na cama. Sua me permanecida ao lado dela, segurando sua mo.
      "Ela est s descansando," Sela disse depressa. "Quando voc disse que voc veio, eu perguntei a meu marido para afundar para a capela. Eles s deixaro dois de ns aqui de cada vez."
      "Sra. Cox, eu devo dizer a voc novamente, Presena de tenente Dallas  contra ordens mdicas. Sua filha precisa permanecer tranqilo e quieto."
      "Ela tem estado quieta desde isto era feito para ela, e ela no ser tranqila at que ele seja pego e castigado. Eu sou agradecido para voc, Doutor, mais que eu posso comear a dizer. Mas Marley precisa fazer isto. Eu conheo minha criana."
      "Assista seu passo," Laurence advertiu Eve, "ou voc ser o contido."
      Ela manteve seu enfoque em Marlene como ela moveu ao lado da cama. "Voc devia conversar com ela, Sra. Cox. Eu no quero a assustar."
      "Eu disse a ela que voc estava vindo." Sela se debruou acima da cama, tocado seus lbios para fronte da sua filha. "Marley? Marley Beb, acorde agora. O tenente Dallas est aqui conversar com voc."
      "To cansada, Me." As palavras eram inarticuladas e suaves.
      "Eu sei, beb. S para um pouco enquanto. O tenente precisa de sua ajuda."
      "Eu sei que voc tem sido por muito." A Eve ignorou o doutor como ele afiou mais ntimo. "Eu sei que isto  duro. Eu no vou deixar ele cair fora com que ele fez para voc. Ns no vamos deixar ele cair fora com isto, Marley. Voc e eu. Voc caiu fora dele. Voc o parou uma vez. Voc pode ajudar que eu o pare de uma vez por todas."
      Seus olhos tremulados abertos. Era doloroso para assistir, o esforo de levantamento aquelas pestanas, o enfoque intenso naqueles olhos. A Eve reconheceu o olhar, a determinao de lutar de volta dor.
      " todos borrado, todos corre junto. No pode trazer isto claro."
      "Isso est certo. Diga a mim qualquer que voc pode. Voc estava voltando para casa do trabalho. Voc tomou o metr."
      "Sempre tome o metr. S alguns quarteires. Noite quente. Os ps machucam."
      "Existia um furgo."
      "Pequeno furgo de mudana." Marlene trocou restlessly, mas antes do doutor poder mover, Sela era stroking cabelo da sua filha.
      "Est tudo bem, beb. Est por toda parte agora. Ningum vai machucar voc novamente. Voc  seguro. Eu estou aqui mesmo."
      "Homem. Grande elenco em seu brao. Nunca visto grande elenco assim. No podia, no podia conseguir o sof. Mantido corredio atrs fora, thumping contra a rua. Lamentou por ele. Mame."
      Deliberadamente Eve andou mais ntimo, tomou Marlene  outra mo. "Ele no pode chegar a voc agora. Ele nunca vai tocar em voc novamente. Ele pensa que ele bate voc, mas ele no fez. Voc j ganhou."
      Seus olhos tremulados novamente. "Eu no posso lembrar de muito. Eu iria o ajudar, ento algo me bate. Machuca. Eu nunca machuco assim. Eu no sei depois disto, eu no sei." As lgrimas comearam a vazar. "Eu no posso lembrar de qualquer coisa depois disto, exceto Me que conversa comigo, ou Papai ou meu irmo. Tio Pete? Era Tio Pete aqui, e Tia Dora?"
      "Sim, mel. Todo mundo tem estado aqui."
      "Eu era s flutuante em algum lugar enquanto eles conversaram comigo, ento eu acordei aqui."
      "Antes dele machucar voc, voc olhou para ele." A Eve sentiu estremeo de dedos do Marley em sua. "Eu aposto que voc hesitou um pouco, conseguiu uma impresso dele. Voc figurou que ele era certo, s um pouco de sujeito em dificuldade. Voc  muito esperto para subir para algum que pareceu perigoso."
      "Ele teve aquele grande elenco, e ele pareceu to chateado e frustrado. Ele era atraente. Cabelo escuro ondulado. Cabelo ondulado e um bon de bola. Eu penso. Eu no enlato que . . . Ele examinou em mim e sorriu."
      "Pode voc o ver agora. Em sua cabea? Voc pode o ver, Marley?"
      "Sim . . . eu penso. No  claro."
      "Eu vou mostrar a voc alguns retratos. Eu quero que voc olhe para eles e dizer a mim se um deles  o homem com o elenco. S veja seu rosto em sua cabea, e olhe para os retratos."
      "Eu tentarei." Ela molha seus lbios. "Eu sou to sedento."
      "Aqui voc , amado." Tudo menos sussurrando, Sela trouxe uma xcara e palha para lbios da sua filha. "No se apresse. Lembre de que voc  seguro agora."
      "Duro de ficar acordado. Duro de pensar."
      "Ela  tido suficiente, Tenente."
      Em voz do Laurence, Marley mexeu novamente, lutado olhar em direo a ele. "Eu ouvi voc, quando eu estava flutuando que eu ouvi voc. Voc disse a mim no desistir. Que . . . voc no desistiria se eu no fiz."
      "Est certo." Era a compaixo em sua voz, em seu rosto que teve Eve abafando sua impacincia.
      "E voc no desistiu," Laurence disse. "Voc fez-me parecer real bom ao redor aqui."
      "D-me mais um minuto," Eve pleiteada com ele. "S mais um minuto, Marley, e ns seremos todos feitos."
      "Voc  a polcia?" Marlene girou sua cabea no travesseiro e pareceu impossivelmente jovem, impossivelmente delicado. "Eu sinto muito. Eu estou ficando misturado."
      "Eu sou a polcia." A Eve tirou fotografias de seus suspeitos. "Quando voc olhar para estes retratos, lembra de que ele no pode tocar em voc agora. Voc caiu fora, voc no desistiu, e ele no pode tocar em voc."
      Ela mostrou a eles para Marlene uma de cada vez, assistindo seus olhos para que chocam de reconhecimento. Ela viu isto, e o medo que montou com isto.
      "Ele. Oh Deus, ele! Me. Mame."
      "Tenente Dallas, isto  suficiente."
      Ela acotovelou o doutor de volta. "Marley. Voc est certo?"
      "Sim, sim, sim." Ela tornou seu rosto em peito da sua me. "Isto  seu rosto. Aqueles so seus olhos. Ele sorriu em mim."
      "Est tudo bem. Ele foi."
      "Eu quero voc. Agora."
      "Eu estou indo."
      "Espere." Marlene procurou no escuro para a mo da Eve novamente, e girou seu contundido e exausto enfrentar longe de sua me. "Ele iria me matar, no ?"
      "Ele no fez. Voc o bate. E voc o parou." Ela se debruou acima da cama, falou muito deliberadamente como olhos tremulados fechado da Marlene novamente. "Voc  a pessoa que o parou, Marley. Voc lembra disto. J no esquea isto."
      Ela andou de volta enquanto o doutor verificou o vitals, os monitores. Ento ela girou e deixou o quarto.
      "Conseguido aquele filho de uma cadela," ela disse para Roarke e manteve caminhada em direo ao elevador. "Eu preciso ir para Central, ponha isto junto. Eu ainda quero que voc verifique as datas de viagem. Eu quero este gelo-frio e bloqueado. Eu terei minha autorizao dentro duas horas se eu tiver que estrangular um juiz para pegar isto."
      "Tenente! Tenente, espere." Sela apressou corredor abaixo. "Voc est o seguindo agora."
      "Sim, Madame, eu sou."
      "Voc quis dizer o que voc disse, que ela o parou?"
      "Eu fiz."
      Ela apertou seus dedos para suas tampas. "Isso vai a conseguir por. Eu conheo minha menina, e isso a conseguir por este. Eles no acharam que ela j acordaria. Eu soube que ela iria."
      "Voc certo como inferno fez."
      Sela riu, ento bateu um dar seus lbios para conter-se um soluo. "Dr. Laurence, eu sei que ele era rude para voc, mas ele tem sido muito amvel para ns, e trabalhamos muito duro para Marley."
      "Eu era direito rude de volta. Ns somos todos s tomando a cuidado com."
      "Eu acabei de querer dizer que eu pensei sobre Dr. Laurence como seu anjo de guardio, e voc que seu vingador. Eu j no esquecerei voc." Ela levantou-se em seus dedes do p, deu Eve uma rpida comer na bochecha, ento apressado longe.
      "Anjo vingador." Envergonhada, Eve curvou seus ombros como ela andou no elevador. "Jesus." Ento ela endireitou, sorriu abertamente ferozmente. "Eu posso dizer a voc este, quando eu estou acabado, Niles Renquist me ver como um demnio de inferno."

      Era uns negcios enganadores, ambos politicamente e pessoalmente. Peabody iria ser urinado, e indubitavelmente mal-humorado, que ela no tinha sido chamada. Ela s teria que absorver isto, Pensou Eve, como ela se preparou para fazer ela lanar para Chefe Whitney.
      Ele era, ela imaginou, nenhum muito contente ele mesmo para ter sido chamada de volta em Central. Quando ela andou em seu escritrio e notou o fraque cobrindo sua grande armao, ela lutou de volta um estremecimento.
      "Senhor, eu sinto muito ter interrompido sua noite."
      "Eu assumo suas razes para fazer muito serei forte suficiente para aplacar minha esposa." Como Eve no era bastante como bem sucedido em conter-se o estremecimento este tempo, Whitney movimentou a cabea. "Voc no sabe o metade disto. Seria melhor voc ter frio de Niles Renquist, Tenente, porque antes de eu lidar com minha esposa, eu tenho o embaixador, o UNITED NATIONS, e o governo britnico na linha."
      "Marlene Cox positivamente identificou Niles Renquist como seu atacante. Eu tenho uma declarao de Sophia DiCarlo, empregado como au par na casa de Renquist, que est em conflito com reivindicao do sua e Sra. Renquist que ele estava em casa durante o tempo de um dos assassinatos. Ele  em posse do papel usou para as notas partiram nas cenas de assassinato, e ele ajusta o perfil. Neste momento Capito Feeney e consultor de civil de perito Roarke esto fazendo uma procura e esquadrinhar em viagem. Eu acredito em que ns confirmaremos que o assunto estavam em Londres, Paris, Boston, e New Los Angeles na hora de assassinatos prvios, que combinem os mtodos deste caso. Debaixo de circunstncias ordinrias, isto seria suficiente para uma autorizao de procura e uma autorizao para trazer para dentro o assunto para interrogatrio em suspeita."
      "Mas estas no so circunstncias ordinrias."
      "No, senhor. A condio diplomtica do assunto e a arena poltica adicionam uma sensibilidade e um nvel de burocracia. Eu solicito que voc fala diretamente com o juiz e as festas necessrias para expedito as autorizaes. Ele matar novamente, Chefe, e logo."
      "Voc quer minha cabea no lao, Tenente?" Ele armou sua cabea. "Voc tem a declarao de uma mulher em angstia severo fsica e sentimental. Uma mulher com trauma de cabea. Voc tem uma declarao de um empregado domstico, que em suas reivindicaes de relatrio para ter estado sexualmente abusadas pelo assunto. Aqueles so ambos trmulos. Possuindo ou comprando a marca de jornal usado nas notas no  suficiente, e voc sabe isto, ou Renquist teria estado em uma gaiola antes disto. E existem outros que ajustam o perfil. Todos isto ser argumentado por representantes e advogados do Renquist, e o governo britnico. Voc precisa fechar este."
      "Se eu entrar em sua casa, em seu escritrio, eu fecharei isto.  ele, Chefe. Eu sei que  ele."
      Ele se sentou em silncio, vazamento de dedos largo na superfcie da escrivaninha. "Se voc conseguisse qualquer dvida, se existe qualquer margem para dvidas, seria melhor para tardar em tomar estes passos. Ns podemos surveil, assista seu todo mover at no existir nenhuma dvida, e o caso  um lao ao redor seu pescoo."
      Boa sorte assistindo seu todo move se ele voltar dentro do UNITED NATIONS, Pensou Eve, mas tentada pr isto mais diplomatically. "Renquist pode j estar no vento. Sem a procura, ele fica em controle. Ele  o nico quem sabe a identidade e paradeiro de seu prximo objetivo. Se ele compassos mim para ela, ela no pode ser to sortudo quanto Marlene Cox."
      "Uma vez que os telefonemas so feitos e a bola comea rodante, podia nos aplainar. Eu posso sobreviver a isto. Eu tive mais anos vestindo um distintivo que voc teve respirao. Eu posso viver com aposentadoria. As ramificaes deste deviam voc estar errado danificar sua carreira, talvez irrevocably. Entenda isto."
      "Compreendido, senhor."
      "Voc  um policial slido, Dallas, talvez o melhor debaixo de meu comando. Vale a pena empurrar isto adiante agora? Vale a pena relocao possvel, perdendo sua condio em Homicdio, e sua credibilidade?"
      Ela pensou sobre o sonho, do morto e as vtimas ainda para vir. Existe sempre outro, seu pai disse. E o condene, ele era certo. "Sim, senhor. Se eu pesasse condio mais fortemente que o trabalho, eu no devia estar aqui. Eu no estou errado, mas se eu fosse, eu tomaria o golpe."
      "Eu farei os telefonemas. Consiga-me um goddamn xcara de caf."
      Ela piscou na ordem, olhado vagamente ao redor seu escritrio. A pequena puno de ressentimento ela sentiu como ela caminhou para seu AutoChef disse sua talvez condio no era at agora abaixo em sua lista afinal.
      "Como voc quer isto, senhor?"
      "Caf regular. Consiga-me Juiz Womack," ele disse no 'vnculo. Ento latiu fora um vir" no golpe em sua porta.
      Feeney apressou em, um sorriso horrendo em seu rosto. Roarke passeou em atrs dele, sorriu abertamente cheekily em Eve. "Eu no me importaria uma xcara, enquanto voc est nisto."
      "Eu no sirvo para civis."
      "Sirva e proteja, Tenente," ele lembrou a ela. "Proteja e sirva."
      "Morda-me," ela murmurou debaixo de sua respirao e levou o caf para escrivaninha do Whitney.
      "Ns conseguimos eles," Feeney disse.
      "Segure que chame. O que voc tem?"
      "Mim e o civil aqui fez algum E-trapaceando. Se s o oramento podia dispor este menino." Com afeto sincero, ele ombro do slapped Roarke. "Mente desviada e dedos mgicos. Ah bem."
      "Corte pelo bullshit, Feeney, e d a mim algum peso."
      "Nosso suspeito tomou lanadeiras diplomticas, pblicas, e privadase o privado transpo era enterrado fundopara Paris, para Londres, para Boston, e para New Los Angeles Ele estava naquelas cidades durante o tempo dos assassinatos no solucionados precedendo aqueles aqui. Ele freqentemente viaja para Londres, como voc esperaria. Menos freqentemente para Boston. Para Londres ele usa o diplomtico transpo. Para Boston, pblica, entretanto  de primeira classe e caro a distncia toda. Mas para a Costa do Oeste, ele foi privado, e s. Duas viagens por este mtodo, o primeiro, um ms antes do assassinato de Susie Mannery, o segundo, dois dias na frente de com um retorno o dia seguinteo dia depois do assassinato. Mesmo padro nos outros no solucionados." Ele girou para Eve. "Olho do touro, criana."

      At com o peso adicionado, era quase meia-noite na frente de Eve ter as autorizaes na mo. Ainda, sua fadiga antiga queimou longe em uma pressa de adrenalina.
      "Como voc soube?" Roarke perguntou como ela dirigiu bairro residencial. "Caminhe para o civil por isto."
      "Teve que ser um deles. O papel estava muito apontado, demais l para ele no ser. Ele usou isto propositalmente, trazer ele mesmo nisto. A ateno, a diverso, a excitao. Ele precisa disto."
      Ela balanou em atrs de um CAB Rpido, e deixe o cabbie arado a estrada para ela. "Mas ele teria que saber que existiria outros, em Nova York, suspeitos viveis. Ento ele no teria sido o primeiro a comprar isto. Smith era, e Smith seria fcil localizar. Ele  pblico, e ele gosta de fazer um salpico."
      "Continue," Roarke iniciou.
      "Existe Elliot Hawthorne com sua proviso do mesmo jornal."
      "Falando dele, ele  divorciando sua esposa atual. Algo sobre um tnis profissional."
      Ela levou tempo para sorriso. "Hawthorne figurado chegaria ao redor para isto. Ele era um lance, nunca seriamente em minha lista. Muito velho para o perfil, e nada l. No estala."
      "Mas voc ainda teve que tomar o tempo para o verificar fora, tido que o ter no General se mistura. Isso teria agradado Renquist."
      "L voc vai. Ento Breen, mandando a ele o jornal, acabou de adicionar um toque bom para Renquist. Breen era o perito, e algum Renquist provavelmente admirou. O pagamento de ms diz que ns achamos livros do Breen em escritrio do Renquist. Ele  Breen Estudado, o trabalho e o homem."
      "Voc nunca pensou que era Breen."
      "No ajustou. Arrogante suficiente, com conhecimento suficiente. Mas isto no  um sujeito que odeia ou teme mulheres."
      Ela lembrou de seu rosto devastado como ela martelou nele, lembrou do olhar quebrado em seus olhos. Ela teria que viver com sua parte em pr isto l.
      "Ele ama sua esposa, e isso o faz uma seiva, no um assassino. Ele gosta de estar em casa com a criana. Provavelmente ele faria isto qualquer que seja a me fez. Mas eu o empurrei de qualquer maneira, empurrou ele duro."
      Ele ouviu o remorso em sua voz, e escovou um dar seu brao. "Por que?"
      "No caso de eu julgar o mal. No caso de . . ." Ela estourou uma respirao e tentou deixar a culpabilidade estourar com isto. "No caso de eu estar errado. Eu gostei dele, imediatamente, o mesmo modo que eu no gostei de Renquist."
      "Ento voc se preocupou parte de que era pessoal para voc."
      "Algum. E Breen podia ter sido envolvido, isso era um ngulo que eu tive que fatorar em. Ele podia ter fornecido o assassino com dados, pooled todo para pr em seu prximo livro. Como ele agiu e reagiu, respondeu, no respondeu, em entrevista importou."
      "Ele conseguir por isto, Eve, ou ele no ir.  sua esposa que o traiu, no voc."
      "Sim, tudo que eu fui quebrei sua proteo de fantasia boa. De qualquer maneira, de qualquer maneira. Renquist pegou uma boa linha em Breen. Eu aposto que ele sabe sobre o sidepiece da esposa. Eu dobrarei que aposto e digo que ns acharemos equipamento no registrado em seu escritrio, equipamento ele est acostumado a pesquisa e localiza os outros suspeitos. Ele alinhar-se eles direito para mim, o filho de uma cadela."
      "Eu estimo meu dinheiro demais para tomar que aposta. Por que no Carmichael Smith?"
      "Porque ele  lamentvel. Ele precisa de uma mulher para ador-lo, e tenda o a. Ele no mata eles ou quem esfregariam seus ps e golpe sua cabea?"
      "Eu aprecio um bom p esfregar eu mesmo."
      "Sim." Ela bufou. "Tome um nmero."
      Ele alcanou torcer uma fechadura de seu cabelo felpudo ao redor seu dedo, s para tocar. E pediu a prxima pergunta s para manter ela conversando. "Fortney, ento."
      "Favorito do Peabody. Principalmente ela se debruou em direo a ele porque ele ofendeu suas sensibilidades. Ela  suave ainda, sabe."
      "Sim. Eu sei."
      "Ela manter algum disto, o suave." A Eve tentada para no pensar sobre o exame de manh, e quanto de ego e estima do Peabody era embrulhado nisto. "Isto  bom," ela adicionou. " bom ela pegou a maquilagem para manter algum disto. Voc consegue muito duro, voc pra de sentir, ento o trabalho est s estando no relgio."
      Voc nunca parou de sentir, ele pensou. Voc nunca vontade. "Voc est preocupado sobre ela."
      "Eu no sou." Ela disparou as palavras, ento silvadas quando ele riu. "Certo, talvez eu sou. Um pouco. Talvez eu estou preocupado que ela est to nervosa e suada sobre esta maldio, exame dos detetives estpidos que ela soprar isto. Talvez eu desejo que eu esperasse outros seis meses para a pr em cima para isto. Se ela soprar isto, vai deixar suas costasdo lado de dentro.  to fucking importante ela."
      "Estava no voc?"
      "Isso era diferente. Era," ela disse com condenao quando ele levantou uma sobrancelha. "Eu no iria soprar isto. Eu tive mais confiana em eu mesmo que ela faz. Teve que. Eu no tive qualquer outra coisa."
      Ela se surpreendeu por sorridente, examinando nele. "Ento."
      No a surpreendeu por sentir sua escova da mo sua bochecha. "Suficiente mush. Atrs para Fortney. Ele nublou Peabody est pensando. Ele  um putz, e s no esperto suficiente para este. Nem um pensador organizado, e no frio suficiente. Propenses violentas em direo a mulheres, mas uma meia no olho no  mutilao. Voc precisa estar frio para mutilar. E valente, em um atarraxado-em cima modo. Valente do Fortney suficiente para ir a rota inteira. Para ele, sexo  seu modo de mulheres humilhantes. Ele comprou o segundo de jornal, e eu imagino que deu a Renquist um sorrisose ele estivesse seguindo as compras."
      "E voc acredita em que ele era."
      Ela olhou no rearview para ter certeza que o time estava ainda atrs dela. "Morto certo, e ele provvel fez uma procura em Fortney e soube que ele estaria em Nova York durante este perodo. Leve tempo colocar um show, meses de tempo principal. Renquist no planejou isto durante a noite."
      "Mantenha ida."
      Roarke estava mantendo ela conversando, ela percebeu, ento ela no perderia seu temperamento e sua pacincia com o trfico. Que era horroroso. Ela brincou brevemente com bater as sirenas e esmurrando isto. Mas isso violou procedimento. Ela faria isto diretamente, completamente a linha.
      "Ele precisou de tempo para mbito fora seus objetivos, ento voc tem vrias semanas entre que ele enviando o jornal para Breen e o primeiro assassinato. A primeira em Nova York," ela emendou. "Ns vamos achar mais corpos, ou o que  remanescente deles, disperso acima do planeta, e possivelmente fora de."
      "Ele dir a voc," Roarke deduziu.
      "Oh sim." Seu rosto era horrendo como ela threaded por uma fratura estreita entre pra-choques. "Uma vez que ns o conseguimos em, ele dir a ns. Ele no poder parar ele mesmo. Ele quer seu lugar nos livros de histria."
      "E voc ter seu. Se importe com isto ou no, Tenente," Roarke disse quando ela carranqueou. "Voc ter seu."
      "Deixe seja vara com Renquist. Ele  um perfectionist, e ele  tido anos de prtica. Em seu trabalho, dentro da imagem ele  construdo, ele tem que ser discreto, diplomtico, freqentemente servil. E este  contrrio ao gro, dia aps dia. No fundo, ele  um exibicionista, um homem que acha ele mesmo acima de outrosat como ele tem sido martelado abaixo por fmeas toda sua vida. As mulheres so inferiores, ainda eles tm poder sobre ele, ento eles tm que ser castigados. Ele nos odeia, e matana ns  seu maior alegria, sua realizao mais boa."
      "Voc iria ser seu ltimo."
      Ela olhou de relance acima de, viu ele assistindo ela. "Sim, ele teria chegado ao redor para mim, mais tarde em lugar de mais cedo porque ele quereria enfileirar isto. Eu vi isto em seus olhos a primeira vez que eu o encontrei. S um momento. No podia permanecer o filho de uma cadela. Eu quis que ele fosse ele."
      Ela parou na frente do Renquist casa, e o time de procura parada atrs dela. "Isto vai ser divertido."
      Ela esperou por Feeney, admita o time arquivar para trs. A segurana de casa esquadrinhou seu distintivo, ento a autorizao, antes de inconstante para um padro de propriedade. Dentro dois minutos, a empregada, em uma bata preta longa, abriu a porta.
      "Eu sinto muito," ela comeou, "deve haver um pouco de engano"
      "Esta autorizao me autoriza e meu time para entrar nesta residncia e conduzir uma procura thereof. Eu tambm estou autorizado para prender Niles Renquist em contas mltiplas de suspeita de assassinato no de primeiro grau, e uma conta de primeiro grau assalta com intento. Sr. Renquist est nas premissas?"
      "No, ele est viajando a negcios." Ela pareceu mais confundida que aborrecida. "Eu precisarei perguntar a voc esperar aqui enquanto eu informo Sra. Renquist destas . . . circunstncias."
      A Eve levantou as autorizaes novamente. "Estes significam que eu no tenho que esperar. Mas v em frente e diga a ela que ns estamos aqui. Depois de voc me dirigir para casa escritrio do Sr. Renquist."
      "Eu no sou que . . . eu dificilmente posso tomar a responsabilidade "
      " minha responsabilidade." Ela sinalizou o time atrs dela entrar. "Divida em grupos de dois. Eu quero um quarto completo e completo-por-quarto. Todos os registradores em. O escritrio?" Ela disse para a empregada.
      "Est no segundo nvel, mas"
      "Voc vai querer ir  frente, Stevens, ento ande de volta. Voc no quer uma parte deste."
      Sem esperar para a empregada, Eve recomeou atividades a escadaria. Stevens veio atrs dela em um trote. "Se voc s deixaria-me despertar Sra. Renquist e a informo"
      "Assim que voc me mostra a seu escritrio."
      " a ltima porta,  direita. Mas  assegurado."
      "Voc conseguiu o cdigo?"
      Ela cutucou em cima ento, lutando para dignidade como ela permaneceu em seu nightrobe cercado por polis. "S Sr. Renquist tem o cdigo.  seu escritrio pessoal, e ele lida com material sensvel. Como um oficial do governo britnico"
      "Sim, sim, blah blah." A Eve decidiu que ela tem sido certa. Isto era divertido. "Minha autorizao d a mim o direito de abrir esta porta, com ou sem o cdigo." Ela retirou-se seu mestre. "Eu estou empregando aquela autorizao neste momento, e usando uma polcia domina cdigo para desimpedir a segurana do assunto nesta porta."
      A empregada girou e fugiu at o terceiro andar. Sra. Renquist, Pensou Eve, estava para conseguir um despertar rude.
      Ela usou o mestre, e no era o menos surpreendido por achar a polcia codificar negado.
      "Ele  tomado precaues extras." Ela examinou seu ombro em Roarke. "Neste momento eu acho isto necessrio e expediente para empregar mtodos alternados. Se os peritos eletrnicos em time so incapazes de desimpedir fechaduras, eu utilizarei o bater carneiro."
      "Vamos dar uma olhada primeiro," Feeney sugeriu, e Eve foi deliberadamente embora seu registrador de forma que no mostraria a Roarke que abaixa abaixo com ferramentas de assaltante em suas mos.
      "Feeney, eu vou precisar de voc para confiscar todos discos de segurana. Eu suspeito o assunto medicou eles, de forma que ele no era esquadrinhado quando ele deixou a casa para os assassinatos e ataque."
      "Se ele fez, ns acharemos as sombras." Ele localizou seu olhar em direo a Roarke e teve que morder abaixo em um sorriso. As mos mgicas ele pensou novamente.
      "Eu quero todos os 'vnculos e dispositivos de transmisso tambm." Ela no olhou para Roarke, mantidas suas costas para ele. Mas em sua mente ela estava murmurando: Se apresse, condena isto, se apresse. Eu no posso protelar muito mais longo.
      "Tenente," Roarke disse um momento mais tarde, "eu acredito que as fechaduras so agora desembaraadas."
      "Boa." Ela voltou. "Ns estamos agora entrando o escritrio de casa privado de Niles Renquist." Ela abriu a porta, pedidas luzes em cheias, ento respiraram fundo. "Vamos chegar a trabalhar."
      O quarto estava meticulosamente organizado, at elegante em sua escolha de moblia e decorao. A escrivaninha antiga segurou comunicao e equipamento de dados modernos, e o que ela concluiu, depois de um estudo perplexo, era um tinteiro de prata e broca velha. Existia um couro-saltado caderno, um calendrio eletrnico, e profundamente almofadou cadeiras em escuras, masculino verde.
      Existia um banho branco e preto limpo prendeu com as toalhas perfeitamente alinhado na prateleira.
      Ele lavaria l em cima depois dos assassinatos, ela presumiu. Ela podia o ver perfeitamente, limpando, grooming, assistindo ele mesmo nos espelhos longos que brilhadas nas paredes.
      Ela voltou, mentalmente medindo o quarto, e gesticulado para o que olhou estar uma porta de armrio.
      "L. Cinco consiga voc dez seu no registrado est l."
      Ela cruzou o quarto, achou a porta bloqueada. Em lugar de desperdice tempo, ela acenou para Roarke, ento plantados seus ps no som de apressarem passos.
      Com uma bata de pssego plido rodando ao redor ela, Pamela Renquist apressou no quarto. Seu rosto era desnudo de encarecimentos, e pareceram mais velhos que teve. Sua cor era alta, seus dentes j estavam descascados de volta em um grunhido.
      "Isto  ultrajante! Isto  criminoso. Eu quero voc, todos vocs, fora de minha casa imediatamente! Eu estou chamando o embaixador, eu estou chamando o consulado, e seus superiores."
      "Seja meu convidado," Eve convidada, e tudo menos slapped a autorizao em seu rosto. "Eu tenho toda a autorizao adequada para esta procura, e eu completarei mesmo com ou sem sua cooperao."
      "Ns trataremos disto." Ela comeou a marchar para a escrivaninha, e Eve a bloqueou. "Voc no poder usar este 'vnculo, ou quaisquer dos vnculos da casa at a procura seja completa. Se voc desejar desse um telefonema ou enviasse uma transmisso, voc  restringido para o uso de seus vnculos pessoais, na companhia de um oficial propriamente autorizado. Onde  seu marido, Sra. Renquist?"
      "V para inferno."
      "Ele vai bater mim l, eu prometo voc."
      Ela pegou o sinal de Roarke fora do canto de seu olho, e movido acima da porta destrancada. Ela abriu isto.
      "Bem, bem, bem, o que temos ns aqui. Um pouco hidey-buraco, complete com dados e centro de comunicao. Ns vamos achar isto  no registrado, Feeney. E olhe para todos estes discos. Renquist  um grande f de Thomas A. Breen, e seu ilk. Todos estes livros e dados em assassinos consecutivos dobrados aqui."
      " dificilmente contra a lei, at neste pas, ter um espao privado, e possuir livros em qualquer assunto." Mas Pamela estava perdendo sua cor furiosa.
      A Eve aliviou mais distante, e abriu uma bolsa de couro em forma de barril. "No contra a lei para possuir ferramentas cirrgicas qualquer um, mas certamente est engraado. Eu estou certo que ele limpou estes muito bem, mas eu s aposto que ns achamos rastros de sangue do Jacie Wooton neles."
      Ela abriu um armrio longo, sentida sua prpria bomba de sangue quando ela estudou a coleo de perucas, a capa preta, o uniforme de empregado da cidade, e outras fantasias. "Niles gosta de salientar?"
      Ela inicializou um recipiente de gesso com seu dedo do p. "E faa suas prprias melhorias de casas, tambm. Um homem de Renascimento real."
      Abrindo uma gaveta, ela sentiu um pouco puxo em seu corao. Ento alcanada em com uma mo fechado hermeticamente e levantou uma faixa de ouro, conjunto com cinco safiras pequenas.
      "Anel do Lois Gregg," ela murmurou. "Eu penso que sua famlia querer isto atrs."
      "Conseguido outro daquele doente bastardo  recordaes."
      Eve girada, rosto do serra Feeney era branco. Ele segurou a tampa de uma caixa fria porttil, e ela soube antes dele falar o que estava do lado de dentro.
      "Parea com que ns achamos o resto de Jacie Wooton." Feeney respirou devagar por seus dentes. "O filho de uma cadela tem isto etiquetado, para causa do Cristo doce."
      A Eve fez se olhar, fez se assumir o comando do passo e olha abaixo no recipiente onde o vapor glacial j estava dissipando. Dentro era uma bolsa clara, fechado hermeticamente, com seu horror meticulosamente etiquetado:
      PROSTITUTA
      Ela girou ao redor depressa e pegou a expresso em rosto da Pamela. "Voc soube. A parte de voc soube, e voc cobertos para ele. No queira qualquer escndalo, no queira quaisquer manchas em seu perfeito pequeno mundo."
      "Isto  ridculo. Eu no sei o que voc est conversando sobre." Existia uma cor verde para sua pele agora, como ela andou de volta do armrio e seu contedo terrvel. Mas seu queixo ficou alto e firma, e seu tom dismissive.
      "Sim, voc faz. Voc sabe o que continua em sua casa. Voc faz isto seus negcios para conhecer. Por que voc no toma um olhar mais ntimo." A Eve tomou seu brao, deu isto um pouco puxo, entretanto ela no teve nenhuma inteno de a deixar no armrio. "Consiga um bom em cima-fechar a que Niles tem sido at. E pense sobre quando poderia ter sido sua virada. Ou da sua filha."
      "Voc est doido. Tome sua mo fora de mim. Eu sou um cidado britnico. Eu no estou debaixo de sua gide."
      "Voc  quadril-fundo em minha gide, Pam." Ela andou s um pouco mais ntimo. "Eu vou o colocar no lugar. Isto  prioridade. E depois que eu o tenho em uma gaiola, eu vou fazer isto minha misso em vida para conseguir voc em acessrio."
      "Voc no tem nenhum direito para falar comigo aquele modo. Em minha prpria casa. Quando eu estou acabado com voc"
      "Ns veremos que termina. Feeney, consiga ela fora daqui. Aloje priso, guarda. Ela consegue um telefonema."
      "Voc no me toca. Voc no ousa pr suas mos me. Eu no estou deixando este quarto at que eu seja satisfeito todos de vocs tem forfeited seu distintivo."
      A Eve dobrou seus dedos polegares em seus bolsos, permanecida com punhalada de quadril fora, e esperou. "Voc vai voluntariamente com Capito Feeney, ou eu adiciono resistindo e ter voc violentamente contido."
      Mo balanada da Pamela fora. Era uma menina move, e uma Eve podia facilmente evitar ou inclinar. Mas ela deixa aterrissar, e conseguiu ela desejar. "Eu estava muito pulando isto. Existe resistindo e assaltando um oficial. Voc acabou de fazer minha noite." Em um movimento rpido, Eve teve suas restries. Como Pamela ventou, ela girada a mulher ao redor, empurrados seus braos atrs, e algemou ela.
      "Tenha sua transportada para Central," Eve disse a Feeney. "Registrou em resistir e assaltar um oficial. Ela pode ficar em uma caixa at que ns sejamos por aqui."
      Pamela chutou, jurou com uma veemncia e criatividade que tiveram levantamento de sobrancelhas da Eve. "Eu gosto de seu melhor aquele modo." Rodantes seus ombros como Feeney muscled Pamela fora, Eve girada para Roarke. "Eu preciso verificar que isto  equipamento no registrado, que d a mim outra bola boa para adicionar ao peso contra Renquist. E eu preciso de todos os dados contidos. O que voc  sorrindo em, camarada?"
      "Voc a iscou assim ela tomaria que bate em voc."
      "Ento?"
      "Ento eu fico surpreendido que voc no a levou fora voc mesmo."
      "Ela  troco mido. Eu vou embolsar aquela mudana antes de eu ser feito, mas eu o quero primeiro. Eu vou atualizar o chefe." Ela retirou-se seu Communicator. "Consiga-me aqueles dados."

      Dentro quinze minutos ela teve uns todos-assinala em Renquist e estava lendo do incio ao fim ombro do Roarke.
      " todos aqui," ela notou. "Cuidadosamente anotado. Sua viagem, seu cantarolando, sua seleo. Toda vtima, com mtodo escolhido. Ferramentas, guarda-roupa."
      "Voc notar que ele tem bastante um arquivo em voc, Tenente."
      "Sim, eu posso ler."
      "E," Roarke continuou naquele mesmo tom fresco, "que ele pretendeu que voc fosse seu crescendo. Usando mtodo de matana de policial do Peter Brent. Jateador de laser de longo alcance."
      "Que significa ele pegou um aqui. Melhor achar isto."
      "E ele. Eu o quero agora, tanto como voc."
      Ela trocou ela olhar, encontrado sua. "No  pessoal." Ela esperou uma batida, encolheu os ombros. "Certo, o que ele  que voc diz defecar assim? Bollocks.  pessoal, mas ele pode esperar. Eu no sou prximo em diante sua lista."
      Ela olhou de volta para a tela. "Katie Mitchell, Aldeia do Oeste. CPA. Vinte e oito, divorciado, nenhuma criana. Vidas s, trabalhos principalmente fora de seu sto. Ele pegou tudo nela. Altura, peso, hbitos, rotinas, at seu fucking compras preferncias. Lojas, compras. Ele  um completo bastardo. Ele est olhando fazer um Marsonini nela."
      "Entrada de ganho inicial posando como um cliente," Roarke disse. "Clonar segurana. Entre novamente, quando a vtima estiver dormindo. Contenha, tortura, estupro, e mutile, deixando uma rosa vermelha nica no travesseiro ao lado deles."
      "Marsonini conseguiu seis mulheres com aquele mtodo entre o final do inverno de 2023 e a fonte de 2024. Todas as morenas, como Mitchell, todos os trabalhadores de casas, todas entre as idades de vinte e seis e vinte e nove. Todos agentando uma semelhana leve para sua irm mais velha que teve, supostamente, sexualmente e fisicamente o abusou na infncia."
      Ela endireitou. "Ns conseguiremos este Katie Mitchell debaixo de mantas. Se ns no acharmos Renquist dentro das prximas quarenta e oito horas, ele vai nos achar."
      
Captulo 22
      No existia nenhuma escolha mas arriscar ir diretamente para apartamento do Katie Mitchell. Se Renquist teve isto apostado, iria fantasma ele, mas Eve no podia arriscar uma vida.
      Se ele arremessasse, ela o caaria abaixo.
      Com ajuda de EDD, ela teve uma lista de residentes e um plano do edifcio onde o Mitchell teve seu terceiro-sto de andar. Ela deixou Feeney em carga da procura contnua de casa do Renquist, e tomou Roarke junto.
      Para lastro, ela disse a ele.
      "Voc  muito bom para mim, querida. Realmente, eu serei deteriorado."
      "Chance de FAT. De qualquer maneira, voc tem um bem tocar em mulheres."
      "Agora eu sou corando."
      "Eu vou rir meu traseiro fora de algum minuto, ento onde eu me sentarei? Esta mulher pode ficar histrica. Voc  melhor com fmeas histricas que eu sou."
      "Com licena, voc disse algo? Eu estava ocupado pensando sobre seu traseiro."
      Ela chicoteou seu veculo em cima uma rampa e apertou isto em um segundo-nvel localiza um metade quarteiro de sto do Mitchell. "Eu estou certo isto est entretendo"
      "Voc no tem nenhuma idia."
      "Mas vamos tentar manter para o programa.  possvel se ns entrarmos como um par, diretamente em, ele no me far se ele estiver demarcando o edifcio. Eu no penso que ele est ao redor hoje  noite. Eu penso que ele est em um pouco de buraco de parafuso, pondo isso tudo junto. As chances so que ns temos tempo, mas eu no posso estar certo. Marsonini sempre bate suas vtimas entre duas e trs A. M.. Ns estamos bastante cedo se ele for a marcado por hoje  noite. Mas eu quero que ns caminhemos diretamente para o edifcio, e em. O quo rpido voc pode conseguir pela segurana?"
      "Tempo me."
      "Deixe seja movimento."
      "Eu penso que voc devia segurar minha mo," ele disse como eles comearam rampa abaixo. "Voc olhar menos gostar de um policial."
      "Tome a esquerda." Ela trocou o apia. "Eu quero minha mo de arma livre."
      "Naturalmente." At como ele deu seu brao um brincalho pequeno balano, ele viu seus olhos, aqueles olhos do policial, acompanhamento, esquadrinhando, dissecando toda sombra. "Eu precisarei de minhas mos livres na porta. Voc podia aliviar atrs de mim. No machucaria dar meu alvo um afetuoso pequeno bater levemente."
      "Para que?"
      "Porque eu gosto disto."
      Ela ignorou isto, mas moveu atrs dele ligeiramente como eles subiram o vo pequeno de passos para a entrada do edifcio.
      " consideravelmente acalmado-se. Eu penso que ns somos feitos com o pior do calor pelo ano."
      "Hmm. Talvez."
      "Por que voc no se debrua em um pouco, aninhe meu pescoo?"
      "Para cobertura, ou porque voc gosta disto?"
      "Como uma espcie de recompensa," ele disse e abriu a porta.
      Ela at no viu ele trapacear a fechadura. "Voc  bonito fucking liso," ela comentou e entrou  frente dele.
      Ela caminhou para trs para os passos em lugar de luta com o sistema de segurana do elevador. Isso abriria, uma vez passou sem tocar, diretamente em sto do Mitchell. Menos traumatizing, Eve esperou, bater na porta de corredor no terceiro nvel, e ganhe admisso que modo.
      "Seu tronco mostra a um compromisso com ela aqui, esta tarde," Eve continuou. "Isso diz a mim que ele j  bunged em cima sua segurana de sto, e planeja mover em hoje  noite, amanh mais recente. Eu preciso a conseguir fora, mas eu no quero polis ao redor ainda. Ns instalar uma unidade de manh, cedo." Ela bateu na porta, levantado seu distintivo, ento girado para sorrir em Roarke.
      "Ento eu estou dando a ela para voc. Voc a transportar para Central, e ela ser transferida para uma casa segura at que isto afunde."
      "E voc planeja ficar aqui hoje  noite, s? Eu no acho."
      "Eu excedo em importncia voc."
      A Eve ouviu o clicar do locutor se empenha, e o perplexo Sim? Isso foi bem sucedido para isto.
      "Polcia, Sra. Mitchell. Ns precisamos falar com voc."
      "Sobre o que isto ?"
      "Eu gostaria de entrar."
      " quase meia-noite." Katie abriu a porta uma rachadura. "Algo est errado? Existe um rombo?"
      "Eu gostaria de discutir isto do lado de dentro."
      Ela estudou distintivo da Eve novamente, ento olhou de relance em Roarke. O dobro toma era quase cmico. "Eu sei voc." Era reverente. "Oh meu Deus."
      "Sra. Mitchell." A Eve teve que ordenar se para no agir aborrecido como Katie escovou em seu cabelo com sua mo. "Ns podemos entrar?"
      "Um. Sim. Certo. Eu estava s indo para a cama," ela disse, desculpa nela verbaliza como ela arrastou no cinto de uma bata rosa magra. "Eu no estava esperando . . . qualquer um."
      A rea viva era espaosa e simples, com uma abertura em um lado por que Eve podia ver um quarto pequeno. E pela abertura no outro lado era uma maior, profissional-olhando escritrio.
      Uma cozinha longa, do estilo de galera era atrs de uma parede baixa. Ela imaginou a outra porta, que esteve discretamente fechada, levado ao banho.
      Boas janelas, provavelmente admitam luz considervel durante o dia, ela julgou. Duas sadas, inclusive o elevador.
      "Sra. Mitchell, voc teve um compromisso hoje com este homem."
      A Eve tomou uma fotografia de Renquist de sua bolsa.
      "No," Katie disse depois de um olhar rpido. Ela olha voltou para, e esperou rosto do Roarke. "Voc gostaria de se sentar?"
      "Iria voc por favor olha para este retrato novamente, mais cuidadosamente, e diga a mim se este homem era seu compromisso de trs horas esta tarde."
      "Minhas trs horas? No, ele era . . . oh, espere.  Sr. Marsonini. Mas ele teve cabelo vermelho. Cabelo vermelho longo feito em uma trana. E ele vestiu estes guarda-sis azuis pequenos o tempo inteiro. Um pouco afetado, eu pensei, mas ele era italiano."
      "No ?"
      "Sim. Ele teve um acento realmente encantador. Ele est mudando aqui, de Roma, entretanto ele ainda ter alguns interesses de negcios na Europa. Ele est em leo. leo de azeitona. Ele precisa de um contador pessoal para trabalhar com suas pessoas corporativas. Oh meu. Algo aconteceu para ele?  por isso que voc est aqui?"
      "No." Ela estava medindo Katie como ela mediu o sto. Como ela concluiu dos dados e ID retrato, Katie Mitchell era a mesma construo e colorao geral que Peabody. Isso poderia entrar  mo.
      "Sra. Mitchell, este nome do homem no  Marsonini.  Renquist, e ele  suspeitado de assassinar pelo menos cinco mulheres."
      "Oh, voc deve ser. Sr. Marsonini era perfeitamente encantador. Eu gastei quase duas horas com ele hoje."
      "No existe nenhum engano. Posando como um cliente potencial, Renquist ganhou entrada para este sto para os propsitos de clonar sua segurana, tendo contato pessoal com voc, e assegurando ele mesmo que voc fez, ainda, viva s. Que eu assumo que voc faz."
      "Bem, sim, mas"
      "Ele tem stalked voc por algum tempo, como  seu padro com suas vtimas, juntando informaes sobre suas rotinas e hbitos. Ele pretende entrar nesta residncia dentro das prximas quarenta e oito horas, mais provvel quando voc estiver dormindo. Ele ento conteria voc, estupro e torturaria voc antes de usar seus prprios utenslios da cozinha para mutilar e matar voc no modo mais doloroso que ele podia inventar."
      A Eve escutou o pequeno sufocou som que rangida em garganta do Katie, que assistiu os olhos da morena forar o recuo de em sua cabea.
      "Todo seu," ela disse como Roarke jurou e entrou pegar Katie antes dela tombar acima de.
      "Voc podia ter feito aquele em um modo mais sensvel e delicado."
      "Certo. Mas isto era mais rpido. Quando ela vier para, ela pode lotar o que ela precisa. Ento voc a consegue fora."
      Ele hefted Katie, encabeada com ela para um sof. "Voc no est ficando aqui s e esperando por ele vir para caa."
      "Isto  meu trabalho," ela comeou. "Mas eu estou pedindo auxlio."
      "Pea isto agora, e eu a terei fora de seu modo dentro de vinte minutos."
      "Negcio."
      Ela retirou-se seu Communicator e se preparou para instalar a prxima fase de sua operao.

      Ela gastou as horas at amanhecer que se senta na escurido, esperando. Um veculo de vigilncia sentada fora de, e dois uniformes armados eram stationed na rea viva do apartamento de Mitchell. Mas o time de relgio teve suas ordens. Renquist, quando ele veio, era sua.

      E ele se sentou em seu quarto quieto em um apartamento pequeno na extremidade da Aldeia. Ele decorou isto cuidadosamente, selecionando cada pedao de forma que teria um europeu sentir, e um rico, rico e colorido e sensual.
      Ento diferentemente da fresca, estagnada casa ele compartilhado com sua esposa quando ele era Niles.
      Quando ele estava neste morno, profundamente quarto afinado, ele era Victor Clarence. Um pequeno, divertindo piada e um jogo em Seu Prncipe de Alteza Real Albert Victor, Duque de Clarence, que alguns creditaram com os assassinatos de Estripador de Whitechapel.
      Renquist gostou de acreditar nisto, apreciou a noo de um prncipe de assassino. Ele considerou ele mesmo no menos.
      Um prncipe no meio de homens. Um rei no meio de assassinos.
      E assim estilista de afamado da morte, ele nunca seria pego. Mas ele era mais que seus prottipos. Porque ele nunca pararia.
      Ele bebeu um conhaque e fumou um charuto magro atado com s uma brisa de Zoner. Ele amou estes tempos s, os tempos quietos, refletivos quando toda a preparao era feita.
      Ele estava contente que ele decidiu fingir uma viagem de negcios, cair fora sozinho por alguns dias. Pamela era irritante ele mais que habituais com seus olhares fixos longos, especulativos, suas perguntas apontadas.
      Quem ela era para o questionar, olhar para ele?
      Se ela s soubesse quantas vezes ele imaginou matana ela. Os muitos e modos criativos ele inventou. Ela correu gritando. A imagem de sua esposa fria e rgida correndo para sua vida fez ele rir.
      Claro, ele nunca faria isto. Traria isso tudo muito perto de casa, e ele no era nenhum bobo. Pamela era segura simplesmente porque ele era preso com ela. Alm disso, se ele a matasse, quem lidaria com todos os detalhes aborrecedores de sua vida social?
      No, era suficiente s para ter estes restos peridicos dela, e a fmeas ela assumiu o a responsabilidade de. Irritante, furtivo pequeno pirralho. As crianas eram, como ele aprendeu de seu bab velho querido, querido ser nenhum visto nem ouvido.
      Se eles rebelled ou falhasse obedecer smartly, eles eram para ser postos em algum lugar, na escurido. Onde eles no eram mais vistos, onde eles no podiam ser ouvidos no importa o quo altos eles gritaram.
      Oh sim, ele lembrou delembrou do quarto escuro. O bab Gable teve um modo sobre ela. Ele gostaria de a matar, lentamente, dolorosamente, enquanto ela gritou e gritou como ele uma vez faria.
      Mas isso no seria sbio. Como Pamela, ela era segura porque ele era preso com ela.
      Em todo caso, ela o ensinou, no ? O bab Gable certamente o ensinou. As crianas eram queridas para ser levantadas por algum pagou e pagou bem para disciplinar e tutorar. No que a astuta pequena coisa italiana disciplinou sua menina. Deteriorada ela, mimada ela. Mas ela era conveniente. Seu medo e abominando dele deu a ele tal pressa de prazer.
      Tudo em sua vida finalmente caiu em lugar. Ele era respeitado, admirou, obedeceu. Ele era financeiramente confortvel, e teve um ativo e rarefez vida social. Ele teve uma esposa que apresentou a imagem adequada, e uma amante jovem que era temeroso justo suficiente para fazer qualquer coisa, absolutamente qualquer coisa, ele exigido.
      E ele teve o mais fascinante e passatempo de divertido.
      Anos de estudo, de planejarem, de estratgia. De prtica. Era toda vinda para gozo agora em modos at que ele no antecipou. Como ele podia ter conhecido quanta diverso que seria para assumir o disfarce de um de seus heris, e sigam em seus passos sangrentos?
      Os homens que tomaram carga, que tomou vida. Que fez o que eles desejaram para mulheres porque eles compreendidos, como outros no podiam, aquelas mulheres precisadas ser humilhadas, machuque, matou. Eles pediram a morte com sua primeira respirao. 
      Tentando correr o mundo. Tentando o correr.
      Ele tomou um lento arrastar do charuto, deixando o Zoner o acalma antes de uma de suas iras podiam assumir o comando de. No era o tempo para ira, mas para fresca, calculando ao.
      Ele se preocupou que ele tem sido muito inteligente. Mas realmente, podia se ser muito inteligente? Alguns poderiam considerar isto um engano para ter deliberadamente apresentado ele mesmo como um suspeito. Mas era tanto mais satisfazendo, tanto mais excitante aquele modo. Permitiu que ele participasse em dois nveis e fizeram isso tudo to ntimos.
      De um modo, ele iria j fucked o policial de prostituta. Que um excitar era para assistir seu passeio ao redor, incapaz de outthink ele, antecipar ele. Sendo forado a vir para ele e se desculpar. Ele abraou ele mesmo como ele tocou aquela cena acima de em sua cabea. Oh, isso tinha sido um momento.
      Selecionando Eve Dallas tinha sido um brilhante golpe, se ele dissesse assim ele mesmo. E oh, ele fez.
      Um homem no teria dado a ele quase o mesmo zumbido. Mas uma mulher, uma mulher que gosta da maior parte de seu tipo se considerou superior a um homem simplesmente porque ela podia o prender entre suas pernas. Isso adicionou especiaria para a bebida fermentada.
      Ele podia pensar sobre a sufocar, batendo ela, estuprando ela, gutting seu at como ela assistiu ele com aqueles olhos frescos, plano.
      Ele nunca teria conhecido o mesmo nvel de excitao com uma adversrio.
      Ela seria castigada, claro, quando ela falhou em o parar. Quando outros foram mortos, como a cadela de contador seria morta. O tenente seria castigado e disciplinado por seus superiores, como devia ser.
      E ela sofreria, nunca sabendo que tenha bested ela, ela sofreria at a exploso de laser a atingiu atrs da cabea.
      Se s ele podia achar um caminho para deixar ela conhecer, dizer a ela, revela ele mesmo para seu um momento antes de sua morte. Ento seria perfeito.
      Existia tempo, claro, resolver isto.
      Contedo, ele povoou na cama, sonhar seus sonhos terrveis.

      Eles tinham obviamente sido fora por uma noite, Pensou Eve, como ela instalar a instruo especfica matutina em seu escritrio de casa com um time pequeno, apertado. Ela no quis arriscar Central, ou uma operao maior. Um vazamento, at uma gota poderia enviar Renquist no vento. Agora eles podiam apertar a armadilha assim ele nunca cairia fora.
      Ela usou sua tbua, as telas de parede, e um de novos brinquedos do Roarke, um porttil holo-unidade.
      "Ns teremos unidades fixarem aqui, e aqui." Ela destacou o mapa na tela com um ponteiro de laser. "Eles so para observao somente. Eu quero tomar Renquist dentro do sto onde ele pode ser contido e nenhum civil esto em risco. Ns movemos Mitchell  atravs-do-vizinho de corredor fora em oh setecentos no pretexto de um tubo da gua quebrada. A cooperao do edifcio super  assegurada e ns o temos debaixo de mantas no caso de que ele consegue uma coceira para compartilhar qualquer desta com a mdia. O sto vazio ser Observao Postar C."
      Ela destacou o terceiro andar da fotocpia azul de edifcio na segunda tela. "Ns estamos instalando mquinas fotogrficas. O sto estar debaixo de observao constante.  Renquist Improvvel usar o elevador, mas ns teremos mquinas fotogrficas l tambm. E uma vez que ele  dentro do sto, o poder para o elevador ser fechado, dando a ele s uma sada. Um time mover em bloquear que sada, outro ser fixado na rua abaixo de no caso de que ele decide tomar um cabealho das janelas."
      "Rato em uma armadilha," Feeney comentou.
      "Isto  a idia. Eu serei dentro do sto, como legue Oficial Peabody, que ser informado quando seu exame estiver acabado. O capito Feeney correr eletrnica de casa escritrio do Mitchell dentro do sto, e Detetive McNab encabear Observao Postar C."
      Ela ordenou em cima o holo e trouxe um pesado-abaixo verso do Mitchell coloca no sto em seu escritrio. "Memorize isto," ela ordenou. "O oficial Peabody ser chamariz. Ela e o objetivo so aproximadamente o mesmo tamanho e colorao. Ela estar na cama aqui, eu serei postado neste armrio. Conseguindo Renquist no quarto  timo. Nenhuma janela, nenhuma rota de fuga."
      "Ele ser armado," McNab pe em.
      Ela movimentou a cabea, notando a preocupao em seus olhos. Isso era a dificuldade, ela pensou, quando um policial apaixonou-se por outro policial. "Ento leguemos ns.  possvel que ele trar suas prprias lminas, ou que ele lega desvio na cozinha primeira a ajudar ele mesmo de linhagem da cozinha do Mitchell. Ele pode ter um jateador ou outra arma, entretanto ele tem ainda para utilizar um. Ns entraremos nisto pretensioso que ele  armado, como Marsonini habitualmente levou um jateador ou stunner, e conseqentemente ajam."
      Ela esperou uma batida. "Ns estamos trabalhando em o achar antes de hoje  noite. Ele est na cidade, e quando ele est emulando Marsonini,  provvel que ele  adaptado-se algum lugar prximo de casa do seu objetivo. Marsonini habitualmente teve uma boa comida, com vinho, na noite antes de um assassinato. Ele vestiu bem, geralmente em ternos por desenhistas italianos, e levaram suas ferramentas em uma pasta cara. Ele fez seu trabalho para pera, novamente Italiano. Ele falou com um acento, entretanto era afetado como ele nasceu em St. Louis. Histria, detalhes, e uns completos bio deste assunto esto em seus pacotes."
      Ela esperou novamente enquanto membros do time embaralharam e tiraram o bio. "Renquist se tornar Marsonini, tente e provvel tenha sucesso em copiar seu mannerisms, hbitos, e rotinas. Voc tambm tem, em seus pacotes, a imagem projetada de como ele olhar vestindo o cabelo e guarda-sis vermelhos longos. Agora vamos examinar cuidadosamente os detalhes. Se Renquist segue este padro, isto est afundando hoje  noite."
      Ela gastou outra hora antes de despedir seu time. Desde que ela viu McNab olhar para sua purprea-proibida unidade de pulso trs vezes durante a instruo especfica, ela o segurou de volta.
      "Ela pegou outras duas horas. Seria melhor voc gelar."
      "Desculpe. Ela era s to wigged esta manh. Ela est entrando no sims agora. Ela continua sufocando no sims."
      "Se ela sufocar, ela no est pronta para fazer o grau. Os sopros de contagem de tempo neste, McNab, mas o fato  que ns temos muito mais em jogo aqui que Peabody conseguindo sua proteo de detetive."
      "Eu sei isto. Ela  muito condena preocupado sobre desapontar voc ela  girada seus intestinos ao avesso."
      "Jesus. No  sobre mim."
      Ele apertou seus lbios junto como se lutando com uma deciso, ento encolheu os ombros. "Sim, . Certo . Uma grande parte disto. Eu no deveria dizer voc, mas eu figuro que voc precisa saber muito se ela estragares neste, voc pode lidar com isto. Lide com ela."
      "Ela melhor se lidar. Ela est indo diretamente neste op quando ela fez, e ela no ter os resultados. Ela melhor se lidar, e faa o trabalho."
      Ele deslizou suas mos em seus bolsos e deu Eve um sorriso bochechudo. "Veja, voc sabe s como a lidar."
      "Saia daqui."
      Ela se sentou no canto da escrivaninha para um momento, limpar Peabody de sua cabea. Era uma coisa para ser responsvel por viver, para justia. Mas ele era um inferno de um contribuir o traseiro para ser informado voc teve psique de algum em suas mos.
      Como o inferno chegou l?
      "Tenente?" Roarke permaneceu na entrada de sua juntando escritrios, assistindo ela. "Um minuto de seu tempo."
      "Sim." Ela levantou-se para caminhar na simulao do quarto de Mitchell novamente, julgando distncias, ngulos, movimentos. "Isto  sobre tudo que eu tenho para voc. Ns podamos competir com ele a rua," ela disse metade para ela mesma. "Mas Marsonini levou um jateador ou stunner, ento Renquist ter um jateador ou stunner. Se ele chegar a isto, comeos que estalam fora de aquecer . . . talvez um pouco de idiota que civil entra o modo. Refm potencial. Melhor fazer isto do lado de dentro. Contido e controlado do lado de dentro. Nenhum lugar para correr, nenhum objetivos de civil. Devia ser limpador do lado de dentro."
      Ela examinou, encolhido os ombros quando ela percebeu que ela entrou e fora do armrio do quarto holgrafo. "Desculpe."
      "No  um problema. Voc est preocupado porque Peabody estar na cama, ao ar livre."
      "Ela pode cuidar de se de."
      "Ento ela pode. Mas o fato que voc est preocupado devia ajudar voc entende que eu tenha algumas preocupaes de minhas prprias. Ento eu estou perguntando a voc para me admitir nesta operao."
      Deliberadamente ela armou sua sobrancelha. "Perguntando? A mim? Por que voc s no vai para seu bom camarada Jack, ou seu amigo Ryan?"
      "Tende a se aprender por seus enganos."
      "Um?"
      "Eu quero estar l por vrias razes, e se  porque  ficado pessoal para voc.  mais enganador quando for pessoal."
      Ela voltou. "Programa de holograma de fim. Telas fora de." Existia caf frio em sua escrivaninha. Ela levantou a xcara, derruba isto. Ento achou se agarrando a pequena esttua da deusa me de Peabody deu a ela.
      "No so as notas. Eles so s irritantes em um nvel pessoal, e til caso contrrio. No  o fato que ele  me marcado como um objetivo futuro. Isso vai com o territrio. No  nem que ele  um filho maligno, arrogante, doente de uma cadela. Voc consegue isto o tempo todo. Estava assistindo Marlene Cox lutando voltar, e mais que isto, vendo sua me a lega de volta. Sentando ao lado daquela cama do hospital, lendo para ela, segurando sua mo, conversando com ela, acreditandorecusando para no acreditar porque ela amou seu mais que . . . Bem, mais que qualquer coisa."
      Ela anotar a esttua novamente. "O modo que a me olhou para mim, com esta f absoluta que eu faria isto direito. Em minha linha, voc est quase sempre tentando fazer isto direito para os mortos. Mas viva da Marlene. Ento  pessoal. Foi me ligado, e sim,  mais enganador quando for pessoal."
      "Voc pode me usar?"
      "Operador liso como voc? No veja por que no. Eu darei a voc um passeio em Central. Voc pode reportar para Feeney em EDD."

      Sua primeira tarefa em Central era para organizar para Pamela Renquist ser trazida para um quarto de entrevista. Altos-avaliados advogados do Renquist j estava trabalhando nela lana. A Eve se consideraria sortuda para segurar a mulher outras doze horas.
      Pamela entrou sem seu advogado, mas vestindo suas prprias roupas em lugar de traje da priso. Usada ela puxa para sua prioridade, Eve assumiu e gesticulou para a mesa.
      "Eu concordei em falar com voc, e s, porque eu no quero dar a voc a importncia de meus advogados." Pamela se sentou, escovado em sua suaves, calas de seda. "Eu serei brevemente lanado, e j instru meus advogados para iniciar terno contra voc para molestamento, priso e encarceramento falso, e calnia."
      "Nossa, eu estou em grande dificuldade agora. Diga a mim onde ele est, Pam, e ns concluiremos este sem qualquer outro sendo machucados."
      "Primeiro, eu no aprecio sua forma familiar de endereo."
      "Nossa, agora voc machuca meu ."
      "Secundariamente," Pamela continuou em uma voz gelou como fevereiro, "meu marido est em Londres a negcios, e quando ele retornar que ele usar toda sua influncia para destruir voc."
      "Eh, aqui seja um flash para voc: Seu marido est na Cidade de Nova York, finalizando sua preparao para matar uma contadora usando o mtodo de Enrico Marsonini, que era infame para o estupro e tortura de suas vtimas antes dele cortar eles para pedaos. Ele sempre tomou um dedo ou dedo do p com ele, como uma espcie de prmio de porta."
      "Voc est repugnando."
      "Eu estou repugnando." A Eve alarga uma risada confundida. "Voc  um pouco de pedao do trabalho. Para continuar. Seguindo o padro de seu mentor mais recente, Niles visitou sua vtima pretendido em sua casa ontem  tarde."
      Pamela enrolou seus dedos, examinada sua manicura. "Isto  prepstero."
      "Voc sabe que no . Voc sabe que seu marido, o pai de sua criana, o homem com que voc vive,  um psicopata. Voc cheirou o sangue nele, no , Pam? Voc viu o que ele  quando voc olhar para seu rosto. Voc tem uma filha. No  hora para voc a proteger?"
      Pamela  olhar relampejado, e uma sugesto de ira adicionada por. "Minha filha  nenhuma de sua preocupao."
      "E aparentemente nenhum seu, qualquer um. Eu enviei um oficial de ligao de criana para sua casa ltima  noite. Rosa, junto com Sophia DiCarlo, foi tomada em custdia protetora. A razo isto  notcia para voc  que voc no aborreceu contactando sua filha desde que voc foi trazido para dentro ontem."
      "Voc no teve nenhum direito para remover minha filha de minha casa."
      "Eu fao. Mas ele era a ligao que optou fazer muito depois de falar com ela e seu au par, e outros membros de seu pessoal. Se voc quiser sua filha atrs,  hora de andar longe do louco e permanece com eles contra ele.  hora de proteger sua criana."
      A ira, aquela sugesto minscula de emoo, era gelada de novo. "Tenente Dallas, meu marido  um homem importante. Dentro de um ano, ele ser chamado o novo Embaixador britnico para a Espanha. Tem sido prometido ns. Voc no manchar sua reputao ou minhas com suas fantasias horrendas e feias."
      "Afunde com ele ento. Seja uma gratificao boa para mim." Eve levantou-se, pausou. "Eventualmente, ele teria feito voc, e sua filha. Ele no poderia parar ele mesmo. Voc no est indo para a Espanha, Pam, mas onde quer que voc acabar, voc vai ter bastante tempo para pensar sobre o fato que eu salvou sua vida desprezvel."
      Ela subjugou, deu o ao-reforadas painel duas pancadas duras. "Na porta," ela chamou, e foi embora.
      Ela era voltava para seu escritrio quando ela ouviu se sendo aclamado. Eve mantida caminhada, e deixe Peabody pegar em cima.
      "Dallas. Senhor. Tenente!"
      "Existe papelada em seu cubo. Lide com isto. Em meu escritrio em dez para uma instruo especfica. Ns encabeamos fora em trinta."
      "Senhor, eu j fui informado sobre o op. McNab beliscou acima de mim encontrar quando eu terminei de exame."
      Bom, Pensou Eve. Bom para ele. Mas ela manteve sua carranca de policial em lugar. "O fato que Detetive Retardado ultrapassou procedimento no nega a necessidade para sua instruo especfica."
      "Ele no teria tido que dizer a mim se voc tivesse."
      Era o murmrio que fez isto. Eve balanada em Homicdio. "Meu escritrio. Agora."
      "Voc pe o dedo polegar em Renquist ontem  noite." Peabody trotou atrs de Eve. "Eu devia ter sido chamado em para a procura. Voc ultrapassou procedimento."
      A Eve empurrou seu fim de porta. "Voc  interrogatrio meus mtodos ou minha autoridade, Oficial?"
      "Seus mtodos, Tenente. Tipo de. Eu quero dizer, jeez. Se ele estiver em casa ontem  noite, voc o teria, e eu teria faltado isto. Como seu ajudante"
      "Como meu ajudante voc faz o que voc  informado quando voc for informado. Se voc estiver insatisfeito com este acordo, pe isto por escrito e arquiva isto."
      "Voc trabalhou o caso ontem  noite sem mim. Voc segurou um op informando esta manh sem mim. O exame no devia ter prioridade tomado acima de meu envolvimento neste caso."
      "Eu decido o que tomo prioridade.  feito. Se voc tiver mais bitching e reclamando fazer sobre este assunto, eu repito, ento escreva e o arquive pelos canais adequados."
      Queixo sobressado do Peabody em cima. "Eu no tenho nenhum desejo para arquivar uma reclamao, Tenente."
      "Sua escolha. Complete a papelada em sua escrivaninha. Encontre-me na garagem em vinte e cinco. Voc ser informado en rota."

      Iria ser um dia longo, Eve imaginada, como ela caminhou por sto do Katie Mitchell, da mesma maneira que ela caminhou pelo holograma. E uma noite longa.
      Onde quer que Renquist dobrou ele mesmo, ele fez um bom trabalho disto.
      Seu movimento, ela pensou, e bebeu com um gole mais caf.
      Ela lanou um lquido acima de todo hotel no setor, mas ela no o achou. At enquanto ela compassou o sto, a procura estava alargando.
      Ela aumentou para a entrada do escritrio onde o Roarke e Feeney trabalharam.
      "Nada," Roarke disse, sentindo ela. " mais provvel que ele est usando uma residncia privada. Aluguel a curto prazo. Ns estamos procurando aquela rea."
      Ela verificou sua unidade de pulso mais uma vez. Existiam horas ainda, e ela no podia arriscar entrar e fora do edifcio. Ela caminhou de volta para a cozinha, cutucado em Mitchell AutoChef.
      "Inquieto?" Roarke disse por detrs ela.
      "Eu odeio a espera, fazendo nada alm de examinar cuidadosamente e acima dele em minha cabea. Faa-me antsy."
      Ele se debruou at beijar a de volta de sua cabea. "Ento tem uma briga com Peabody."
      "Por que homens sempre dizem que mulheres terem brigas? Os homens no tm brigas.  um estpido, weenie palavra."
      Ele esfregou seus ombros. Porque eles eram como balanam, ele fez uma nota mental para programar um tratamento de relaxamento para ela. Se ela gostou disto ou no. "Por que voc no pergunta a ela como o exame foi?"
      "Ela quer que eu saiba, ela dir a mim."
      Ele se debruou abaixo mais ntimo, escovando seus lbios acima de seu cabelo, ento falando diretamente em sua orelha. "Ela pensa que ela bronzeou isto."
      "Merda." Eve fisted suas mos. "Merda, fuck, maldio." Ela balanou para o congelador, classificado por isto, e confiscou um quarto de Sobremesa de Morango Fields Congelado.
      Ela achou uma colher, pegou isto, ento marchado fora em direo ao quarto.
      "Existe minha menina," Roarke murmurou.
      Peabody se sentou na extremidade da cama, estudando a instruo especfica matutina em seu PPC. Ela olhou de relance em cima quando Eve entrada, quase tido seu olhar mal-humorado em lugar quando ela manchada o quarto de sorvete.
      "Aqui." A Eve empurrou isto em sua mo. "Coma isto e pare de fazer beicinho. Eu preciso de voc em cem por cento."
      " s que . . . eu invento eu fucked, realmente ruim."
      "Eu no quero que voc pense. Voc apaga isto, a distncia toda. Voc tem que ser enfocado. Voc no tem condies de faltar um movimento, falte um sinal. Em algumas horas, voc vai estar provendo aquela cama, na escurido. Quando ele entrar, seu propsito inteiro ser para matar voc. Ele estar vestindo noite-vista culos de proteo. Ele gosta de trabalhar na escurido. Ele ver voc, mas voc no o ver. At que ns faamos o movimento, voc no o ver. Ento voc no pode fuck que em cima, ou voc vai ser machucado. Voc  machucado, voc realmente me urinar fora de."
      "Eu sinto muito sobre esta tarde." Peabody empurrou no sorvete de morango. "Eu tive eu mesmo todo trabalhado. Eu chutei meu prprios traseiro tantos tempos como eu podia a caminho de volta do exame. Eu acabei de precisar chutar outra pessoa. E eu comecei a pensar, se voc s me chamaria em que eu no teria tomado to estpido, goddamn exame."
      "Voc tomou isto. E amanh voc saber os resultados. Agora pe de lado isto e faz o trabalho."
      "Eu irei." Ela resistiu uma colherada de sorvete para Eve.
      Tomando isto, Eve provada. "Cristo. Isto  s horrvel."
      "Eu penso que  satisfatrio." Mais alegre, Peabody aceitou em devoluo a colher e entrincheirada-se para mais. "Voc est s deteriorado porque voc consegue a coisa real agora. Obrigado por no estar louco em mim mais."
      "Quem digo que eu no sou? Se eu gostasse de voc, eu teria enviado algum fora para sorvete real em vez de roubar congelado do civil defeca."
      Peabody acabou de sorrir, e lambeu a colher.
      
Captulo 23
      Ele estaria sendo vestido agora, Cifra de Eve, como ela olhou pelo isolamento-screened janelas de sto do Mitchell. Estaria cheio escuro logo. Marsonini sempre teve uma comida longa, vagarosa, com dois culos de vinho, antes de uma matana. Sempre um upscale restaurante, registrando uma mesa de canto.
      Ele podia gastar dois, at trs horas acima disto. Saboreando a comida, sipping o vinho. Concluindo com caf e sobremesa. Um homem que apreciou as coisas boas.
      Renquist apreciaria isto.
      A Eve podia o ver agora, nela se importa de  olho. Abotoando um perfeitamente branco, bespoke camisa. Assistindo seus prprios dedos no espelho. Seria um bom quarto, bem designado. Ele no toleraria nada exceto o melhorcomo Renquist ou Marsonini.
      Uma gravata de seda. Provavelmente uma gravata de seda. Ele gostaria do modo que sentiu em seus dedos como ele deslizou isto, como ele trapaceou o lao perfeito.
      Ele tomaria isto fora de depois que sua vtima era conquistada e contida. Cuidadosamente enforcamento todo artigo de roupa para evitar dobrar. Ele no quereria pregas mais que manchas de sangue.
      Mas no momento, ele apreciaria o ato de vestidura bem, de bom material contra sua pele, e a antecipao da comida e vinho, e que seguido isto.
      Ela podia o ver, Renquist, tornando ele mesmo em Marsonini. Grooming o cabelo vermelho longo que era seu orgulho e sua vaidade. Renquist veria rosto do Marsonini no espelho agora? Ela imaginou que ele iria. A aparncia mais escura, as menos at caractersticas, a boca mais cheia, o plido, olhos plidos que perscrutariam fora por detrs tinted sombras. Ele precisaria ver isto ou a noite no teriam o mesmo sabor.
      Agora a jaqueta. Algo em cinza claro, talvez, talvez com um lnguido pinstripe. Um bom terno do vero para um homem dos gostos distintivos. Ento o salpico mais leve de gua-de-colnia.
      Ele verificaria sua pasta. Tome uma respirao longa para retrair o odor do couro. Ele tiraria todas as suas ferramentas? Provavelmente. Ele correria suas mos ao longo dos comprimentos de corda. Corda magra, forte que sairia ranhuras dolorosas em carne da sua vtima.
      Ele amou o pensamento de sua dor. Ento a mordaa de bola. Ele preferiu a humilhao daquele acima de pano. Os preservativos, para sua prpria segurana e proteo. Os charutos magros e acendedor de ouro esbelto. Ele apreciou um bem fumar quase tanto como queimando aqueles crculos minsculos em pele das suas vtimas e assistindo a agonia grita em seus olhos. A garrafa antiga pequena ele encheu com lcool, despejar acima dos ferimentos para aquele extra panache.
      Um taco revocvel, ao afiado. Forte suficiente para quebrar ossos, quebre cartilagem. E flica suficiente para adaptar outro propsito devia ele estar no humor.
      Lminas, claro. Lisas, dentadas, no caso dele achar as facas da cozinha da mulher debaixo de paridade.
      Seus discos de msica, a noite-vista culos de proteo, o jateador da mo ou o ministunner, suas luvas de jornal claro magro. Ele detestou a textura e odor de Selo-Ele ou alguns de seus clones.
      Sua prpria toalha. Algodo branco, egpcio, e seu prprio bolo fresco de unscented sabo para lavar-se depois que o trabalho era feito.
      E ultimamente, os cdigos de segurana, clonaram a vspera durante sua visita para o sto. O jammer que desimpediria as mquinas fotogrficas de forma que ele podia passear no edifcio sem deixar um rastro.
      Todo nitidamente empacotado agora, e bloqueado no caso de elegante.
      Um ltimo olhar no espelho, um comprimento total para mostrar a ele mesmo o efeito inteiro. Teve que ser perfeito. Um estalido do dedo acima de uma lapela para remover uma pinta minuciosa de lint.
      Ento ele passearia fora a porta, comear a sua noite.
      "Onde estava voc?" Roarke perguntou quando seus olhos mudados, quando seus ombros relaxados.
      "Com ele." Ela examinou, viu que ele segurou dois assalta de caf. "Obrigado," ela disse, levando um.
      "E onde ele est?"
      "Encabeando fora para jantar. Sopa para nozes. Ele pagar dinheiro. Ele sempre paga dinheiro. Ele demorar acima dele at quase meia-noite, ento ele tomar um passeio longo. Marsonini no dirigiu, e raramente tomou txis. Ele caminhar aqui, juicing ele mesmo em cima, bloqueie por quarteiro."
      "Como eles o pegaram?" Ele soube, mas ele quis Eve dizer isto, conversar isto.
      "Sua vtima pretendido viveu em um sto, no to diferente que isto. Faa sentido. Um de seus amigos tiveram uma briga importante com seu namorado, e veio depois de chorar em do Liselque era seu nomeveio depois de chorar em seu ombro ou qualquer mulheres fazem."
      "Coma sorvete de morango."
      "Feche. Ento o amigo finalmente chorou isto fora e bunked no sof. Era a msica que a despertou em cima. Ela no ouviu ele entrar aparentemente que eles mataram uma garrafa de vinho ou bebida fermentada barata. Algo. Marsonini no teve manchado seu dormente l, o qual era uma fratura. Ento o amigo vai em direo ao quarto para tratar da msica. Lisel j estava saltado, amordaou, com uma rtula quebrada. Marsonini era desnudo. Suas costas estava para a entrada. Ele estava subindo sobre a cama, preparando-se estuprar Lisel."
      Ela conheceu o que tinha estado na cabea da vtima, nadando acima da dor. Ela soube que o terror terrvel do que era para vir para era pior, tanto pior que dor.
      "O amigo manteve sua cabea," Eve continuou. "Ela correu de volta para a sala de estar, chamada nove e um-uma, ento apressado atrs para o quarto, levantou este taco que ele costumava quebrar rtula do Lisel, e ela whaled nele. Fraturado seu crnio, quebrou sua mandbula, seu nariz, seu cotovelo. Quando o polis chegado l, Marsonini era inconsciente e em um estado arrependido. Ela desatou Lisel, coberta ela em cima, e estava segurando uma faca para a bastarda  garganta, pulando queela disse em sua declaraoque ele veio a si assim ela podia pegar ele em seu esfago."
      "Eu diria isto preso em seu esfago que uma mulher o parou."
      Seus lbios quirked um pouco, porque ela compreendida. "Eu estou contando com isto. Ele morreu na priso dois anos mais tarde quando um preso ou guarda no identificados o castraram e deixaram ele provendo sua prpria gaiola. Sangrou para a morte."
      Ela respirou fundo, achou isto ajudou a conversar isto. "Eu vou fazer os crculos. Voc tem duas horas para estirar suas pernas ao redor aqui, ento ns dobramos em. E ns esperamos."
       meia-noite, ela arrastou um tamborete no armrio. Ela manteve a porta aberta a um ngulo que deu sua uma viso da cama, superior metade do e Peabody.
      O apartamento estava escurido cheia, e muda.
      "Peabody, verifique seu Communicator todo quinze, at que eu ordene silncio de rdio. Eu no quero que voc tirando uma soneca l."
      "Tenente, eu no podia adormecer se voc desse a mim um alimentado alto soother. Eu sou acelerado."
      "Faa os cheques. Fique glacial."
      E se eu estou errado? Ela perguntou a se. Se ele mudasse objetivos, mtodos mudados, conseguiu uma brisa de mim? Se ele no vier hoje  noite, ele matar coelho fortuitamente ou justo? Ele tem uma de volta porta? Uma rota de emergncia, capitais de emergncia, e ID?
      Ele vir, ela se assegurou. E se ele no fizer, eu o localizarei.
      Ela examinou suas prprios cheques, conseguiu o todos-quietos dos times de rua, os times da casa. Depois de uma hora, ela levantou-se para estirar e manter se tornar flexvel.
      Depois de duas, ela sentiu seu sangue comear a bomba. Ele estava vindo. Ela soube que ele estava prximos segundos antes de seu Communicator silvar em sua orelha.
      "Vista possvel. Solitrio macho, prosseguindo sul em direo a construir. Seis e dois, cem e noventa. Terno de luz colorida e gravata escuros. Ele est levando uma pasta."
      "Observe somente. No aborde. Feeney, voc copia?"
      "Alto e claro."
      "McNab?"
      "Ns estamos nisto."
      "Parea com um alarme falso. Ele est movendo passado o edifcio, continuando sul. A espera . . . Ele est assistindo,  disso que ele est fazendo. Coisas de Scoping fora, verificando a rua. Ele est voltando, abordando o edifcio novamente. Algo em sua mo. Poderia ser uma segurana jammer. Girando em. Ele est encabeando em, Tenente."
      "Fique no veculo. Espere por meu comando. Peabody?"
      "Eu estou pronto."
      A Eve viu o movimento leve na cama, e soube que Peabody teve seu stunner em sua mo. "Feeney, voc e o civil ficam atrs daquelas portas at que eu passe sem tocar isto. Eu o quero a distncia toda em. McNab, eu quero aquele elevador fechar o minuto que ele  pela porta, e seu time fora e blocagem o corredor um segunda depois disto. Cpia?"
      "Voc tem isto. Como  minha rainha de sexo?"
      "Desculpe-me, Detetive?"
      "Um . . . Questiona dirigido em Oficial Peabody, Tenente."
      "Nenhuma comunicao pessoal ou estpidas-traseiro observaes, para causa do Cristo doce. D-me um vinte no suspeito."
      "Ele est usando os degraus, senhor. Movendo entre segundo e terceiro andar. Eu tenho uma viso clara boa de seu rosto, Dallas. Positivo ID para Niles Renquist. Movendo para sua porta agora. Tirando um keycode. Ele est farto, e em."
      "Mova agora," Eve disse em um sussurro. "Todas as unidades aproximam-se de agora, e ala."
      Ela no podia o ouvir. No ainda. Ento ela o trouxe em sua cabea. Marsonini sempre removeu seus sapatos antes de entrar no quarto. Sapatos e meias. Ele deixaria eles nitidamente ao lado da porta de entrada, ento tome fora das sombras, coloque a noite-vista culos de proteo. Com eles, ele podia mover pela escurido gosta de um gato. Ento ele podia permanecer acima da vtima, assistindo ela dorme antes dele se lanar sobre.
      A Eve desenhou sua arma. Esperou.
      Ela ouviu o faintest rangido do floorboard, e o legou para vamos, vamos, voc filho de uma cadela.
      Ento com seus olhos longos ajustado para a escurido, ela viu a forma dele, viu ele golpe uma mo suavemente acima de Peabody volta.
      Ela chutou a porta aberta. "Luzes!" Ela gritou.
      Ele girou, com os culos de proteo ofuscantes ele agora. O taco estava em sua mo, e ele balanou fora com isto, em direo ao som dela verbaliza at como ele rasgou os culos de proteo longe.
      "Polcia. Solte a arma! Solte sua arma e congele ou eu soltarei voc."
      Seus olhos eram enormes, piscando loucamente. Mas ela viu o momento que ele a reconheceu e entendido. Ela viu todos os seus planos, suas vitrias, drene descontrolado. "Imundo cunt."
      "Aparea ento." Ela abaixou sua arma, ento apunhalou um dedo de advertncia em direo  entrada quando Roarke empurrou em com Feeney atrs dele. "No faa isto," ela estalou neles.
      Renquist uivou, lanou o taco nela, ento saltou.
      Ela trocou, deixe o metal resvalar seu ombro. Porque estava mais satisfazendo que um aturdir, ela usou seu corpo, dobrando dirigir aquele mesmo ombro em seu intestino, seu joelho para sua virilha. E quando ele comeou a dobrar, seu punho achou seu caminho para o lado inferior de sua mandbula.
      "Aquele ltimo era para Marlene Cox," Eve murmurou.
      Ela plantou seu p nas pequenas de suas costas como ela retirou-se suas restries. "Mos atrs de voc, voc balde de vmito."
      "Eu matarei voc. Eu matarei todos vocs." O sangue gotejado fora de sua boca  medida que ele lutou. Seus olhos foram largos e selvagens quando Eve arrancou a peruca longe.
      "Mantenha seu tire as mos me, voc revoltando cadela. Voc sabe quem eu sou?"
      "Sim, eu sei s quem voc ." Ela o sacudiu acima de porque ela quis que ele a visse. Ela quis que ele olhasse para seu rosto. O dio estava l, o tipo ela viu antes. O tipo de osso-fundo abominando que ela viu nos olhos de sua prpria me.
      Mas vendo agora trouxe sua s satisfao.
      "Voc sabe quem eu sou, Niles? Eu sou a mulher, a cadela indignante, o imundo cunt que  chutado seu traseiro arrependido. Eu sou a pessoa que vai fechar a gaiola em voc."
      "Voc nunca colocar me no lugar." As lgrimas comearam a vislumbrar em seus olhos. "Voc no me fechar no escuro novamente."
      "Voc j est ido. E quando Breen escrever sobre este aqui, ele far nota cuidadosa que era uma mulher que bate voc."
      Ele comeou a lamentar e lamentar. Ela teria dito que gosta de uma mulher, mas teria sido um insulto para seu sexo inteiro.
      "Leia ele seu direitos," ela disse a Peabody, que emergiu da cama por completo uniforme. "Tenha ele transportado para Central e registrado. Voc sabe a broca."
      "Sim, senhor. Voc deseja acompanhar o prisioneiro?"
      "Eu povoarei coisas aqui e seguem voc. Eu penso que voc devia ser capaz de o lidar, Detetive."
      "Eu penso que um menino de dez anos de idade podia o lidar nesta forma, senhor." Ela agitou sua cabea como Renquist continuou a soluar e bater seus ps como uma criana na agonia de um acesso de raiva. Ento sua cabea arrebatada. "O que? O que voc disse?"
      "Eu tenho que repetir uma ordem de padro para procedimento de prisioneiro?"
      "No. No, senhor. Voc . . . fez voc dizer 'detetive '?"
      "Algo erradas com suas orelhas? Oh, a propsito, parabns. O suspeito  contido e em custdia," ela disse em seu Communicator como ela caminhou do quarto. Ela pausou s longo suficiente para piscar em Roarke. "Todas as unidades, permaneam abaixo. Trabalho bom."
      "V em frente," Feeney disse para Peabody como ela permaneceu concha-chocada com McNab est beijando barulhos e aplauso que toca em seu receptor do telefone. "Eu tenho esta bolsa de caguei."
      Com um pouco grito, Peabody saltou acima de Renquist. "Dallas! Voc est certo? Realmente, realmente certos? Os resultados no so postados at amanh."
      "Por que voc no  seguinte meu dirige ordem r o prisioneiro?"
      "Por favor."
      "Jesus, que beb." Mas ele levou toda ona de legou conter-se o sorriso. "Eu tenho alguns puxarem. Eu usei isto. Os resultados sero postados em oh oitocentos. Voc colocou vinte-sexto, que no  roto. Eles esto tomando um cheio cem, ento voc est em. Voc podia ter feito melhor no sims."
      "Eu soube isto."
      "Mas voc fez bom. Ao todo voc fez bom. A formalidade normal ser ao meio-dia, dia aps amanh. Voc no chorar durante o cleanup de uma operao," ela disse quando olhos despedaados do Peabody.
      "Eu no irei. Certo." Peabody tornou acessvel seus braos, balanou adiante.
      Eve backpedaled. "No beijando! Me de Deus. Voc consegue um aperto de mo. Um aperto de mo." Ela esticou ela entregar defesa. "Isto  isto."
      "Sim, senhor. Sim, senhor." Ela tomou mo da Eve, pumped isto. "Oh atarraxe isto," ela disse, e embrulhou seus braos firmemente suficiente ao redor Eve para rachar costelas.
      "Saia de de-me, voc manaca." Mas agora era toque-e-ia se ela podia conter-se o risada. "V salto McNab. Eu transportarei o prisioneiro de maldio."
      "Obrigado. Oh homem, oh menino, obrigado!" Ela comeou a correr para a porta quando abriu de repente. McNab a pegoue Eve teve que dar a ele crdito por manter seus psem ar meio.
      Rodantes seus olhos para forma, ela caminhou de volta no quarto.
      "Eu o carregarei em cima," Feeney disse a ela. "Deixe a menina ter tempo para fazer sua dana de vitria."
      "Eu estarei logo atrs voc."
      "Voc sentir muito." Os olhos do Renquist estavam ainda fluindo, mas a fria estava neles novamente, iluminando as lgrimas. "Muito desculpe."
      Ela aumentou, em seu rosto, deixe o silncio pendurar at que ela viu medo corroer na raiva. "Eu soube que era voc, a primeira vez que eu vi voc. Eu vi o que voc era. Voc sabe o que voc , Niles? Lamentvel e fraco, um covarde que escondeu atrs de outros covardes porque ele at no teve as bolas para ser ele mesmo quando ele matou inocentes. Voc conhece por que eu ordenei meu detetive para tomar voc em? Porque voc no vale a pena outro minuto de meu tempo. Voc est terminado."
      Ela se virou quando ele comeou a lamentar novamente. "D-me um elevador, Marinheiro," ela disse para Roarke.
      "O prazer seria todo meu." Ele tomou sua mo quando eles alcanaram a porta, e apertou seu aperto quando ela silvou e tentou escapar de o de.
      "Muito tarde para se preocupar sobre tais coisas agora. Voc piscou em mim durante uma operao."
      "Eu certamente fiz nada disso." Ela dobrou seus lbios, primly. "Talvez eu tive algo em meu olho."
      "Vamos dar uma olhada." Ele a cobriu contra a parede do corredor, e riu quando ela o injuriou. "No, eu no vejo uma coisa, exceto aqueles grandes, olhos do policial magnfico." Ele a beijou entre eles. "Peabody no  o nico que fez bom hoje."
      "Eu fiz o trabalho. Isto  bom o suficiente para mim."

      Dois dias mais tarde, ela l preliminar da Mira intimida psicologicamente relatrio em Niles Renquist. Ento ela se debruou de volta, olhado fixamente para o teto. Era um interessante ploy, ela meditou. Se seu time de defesa era bom o suficiente, ele poderia s tirar isto.
      Ela contou com o vaso de flores em sua escrivaninhaenviou aquela manh por Marlene Cox, via sua me. Em vez de a envergonhar como eles poderiam ter feitos, eles a agradaram.
      Qualquer que seja o ploy, justia seria servida. Niles Renquist nunca veria liberdade novamente. E ela teve um decente disparado contra pregar sua esposa como acessrio depois do fato.
      Pelo menos o PA concordou em imprensa para isto, e isso teria que ser suficiente.
      Se ela tivesse sucesso l, ela era orphaning uma menina jovem, deliberadamente vendo para ele que uma criana de cinco anos de idade estava sem me ou pai. Subindo, ela caminhou para a janela. Mas algumas crianas eram em melhor situao, eles no eram, sem um certo tipo de pai?
      Como o inferno fez ela saber. Ela arrastou uma mo por seu cabelo, esfregou eles ambos acima de seu rosto. Ela podia s fazer o trabalho e esperava quando o p povoado, era certo.
      Pareceu certo.
      Ela ouviu sua virada de boto, ento o golpe. Ela tem bloqueado isto, intencionalmente, e agora verificou o tempo. Rodantes seus ombros, ela levantou seu bon, deixa isto em lugar.
      Quando ela abriu a porta que ela viu o raro sacudir de choque em rosto do Roarke, ento o interesse, ento o cintilar que teve cor que rebela-se em seu pescoo.
      "Para o que voc est olhando fixamente?"
      "Eu no estou completamente certo." Ele entrou antes dela poder sair, ento fechou a porta atrs dele.
      "Ns precisamos ir. A formalidade comea em quinze."
      "E ele  um passeio de cinco minutos. Revira volta uma vez."
      "Eu no irei." Outros poucos segundos, ela figurou, e aquele rubor de maldio bateria suas bochechas. Mortificando ela. "Voc viu um policial em uniforme antes."
      "Eu nunca vi minha policial em uniforme antes. Eu no soube que voc teve um."
      "Claro que eu tenho um. Todos ns temos um. Eu s nunca visto isto. Mas isto  . . . importante, isto  todo."
      "Voc parece . . ." Ele localizou um de seus botes de metal brilhante. ". . . Surpreendente. Muito sensual."
      "Oh, saia."
      "Seriamente." Ele se debruou de volta para tomar isto. To longo, forma desengonada perguntou-se, ele pensou, para o cuspe e betume, o blues formal encaracolado.
      Medalhas, ganha na linha de trabalho, refletida contra a jaqueta dura. Ela brilhou seu policial preto calaque ele agora imaginou que ela manteve enterrado em seu locker pararefletir cintila. Ela vestiu sua arma em seu quadril, e seu bon colocado-se em posio de ataque em seu cabelo pequeno.
      "Tenente," ele disse com um ronronar em sua voz. "Voc precisa vestir aquela casa."
      "Por que?"
      Ele sorriu abertamente. "Ache."
      "Voc est um homem doente, doente."
      "Ns tocaremos polis e ladres."
      "Fora de meu modo, pervertido."
      "Uma coisa." Ele teve mos rpidas, e imergiram um abaixo seu colarinho engomado antes dela poder mover. E retirado-se, para seu encanto, a cadeia que levou o diamante que ele uma vez daria a ela. "Isto  perfeito, ento," ele murmurou, e guardou isto novamente.
      "Ns no estamos segurando mos. Eu sou absolutamente firma nisto."
      "Realmente, eu estava planejando caminhar uns passos do par atrs de voc, ento eu podia ver como seus movimentos de traseiro naquela coisa."
      Ela riu, mas o puxou fora com ela. "Atualize em Renquist se voc estiver interessado."
      "Eu sou."
      "Ele est tentando para loucurano inesperada. Mas ele est dando isto um bom tiro. Usando desordem de personalidade mltipla. Um minuto ele  Jack o Estripador, prximo ele  Filho de Sam ou John Wayne Gacy. As viagens daquele para DeSalvo ou atrs para iar."
      "Voc pensa que  genuno?"
      "No por um minuto, e Mira no compra isto. Ele podia tirar isto entretanto. Sua defesa contratar bastante encolhe que vai junto, e ele  bom no jogo. Pode o manter de uma gaiola de cimento e o pe em uma cela acolchoada, no cho mentalmente defeituoso."
      "Como voc sentiria sobre isto?"
      "Eu quero a gaiola, mas voc sempre no consegue o que voc quer. Eu estou indo pelo hospital depois de trocar assim eu posso dizer a Marlene Cox e sua famlia o que posso acontecer."
      "Eu penso que eles sero bons com isto. Eles no so soldados, Eve," ele disse quando ela olhou para ele. "Eles s querem que ele colocar no lugar, e voc fez isto.  o pagamento suficiente para eles, se no para voc."
      "Tem que ser suficiente para mim porque estou terminado. E existir outro para tomar seu lugar. Sabendo que arraste um pouco de polis."
      "No minha policial."
      "No." Que diabo, ela tomou sua mo de qualquer maneira como eles caminharam no quarto de reunio para a formalidade. "Me empurra. Voc s acha uma cadeira, onde quer que. Eu tenho que estar em cima na fase estpida."
      Ele ergueu sua mo para seus lbios. "Parabns, Tenente, em um trabalho bem feito."
      Ela olhou de relance acima de, como ele fez, para onde o Peabody permaneceu com McNab na frente do quarto. "Ela fez isto ela mesma," era toda Eve disse.
      Agradou ela para ver aquele Chefe que Whitney fez tempo para exercer. Ela andou sobre a fase com ele, tomou a mo que ele ofereceu.
      "Parabns, Tenente, em promoo do seu ajudante."
      "Obrigado, senhor."
      "Ns vamos comear imediatamente. Ns temos vinte e sete promoes esta sesso fora de Central. Dezesseis detetive terceiros graus, oito segundos graus, e trs sargentos de detetive." Ele sorriu um pouco. "Eu no acredito em que eu vi voc em uniforme desde que voc fez tenente."
      "No, senhor."
      Ela andou de volta com os outros treinadores, estado prximo a Feeney.
      "Um de meus meninos feitos segundo grau," ele disse a ela. "Pensou que ns teramos uma celebrao beber do outro lado da rua depois de turno. Adapte voc?"
      "Sim, mas o civil vai querer em. Ele  suave em Peabody."
      "Feira suficiente. Aqui ns vamos. Jack dar sua fala normal. Agradea Deus que  ele e no aquele putz Leroy que o substitui quando ele no puder fazer isto. Leroy pegou os trotes da lngua. No pode parar correndo."
      Em sua cadeira atribuda, Peabody se sentou com sua espinha diretamente e seu estmago fazendo cartwheels. Ela era apavorada que ela entrou repentinamente em lgrimas, como ela teve quando ela chamou para casa para dizer seus pais. Estaria mortificando chorar agora, mas tudo era to welled em cima, inundando sua garganta, que ela tinha medo quando ela abriu sua boca para falar, isso tudo despejaria fora.
      Suas orelhas estavam zumbindo, ento agora ela tinha medo que ela no ouviria seu nome chamou e se acabou de sentar l gosta de um idiota. Ela se concentrou em Eve, e como ela permaneceu esfria e perfeita em resto de parada em seu uniforme.
      Quando ela viu seu tenente entrar, em uniforme, ela quase gritaria ento e l. Ela no podia falar com ela.
      Mas zumbido ou no, ela ouviu seu nome na grande voz do chefe. Detetive Terceiro Grau Delia Peabody. E chegou a seus ps. Ela no podia sentir seus joelhos, mas de alguma maneira ela estava caminhando para a fase, em cima os passos laterais, e atravs disto.
      "Parabns, Detetive," ele disse, e levou ela entregar seu enorme antes dele andar de volta.
      E existia Dallas, avanando. "Parabns, Detetive. Bem feito." Ela resistiu a proteo, e para um momento, s um chamejar, existia um sorriso.
      "Obrigado, Tenente."
      Ento Eve andada atrs, e era feito.
      Todo Peabody podia pensar quando ela retomou sua cadeira era que ela no chorou. Ela no chorou e existia proteo do detetive em sua mo.
      Ela estava ainda movendo por uma ofuscao quando a formalidade era feita, e McNab apressou adiante para a erguer fora de seus ps. E Roarke se debruou acima de eoh meu Deus!Beijado ela direito na boca.
      Mas ela no podia achar Eve. Pelos parabns e bate levemente, atrs, o ribbing e o barulho, ela no viu Eve em qualquer lugar. Finalmente, ainda embreando seu distintivo, ela escapou.
      Quando ela perseguir Eve em seu escritrio, seu tenente voltava em roupas de rua, em sua escrivaninha, curvada acima de papelada.
      "Senhor. Voc saiu de l to rpido."
      "Eu tive coisas para fazer."
      "Voc estava vestindo seu uniforme."
      "Por que todo mundo diga aquela como  causa para um feriado nacional? Escute, parabns. Eu quero dizer isto. Eu orgulho-me de voc, e contentes para voc. Mas terminado de tempo divertido, e eu tenho pilha de um cagar de papelada."
      "Bem, eu vou levar tempo obrigado, e isto  isto. Eu no teria isto se no fosse para voc." Ela manteve a proteo ema forma de xcara em sua mo como se era o cristal mais bom. "Porque voc acreditou em mim, voc me empurrou, e voc me ensinou, eu tenho isto."
      "Isto no  completamente infiel." Eve tipped a cadeira atrs, ponha o salto de sapato de uma bota na escrivaninha. "Mas se voc no acreditasse em voc mesmo, empurrado voc mesmo, e aprendido, eu no teria feito voc um pedao de maldio de bem. Ento voc  bem-vindo, para que parte eu tocou nisto. Voc  um bom policial, Peabody, e voc ser um melhor com o passar do tempo. Agora, a papelada."
      A vista do Peabody era blurry, mas ela piscou de volta as lgrimas. "Eu conseguirei direito nisto, senhor."
      "Isto no  seu trabalho."
      "Como seu ajudante"
      "Voc no  mais meu ajudante. Voc  uma detetive, e parte desta papelada eu estou trabalhando por  sua nova tarefa."
      As lgrimas secadas completamente, e o rubor a excitao e alegria puseram em suas bochechas drenadas longe. "Eu no entendo."
      "Detetives no podem ser perdidos como ajudantes." A Eve vivamente falou. "Voc ser designado novamente. Eu assumo que voc preferiria ficar em Homicdio."
      "Mas . . . mas Deus! Dallas, eu nunca considerei que eu no podia ficarque ns no trabalharamos junto. Eu nunca teria tomado o exame de maldio se eu soubesse que voc teria que me inicializar."
      "Isto  uma coisa ridcula para dizer, e mostra a uma falta de respeito por sua proteo. Eu posso dar a voc uma lista pequena de escolhas para sua relocao." A Eve sacudiu uma chave na unidade de escrivaninha e teve uma planilha eletrnica surgindo. "Ou se voc s vai lamentar sobre isto, eu farei a escolha para voc."
      "Eu no estava pensando, no estava esperando." E agora seu estmago machuca tudo de novo. "Eu no posso suportar isso em. Eu pelo menos no podia tomar alguns dias para ajustar? Continue como seu ajudante at que voc faz outros acordos? Eu podia clarear o pendente"
      "Peabody, eu no preciso de um ajudante. Eu nunca precisei de um ajudante, e se deu bem multa sem uma antes de eu competir com voc. Agora ele  hora para voc mover junto."
      Eve voltada para sua escrivaninha em um gesto de demisso. Com seus lbios apertou firmemente junto, Peabody movimentou a cabea. "Sim, senhor."
      "No precise de um ajudante de maldio," Eve repetida. "Podia usar um parceiro, entretanto."
      Isso parou Peabody em seus caminhos. "Senhor?" Ela administrou em um coaxar.
      "Se voc estiver interessado, isto . E como o classificar oficial, eu ainda esvaziaria a maior parte do trabalho de merda em voc. Isto  a parte eu realmente gosta."
      Parceiro? Seu parceiro." Lbios tremido do Peabody, e as lgrimas ganharam.
      "Oh pelo amor de Deus! Feche a porta se voc estiver indo para gordura. Voc pensa que eu quero o bullpen para ouvir chorando aqui? Eles poderiam pensar que sou eu."
      Ela surgiu, bateu a porta se, e ento se achou pego em outros dos abraos de urso do Peabody.
      "Eu tomo isto como um sim."
      "Isto  o melhor dia de minha vida." Peabody andou de volta, esfregou as lgrimas fora de suas bochechas. "O ult. Eu vou fazer voc um inferno de um parceiro."
      "Eu aposto que voc ir."
      "E eu no farei o abrao e coisa de gordura exceto em circunstncias de extremo."
      "Bom para saber. Saia daqui assim eu posso terminar meu trabalho. Eu comprarei voc uma bebida depois de turno."
      "No, senhor. Eu estou comprando." Ela abriu sua mo, mostrou a Eve seu distintivo. " bonito, no ?"
      "Sim. Sim, ."

      S, Eve sentada em sua escrivaninha novamente, ento tirou seu prprio distintivo e estudou isto. Guardando isto novamente, ela olhou no teto. Mas este tempo, ela sorriu. Pareceu certo. Sentiu exatamente certo.
